DOE 31/01/2024 - Diário Oficial do Estado do Ceará
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
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DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO | SÉRIE 3 | ANO XVI Nº022 | FORTALEZA, 31 DE JANEIRO DE 2024
Setor 4 - Políticas e programas de saúde, cultura, lazer e esportes - CCS
1. Trajetória de construção e implantação do SUS e seu significado histórico e político.
2. Políticas públicas e programas de saúde, esporte, lazer e cultura no Brasil e no Ceará.
3 Fdt téitdlói lbã ã liã d t tiidd fíi úd lt l|
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|. unamenos cnco-meoogcos para a eaoraço, execuço e avaaço e projeos em avae sca, sae, cuura e azer.
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|4. Formação do profisisonal de educação física e sua inserção em práticas de saúde coletiva.
5. O lazer na natureza como possibilidade de intervenção do profissional de Educação Física.
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|6. Determinantes políticos, socioeconômicos, ambientais e institucionaisndo processo saúde/doença, a partir do conceito ampliado de saúde.
7. Saúde e qualidade de vida da população no atual contexto da sociedade brasileira.|
|8. O Sistema Nacional de Esporte no Brasil.|
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9. Financiamento de políticas públicas de saúde, esporte, cultura e lazer.
10 Estágio Supervisionado aplicado à Saúde e/ou Lazer e Esporte|
|. .
Setor 5 - Administração e gerenciamento de Serviços de saúde e Enfermagem - CCS
1 P diii Ti diii l f|
|. rocesso amnstratvo. eoras amnstratvas e sua reação com a enermagem.
2. Filosofia, estrutura e organização do Serviço de Enfermagem. Manual, regimento interno, normas e rotinas de enfermagem.
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|3. Liderança, comunicação, motivação, negociação, processo decisório e gerenciamento de conflitos na enfermagem. Ética e administração em enfermagem.
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|4. Gestão de materiais, de recursos físicos e ambientais e decustos na enfermagem.|
|5. Saúde do trabalhador de enfermagem e riscos ocupacionais. Educação continuada/permanente em enfermagem.|
|6. Gestão de recursos humanos na enfermagem: recrutamento, seleção e avaliação de desempenho.
7. Supervisão como instrumento de gerência. Papel e perfil do supervisor na visão gerencial moderna. Etapas do processo de supervisão.|
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8. Qualidade da assistência de enfermagem e indicadores de mensuração.
9 S d it it d i|
|. egurança o pacene e gerencameno e rsco.
10. Gestão da clínica em enfermagem e gerência do cuidado.
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|Setor 6 - Enfermagem em doenças infecciosas e parasitárias - CCS
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|1. Biossegurança e medidas de isolamento no contexto das doenças infecciosas.|
|2. Hepatites virais: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.|
|3. Dengue: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.
4. Sarampo: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.|
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5. HIV/AIDS: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.
6 Tétano: asectos clínicos e atuaão do enfermeiro|
|. p ç .
7. COVID 19: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.
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|8. Meningites bacterianas: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.
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|9. Tuberculose: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.
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|10. Hanseníase: aspectos clínicos e atuação do enfermeiro.
Setor 7 - Enfermagem em saúde da criança e do adolescente - CCS|
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1. As políticas de atenção à saúde da criança. Violência e direitos da criança e do aolescente (ECA).|
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2. Os primeiros minutos de vida: a atenção ao recém-nascido na sala de parto.
3 O it dlit iftil|
|. crescmeno e o esenvovmeno nan.
4. A Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI). Diretrizes, técnicas e operacionalização.
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|5. A sistematização da assistência de enfermagem à criança com problemas neurológicos.
6. A sistematização da assistência de enfermagem à criança com problemas traumato-ortopédicos.
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|7. A sistematização da assistência de enfermagem à criança com problemas genito-urinários.|
|8. A sistematização da assistência de enfermagem à criança com problemas gastrointestinais.|
|9. A sistematização da assistência de enfermagem à criança com problemas respiratórios.|
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10. As principais emergências pediátricas.
Setor 8 - Enfermagem em saúde da mulher - CCS|
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1. O exame físico e anamnese como ferramentas para assistência de enfermagem ao parto humanizado.
2. Hemorragias na gravidez: primeiro, secundo e terceiro trimestres. Manejo clínico e assistência de enfermagem com protocolo do Ministério da Saúde.
3. Processo de cuidar em enfermagem dirigida ao atendimento das necessidades em saúde da mulher, priorizando a assitência com tecnologias leves.
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|4. As boas práticas e asssitência de enfermagem à gestante no pré-parto, parto e puerpério.
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|5. Câncer do colo do útero e da mama: aspectos epidemiológicos, incidência, prevalência e ações educativas.|
|6. Semiologia e propedêutica da gravidez e cuidados clínicos de enfermagem à gestante de risco habitual.
7. Pré eclâmpsia, eclâmpsia, toxemia gravídica, síndrome hellp e assistência clínica de enfermagem na gravidez de risco.|
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8. Mecanismo do parto: tempos mecânicos, períodos clínicos e assistência de enfermagem no segundo período no parto de risco habitual.
9 Pré-natal de risco habitual e alto risco|
|. .
10. Líquido amniótico: polidrâmnio, oligoidrâmnio, ramo, causas maternas e fetais, e cuidados de enfermagem na prevenção de agravos.
Setor 9 - Farmacologia - CCS
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|1. Farmacocinética: vias de admistração, absorção, distribuição, metabolismo e excreção dos fármacos.
2. Receptores de fármacos e farmacodinâmica.|
|3. Fármacos adrenérgicos e antiadrenérgicos.|
|4. Farmacos colinérgicos e anticolinérgicos.
5. Antibióticos antibacterianos.|
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6. Fármacos antihipertensivos e agentes diuréticos.
7. Fármacos sedativos-hipnóticos e fármacos antidepressivos.
8 liióid|
|. Gcocortces.
9. Analgésicos, antipiréticos e antiinflamatórios.
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|10. Fármacos utilizados no controle da diabetes.
Setor 10 - Pesquisa em saúde - CCS|
|1. Contribuição da pesquisa em saúde para a prática baseada em evidências.|
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2. Aspectos teóricos e conceituais:método científico, tipo de conhecimento e ciência.|
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3. Etapas para elaboração de projeto de pesquisa.|
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4 Pesquisa qualitativa|
|. .
5. Pesquisa quantitativa.
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|6. Pesquisa com métodos mistos.
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|7. Delineamento dos estudos de revisão.
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|8. Resoluções vigentes sobre ética em pesquisa.|
|9. Tecnologia da informação e comunicação.|
|10. Análise e interpretação de dados.
Setor 11 - Práticas pedagógicas no ensino da saúde - CCS
1. Políticas de educação voltadas para o ensino da saúde.
2. Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos da saúde.
3. Utilização de Tecnologias da Informação e Comunicação.
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|4. Formação do profissional da saúde.
5. Metodologias ativas no processo ensino aprendizagem.|
|6. Avaliação do ensino e da aprendizagem numa perspectiva formativa.
7. Educação permanente em saúde.|