DOU 28/02/2023 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 40, terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
ISSN 1677-7069
Seção 3
infecção pelo HIV, IST e Hepatites Virais. 2021. Brasil. Ministério da Saúde - Secretaria de
Vigilância em Saúde - Departamento de Vigilância, prevenção e controle das IST, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para profilaxia
pré-exposição (PrEP) de risco à infecção pelo HIV. 2018. (Com todas as notas técnicas que
atualizam o protocolo até a data do concurso e/ou a nova versão caso seja publicada).
Brasil. Ministério da Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde - Departamento de
Vigilância, prevenção e controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo
clínico e diretrizes terapêuticas para hepatite B e coinfecções. 2018. (Com todas as notas
técnicas que atualizam o protocolo até a data do concurso e/ou a nova versão caso seja
publicada). Brasil. Ministério da Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde - Departamento
de Vigilância, prevenção e controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo
clínico e diretrizes terapêuticas para Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatites Virais.
2019. (Com todas as notas técnicas que atualizam o protocolo até a data do concurso
e/ou a nova versão caso seja publicada). Brasil. Ministério da Saúde - Secretaria de
Vigilância em Saúde -Departamento de Vigilância, prevenção e controle das IST, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para hepatite C
e coinfecções. 2019. (Com todas as notas técnicas que atualizam o protocolo até a data
do concurso e/ou a novaversão caso seja publicada). José Rodrigues Coura e Nelson
GonçalvesPereira - Fundamentos da Doenças Infecciosas e Parasitárias - Elsevier Editora
LTDA - 1ª edição, 2020. Mandell, Douglas, and Bennett&Caractere não identificados
Principles and Practice of Infectious Diseases, 9th ed, Volumes 1 and 2. Elsevier Churchill
Livingstone, Philadelphia, 2019. Tavares, Walter. Antibióticos e Quimioterápicos para o
Clínico. 4ª ed. Atheneu, Rio de Janeiro, 2020. SEMIOLOGIA Bickley LS. Bates Propedêutica
médica. 12ª ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2018. Jameson JL et al. Harrison's
Principles of Internal Medicine 20 th ed. McGrawHill 2018. Porto & Porto. Exame
clinico. 8ª ed. Guanabara Koogan. 2017. Peso das provas: Prova de conteúdo . 11 (Escrita)
4 / didática 4 / currículo 2 Semiologia Médica; Porto e Porto, 8 edição 2019; Autor: Celmo
Celeno PORTO I Editora: Guanabara Koogan.
21 - Área de Conhecimento: ECONOMIA FINANCEIRA (1 vaga)
Faculdade de Economia
Departamento de Economia (SEN)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 17/07/2023 a 21/07/2023. Formação
dos candidatos: Graduação em Economia, Administração, Contabilidade, Engenharias,
Matemática
e Estatística.
Doutorado em
Economia, Administração,
Contabilidade,
Engenharias, Matemática e Estatística.
Ementa: 1 - Matemática financeira: operações de financiamento de capital de
giro (Descontos de Títulos); séries financeiras e sistemas de amortização; 2 - Análise de
projetos de investimentos: VPL; TIR; payback; 3 - Avaliação de empresas: custo de capital,
modelo de fluxo de caixa descontado e análise por múltiplos; 4 - Apreçamento de ativos
financeiros: CAPM, APT, CAPM baseado em consumo (CCAPM), fator estocástico de
desconto e modelos fatoriais; 5 - Investimentos de renda fixa: precificação de títulos
prefixados e pós fixados, estrutura a termo da taxa de juros, duração, convexidade e
imunização; 6 - Estrutura de capital; 7 - Derivativos: contratos a termo, futuros, opções e
swaps; 8 - Controle quantitativo do risco de mercado: valor em risco (Value at Risk - VaR)
e modelos de volatilidade; 9 - Teoria de carteiras; 10 - Política de Dividendos.
Bibliografia: ASSAF NETO, A. Matemática Financeira e suas Aplicações. 14a
Edição, São Paulo: Atlas, 2021. ASSAF NETO, A. Valuation - Métricas de Valor e Avaliação
de Empresas. Atlas,2021. BERGER, P. L. Mercado de Renda Fixa no Brasil: Ênfase em
Títulos Públicos. Interciência,
2015. BODIE, Zvi; KANE, Alex e
MARCUS, Alan J.
