DOU 01/08/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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Aproveitamento energético de resíduos e suas relações com cenários de mudanças climáticas globais. 7. Pré-tratamento, tratamento térmico e biológico de resíduos sólidos. 8. Logística reversa, reciclagem e tecnologias limpas: meios de implementação. 9. Sistemas de disposição final (critérios para a seleção de áreas para aterro sanitário, projeto e operação de aterro sanitário, sistemas de proteção ambiental e tratamento de líquidos percolados). 10. Recuperação de ambientes contaminados: conceitos e técnicas. BIBLIOGRAFIA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 10.004 - Resíduos sólidos: classificação. São Paulo, ABNT. 2004. ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Amostragem de Resíduos - procedimento - NBR 10.007. São Paulo: ABNT, 2004. BARROS, R.T. de. Elementos de Gestão de Resíduos Sólidos. Ed. Tessitura, Belo Horizonte, 2012. BRASIL. Política Nacional de Resíduos Sólidos. Lei Federal 12.305/2010. Decreto 7404/2010 BORGES DE CASTILHOS, A. JR. (Coordenador). Resíduos Sólidos Urbanos: Aterro Sustentável para Municípios de Pequeno Porte, Rio de Janeiro, ABES, RIMA Editora, 2003, 294 p. CAPUTO, H.P. Mecânica dos solos e suas aplicações. Volumes 1, 2 e 3. Rio de Janeiro: LTC, 7. ed. 2015. CASTILHOS JR., A. B., LANGE, L. C., GOMES, L. P., PESSIN, N. Resíduos sólidos urbanos: aterro sustentável para municípios de pequeno porte. Rio de Janeiro: ABES, 2003. CHIOSSI, N.J. Geologia de engenharia. São Paulo: Oficina de Textos, 3. ed. 2013. JARDIM, N.S. et al. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. Nilza Silva Jardim (coordenador). 1ª ed. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológica - IPT, Compromisso Empresarial para Reciclagem - CEMPRE. (Publicação IPT 2163), 278p.1995. LANGE, L.C.; AMARAL, M.C.S. Geração e características do lixiviado. In: GOMES, L.P. (coord.). Estudos de caracterização e tratabilidade de lixiviados de aterros sanitários para as condições brasileiras. Rio de Janeiro: ABES, 2009, v. 1, p. 26-59. LIMA, L.M.de Q. 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ÁREA:Psicologia/ Intervenção Terapêutica CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Bases filosóficas da análise do comportamento. 2 Aprendizagem: Condicionamento operante e condicionamento respondente. 3 Contingências operantes e o controle aversivo do comportamento. 4 Delineamentos de sujeito único. 5 Comportamento verbal e controle por regras. 6 Controle de estímulos, molduras relacionais e comportamento simbólico. 7 Terapias analítico comportamentais e comportamentais contextuais. 8 Ciência cultura-comportamental. BIBLIOGRAFIA BAUM, W. M. Compreender o behaviorismo - ciência, comportamento e cultura. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. BORGES, N. B.; CASSAS, F. A. Clínica analítico-comportamental: aspectos teóricos e práticos. Artmed Editora, 2009. CARRARA, K. Behaviorismo radical: crítica e metacrítica. Marília/São Paulo: UNESP/Marília Publicações/Fapesp, 1998. CATANIA, C.A. Aprendizagem: Comportamento, linguagem e cognição. Porto Alegre: Artmed, 1999. CIHON, Traci M.; MATTAINI, Mark A. (Ed.). 