DOU 28/02/2023 - Diário Oficial da União - Brasil

                            Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001,
que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico
http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05302023022800067
67
Nº 40, terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
ISSN 1677-7069
Seção 3
G. O Normal e o Patológico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1996. 8 - CAMPOS, G.
W. et.al. (org.). Tratado de saúde coletiva . Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2009. 9 -
CARNEIRO, R.G. Cenas do Parto e Políticas do Corpo. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ,
2015. 10 - CHATEL, M. M. Mal-Estar na Procriação: As mulheres e a medicina da
reprodução. Rio de Janeiro. Editora do Campo Matêmico, 1995. 11 - COELHO, M. T. D.;
ALMEIDA FILHO, N. de. Normal-patológico, saúde-doença: revisitando Canguilhem. Physis:
Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro , v. 9, n. 1, p. 13-36, June 1999 12 - CLAVREL ,
J. A Ordem Médica - Poder e Impotência do Discurso Médico. São Paulo: Editora 78
Brasiliense, 1983. 13 - DEJOURS, C. Primeiro, o corpo: corpo biológico, corpo erótico e
senso moral. Porto Alegre: Dublinense, 2019. 14 - DESLANDES, S. F. Humanização dos
Cuidados em Saúde: conceitos, dilemas e práticas. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2006.
15 - DIMENSTEIN, M. D. A cultura profissional do psicólogo e o ideário individualista:
implicações para a prática no campo da assistência pública à saúde. In Estudos de
Psicologia. Natal, v. 5, n. 1, p. 95-121, jun. 2000. 16 - FRANÇA, W. Ato Analítico e
Instituição: uma interlocução possível? In Opção Lacaniana Online nova série. Ano 5, n°13
março 
de 
2014.
Disponível 
em
h t t p : / / w w w . o p c a o l a c a n i a n a . c o m . b r / p d f / n u m e r o _ 1 3 / At o _ a n a l i t i c o _ e _ i nstituicao.pdf
Acessado em 09/08/2016. 17 - FREIRE, M. M. de L. Mulheres, mães e médicos: discurso
maternalista no Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2009 18 - FOUCAULT, M. "O nascimento do
hospital" In Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2011. 19 - GOFFMAN, E.
Manicômios, Prisões e Conventos. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1974 20 - MATTOS, P. R. Os
confins da Psicanálise e a crueldade das incertezas. São Paulo: Escuta/Niterói: EdUFF,
2008. 21 - NUNES, S. A. O corpo do diabo entre a cruz e a caldeirinha. Um estudo sobre
a mulher, o masoquismo e a feminilidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. 22
- PAIM, J. S. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão e crítica.
Salvador/Rio de Janeiro: Edufba/Fiocruz, 2008. 23 - PAULON, S.M.; PASCHE, D. F. ; RIGHI,
L. B. Função apoio: da mudança institucional à institucionalização da mudança. Interface
(Botucatu. Online), v. 18, p. 809-820, 2014. https://doi.org/10.1590/1807-57622013.0379
24 - ROHDEN, F. Uma ciência da diferença: sexo e gênero na medicina da mulher. Rio de
Janeiro: Editora Fiocruz, 2001 25 - SOUZA, A. N.; PITANGUY, J. Saúde, Corpo e Sociedade.
Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2006. 26 - VILANOVA, A. "Clínica e transmissão:  o que a
morte pode nos ensinar disso?" In. FIGUEIREDO, A. C. (org) Psicanálise, Pesquisa e Clinica.
pp. 25-55. Rio de Janeiro: Edições IPUB/CUCA, 2001. 27 - VIEIRA, M. A. "O analista
multiuso (ou o santo e o objeto)". In Latusa n° 14. pp. 23 - 38. Rio de Janeiro: EBP-Rio,
n. 14, 2009. 28 - VIEIRA, E. M. A Medicalização do Corpo Feminino. Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz, 2002.
2 - Área de Conhecimento: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM (1 vaga)
Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa
Departamento de Fundamentos de Enfermagem e Administração (MFE)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita, prática e didática no período de 03/07/2023 a 07/07/2023.
Formação dos candidatos: Graduação em Enfermagem. Doutorado em Enfermagem ou
Ciências da Saúde.
A Prova Prática consistirá na apresentação e defesa de um planejamento
estratégico de carreira que envolva o tripé: ensino, pesquisa e extensão, na área do
concurso, para os próximos três anos. Especificação das atividades: objetivos do
planejamento, conceitos, etapas, estratégias/ferramentas, avaliação.