Investimentos. 10 ª edição, Porto Alegre: AMGH, 2015. COCHRANE, J. Asset Pricing.
Revised Edition. Princeton University Press, 2005. DAMODARAN, A. Avaliação de Empresas.
Pearson, 2007. ELTON, E. J. et al. Moderna Teoria de Carteiras e Análise de Investimentos.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. HULL, J. C. Opções, Futuros e Outros Derivativos. Bookman,
2016. JORION, P. Valueat Risk: A Nova Fonte de Referência para Gestão do Risco
Financeiro. BM&F, 2010. LIMA, F. G. Análise de Riscos. Atlas, 2018. ROSS, Stephen A.;
WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey e LAMB, Roberto. F. Administração Financeira.
Versão brasileira de Corporate Finance 10th Edition. Porto Alegre, AMGH, 2015. SANTOS,
J. C.; SILVA, M. E. da. Derivativos e Renda Fixa: Teoria e Aplicações ao Mercado Financeiro
Brasileiro. Atlas, 2015. SECURATO, J. R. Cálculo Financeiro das Tesourarias: Bancos e
empresas. Saint Paul, 2015. TSAY, R. S. Analysis of Financial Time Series. Wiley, 2010.
22 - Área de Conhecimento: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO (1 vaga).
Faculdade de Administração e Ciências Contábeis
Departamento de Empreendedorismo e Gestão (STE)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 03/07/2023 a 07/07/2023. Formação
dos candidatos: Graduação em Administração, Processos Gerenciais, Ciências Contábeis,
Turismo,
Engenharia
da
Produção,
Economia
ou
Computação.
Doutorado
em
Administração, Engenharia da Produção, Economia ou Computação.
Ementa: 1 - Empreendedorismo e Inovação: características, tipologias e casos
brasileiros; 2 - A busca por oportunidades dentro e fora da organização; 3 - Desafios
gerenciais e mercadológicos de pequenas empresas no Brasil; 4 - Processo empreendedor,
iniciativa, risco e tomada de decisão; 5 - Financiamento e incubação de empreendimentos
inovadores e startups; 6 - Planejamento e gestão de um novo empreendimento e
modelagem de negócios; 7 - Intenção e comportamento empreendedor; 8 - Inovação:
conceitos, dimensões e impactos para o desenvolvimento social e econômico; 9 -
Propriedade intelectual e transferência de tecnologia; 10 - Empreendedorismo acadêmico,
spin-offs e startups; 10 - Educação para o empreendedorismo: conceitos, abordagens e
tendências.
Bibliografia: AJZEN, I. (1991). The Theory of Planned Behavior. Organizational
Behavior and Human decision Processes, v. 50, p. 179-211; BARON, Robert A.; SHANE.
Scott A. Empreendedorismo: uma visão do processo. São Paulo: Cengage Learning, 2007;
BLANK, Steve; DORF, Bob. Startup: manual do empreendedor. Alta Books, 1ª edição. Rio
de Janeiro-RJ, 2014; BROWN, Tim. Design
Thinking. São Paulo: Elsevier, 2010;
CHESBROUGH, Henry Modelos de Negócios Abertos. São Paulo: Bookman, 2011;
CHRISTENSEN, Clayton. Dilema da inovação: quando novas tecnologias levam empresas ao
fracasso. São Paulo: Makron Books, 2001;
DEES, J. The meaning of social
entrepreneurship. Stanford University: Draft Report, for the Kauffman Center for
Entrepreneurial Leadership, 1998; ETZKOWITZ, H., 2009, Hélice Tríplice: Universidade -
Indústria - Governo, inovação em movimento. Porto Alegre: Editora PUCRS; FAYOLLE, A.;
KLANDT, H. Issues and Newness in the Field of Entrepreneurship Education: New Lenses
for New Practical and Academic Questions. In: FAYOLLE, A. (ed.). International
Entrepreneurship Education. Edward Elgar Publishing, 2006; GRIMALDI, R.; KENNEY, M.;
SIEGEL,
D.
et
al.,
2011,
"30
years
after
Bayh-Dole:
Reassessing
academic
entrepreneurship". Research Policy, v. 40 (8), pp. 1045-1057; LAREDO, P., 2007, "Revisiting
the Third Mission of Universities: Toward a Renewed Categorization of University
Activities?". Higher Education Policy, v. 20 (4), pp. 441-456; LOPES et al. (2017). Ensino de
empreendedorismo no Brasil; 13 - HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D. A.
