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Diário Oficial da União · 15/10/2024 · pág. 127

DOU 15/10/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05302024101500127 127 Nº 200, terça-feira, 15 de outubro de 2024 ISSN 1677-7069 Seção 3 8.Implicações de podas e desbaste sobre a fisiologia e o crescimento das árvores em sistemas de plantios; 9.Requerimentos ambientais e fisiológicos para produção de sementes de árvores em sistemas de plantios; 10.Métodos básicos e modernos de estudo de sementes. PERFIL 6: Cargo: Tecnologista Classe/Padrão: Pleno II Área de atuação: Bioimagem de espécies da flora nativa do Brasil Número de vagas: 01 (uma) Número de vagas para candidatos pretos (pretos ou pardos) e para candidatos pessoas com deficiência: a ser definido por sorteio conforme itens 3.7 e 3.8. Formação exigida: Graduação em Ciências Biológicas ou áreas afins e Doutorado em biologia vegetal, botânica, biofísica, biociência e biotecnologia ou áreas afins Pré-requisitos: Ter realizado pesquisa relevante na área de botânica utilizando métodos avançados para a obtenção de imagens de amostras vegetais que conjugam informações estruturais com informações químicas e/ou físicas. Desejável experiência em métodos básicos de imageamento, especialmente de microscopia, os quais compreendem as microscopias ótica (campo claro, polarização e fluorescência) e eletrônica (varredura e transmissão). É necessária experiência em métodos avançados de imageamento de amostras vegetais, especificamente microscopia confocal a laser, microscopia de pinças óticas, microscopia de ponta de prova, microspectroscopias FT-IR e Raman, mapeamento elementar, e difração de área selecionada ou difração de elétrons. Descrição sumária das atividades: Prover suporte, quando demandado, à equipe de pesquisa do JBRJ na obtenção e análise de imagens de amostras vegetais, em equipamentos e métodos de baixa à elevada complexidade (microscopia ópticas e eletrônica, microscopia de ponta de prova, espectroscopias FT-IR e Raman, difração de elétrons, análise elementar, microtomografia de raios-X) provendo o desenvolvimento e aprimorando a pesquisa institucional; contribuir para o avanço do conhecimento científico sobre a flora, visando soluções inovadoras e sustentáveis; atuar em atividades científicas em conformidade com a lei da biodiversidade, do patrimônio genético e do conhecimento tradicional associado; atuar na capacitação de recursos humanos, com treinamentos, aulas e orientações; atuar no desenvolvimento do parque instrumental e analítico do JBRJ, mapeando oportunidades e lacunas de conhecimento; atuar na captação de recursos para pesquisa; atuar na elaboração e execução de projetos de pesquisa e em colaborações nacionais e internacionais; escrever relatórios, preparar resultados e atuar na publicação científica. Quantidade máxima possível de candidatos aprovados (vaga mais cadastro de reserva): 6 (decreto federal nº 11.211, de 26 de setembro de 2022) Temas da Prova Escrita para o perfil 6: 1. Microscopia óptica: manutenção básica do microscópio óptico, microscopia de campo claro, campo escuro, contraste de fase, polarização, microscopia confocal à LASER, pinças óticas, aquisição e processamento de imagens. 2. Microscopia eletrônica de transmissão: princípios fundamentais, componentes, funcionamento, preparo de amostras vegetais e interpretação de imagens. 3. Difração de elétrons em microscopia eletrônica: princípios da difração de elétrons de áreas selecionadas, tipos de cristais de amostras vegetais e interpretação da figura de difração. 4. Microscopia eletrônica de varredura: manutenção básica, princípios fundamentais, preparo de amostras vegetais e interpretação de imagens. 5. Funcionamento da coluna eletrônica e seus componentes, fontes de elétrons, interação com amostras biológicas, aberrações, princípios de geração dos elétrons secundários e espalhados, componentes, tipos de imageamento, preparo de amostras vegetais, aquisição, interpretação e processamento de imagens. 6. Microspectroscopia FT-IR: princípios fundamentais, tipos de vibração, aquisição de dados, preparo de amostras vegetais e interpretação de espectros. 