DOU 19/12/2023 - Diário Oficial da União - Brasil

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166
Nº 240, terça-feira, 19 de dezembro de 2023
ISSN 1677-7042
Seção 1
Considerando que os pareceres da AudPessoal e do Ministério Público junto
ao TCU foram pela ilegalidade e denegação de registro do ato em exame;
Considerando que o ato ora examinado deu entrada no TCU há menos de
cinco anos;
Considerando, por fim, a presunção de boa-fé da interessada no ato em
análise;
ACORDAM os Ministros o Tribunal de Contas da União, com fundamento nos
arts. 1º, inciso V, e 39, inciso II, da Lei 8.443/1992, c/c os artigos 17, inciso III, 143,
inciso II, 259, inciso II, 260 e 262 do Regimento Interno/TCU, em considerar ilegal a
pensão militar instituída pelo Sr. Carlito Alves Cavalcante em benefício da Sra. Leci
Ribeiro Cavalcante, negar registro ao correspondente ato e dispensar o ressarcimento
das quantias indevidamente recebidas de boa-fé pela interessada, consoante o disposto
no Enunciado 106 da Súmula da Jurisprudência do TCU, sem prejuízo de expedir as
determinações contidas no subitem 1.7 abaixo.
1. Processo TC-036.559/2023-7 (PENSÃO MILITAR)
1.1. Interessada: Leci Ribeiro Cavalcante (097.946.337-80).
1.2. Órgão: Comando da Marinha.
1.3. Relator: Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa.
1.4. 
Representante 
do 
Ministério
Público: 
Procuradora-Geral 
Cristina
Machado da Costa e Silva.
1.5.
Unidade
Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada
em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações:
1.7.1. determinar ao Comando da Marinha que, no prazo de 15 (quinze) dias
a contar da notificação deste Acórdão, adote as seguintes providências:
1.7.1.1. abstenha-se de realizar pagamentos decorrentes do ato ora
impugnado, sujeitando-se
a autoridade administrativa omissa
à responsabilidade
solidária, nos termos do art. 262, caput, do Regimento Interno/TCU;
1.7.1.2. dê ciência do inteiro
teor desta Deliberação à interessada,
alertando-a de que o efeito suspensivo proveniente da interposição de possíveis
recursos
perante o
TCU
não a
exime da
devolução
dos valores
percebidos
indevidamente após a respectiva notificação, caso os recursos não sejam providos,
encaminhando a este Tribunal, no prazo de 30 (trinta) dias, comprovante da referida
ciência, na forma prevista no art. 21, inciso I, da IN/TCU 78/2018; e
1.7.1.3. emita novo ato de pensão militar, livre da irregularidade ora
apontada, em favor da interessada, promova o seu cadastramento no sistema e-Pessoal
e submeta-o à apreciação do Tribunal, nos termos da IN/TCU 78/2018.
ACÓRDÃO Nº 2699/2023 - TCU - Plenário
VISTOS e relacionados estes autos de ato de pensão militar instituída pelo
Sr. Manoel de Assis Trovão Filho em benefício da Sra. Laura Conceição Nunes Trovão
(cônjuge do instituidor), emitido pelo Comando da Marinha e submetido a este
Tribunal para fins de registro.
