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Diário Oficial da União · 10/10/2025 · pág. 75

DOU 10/10/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05152025101000075 75 Nº 194, sexta-feira, 10 de outubro de 2025 ISSN 1677-7042 Seção 1 161. Na tabela a seguir são apresentados os indicadores de volume de produção, capacidade instalada, grau de ocupação da capacidade instalada e estoques: Dos Indicadores de Produção, Capacidade Instalada e Estoque (em t) [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] . .P1 .P2 .P3 .P4 .P5 P1 - P5 Volumes de Produção .A. Volume de Produção - Produto Similar .100,0 .152,7 .154,4 .132,4 .137,8 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .52,7% .1,1% .(14,2%) .4,1% + 37,8% Capacidade Instalada .B. Capacidade Instalada Efetiva .100,0 .96,6 .97,0 .102,5 .103,6 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .(3,4%) .0,5% .5,6% .1,1% + 3,6% .C. Grau de Ocupação {(A/B} .100,0 .158,2 .159,2 .129,2 .133,2 [ R ES T R I T O ] .Variação .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] [ R ES T R I T O ] Estoques .D. Estoques .100,0 .118,2 .117,5 .106,8 .64,6 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .18,2% .(0,6%) .(9,1%) .(39,5%) (35,4%) .E. Relação entre Estoque e Volume de Produção {D/A} .100,0 .77,6 .76,6 .80,4 .46,7 [ R ES T R I T O ] .Variação .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] .[ R ES T R I T O ] [ R ES T R I T O ] 162. O volume de produção do produto similar da indústria doméstica aumentou nos dois primeiros intervalos: 52,7% de P1 para P2, 1,1% de P2 para P3. Em seguida, houve queda de 14,2% no intervalo de P3 para P4. De P4 para P5, o indicador registrou aumento de 4,1%. De P1 a P5, o volume de produção da indústria doméstica aumentou 37,8%. 163. A capacidade instalada efetiva da indústria doméstica apresentou as seguintes variações: queda de 3,4% no primeiro intervalo, entre P1 e P2, altas nos demais períodos, 0,5% de P2 para P3, 5,6% de P3 para P4 e 1,1% de P4 para P5. O indicador culminou em alta de 3,6% entre P1 e P5. 164. Como o volume de produção apresentou crescimento maior do que a capacidade instalada efetiva, houve alta de [RESTRITO] p.p. no grau de ocupação da capacidade instalada da indústria doméstica entre P1 e P5. 165. O volume de estoque de fios de aço, por sua vez, caiu 35,4% entre P1 e P5. Ao longo dos intervalos, os estoques variaram da seguinte forma: aumento de 18,2% de P1 para P2, seguido de quedas de 0,6% de P2 para P3, 9,1% de P3 para P4 e 39,5% de P4 para P5. 166. Como consequência da queda dos estoques e do aumento do volume de produção, a relação entre estoque e volume de produção caiu em todos os períodos analisados, à exceção do intervalo de P3 a P4, com aumento de [RESTRITO] p.p. Nos demais intervalos, a relação entre estoque e volume de produção apresentou as seguintes contrações: [RESTRITO] p.p. de P1 para P2, [RESTRITO] p.p. de P2 para P3, [RESTRITO] p.p. de P4 para P5. Analisando os extremos da série, o indicador apresentou uma queda total de [RESTRITO] p.p. entre P1 e P5. 6.1.1.3 Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial 167. A tabela a seguir apresenta os valores e as variações relativos ao emprego, à produtividade e à massa salarial ao longo do período em análise: Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] . .P1 .P2 .P3 .P4 .P5 P1 - P5 Emprego .A. Qtde de Empregados - Total .100,0 .150,0 .157,1 .92,9 .142,9 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .44,1% .4,9% .(40,3%) .53,5% + 38,5% .A1. Qtde de Empregados - Produção .100,0 .146,2 .146,2 .84,6 .115,4 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .45,7% .1,6% .(42,0%) .37,6% + 18,1% .A2. Qtde de Empregados - Adm. e Vendas .100,0 .100,0 .150,0 .100,0 .250,0 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .31,3% .33,3% .(28,6%) .140,0% + 200,0% Produtividade (em t) .B. Produtividade por Empregado {Volume de Produção (produto similar) / A1} .100,0 .104,8 .104,3 .154,3 .116,7 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .4,8% .(0,5%) .47,9% .(24,4%) + 16,7% Massa Salarial (em Mil Reais) .C. Massa Salarial - Total .100,0 .122,4 .147,6 .126,6 .179,3 [ CO N F I D E N C I A L } .Variação .- .22,4% .20,6% .(14,2%) .41,5% + 79,3% .C1. Massa Salarial - Produção .100,0 .125,8 .144,9 .126,3 .136,7 [ CO N F I D E N C I A L } .Variação .- .25,8% .15,2% .(12,8%) .8,3% + 36,7% .C2. Massa Salarial - Adm. e Vendas .100,0 .114,3 .154,4 .127,6 .283,3 [ CO N F I D E N C I A L } .Variação .- .14,3% .35,1% .