Ementa: 1 - Conceitos e saberes da administração. 2 - Papel do Gerente e as
Competências Gerenciais. 3 - Modelos Gerenciais. 4 - Modelos Assistenciais e os Padrões
de Organização do Cuidado de Enfermagem. 5 - Processo Administrativo e Sistematização
da Assistência em Enfermagem. 6 - Gerência do Cuidado em Saúde e em Enfermagem.
7 - Gerência dos Serviços de saúde e de Enfermagem na Rede Básica e Hospitalar. 8 -
Gestão do Ambiente Terapêutico. 9 - Gestão de materiais e Equipamentos. 10 - Gestão
do Capital humano de Enfermagem. 11 - Planejamento em Saúde. 12 - Indicadores de
Gestão e Indicadores Assistenciais. 13 - Auditoria do Cuidado em Saúde e em
Enfermagem. 14 - Organização do processo de trabalho em Saúde e da Enfermagem. 15
- Gerenciamento da Segurança com foco na tríade: Paciente, Profissional e Ambiente. 16
- Qualidade em Saúde. 17 - Gestão de Custos. 18 - Liderança. 19 - Tomada de Decisão.
20 - Sistema de Informação em Saúde (SIS).
Bibliografia: 1 - ARAÚJO, Mariana de Oliveira. Gerenciamento Em Enfermagem.
Curitiva. 2022 2 - COMPROMISSO COM A QUALIDADE HOSPITALAR (CQH). Manual de
indicadores de enfermagem NAGEH. 2ed. São Paulo:APM/CREMESP, 2012. Disponível em:
http://www.cqh.org.br/portal/pag/doc.php?p_ndoc=125 3 - CORDEIRO ALAO, Fernandes
JD, Maurício MDALLD, Silva RMO, Barros CSMA, Romano CMC. Human capital in the
nursing management of hospitals. Rev Esc Enferm USP. 2017;51:e03232. 4 - D'I N N O C E N Z O,
Maria (coord). Indicadores, Auditorias, Certificações: ferramentas de qualidade para gestão
em saúde. 2ed. São Paulo:Martinari, 2010. 5 - KURCGANT, Paulina (coord.). Gerenciamento
em Enfermagem. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. 6 - KURCGANT, Paulina
(coord.). Administração em Enfermagem. 11ª Reimpressão. São Paulo: EPU, 2011. 7 -
MARQUIS, Bessie L., HUSTON, Carol J. Administração e Liderança em Enfermagem - teoria
e prática (tradução Regina Machado Garcez). 8a ed. Porto Alegre: Artmed. 2015. 8 -
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria Geral da Administração: da Revolução Urbana
à Revolução Digital - 8ª Ed. São Paulo: Atlas, 2017. 9 - ROCHA, R.M., SILVINO, Z.R.; CORTES,
A.L.B.; et al. A relação das competências clínica e profissional com o processo de trabalho
em saúde. Revista Enfermagem Atual. Rio de Janeiro, v.15, n.74, p.32-9. 2015. 10 -
RUTHES, Rosa Maria; CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm. Aplicação Prática de Gestão de
pessoas por competências. Qualitymark; 2ª. Edição. 2019 11 - TOLEDO, Luana Vieira.
(Org.). Gerenciamento de serviços de saúde e enfermagem. Ponta Grossa. PR. Atena. 2021.
12 - SILVINO. Zenith Rosa. (Org.) Gestão Baseada em Evidências: Recursos inteligentes para
soluções de da prática em saúde. Curitiba, 2018. 13 - Figueiredo, Tony de Oliveira;
Christovam, Bárbara Pompeu; Fernandes, João Luiz. Indicadores de Capital Humano de
Enfermagem - Construção de um software de gestão. Ed. Novas edições Acadêmicas; 2018;
123 p. ISBN: 978-613-960504-0.
3 - Área de Conhecimento: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E POLÍTICAS PÚBLICAS (1
vaga)
Faculdade de Administração e Ciências Contábeis
Departamento de Administração (STA)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 03/07/2023 a 21/07/2023. Formação
dos candidatos: Graduação em Administração, Administração Pública, Gestão Pública,
Políticas Públicas, Gestão de Políticas Públicas, Ciência Política, Ciências Sociais,
Comunicação Social, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharia, Psicologia e Sociologia.
Doutorado em Administração, Administração Pública, Políticas Públicas, Ciência Política,
Ciências Sociais, Economia.
