DOU 08/01/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 5, segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
ISSN 1677-7042
Seção 1
Radônio (rádon)
Rn
86
Elemento radioativo (posição 28.44).
Rênio
Re
75
Metal comum (posição 81.12).
Ródio
Rh
45
Metal precioso (posição 71.10).
Rubídio
Rb
37
Metal alcalino (posição 28.05).
Rutênio
Ru
44
Metal precioso (posição 71.10).
Samário
Sm
62
Metal de terras raras (posição 28.05).
Selênio
Se
34
Elemento não metálico (posição 28.04).
Silício
Si
14
Elemento não metálico (posição 28.04).
Sódio
Na
11
Metal alcalino (posição 28.05).
Tálio
Tl
81
Metal comum (posição 81.12).
Tântalo
Ta
73
Metal comum (posição 81.03).
Tecnécio
Tc
43
Elemento radioativo (posição 28.44).
Telúrio
Te
52
Elemento não metálico (posição 28.04).
Térbio
Tb
65
Metal de terras raras (posição 28.05).
Titânio
Ti
22
Metal comum (posição 81.08).
Tório
Th
90
Elemento radioativo (posição 28.44).
Túlio
Tm
69
Metal de terras raras (posição 28.05).
Tungstênio (volfrâmio)
W
74
Metal comum (posição 81.01)
Urânio
U
92
Elemento radioativo (posição 28.44).
Vanádio
V
23
Metal comum (posição 81.12).
Xenônio (xénon)
Xe
54
Gás raro (gás nobre) (posição 28.04).
Zinco
Zn
30
Metal comum (Capítulo 79).
Zircônio
Zr
40
Metal comum (posição 81.09).
28.01 - Flúor, cloro, bromo e iodo.
2801.10 - Cloro
2801.20 - Iodo
2801.30 - Flúor; bromo
Exceto o astatínio (ástato) (posição 28.44), esta posição abrange os elementos não metálicos designados por halogênios.
A.- FLÚOR
O flúor é um gás levemente amarelo-esverdeado, de cheiro acre, perigoso quando inalado porque irrita as mucosas e é corrosivo. Apresenta-se comprimido em recipientes de aço. É um
elemento muito ativo que inflama as matérias orgânicas e, em especial, a madeira, as gorduras e os têxteis.
Emprega-se na preparação de alguns fluoretos e derivados orgânicos fluorados.
B.- CLORO
O cloro obtém-se hoje principalmente por eletrólise de cloretos alcalinos, particularmente o cloreto de sódio.
É um gás amarelo-esverdeado, sufocante, corrosivo, duas vezes e meia mais pesado do que o ar, ligeiramente solúvel na água e fácil de liquefazer-se. É habitualmente transportado em
cilindros de aço, em reservatórios, em vagões-tanque (vagões-cisterna) ou em barcaças.
Como destrói os corantes e matérias orgânicas, o cloro emprega-se para descorar fibras vegetais (mas não fibras animais) e na preparação de pasta de madeira. Desinfetante e antisséptico,
serve para esterilizar (clorar) a água. Também se emprega na metalurgia do ouro, estanho e cádmio, na fabricação de hipocloritos, de cloretos de metais, de oxicloreto de carbono e em
sínteses orgânicas (corantes artificiais, ceras artificiais, borracha clorada, etc.).
C.- BROMO
O bromo pode obter-se pela ação do cloro sobre os brometos alcalinos das águas-mães das salinas ou por eletrólise dos brometos.
É um líquido avermelhado ou castanho-escuro, muito denso (3,18 a 0 °C), corrosivo; mesmo a frio, emite vapores vermelhos sufocantes que irritam os olhos. Ataca a pele, corando-a de
amarelo, e inflama as substâncias orgânicas, como a serragem (serradura). Apresenta-se em recipientes de vidro ou de cerâmica. É muito pouco solúvel na água. As soluções de bromo em
ácido acético incluem-se na posição 38.24.
Emprega-se na preparação de medicamentos (sedativos, por exemplo), na indústria de corantes orgânicos (preparação de eosinas, derivados bromados do anil, etc.), de produtos para
fotografia (preparação do brometo de prata), em metalurgia e na obtenção de lacrimogênios (bromacetona), etc.
D.- IODO
O iodo extrai-se, quer das águas-mães dos nitratos de sódio naturais, tratadas pelo dióxido de enxofre ou pelo hidrogenossulfito de sódio, quer das algas marinhas, por secagem, incineração
e tratamento químico das cinzas.
O iodo é um sólido muito denso (densidade 4,95 a 0 °C), cujo cheiro lembra simultaneamente o do cloro e do bromo; é perigoso inalá-lo. Sublima à temperatura ambiente e cora de azul a
goma de amido. Apresenta-se em grumos ou pó grosseiro quando impuro (queijo de iodo em bruto), em escamas brilhantes ou cristais prismáticos, acinzentados, de brilho metálico, quando
purificado por sublimação (iodo sublimado ou bissublimado); acondiciona-se, então, geralmente, em frascos de vidro amarelo.
Emprega-se em medicina, em fotografia, na preparação de iodetos, na indústria de corantes (na preparação da eritrosina, por exemplo), na preparação de medicamentos, como catalisador
em sínteses orgânicas, como reagente, etc.
28.02 - Enxofre sublimado ou precipitado; enxofre coloidal.
A.- ENXOFRE SUBLIMADO OU PRECIPITADO
Estas duas categorias de enxofre apresentam, em geral, grau de pureza próximo de 99,5 %.
O enxofre sublimado, ou flor-de-enxofre, obtém-se por destilação lenta do enxofre em bruto ou impuro, seguida de condensação em forma sólida (ou sublimação), em partículas muito finas
e leves. Emprega-se sobretudo em viticultura, na indústria química e na vulcanização da borracha de alta qualidade.
Também se inclui nesta posição o “enxofre sublimado lavado”, que é tratado por água amoniacal para eliminação do dióxido de enxofre, e que se emprega em farmácia.
O enxofre precipitado é exclusivamente obtido por precipitação pelo ácido clorídrico de uma solução de um sulfeto ou de um polissufeto alcalino ou alcalinoterroso. É mais dividido e de um
amarelo mais claro do que o enxofre sublimado; o seu cheiro lembra um pouco o do hidrogênio sulfurado; deteriora-se com o tempo. Emprega-se quase exclusivamente em medicina.
O enxofre precipitado desta posição não deve confundir-se com certos enxofres de recuperação (triturados ou micronizados), denominados “precipitados”, que se classificam na posição
25.03.
B.- ENXOFRE COLOIDAL
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