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Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix, 1995. SKINNER, B. F. Selection by consequences. Science, 213, 501-504, 1981. SKINNER, B.F. O comportamento verbal. Traduzido por M.P. Villalobos. São Paulo: Cultrix, 1978. (trabalho original publicado em 1957). TODOROV, J. C., MARTONE, R. C. e MOREIRA, M. B. (orgs.). Metacontingências: comportamento, cultura e sociedade. Santo André, SP: ESETec, 2005. TOURINHO, E. Z. Subjetividade e relações comportamentais. São Paulo: Paradigma, 2009. TSAI, M., KOHLENBERG, R. J., KANTER, J. W., KOHLENBERG, B., FOLLETTE, W. C., & CALLAGHAN, G. M. A guide to functional analytic psychotherapy. Awareness, courage, love and behaviorism. New York: Springer, 2009. ÁREA:Probabilidade e Estatística/ Estatística CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Probabilidade: Variáveis aleatórias discretas e contínuas, valores esperados e momentos; Função geradora de probabilidade e de momentos; Distribuições Discretas e Contínuas. Funções de Variáveis Aleatórias; 2. Vetores aleatórios: Funções de Variáveis Aleatórias. Funções de distribuição conjunta, condicional e marginal. Covariância e Correlação; 3. Desigualdades de probabilidade. Convergência de Variáveis Aleatórias. Lei dos Grandes Números. Teorema Central do Limite; 4. Estimação Pontual. Métodos de Estimação Pontual. Propriedades dos Estimadores; 5. Estimação Intervalar. Métodos de Estimação Intervalar. Métodos para Avaliação dos Estimadores Intervalares; 6. Testes de Hipóteses. Métodos para encontrar testes. Métodos para avaliação dos testes. BIBLIOGRAFIA JAMES, B. R. Probabilidades: um curso em nível intermediário. 3a ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2001. 299 p. MAGALHÃES, M.N. Probabilidade e variáveis aleatórias. 3a ed. São Paulo: Edusp. 2015. 411 p. ROSS, S. A first course in probability. 8th ed. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2010. 530 p . HOEL, P.G.; PORT, S.C.; STONE, C.J. Introdução à Teoria da Probabilidade. Interciência. 1978. 270 p. MOOD, A.M.; GRAYBILL, F.A. Introduction to the theory of statistics. 3rd ed. Kogakuska: McGraw-Hill, 1974. 480 p. BOLFARINE, H.; SANDOVAL, M.C. Introdução à inferência estatística. São Paulo: SBM, 2000. 125 p. CASELLA, G.C.; BERGER, R.L. Inferência Estatística. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 588 p. KALBFLEISCH, J.G. Probability and statistical inference - Volume 1: Probability. 2nd ed. New York: Springer, 1985. 343 p. KALBFLEISCH, J.G. Probability and statistical inference - Volume 2: Statistical Inference. 2nd ed. New York: Springer, 1985. 360 p. ÁREA:Música/ Regência CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Relações entre orquestração e harmonia nas músicas clássica e romântica. 2. Timbre e textura na orquestração da música contemporânea dos séculos XX e XXI. 3. Orquestração assistida por computador. 4. Técnicas de ensaio para formações orquestrais e bandas sinfônicas. 5. Técnica gestual de regência aplicada ao repertório para orquestra e bandas sinfônicas. 6. História da orquestra e do repertório orquestral: mudanças de estilo, performance e formação instrumental. 7. Orquestração em obras latino-americanas dos séculos XX e XXI. 8. A formação do regente de orquestra nas universidades brasileiras: questões de ensino, de performance e de inserção no mercado de trabalho. 9. Repertório orquestral brasileiro a partir do século XVIII até a atualidade. 10. Escrita musical para diferentes formações orquestrais e bandas sinfônicas. BIBLIOGRAFIA ADLER, Samuel. The Study of Orchestration. 3ª Ed. Nova Iorque: W. W. Norton & Company, 2002. BREGMAN, Albert. Auditory Scene Analysis: The Perceptual Organization of Sound. Cambridge: The MIT Press, 1994. CARPENTIER, Grégorie et. Al. Predicting Timbre Features of Instrument Sound Combinations: Application to Automatic Orchestration. Journal of New Music Research v. 39, n. 1, p. 47-61, 2010. CASELLA, Alfredo; MORTARI, Virgilio. The Technique of Contemporary Orchestration. 2ª Ed. Milão: Ricordi, 2004. 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