Ementa: Economia do setor público; Estado e desenvolvimento; Necessidade de
Financiamento do Setor Público; Tributação no Brasil; Teoria das Finanças Públicas;
Evolução do Gasto Público e PIB no Brasil; Déficit Público e endividamento. Fe d e r a l i s m o ,
relações intergovernamentais e arranjos federativos de diferentes naturezas. Federalismo
fiscal. Modelos de análise e ciclo de políticas públicas - formulação, implementação,
execução, monitoramento e avaliação. Políticas públicas setoriais em nível federal,
estadual e municipal. Ciclo de Gestão na administração pública brasileira - planejamento
governamental, orçamento público, controle (interno, externo e social) e avaliação. Gestão
pública contemporânea - perspectivas teóricas e instrumentais.
Bibliografia: 1 - BRAND, Ulrich. Estado e políticas públicas: sobre os processos
de transformação. Descolonizar o imaginário. Debates sobre pós-extrativismo e
alternativas ao desenvolvimento. São Paulo: Elefante, p. 123-137, 2016. 2 - BRESSER-
PEREIRA, LUIZ CARLOS Reforma do Estado para a Cidadania: A Reforma Gerencial Brasileira
na Perspectiva Internacional. Editora 34, 1998. Introdução - Uma reforma para a cidadania.
3 - CARDOSO Jr., José Celso (org.). A reinvenção do planejamento governamental no Brasil.
Brasília: Ipea, 2011. 4 - CARDOSO Jr., José Celso; CUNHA, Alexandre dos Santos (orgs.).
Planejamento e avaliação de políticas públicas. Brasília: Ipea, 2015. 5 - COSTA, F. L.;
CASTANHAR, J. C. Avaliação de programas públicos: desafios conceituais e metodológicos.
Revista de Administração Pública, v. 37, n. 5, p. 969-992, 2003. 6 - CAVALCANTE, Pedro;
PIRES, Roberto. Desigualdades: A Dimensão Esquecida Nas Reformas Administrativas No
Brasil1, 2. Reformas do Estado no Brasil, p. 55. 7 - COSTIN, Cláudia. Administração Pública.
Rio de Janeiro, Elsevier, 2010. 8 - FARAH, Marta Ferreira Santos. Abordagens teóricas no
campo de política pública no Brasil e no exterior: do fato à complexidade. Revista do
Serviço Público, v. 69, p. 53-84, 2018. 9 - FREY, Klaus. Políticas Públicas: um debate
conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil.
Planejamento e Políticas Públicas (PPP), n° 21, 2010. 10 - GIACOMONI, James. Orçamento
público. São Paulo: Atlas, 14 ed., 2007. 11 - GIAMBIAGI, F.; ALÉM, A.C. Finanças públicas:
teoria e prática no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 12 - GUEDES, A. e FONSECA, F.
(Org.). Controle social da administração pública. 1ed.São Paulo: Editora UNESP, 2007. 13 -
LOTTA, G & FAVARETO, A. Desafios da integração nos novos arranjos institucionais de
políticas públicas no Brasil. Rev. Sociol. Polit. 24 (57), 01 Mar 2016. 13. LUSTOSA DA
COSTA, F. Reforma do Estado e contexto brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2009. 14 -
MATIAS-PEREIRA, J. Curso de administração pública. São Paulo: Atlas, 3ª. ed., 2010. 15 -
MATTOS, Paulo Todescan Lessa. O novo Estado Regulador no Brasil: eficiência e
legitimidade. São Paulo: Singular, 2006. 331 p ISBN 85-86626-30-9. 16 - MAZZ U C AT O,
Mariana. O estado empreendedor: desmascarando o mito do setor público vs. setor
privado. São Paulo: Portfolio/Penguim, 2014. 314 p. ISBN 9788582850039. 17 - MONTEIRO
NETO, A. Governos Estaduais no Federalismo Brasileiro: Capacidades e Limitações no
Cenário Atual. Texto para discussão 1894/ Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
Brasília/Rio de Janeiro. ISSN 1415-4765. Brasília: IPEA, 2014. 18 - MUSGRAVE, R. A.;
MUSGRAVE, P. Finanças públicas: teoria e prática. São Paulo: Campus, 1980. 19 - OFFE,
Claus. Problemas estruturais do Estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.
20 - PALUDO, A. V. Orçamento público e administração financeira e orçamentária e LRF. -
4. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 21 - RIANI, F. Economia do setor público: uma
abordagem introdutória. São Paulo: Atlas, 1986. 22 - SANTOS, Clézio Saldanha dos.