(17,4%) .122,0% + 183,3% 168. Percebeu-se um crescimento no número total de empregados da indústria doméstica em quase todos os períodos analisados. A única exceção ocorreu entre P3 e P4, quando houve uma redução de 40,3%. No acumulado entre P1 e P5, contudo, registrou-se um aumento de 38,5% no número total de empregados. Nos demais intervalos analisados, houve aumentos de 44,1% de P1 para P2, 4,9% de P2 para P3 e 53,5% de P4 para P5. O número de empregados da produção apresentou comportamento análogo ao número de empregados total: aumentos de 45,7% de P1 para P2 e de 1,6% de P2 para P3, queda de 42,0% de P3 para P4 e novo aumento de P4 para P5, de 37,6%. No acumulado de P1 a P5, o número de empregados da produção aumentou 18,1%. O mesmo comportamento também se observou quanto ao número de empregados de administração e vendas: aumentos de 31,3% e de 33,3% de P1 para P2 e de P2 para P3, respectivamente, queda de 28,6% de P3 para P4, seguida de aumento de 140,0% de P4 para P5. No acumulado de P1 a P5, o número de empregados do quadro de administração e vendas perfez o total de 200% de aumento. 169. A produtividade por empregado da indústria doméstica, caracterizada pela razão entre o volume de produção e o número de empregados da produção, apresentou oscilações ao longo dos períodos, sendo que o resultado acumulado entre P1 e P5 correspondeu a uma alta de 16,7%. 170. A variação da massa salarial acompanhou a variação dos dados de quantidade de empregados, com alta em todos os períodos, exceto entre P3 e P4. Com efeito, houve aumento na massa salarial total de 79,3% entre P1 e P5. Relativamente à massa salarial da produção, o indicador acompanhou a mesma tendência: aumentos de 25,8% de P1 para P2 e de 15,2% de P2 para P3. De P3 para P4, houve contração de 12,8%, enquanto de P4 para P5 houve aumento de 8,3%. De P1 a P5, a massa salarial da produção registrou aumento de 36,7%. Analogamente, a massa salarial do quadro de administração e vendas variou da seguinte forma: aumentos de 14,3% e de 35,1% de P1 para P2 e de P2 para P3, respectivamente. Em seguida, houve queda de 17,4% de P3 para P4. No último intervalo, de P4 para P5, houve aumento de 122,0%. Comparando P5 em relação a P1, constatou-se expansão de 183,3% no indicador. 6.1.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica 6.1.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados 171. Inicialmente, cumpre esclarecer que a receita líquida da indústria doméstica se refere às vendas líquidas de fios de aço de produção própria, deduzidos abatimentos, descontos, tributos, devoluções e despesas de frete interno. Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] . .P1 .P2 .P3 .P4 .P5 P1 - P5 Receita Líquida (em Mil Reais) .A. Receita Líquida Total .100,0 .159,8 .197,6 .159,3 .139,8 [ CO N F I D E N C I A L } .Variação .- .59,8% .23,7% .(19,4%) .(12,3%) + 39,8% .A1. Receita Líquida - Mercado Interno .100,0 .151,5 .193,6 .164,8 .138,9 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .51,5% .27,8% .(14,9%) .(15,7%) + 38,9% .Participação {A1/A} .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } [ CO N F I D E N C I A L } .A2. Receita Líquida - Mercado Externo .100,0 .235,1 .234,2 .109,6 .147,9 [ CO N F I D E N C I A L } .Variação .- .135,1% .(0,4%) .(53,2%) .35,0% + 47,9% .Participação {A2/A} .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } .[ CO N F I D E N C I A L } [ CO N F I D E N C I A L } Preços Médios Ponderados (em Reais/t) .B. Preço no Mercado Interno {A1/Vendas no Mercado Interno} .100,0 .109,1 .130,7 .121,8 .98,6 [ R ES T R I T O ] .Variação .- .9,1% .19,8% .(6,9%) .(19,0%) (1,4%) .C. Preço no Mercado Externo {A2/Vendas no Mercado Externo} .100,0 .96,3 .124,2 .115,3 .106,7 [ CO N F I D E N C I A L } .Variação .- .(3,7%) .29,1% .(7,2%) .(7,5%) + 6,7% 172. A receita líquida total da indústria doméstica com fios de aço apresentou alta de 39,8% considerando todo o período analisado, de P1 a P5. Nos dois primeiros intervalos houve crescimento de 59,8%, de P1 para P2, e de 23,7%, de P2 para P3. Em seguida, houve quedas sucessivas de 19,4%, de P3 para P4, e de 12,3% de P4 para P5. 173. As variações são verificáveis, de forma similar, na análise da receita líquida oriunda do mercado interno, com alta total de 38,9% comparando-se P5 em relação a P1. Similarmente, houve expansão de 51,5% de P1 para P2, e de 27,8% de P2 para P3. Em seguida, houve sucessivas quedas, tendo a receita líquida no mercado interno contraído 14,9% de P3 para P4 e 15,7% de P4 para P5. 174. Isso representou uma queda de [CONFIDENCIAL] p.p. na fatia das receitas líquidas referente ao mercado interno, que saiu de [CONFIDENCIAL]% em P1 para [CONFIDENCIAL]% em P5. 175. Já em relação ao mercado externo, a receita líquida da indústria doméstica obteve um crescimento de 47,9% decorrente de uma alta, de 135,1%, entre P1 e P2, e de 35% entre P4 e P5. Assim, as quedas observadas entre P2 e P3, de 0,4%, e de P3 para P4, de 53,2%, não anularam aquele crescimento observado de P1 a P5. 176. Com efeito, houve uma alta de [CONFIDENCIAL] p.p. na fatia das receitas líquidas referente ao mercado externo, que saiu de [CONFIDENCIAL]% em P1 para [CONFIDENCIAL]% em P5. 177. Os preços médios de venda se referem exclusivamente às vendas de fabricação própria e foram obtidos pela razão entre as receitas líquidas e as quantidades vendidas no mercado interno e externo, conforme o caso.