Considerando
que a
análise empreendida
pela
Unidade de
Auditoria
Especializada em Pessoal - AudPessoal constatou ter havido majoração de proventos
para a graduação hierárquica imediatamente superior, com base no art. 110 da Lei
6.880/1980, em vista da invalidez posterior à reforma do instituidor;
Considerando que tal procedimento está em desacordo com a orientação
adotada no Acórdão 2.225/2019 - Plenário (relator Ministro Benjamin Zymler), decisão
paradigmática na qual se concluiu pela ausência de previsão legal para extensão da
vantagem estabelecida no art. 110 da Lei 6.880/1980 a militares já reformados;
Considerando que a aludida orientação é respaldada pela jurisprudência do
Superior Tribunal de Justiça, a exemplo das decisões proferidas pela Corte Cidadã nos
Recursos Especiais 1784347/RS e 1.340.075/CE e no Agravo Regimental nos Embargos
de Declaração no Recurso Especial 966.142/RJ;
Considerando que é pacífico neste Tribunal o entendimento de que os atos
de concessão de reforma e pensão militar, embora correlacionados, são atos complexos
independentes, de forma que, eventual irregularidade não analisada no primeiro, ainda
que
apreciado
pela
legalidade,
pode ser
reavaliada
no
segundo
(com
essa
interpretação, v.g., na Primeira Câmara, os Acórdãos 5.263/2020, relator Ministro Vital
do Rêgo; 8.923/2021, relator Ministro-Substituto Weder de Oliveira; e 18.201/2021,
relator Ministro Benjamin Zymler; e na Segunda Câmara, os Acórdãos 457/2020 e
8.057/2020, relatora Ministra Ana Arraes; e 18.945/2021, relator Ministro Aroldo
Cedraz);
Considerando que,
por meio do Acórdão
1.414/2021-Plenário (relator
Ministro Walton Alencar Rodrigues), este Tribunal fixou entendimento no sentido da
possibilidade de apreciação de ato sujeito a registro mediante relação, na forma do
artigo 143, inciso II, do Regimento Interno/TCU, nas hipóteses em que a ilegalidade do
ato decorra exclusivamente de questão jurídica
de solução já pacificada na
jurisprudência desta Corte de Contas;
Considerando que os pareceres da AudPessoal e do Ministério Público junto
ao TCU foram pela ilegalidade e denegação de registro do ato em exame;
Considerando que o ato ora examinado deu entrada no TCU há menos de
cinco anos;
Considerando, por fim, a presunção de boa-fé da interessada no ato em
análise;
ACORDAM os Ministros o Tribunal de Contas da União, com fundamento nos
arts. 1º, inciso V, e 39, inciso II, da Lei 8.443/1992, c/c os artigos 17, inciso III, 143,
inciso II, 259, inciso II, 260 e 262 do Regimento Interno/TCU, em considerar ilegal a
pensão militar instituída pelo Sr. Manoel de Assis Trovão Filho em benefício da Sra.
Laura Conceição Nunes Trovão, negar registro ao correspondente ato e dispensar o
ressarcimento
das quantias
indevidamente
recebidas
de boa-fé
pela
interessada,
consoante o disposto no Enunciado 106 da Súmula da Jurisprudência do TCU, sem
prejuízo de expedir as determinações contidas no subitem 1.7 abaixo.
1. Processo TC-036.566/2023-3 (PENSÃO MILITAR)
1.1. Interessada: Laura Conceição Nunes Trovão (062.985.294-46).
1.2. Órgão: Comando da Marinha.
1.3. Relator: Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Marinus Eduardo De
Vries Marsico.
1.5.
Unidade
Técnica:
Unidade de
Auditoria
Especializada
em
Pessoal
(AudPessoal).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações:
1.7.1. determinar ao Comando da Marinha que, no prazo de 15 (quinze) dias
a contar da notificação deste Acórdão, adote as seguintes providências:
1.7.1.1. abstenha-se de realizar pagamentos decorrentes do ato ora
impugnado, sujeitando-se
a autoridade administrativa omissa
à responsabilidade
solidária, nos termos do art. 262, caput, do Regimento Interno/TCU;
1.7.1.2. dê ciência do inteiro
teor desta Deliberação à interessada,
alertando-a de que o efeito suspensivo proveniente da interposição de possíveis
recursos
perante o
TCU
não a
exime da
devolução
dos valores
percebidos
indevidamente após as respectivas notificações, caso os recursos não sejam providos,
encaminhando a este Tribunal, no prazo de 30 (trinta) dias, comprovante da referida
ciência, na forma prevista no art. 21, inciso I, da IN/TCU 78/2018; e
1.7.1.3. emita novo ato de pensão militar, livre da irregularidade ora
apontada, em favor da interessada, promova o seu cadastramento no sistema e-Pessoal
e submeta-o à apreciação do Tribunal, nos termos da IN/TCU 78/2018.