Introdução à Gestão Pública. São Paulo: Saraiva, 2006. 23 - SECCHI, Leonardo; COELHO,
Fernando de Souza; PIRES, Valdemir. Políticas Públicas: Conceitos, Casos Práticos, Questões
de Concurso. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2019. 24 - SOUZA, CELINA MARIA DE.
Coordenação, Uniformidade e Autonomia na Formulação de Políticas Públicas: Experiências
Federativas no Cenário Internacional e Nacional. Cadernos De Saúde Pública [Online]. V.
35, N. Suppl 2, E00046818.
4 - Área de Conhecimento: ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS (1
vaga)
Escola de Engenharia
Departamento de Engenharia Civil (TEC)
Classe A: Adjunto A - 20h
Provas escrita, prática e didática no período de 03/07/2023 a 19/07/2023.
Formação dos candidatos: Graduação em Engenharia Civil. Doutorado em Engenharia
Civil.
A Prova Prática terá duração de 4 (quatro) horas para sua realização e
consistirá em uma questão com análise, dimensionamento e detalhamento de elementos
estruturais relacionados com os temas da ementa do concurso. O candidato deverá trazer
material para desenho (lápis preto, borracha, compasso, régua, esquadros, escalímetro e
gabaritos), caneta esferográfica preta ou azul, calculadora científica, ábacos e tabelas para
dimensionamentos, tabelas com perfis metálicos e normas da ABNT referentes aos
assuntos da ementa do concurso, sendo estes materiais à cargo e responsabilidade
exclusivas do candidato. A folha de prova será fornecida pelo Departamento de
Engenharia Civil. O candidato não poderá utilizar computador, notebook, celular, tablet ou
qualquer outro aparelho eletrônico que contenha programas computacionais para
desenho, análise, dimensionamento
e detalhamento de elementos
estruturais. Os
candidatos serão avaliados quanto: à adequação ao conteúdo solicitado; à solução criativa,
objetiva e direcionada; à questão projetual proposta; ao domínio e ao conhecimento sobre
o assunto (análises, dimensionamentos, verificações e detalhamentos), inclusive sobre a
utilização de normas técnicas e/ou referências bibliográficas citadas; à completude da
representação e aderência às normas técnicas. As sugestões bibliográficas não devem se
limitadoras para os estudos necessários à realização do Concurso. Outros materiais
didáticos que abordem os tópicos da ementa do Concurso podem servir de orientação
para os estudos, ficando a critério de cada candidato escolher a bibliografia que entender
como mais conveniente dentre as sugeridas ou não. As referências sugeridas têm caráter
orientador e não retiram o direito da banca de se embasar em atualizações, outros títulos
e publicações não citadas.
Ementa: 1 - Análise Estrutural: Determinação dos esforços solicitantes, tensões
e deformações em estruturas isostáticas e hiperestáticas para os diversos tipos de
carregamento estático; 2 - Modelagem numérica de estruturas. Análise Linear e Análise
Não Linear. BIM; 3 - Análise Dinâmica de Estruturas: Equações de equilíbrio. Vibrações
Livres. Sistemas com um grau de liberdade. Vibração forçada harmonicamente. Sistemas
com n graus de liberdade. Método da superposição modal. Ações dinâmicas: ondas, vento
e humanas; 4 - Análise de tensões em elementos estruturais de concreto protendido:
estruturas isostáticas e hiperestáticas. Perdas de protensão; 5 - Dimensionamento e
detalhamento de elementos estruturais de concreto armado e protendido submetidos à
flexão. Estados Limites Último e de Serviço de seções de concreto armado e protendido;
6 - Dimensionamento e detalhamento de elementos estruturais de concreto armado e
protendido submetidos ao esforço cortante; 7 - Dimensionamento e detalhamento de
pilares de concreto armado. Esbeltez, Imperfeições geométricas. Momentos de 2ª ordem;
8 - Dimensionamento e detalhamento de elementos estruturais de concreto armado
submetidos a torção; 9 - Dimensionamento de perfis de aço submetidos à tração e
compressão. Dimensionamento à flexão (flambagem lateral por torção e flambagem local
de mesa e de alma). Estruturas aporticadas de aço. Dimensionamento de ligações
(parafusos e soldas); 10 - Dimensionamento e detalhamento de elementos de fundação:
sapatas e blocos.
Bibliografia: 1 - Beer, F. P.; Johnston, E. R.; Dewolf, J. T.. Mecânica dos
Materiais, 7ª Edição, McGraw Hill, 2015. 2 - Gere, James M.. Mecânica dos Materiais.