7. Microspectroscopia Raman: princípios fundamentais, preparo de amostras vegetais, interpretação de espectros e aquisição de imagens. PERFIL 7: Cargo: Tecnologista Classe/Padrão: Pleno II Área de atuação: Divulgação Científica Número de vagas: 01 (uma) Número de vagas para candidatos pretos (pretos ou pardos) e para pessoas com deficiência: a ser definido por sorteio conforme itens 3.7 e 3.8. Formação exigida: Curso superior completo em Ciências Biológicas, Ciências Ambientais, Ecologia ou áreas correlatas, e com Doutorado na área de Gestão, Educação, Comunicação e Difusão em Ciências, com ênfase em práticas educativas, linguagens e tecnologias em ensino de ciências, com diploma devidamente registrado e fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC ) . Pré-requisitos: Ter experiência em gestão de projetos de divulgação científica e de extensão na área ambiental ou áreas correlatas; Participação em projetos de pesquisa nas áreas de divulgação científica e de extensão na área ambiental ou áreas correlatas; Artigos publicados nas áreas de divulgação científica e de extensão na área ambiental ou áreas correlatas; Participação em trabalhos interdisciplinares e/ou na elaboração de relatórios técnicos e de projetos correlacionados com a área de Divulgação em Ciência e Tecnologia; Realização de trabalhos que envolveram processos participativos com a comunidade acadêmica e não acadêmica na área ambiental ou áreas correlatas; Descrição sumária das atividades: exercício de atividades de apoio à direção na divulgação da produção científica, técnica e tecnológica da Instituição com ênfase em biodiversidade e área ambiental. Atuar na proposição e desenvolvimento de projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico na área de comunicação cientifica aplicada à biodiversidade brasileira em ecossistemas neotropicais terrestres e aquáticos. As especificidades devem abranger tanto a comunicação científica quanto o conhecimento específico em biologia, ecologia, e questões ambientais. O candidato deve ser capaz de lidar com a complexidade e a responsabilidade de comunicar de forma clara e eficaz os temas de biodiversidade e ambiente, especialmente em um contexto em que a conscientização pública é crucial para mitigar os efeitos das ações antrópicas no ambiente. Quantidade máxima possível de candidatos aprovados (vaga mais cadastro de reserva): 6 (decreto federal nº 11.211, de 26 de setembro de 2022) Temas da Prova Escrita para o perfil 7: 1. Fundamentos da Divulgação Científica e Ambiental: Conceitos e objetivos da divulgação científica; História e importância da divulgação científica para a sociedade; Ética na comunicação científica; Princípios de comunicação eficaz sobre temas ambientais; 2. Comunicação Científica Aplicadas à Biodiversidade e Meio Ambiente: Comunicação de conceitos de biodiversidade para diferentes públicos (escolas, comunidades, tomadores de decisão); Técnicas de simplificação e tradução do jargão científico em ecologia e meio ambiente; Uso de téncicas, tecnologia e diferentes mídias para engajamento em temas ambientais; Uso de redes sociais para a disseminação de temas ambientais; Desenvolvimento de materiais educativos sobre biodiversidade para diferentes níveis de ensino; Projetos de ciência cidadã relacionados à biodiversidade e meio ambiente. 3. Técnicas de Divulgação Científica Ambiental: Redação científica para públicos leigos sobre temas ambientais; Produção de conteúdo multimídia (documentários, podcasts, infográficos) sobre biodiversidade; Métodos de visualização de dados ambientais; Jornalismo ambiental: características e desafios; Análise crítica da cobertura da biodiversidade e meio ambiente na mídia; Escrevendo para a mídia: artigos, blogs e comunicados de imprensa sobre temas ambientais; Estratégias para lidar com desinformação e fake news em temas ambientais. Projetos de sucesso na comunicação e conservação da biodiversidade; 4. Desafios Atuais em Divulgação Científica Ambiental: Desafios na comunicação sobre perda de biodiversidade; Comunicação e percepção pública da crise da biodiversidade e emergência climática; Fake news e desinformação sobre meio ambiente e suas consequências; Políticas públicas e programas governamentais de conservação da biodiversidade; Financiamento e incentivos para projetos de conservação e divulgação científica; Avaliação de impacto das atividades de divulgação científica em biodiversidade; Indicadores de sucesso e métricas de impacto em divulgação científica ambiental. ANEXO II CÓDIGOS DOS PERFIS PARA SORTEIO DAS VAGAS RESERVADAS A CANDIDATOS PRETOS E PARDOS E CANDIDATOS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ANEXO III TABELA DE REMUNERAÇÕES Rendimento bruto, em R$, conforme Medida Provisória nº 1.170, de 28 de abril de 2023. . Cargo Classe/Padrão Vencimento básico (R$) .Adicional por titulação (R$) Gratificação de desempenho (R$) Até 80 pontos . . . . .Com especialização .Com mestrado .Com doutorado . . .Pesquisador .Adjunto I .6.710,29 .1.290,76 .2.512,70 .5.412,57 .1.721,60 . .Tecnologista .Pleno II .6.710,29 .1.290,76 .2.512,70 .5.412,57 .1.721,60 ANEXO IV ANÁLISE E APRECIAÇÃO DOS TÍTULOS DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA CO M P R OV AÇÕ ES : 1) Doutorado ou Mestrado: apresentação do diploma ou certificado de conclusão emitido pela instituição de ensino superior na qual o grau foi obtido. 