Empreendedorismo. 9. ed. Porto Alegre Rs: Mc Graw Hill Education Ltda, 2014; KIM, C.;
MAUBORGNE, R. A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a
concorrência
irrelevante.
Rio
de
Janeiro:
Campus-Elsevier,
2005;
LACKÉUS,
M.
Entrepreneurship in Education: What, Why, When, How. Entrepreneurship360 Background
Paper, 2015; MARCOVITCH, Jacques. Pioneiros e empreendedores: a saga do
desenvolvimento no Brasil. volume 1. 2.ed. rev. São Paulo: EDUSP, 2006; MARI A N O,
Sandra; MAYER, Verônica. Empreendedorismo: Fundamentos e Técnicas para Criatividade.
Rio de Janeiro: Editora LTC. 2011; MARKMAN, G.; PHAN, P.; BALKIN, D. et al., 2005,
"Entrepreneurship and universitybased technology transfer". Journal of Business Venturing,
v. 20, pp. 241-263; MATOS, S.; HALL, J. An exploratory study of entrepreneurs in
impoverished communities: when institutional factors and individual characteristics result
in non-productive entrepreneurship. Entrepreneurship & Regional Development, [s. l.], v.
32, n. 1-2, p. 134-155, 2020; MAURYA, Ash. Comece sua startup enxuta: aprenda a aplicar
a metodologia Lean em seu (novo) negócio. São Paulo: Saraiva, 2018; MCCLELLAND, D. C.
Characteristics of successful entrepreneurs. The Journal of Creative Behavior, v. 21, n. 3,
p. 219-233, 1987; MEIRA, Silvio. Novos Negócios Inovadores de Crescimento. Rio de
Janeiro: Editora Casa da Palavra. 2013; MOBERG, K. Assessing the impact of
entrepreneurship education: from ABC to PhD. Copenhagen: Copenhagen Business School,
2014; MOBERG, K. et al. How to Assess and Evaluate the Influence of Entrepreneurship
Education: A Report of the ASTEE Project with a User Guide to the Tools. The Danish
Foundation for Entrepreneurship - Young Enterprise, 2014; OSTERWALDER, A.; PIGNEUR, Y.
Business model generation - inovação em modelos de negócios. Alta Books, 2011;
OSTERWALDER, A. Value Proposition Design. São Paulo: HSM do Brasil, 2014; PORTO, G.
S. (Org.). Gestão da Inovação e Empreendedorismo. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier/
Campus, 2013; READ, Stuart et al. Effectual Entrepreneurship. 2. ed. Abingdon, Oxon; New
York, NY: Routledge; The Darden Graduate School of Business Administration. 2017; RIES,
Eric. A startup enxuta: como os empreendedores atuais utilizam a inovação contínua para
criar empresas extremamente bem-sucedidas. São Paulo: Lua de Papel, 2012; ROGERS,
E.M., TAKEGAMI, S.; YIN, J., 2001, "Lessons learned about technology transfer".
Technovation, v. 21, n. 4, pp. 253-261; SARASVATHY, S.D. Causation and Effectuation:
Toward a theoretical shift from economic inevitability to entrepreneurial contingency.
Academy of Management Review, v. 26, n. 2, p. 243-288, 2001; SCHUMPETER, J. A. The
theory of economic development: na inquiry into profits, capital, credit, interest, and the
business cycle. Piscataway: Transaction Publishers, 1911; SHANE, S., 2004. Academic
Entrepreneurship: University spin-offs and wealth creation. Cheltenhan U.K.: Edward Elgar
Publishing; SIEGEL, D.; WRIGHT, M., 2015. "Academic Entrepreneurship: Time for a
Rethink?". British Journal Of Management, v. 26, pp. 582-595; TIDD, Joe; BESSANT, John.