Tradução de Luis Fernando de Castro Paiva. 5ª, Cengage Learning, 2009. 3 - Soriano, H.,
L.. Estática das Estruturas, Ciência Moderna, 2010. 4 - Soriano, H., L.. e Lima, S.S., Análise
de Estruturas, Método das Forças e Método dos Deslocamentos, Ciência Moderna, 2006.
5 - Soriano, H., L.. e Lima, S.S., Análise de Estruturas, Método das Forças e Método dos
Deslocamentos, Ciência Moderna, 2006. 6 - Soriano, H., L.. e Lima, S.S., Análise de
Estruturas, Formulação Matricial e Implementação Computacional, Ciência Moderna, 2006.
7 - Martha, L. F., Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos, LTC, 2022. 8 -
Kimura, A., Informática aplicada a estruturas de concreto Armado, 2ª Edição, Oficina de
Textos, 2018. 9 - Rao, Singiresu - Vibrações Mecânicas - Tradutor: Arlete Simile, Pearson
Education do Brasil, 2008. 10 - Clough, R. W.; Penzien, J. - Dynamics of Structures,
Computer & Structures Inc., 2003. 11 - Chopra, A. K. - Dynamics of Structures. Theory and
Applications to Earthquake Engineering, Prentice Hall International, 1995. 12 - Vaz, L,E.,
Método dos Elementos Finitos em Análise de Estruturas, Editora Campus, 2011. 13 -
Araujo, J.M. Curso de Concreto Armado. v1.v2.v3.v4. 4ª ed. Rio Grande, Ed. Dunas. 2014.
14 -
Carvalho, R.C. Cálculo e
Detalhamento de Estruturas Usuais
de Concreto
Armado.Segundo a NBR 6118-2014 - v.1. 4ª ed., São Carlos, Ed. EdufSCar. 2014. 15 -
Carvalho, R.C., Pinheiro, L.M., Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto
Armado- v. 2. 2ª ed., Editora Pini 2003. 16 - Clímaco, J. C. T. S. Estruturas de Concreto
Armado: Fundamentos de Projet, Dimensionamento e Verificação. 3ª ed., Brasília, Editora
Elsevier e Ed. UnB. 2016. 17 - Fusco, P.B., Técnicas de Armar as Estruturas de Concreto,
2ª Edição. 18 - Fusco, P. B. Estruturas de concreto: solicitações normais. Rio de Janeiro,
Guanabara Dois, 1981. 19 - Fusco, P. B. Estruturas de concreto: solicitações tangenciais.
Rio de Janeiro, Editora Pini, 2008. 20 - Carvalho, R. C. Estruturas de Concreto Protendido:
Cálculo e Detalhamento. São Paulo, PINI, 2012. 21 - Leonhardt, F. Construções de
concreto. v1.v2.v3.v4.v5.v6, Rio de Janeiro, Editora Interciência, 1983. 22 - Pfeil, W.
Concreto protendido, v.1, 2 e.3, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 1984.
23 - Pfeil, W., Pfeil, M. Estruturas de Aço: Dimensionamento Prático. 9 Ed, Rio de Janeiro,
LTC, 2021. 24 - Pinheiro, C. F. B. Estruturas Metálicas: Cálculo, Detalhe, Exercícios e
Projetos. 2a Ed. Ed. Blucher, 2005. 25 - Souza, A. S.C. Dimensionamento de Elementos e
Ligações em Estruturas de Aço. São Carlos, EdUFSCar, 2018. 26 - Lin, T.Y., and Burns, N.
H., "Design of Prestressed Concrete Structures," John Wiley & sons - 1981. 27 - Campos,
J.C., Elementos de Fundações em Concreto, Oficina de Textos, 2015. 28 - ABNT, NBR
6118:2014, Projeto de estruturas de concreto - Procedimentos (NBR 6118:2014). 29 -
ABNT, NBR 8800:2006, Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e
concreto de edifícios. 30 - ABNT, NBR 8681:2003, Ações e segurança nas estruturas -
Procedimentos (NBR 8681:2003), Rio de Janeiro. 31 - ABNT, NBR 7483, 2021, Cordoalhas
de aço para estruturas de concreto protendido - Especificação (NBR 7483:2021), Rio de
Janeiro. 32 - ABNT, NBR 7480, 2022, Barras e fios de aço destinados a armaduras para
concreto armado - Especificação (NBR 7480:2022), Rio de Janeiro. 33 - ABNT, NBR 6120,
2019, Ações para o cálculo de estruturas de edificações Especificação (NBR 6120:2019), Rio

                            

Fechar