2) Artigos Científicos ou Tecnológicos de circulação Internacional: Apresentação de cópias das primeiras páginas do artigo, contendo título, nome do autor, nome da revista ou conferência onde o trabalho foi publicado, data de publicação e o DOI (Digital Object Identifier). Alternativamente, pode-se apresentar o artigo completo ou comprovantes de publicação. Observação: A comprovação de autoria principal deve ser feita através da ordem dos autores listados no artigo. O primeiro autor será considerado o autor principal. 3) Prêmios conferidos por organizações acadêmica-científica ou tecnológica, públicas ou privadas: apresentação de certificados, cartas, declaração ou outros documentos emitidos (podendo ser físico ou em meio eletrônico) pela organização ou organizador que concedeu o prêmio. 4) Patentes depositadas ou concedidas: número do registro ou do depósito no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) do Brasil ou de base de dados de patentes do exterior (e.g. USPTO - United States Patent and Trademark Office). 5) Registro de Propriedade Intelectual: registro de Propriedade Intelectual formalizado por um certificado ou carta de concessão emitida por um órgão de propriedade intelectual - Brasil: INPI. No exterior: escritórios equivalentes ao redor do mundo que emitem tais comprovantes. 6) Registros de propriedade intelectual; relatórios técnicos ou notas técnicas: É necessária a cópia da(s) primeira(s) página(s) da publicação, desde que contenham o título, o nome do autor, o nome da revista ou conferência onde o trabalho foi publicado, a data de publicação e o DOI (Digital Object Identifier). 7) Cursos e minicursos com carga horária mínima de 10 horas ministrados em Programas Pós-Graduação na área de atuação e áreas correlatas e/ou em Escolas ou Workshops: registro oficial de cursos ministrados, emitido pelo departamento de registro ou secretaria da instituição de ensino ou certificados, carta, declaração ou atestado escrita pelos Coordenadores dos Programas, Escolas ou Workshops. 8) Orientações na pós-graduação: Documentos de nomeação de orientação oficiais que mostram a designação como orientador ou co-orientador do discente de mestrado ou doutorado. 9) Participação na organização de eventos e/ou reuniões científicas nacionais e/ou internacionais: Comprovante oficial do organizador/coordenador do evento atestando a composição da comissão organizadora. 10) Editoração de livros, periódicos e/ou anais de conferências: Cópia da capa e página indicando a editoração. 11) Coordenação de projetos institucionais aprovados por agências de fomento: Cópia do termo de outorga da agência de fomento. Participação como membro titular de bancas de exame (concurso público em instituições de ensino e pesquisa de nível superior, dissertações de mestrado e/ou teses de doutorado, e teses de Livre Docência): Comprovante de participação, atas de defesas. 13) Coordenação de Grupo de P&D em colaboração internacional; Coordenação de Laboratório ou infraestrutura de P&D; Cargo de responsabilidade em colaborações nacionais ou internacionais: a. Cartas de Recomendação ou Atestados: Cartas de recomendação ou atestados escritos por colegas de trabalho, parceiros de colaboração ou superiores podem ser usados para comprovar a coordenação ou responsabilidade em projetos internacionais. Estes documentos devem detalhar as responsabilidades do cargo, bem como exemplos específicos de liderança e gerenciamento eficaz. b. Cartas de Declaração ou Atestados: Cartas, declarações ou atestados, escritos por dirigentes institucionais, superiores imediatos ou de fundações de apoio, assim como termos de outorga, podem ser usados para comprovar a coordenação ou responsabilidade em projetos nacionais ou internacionais. Estes documentos devem detalhar as responsabilidades do cargo, bem como as atividades de liderança ou gerenciamento de áreas do projeto. c. Relatórios de Projeto: Documentos ou relatórios detalhados dos projetos realizados sob a coordenação podem servir como prova. Esses documentos devem incluir informações sobre o papel desempenhado na coordenação, bem como os resultados obtidos. d. Certificados ou Reconhecimentos: Quaisquer certificados ou prêmios recebidos pela coordenação de tais projetos podem ser usados como evidências. e. Contratos ou Convênios: Documentos que detalham a estrutura da colaboração internacional, tais como contratos ou convênios, também podem ser usados. Nesses documentos, é importante que seu papel de coordenação ou de responsabilidade esteja claramente especificado. 14) Palestras, colóquios e conferências: apresentação de certificados, cartas, declaração ou outros documentos emitidos (podendo ser físico ou em meio eletrônico) pela organização ou organizador da palestra, colóquio ou conferência.