Gestão da Inovação - 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2015; TIGRE, Paulo. Gestão da
Inovação: A Economia da Tecnologia no Brasil - 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2014;
WASSERMAN, N. The Founder's Dilemmas: Anticipating and Avoiding the Pitfalls That Can
Sink a Startup. Princeton University Press, 2013; WRIGHT, M.; SIEGEL, D.; MUSTAR, P.,
2017. "An emerging ecosystem for student start-ups". The Journal of Technology Transfer,
v. 42 (4), pp. 909-922; 39 - ZEN, A. C.; FRACASSO, E. M. (2008). Quem é o empreendedor?
As implicações de três revoluções tecnológicas na construção do termo empreendedor;
RAM. Revista de 40 - Administração Mackenzie, v.9, n.8, Edição Especial, p.135-150,
nov./dez. 2008.
23 - Área de Conhecimento: IMUNOLOGIA CLÍNICA (1 vaga)
Faculdade de Medicina
Departamento de Patologia (MPT)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 03/07/2023 a 07/07/2023. Formação
dos candidatos: Graduação em Farmácia, Biomedicina, Ciências Biológicas ou Medicina.
Doutorado em Saúde ou Ciências.
Ementa: 1 - Entender a coleta e conservação do material biológico, bem como
os interferentes pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos e a importância dos testes
imunológicos; 2 - Conhecer as principais reações imunológicas na rotina de Imunologia
Clínica, interpretando os resultados dos exames imunológicos realizados para o auxílio no
diagnóstico e acompanhamento das doenças; 3 - Conhecer as técnicas e métodos básicos
e avançados de diagnóstico imunológico; 4 - Conhecer e descrever a avaliação laboratorial
das infecções; 5 - Conhecer e descrever a avaliação laboratorial do sistema imune celular;
6 - Dissertar sobre a função da imunidade humoral e mediadores de inflamação; 7 -
Demonstrar
conhecimento
sobre
avaliação
laboratorial
dos
distúrbios
de
imunodeficiências; 8 - Demonstrar conhecimento sobre avaliação laboratorial de doenças
autoimunes e doenças alérgicas; 9 - Conhecer o imunodiagnóstico de tumores e
imunofenotipagem celular.
Bibliografia: 1 - Virologia Humana. Norma Suely Santos, Maria Teresa
Romanos, Marcia Wigg e José Nelson Couceiro. Guanabara-Koogan. 4ªedição . 2021; 2 -
IMUNOENSAIOS: FUNDAMENTOS E APLICAÇÕES. Vaz, AJ; Takei, K & Bueno, EC.
Guanabara-Koogan ed. 2ª edição, 2018; 3 - DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DAS PRINCIPAIS
DOENÇAS INFECCIOSAS E AUTO-IMUNES. 3ª edição. Antonio Walter Ferreira & Sandra do
Lago Moraes de Ávila. Guanabara-Koogan. 2013; 4 - Imunologia Clínica na Prática Médica.
Arruda, L. Karla, Carvalho, Ivan F. De , Donadi, Eduardo A. , Louzada Jr.,Paulo, Sarti, Willy,
Voltarelli, Júlio C. EDITORA ATHENEU LTDA. 2009; 5 - Diagnósticos clínicos e tratamento
por métodos laboratoriais de Henry. Richard A. McPherson; Matthew R. Pincus. Editora
Manole; 21ª edição (1 novembro 2012).
24 - Área de Conhecimento: ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA (1 vaga)
Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa
Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica (MEM)
Classe A: Adjunto A - 20h
Provas escrita, prática e didática no período de 03/07/2023 a 21/07/2023.
Formação dos candidatos: Graduação em Enfermagem. Doutorado em Enfermagem;
Ciências do Cuidado em Saúde ou Ciências Médicas.