ACÓRDÃO Nº 2700/2023 - TCU - Plenário
VISTOS e relacionados estes autos da Tomada de Contas Especial instaurada
pela Caixa Econômica Federal, em desfavor dos Srs. Francisco Flávio Pereira Barbosa,
João Paulo Pereira da Silva, Francisco Lindemberg Pereira Alves e Associação de
Cooperação Agrícola do Estado do Ceará, em razão da não comprovação da regular
aplicação dos recursos repassados pela União, por meio do Contrato de Repasse
0278204-25/2008/MDA/CAIXA, registro Siafi 648149 (peça 36), firmado entre o então
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Associação de Cooperação
Agrícola do Estado do Ceará, e que tinha por objeto o instrumento descrito como
"Assessoria territorial e capacitação";
Considerando que, por meio do Acórdão 2.285/2022 - Plenário, este Tribunal
aprovou a Resolução/TCU 344/2022, cujo texto estabelece que as pretensões punitiva
e ressarcitória nos processos de controle externo (exceto para atos de pessoal)
prescrevem em cinco anos (art. 2º, prescrição principal) ou em três, se o processo ficar
paralisado, pendente de julgamento ou despacho (art. 8º, prescrição intercorrente),
conforme o previsto na Lei 9.873/1999 (art. 1º), diploma que regula o prazo para o
exercício da ação punitiva movida pela Administração Pública Federal;
Considerando que a
instrução produzida pela Unidade
de Auditoria
Especializada em Tomada de Contas Especial - AudTCE (peças 72/74) manifestou-se pela
ocorrência da prescrição intercorrente, sugerindo, com fulcro nos arts. 8º e  11 da
Resolução/TCU 344/2022, o arquivamento do processo, posicionamento que contou
com a anuência do Ministério Público junto ao TCU, representado pelo Procurador
Sérgio Ricardo Costa Caribé (peça 75);
Considerando que, no caso concreto em exame, o termo inicial da contagem
do prazo da prescrição principal ocorreu em 30/5/2014, data em que a prestação de
contas deveria ser apresentada (art. 4º, inciso I);
Considerando, que, consoante o Acórdão 534/2023 - Plenário (rel. Min.
Benjamin Zymler), o termo inicial da contagem da prescrição intercorrente ocorreu em
20/4/2018 (peça 3), data do Ofício 79/2018/SDR/SEAD/CC-PR, sendo o primeiro marco
interruptivo da prescrição ordinária;
Considerando os principais eventos processuais interruptivos da prescrição
apontados pela AudTCE (item 23 da instrução, peça 72, p. 3 e 4), e atentando que o
intervalo havido entre Parecer Circunstanciado da Caixa, de 10/8/2018 (peça 1), e a
Notificação de Francisco Lindemberg Pereira Alves, em 5/11/2021 (peça 33), foi
superior ao triênio previsto no art. 8º, caput, da Resolução/TCU 344/2022, o que
caracteriza a prescrição intercorrente;
ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, com fundamento
nos arts. 8º e 11 da Resolução/TCU 344/2022, em determinar o arquivamento dos
presentes autos, ante o reconhecimento da prescrição das pretensões punitiva e de
ressarcimento, sem prejuízo de encaminhar cópia desta deliberação aos responsáveis e
à Caixa Econômica Federal, de acordo com os pareceres emitidos nos autos:
1. Processo TC-003.991/2022-9 (TOMADA DE CONTAS ESPECIAL)
1.1. Responsáveis: Associação de Cooperação Agrícola do Estado do Ceara
(02.416.632/0001-66); Francisco
Flavio Pereira
Barbosa (841.796.273-53); Francisco
Lindemberg Pereira Alves (028.238.653-06); Joao Paulo Pereira da Silva (662.911.513-91).
1.2. Entidade: Caixa Econômica Federal.
1.3. Relator: Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Sergio Ricardo Costa
Caribé.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Tomada de
Contas Especial (AudTCE).
1.6. Representação legal: Francisco Carlos Mourao Neto (26302/OAB-CE),
representando Associação de Cooperação Agrícola do Estado do Ceara; Francisco Carlos
Mourão Neto (26302/OAB-CE), representando Francisco Lindemberg Pereira Alves.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 2701/2023 - TCU - Plenário
VISTOS e relacionados estes autos da Tomada de Contas Especial instaurada
pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra, em desfavor do Sr.
Zildomar Lopes da Silva e da Cooperativa de Prestação de Serviços Técnicos dos
Assentados da Reforma Agrária Ltda. - COOPTECARA, em razão da omissão no dever de
prestar contas dos recursos repassados por meio do Convênio CRT/PE 42.000/2005,
registro Siafi 539446 (peça 3), firmado entre o Incra e a COOPTECARA, que tinha por
objeto o instrumento descrito como "prestação de serviços de assessoria técnica, social
e 
ambiental 
a 
aproximadamente 
7.642 
famílias 
assentadas 
em 
projetos 
de
assentamento do Incra, elaboração de 17 (dezessete) Planos de Desenvolvimento de
Assentamento - PDA e 29 (vinte e nove) Planos de Recuperação de Assentamento -
PRA no Estado de Pernambuco, conforme plano de trabalho e projeto técnico";
Considerando que, por meio do Acórdão 2.285/2022 - Plenário, este Tribunal
aprovou a Resolução/TCU 344/2022, cujo texto estabelece que as pretensões punitiva
e ressarcitória nos processos de controle externo (exceto para atos de pessoal)
prescrevem em cinco anos (art. 2º, prescrição principal) ou em três, se o processo ficar
paralisado, pendente de julgamento ou despacho (art. 8º, prescrição intercorrente),
conforme o previsto na Lei 9.873/1999 (art. 1º), diploma que regula o prazo para o
exercício da ação punitiva movida pela Administração Pública Federal;
Considerando que a
instrução produzida pela Unidade
de Auditoria
Especializada em Tomada de Contas Especial - AudTCE (peças 104 a 106) manifestou-
se pela ocorrência da prescrição intercorrente, sugerindo, com fulcro nos arts. 8º e 11
da Resolução/TCU 344/2022, o arquivamento do processo, posicionamento que contou
com a anuência do Ministério Público junto ao TCU, representado pelo Procurador
Sérgio Ricardo Costa Caribé (peça 107);
Considerando que, no caso concreto em exame, o termo inicial da contagem
do prazo da prescrição principal ocorreu em 28/1/2009, data em que a prestação de
contas deveria ser apresentada (art. 4º, inciso I);
Considerando, que, consoante o Acórdão 534/2023 - Plenário (rel. Min.
