DOU 15/12/2022 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 235, quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
ISSN 1677-7042
Seção 1
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Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia – PRDA, sob a responsabilidade da SUDAM
e nos Programas Prioritários da SUFRAMA e a necessidade de seu reforço e empoderamento.
As tecnologias inovadoras costumam ser de alto custo e as atuais taxas de juros para
financiamento ampliam os custos para o setor privado. Investimentos em biotecnologia
possuem risco muito elevado. Os centros de pesquisa e tecnologia na Amazônia precisam ser
organizados, encadeando investimentos entre a pesquisa (academia) e o desenvolvimento de
novos produtos (empresa).
Assim, pode-se afirmar que há diversos espaços para o protagonismo no
desenvolvimento sustentável da Amazônia, não estando este restrito a atores isolados. Papel
importante é reservado aos empreendedores amazônicos e a seus parceiros nacionais e
internacionais, dispostos a investir com segurança em busca de rendimentos e
sustentabilidade.
O setor público precisa aprimorar o ambiente de negócios, a infraestrutura e a estrutura
de incentivos, enquanto os empreendedores e pesquisadores apontam o caminho para a
expansão da bioeconomia na Amazônia. Estes são parceiros-chave no desenvolvimento do
setor e precisam ter sua atuação conhecida, fomentada e valorizada.
É preciso disposição e capacidade para ir em busca das oportunidades abertas pela
economia do conhecimento.
A bioeconomia oferece um espaço de integração, representado pela convergência entre
grandes grupos de políticas, dentre os quais aqueles voltados para o de desenvolvimento
produtivo e os relacionados aos temas ambientais.
3. Objetivos de Solução
Para superação desse grande desafio e consequente mitigação das causas do problema
levantado, visualizam-se os seguintes objetivos:
- Promover um ambiente de negócios favorável à atração de investimentos na
região;
- Adotar uma estratégia nacional de bioeconomia que amplie a ação conjunta entre
- União, estados e municípios para o desenvolvimento sustentável da Amazônia
Legal;
- Compatibilizar a liderança do setor privado com o desenvolvimento sustentável e
inclusivo da Amazônia;
- Fortalecer Sistemas de Pesquisa em Bioeconomia para a Amazônia Legal;
- Expandir as cadeias produtivas, atraindo investimentos e consolidando uma
“Marca Amazônia”;
- Ampliar e aprimorar o acesso aos serviços de conexão à internet proporcionando
a inclusão digital;
- Reduzir os custos das cadeias produtivas; e
- Promover o Ecoturismo na Amazônia Legal.
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