A Prova Prática consistirá na execução do processo de enfermagem, constando
desde a avaliação à realização de procedimentos de enfermagem, no cenário do Hospital
Universitário Antônio Pedro/UFF, no Serviço de Clínica Cirúrgica, Centro Cirúrgico, Central
de Materiais e Esterilização ou Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, que estejam
atrelados à pessoas adultas ou idosas, este a ser determinado mediante às condições do
cenário e sujeito escolhido aleatoriamente. Os candidatos deverão desenvolver todas as
etapas do processo de enfermagem a partir do caso clínico sorteado, bem como
demonstrar conhecimento sobre a atuação de enfermagem nos cenários descritos;
desenvolver a parte escrita da prova e responder à arguição com fundamentação
científica e técnica, justificando as ações estabelecidas. Critérios de Avaliação: Avaliar
competências
(conhecimentos,
habilidades
e
atitudes)
técnicas
e
pessoais
(socioemocionais e humanísticas) para o trabalho Inter e multiprofissional na Atenção à
saúde do adulto e do idoso. Serão avaliados: atitude pessoal, ética e humanística
adequadas em relação ao paciente, à equipe e à instituição (1 ponto); cumprimento das
medidas de biossegurança exigidas para a situação, e sabe justificar o uso de
equipamentos de proteção individual (1 ponto); se possui iniciativa e atitude pró-ativa no
desenvolvimento das atividades, possui apresentação e vestimenta adequada (1 ponto);
se desenvolve todas as etapas do Processo de Enfermagem com domínio das habilidades
e competências; estabelece as principais intervenções de enfermagem na prescrição (5
pontos); se demonstra conhecimento teórico relacionado ao contexto, as necessidades
humanas e ao plano de cuidados elaborado (2 pontos). Duração total permitida: A prova
prática terá duração de duas horas, e mais uma hora para arguição pela banca
examinadora. Serão fornecidos os equipamentos de proteção individual necessários ao
desenvolvimento das atividades propostas, materiais e equipamentos para a realização do
exame físico, folhas de rascunho e impressos para o registro das etapas do processo de
enfermagem. Os candidatos deverão levar estetoscópio, caneta azul ou preta, bloco de
anotações, e outros materiais que considerem importantes para o desenvolvimento das
atividades propostas.
Ementa: 1 - Cuidados de Enfermagem ao Cliente em Situações Cirúrgicas (pré,
trans e pós-operatória) e sua família. 2 - Processo de Enfermagem ao Cliente Adulto e
Idoso. 3 - Central de Material e Esterilização. 4 - Centro Cirúrgico. 5 - Biossegurança. 6
- Segurança do Paciente. 7 - Cuidado de enfermagem em Instituição de Longa
Permanência para Idosos.
Bibliografia: 1 - SOBECC. Diretrizes de Práticas em Enfermagem Perioperatória
e Processamento de Produtos para Saúde - SOBECC. 8ª edição. 2021. 2 - ROTHROCK, J.
C. Alexander: Cuidados de Enfermagem ao Paciente Cirúrgico 16 ª Ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2021. 3 - SMELTZER, S. C; BARE, B. G. BRUNNER & SUDDARTH -
Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 14ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Ko o g a n ,
2020. 4 - FREITAS, Elizabete Viana & PY, Ligia. Tratado de geriatria e gerontologia. 5 -
Porto Alegre. 5 Ed. Guanabara Koogan, 2022. 6 - Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(BR). Resolução RDC Nº 36, de 25 de julho de 2013. Institui ações para a segurança do
paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União [da]
República Federativa do Brasil. 2013 jul 26;150(143 Seção 1):32-3. 7 - Brasil. Ministério da
Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução n.º 15, de 15 de Março de
2012. Dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para
saúde e dá outras providências. Brasília: Diário Oficial da União; 2012. 8 - Brasil.
Ministério da Saúde. Diretoria Colegiada. Resolução-RDC n. 502, de 27 de maio de 2021.
Dispõe sobre o funcionamento de Instituição de Longa Permanência para Idosos, de
caráter residencial [Internet]. Brasília; 2021 [cited 2021 Apr 23]. Available from:
http://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-rdc-n-502-de-27-de-maio-de-2021-323003775
»
http://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-rdc-n-502-de-27-de-maio-de-
2021-323003775 9 - BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem - COFEN. Resolução no
0358/09
[Online].
2009.
Disponível
em:
http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-
3582009_4384.html. Acesso em: 01 de junho de 2022. 10 - BRASIL. Ministério da Saúde.
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