Benjamin Zymler), o termo inicial da contagem da prescrição intercorrente ocorreu em
9/9/2009 (peça
40), data
do MEMO/INCRA/SR-03/A/CONTAB/Nº048/09,
sendo o
primeiro marco interruptivo da prescrição ordinária;
Considerando os principais eventos processuais interruptivos da prescrição
apontados pela AudTCE (item 29 da instrução, peça 104, p. 4 e 5), e atentando que
o intervalo havido entre o MEMO/INCRA/SR-03/A/CONTAB/Nº005/12, de 26/1/2012
(peça 60), e o Registro de Responsabilidade, de 28/9/2015 (peça 57), foi superior ao
triênio previsto no art. 8º, caput, da Resolução/TCU 344/2022, o que caracteriza a
prescrição intercorrente;
ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, com fundamento
nos arts. 8º e 11 da Resolução/TCU 344/2022, em determinar o arquivamento dos
presentes autos, ante o reconhecimento da prescrição das pretensões punitiva e de
ressarcimento, sem prejuízo de encaminhar cópia desta deliberação aos responsáveis e
ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra, de acordo com os
pareceres emitidos nos autos:
1. Processo TC-014.413/2021-3 (TOMADA DE CONTAS ESPECIAL)
1.1. Responsáveis: Cooperativa de Prestação de Serviços Técnicos dos
Assentados da Reforma Agraria Ltda. (02.802.076/0001-66); Zildomar Lopes da Silva
(890.892.514-72).
1.2. Entidade: Instituto Nacional de
Colonização e Reforma Agrária -
Incra.
1.3. Relator: Ministro-Substituto Marcos Bemquerer Costa.
1.4. Representante do Ministério Público: Procurador Sergio Ricardo Costa
Caribé.
1.5. Unidade Técnica: Unidade de Auditoria Especializada em Tomada de
Contas Especial (AudTCE).
1.6. Representação legal: não há.
1.7. Determinações/Recomendações/Orientações: não há.
ACÓRDÃO Nº 2702/2023 - TCU - Plenário
VISTOS e relacionados estes autos da Tomada de Contas Especial instaurada
pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, em desfavor da Sra. Vânia
Clementino Lopes, em razão da omissão no dever de prestar contas dos recursos
recebidos por força do Programa de Apoio aos Sistemas de Ensino para Atendimento de
Jovens e Adultos - Peja, no exercício de 2013;
Considerando que, por meio do Acórdão 2.285/2022 - Plenário, este Tribunal
aprovou a Resolução/TCU 344/2022, cujo texto estabelece que as pretensões punitiva e
ressarcitória nos processos de controle externo (exceto para atos de pessoal) prescrevem
em cinco anos (art. 2º, prescrição principal) ou em três, se o processo ficar paralisado,
pendente de julgamento ou despacho (art. 8º, prescrição intercorrente), conforme o
previsto na Lei 9.873/1999 (art. 1º), diploma que regula o prazo para o exercício da ação
punitiva movida pela Administração Pública Federal;
Considerando que a instrução produzida
pela Unidade de Auditoria
Especializada em Tomada de Contas Especial - AudTCE (peças 44 a 46) manifestou-se pela
ocorrência da prescrição intercorrente, sugerindo, com fulcro nos arts. 8º e 11 da
Resolução/TCU 344/2022, o arquivamento do processo, posicionamento que contou com
a anuência do Ministério Público junto ao TCU, representado pela Subprocurador-Geral
Paulo Soares Bugarin (peça 47);

                            

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