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Diário Oficial da União · 21/02/2025 · pág. 149

DOU 21/02/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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CAPi,j é a Capacidade Instalada associada ao ponto de medição “i”, das unidades geradoras associadas à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” MED_Gp,j é a Medição de Geração Não Ajustada da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” “PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p” “OTCS” é o conjunto de pontos de medição “i”, relativos a unidades geradoras em teste, operação comercial e suspensas pertencentes à parcela de usina “p” 3.6.5. Exemplo para determinação de unidades geradoras desconsideradas de uma usina A geração das unidades geradoras desconsideradas de uma usina na contabilização do agente é realizada a partir da seguinte expressão: Para usinas com alguma unidade geradora em status “nenhum”: 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝐷𝑝,𝑗 = ∑ 𝑀𝐿_𝐺𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 − 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑝,𝑗 − 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇𝑝,𝑗 Onde: MED_GDp,j é a Medição de Geração desconsiderada das Unidades Geradoras com status “nenhum” da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j ML_Gi,j é a Medição de Líquida de Geração do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j” MED_Gp,j é a Medição de Geração Não Ajustada da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” MED_GTp,j é a Medição de Geração de Teste Não Ajustada da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” “PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p” 3.6.6. Exemplo para determinação da geração de uma usina que participa do rateio de perdas da rede básica O cálculo da quantidade de geração não ajustada de uma determinada usina que participa do rateio de perdas da rede básica é realizado de forma diferenciada para usinas que possuam medição bruta por unidade geradora e para aquelas que não possuem. Para usinas que possuem medição de bruta por unidade geradora é considerado a parcela da usina habilitada para prestação de serviços ancilares de suporte de reativos. A quantidade de geração não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir da seguinte expressão: 𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗 − 𝐹_𝑈𝐺𝐷𝑝,𝑗); ∑ 𝑀0_𝐺𝑖,𝑗 𝑖∈𝐵𝐶 ) + 𝐶𝑆𝑅𝑝,𝑗 Onde: MED_G_PRBp,j é a Medição de Geração Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j” F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” F_UGDp,j é o Fator das Unidades Geradoras Desconsideradas associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” M0_Gi,j é a Medição Integralizada do canal G do medidor “i”, no período de comercialização “j”, por Nível Hierárquico “n” dentro de uma estrutura topológica CSRp,j é o Consumo de Suporte de Reativos da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”, definido no Anexo III – Tratamento do Suporte de Reativos “PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p” “BC” é o conjunto de pontos de medição de geração bruta “i”, relativos a unidades geradoras em operação comercial pertencentes à parcela de usina “p” Para usinas que não possuam medição de bruta por unidade geradora, a quantidade de geração não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir das seguintes expressõeso: Para usinas com unidade geradora em status “nenhum”, independentemente do status das demais unidades geradoras: 𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ; ∑ 𝐶𝐴𝑃𝑖,𝑗 𝑖∈𝑂𝑇𝐶𝑆 ) ∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗) Para usinas com unidade geradora em status “suspensa”: 𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ; ∑ 𝐶𝐴𝑃𝑖,𝑗 𝑖∈𝑂𝑇𝐶 ) ∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗) Caso contrário: 𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = ∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗) Onde: MED_G_PRBp,j é a Medição de Geração Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j” CAPi,j é a Capacidade Instalada associada ao ponto de medição “i”, das unidades geradoras associadas à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” “PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p” “OTCS” é o conjunto de pontos de medição “i”, relativos a unidades geradoras em teste, operação comercial e suspensas pertencentes à parcela de usina “p” “OTC” é o conjunto de pontos de medição “i”, relativos a unidades geradoras em teste e em operação comercial pertencentes à parcela de usina “p” 3.6.7. Exemplo para determinação da geração de teste de uma usina que participa do rateio de perdas da rede básica O cálculo da quantidade de geração de teste não ajustada de uma determinada usina que participa do rateio de perdas da rede básica é realizado de forma diferenciada para usinas que possuam medição bruta por unidade geradora e para aquelas que não possuem. Dessa forma, para usinas que possuem medição de bruta por unidade geradora, a quantidade de geração de teste não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir da seguinte expressão: 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ∗ 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗; ∑ 𝑀0_𝐺𝑖,𝑗 𝑖∈𝐵𝑇𝑆 ) Onde: MED_GT_PRBp,j é a Medição de Geração de Teste Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j” F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” M0_Gi,j é a Medição Integralizada do canal G do medidor “i”, no período de comercialização “j”, por Nível Hierárquico “n” dentro de uma estrutura topológica “PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p” “BTS” é o conjunto de pontos de medição de geração bruta “i”, relativos às unidades geradoras em teste e suspensas pertencentes à parcela de usina “p” Para usinas que não possuam medição de bruta por unidade geradora, a quantidade de geração de teste não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir das seguintes expressões: Para usinas com unidade geradora em status “nenhum” , independentemente do status das demais unidades geradoras: 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ; ∑ 𝐶𝐴𝑃𝑖,𝑗 𝑖∈𝑂𝑇𝐶𝑆 ) ∗ 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗 Para usinas com unidade geradora em status “suspensa”: 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑎𝑥 (0 ; ((∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ) − 𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗)) Caso contrário: 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = ∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗 𝑖∈𝑃𝐼 ∗ 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝.𝑗 Onde: MED_GT_PRBp,j é a Medição de Geração de Teste Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j” CAPi,j é a Capacidade Instalada associada ao ponto de medição “i”, das unidades geradoras associadas à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j” MED_G_PRBp,j é a Medição de Geração Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”