DOU 22/02/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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55
Nº 36, quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
VIOLET Trialists. Study protocol for VIdeo assisted thoracoscopic lobectomy versus
conventional Open LobEcTomy for lung cancer, a UK multicentre randomised controlled
trial with an internal pilot (the VIOLET study). BMJ Open. 2019 Oct 14; 9(10):e029507.
doi: 10.1136/bmjopen-2019- 029507. PMID: 31615795; PMCID: PMC6797374; 2- The
Eighth Edition Lung Cancer Stage Classification Frank C. Detterbeck CHEST (2017); 151(1):
193 -203; 3- Difficult Decisions in Surgery: An Evidence-Based Approach. 3rd Edition,
Nark K Ferguson. ISBN 978-1-4471-6403-6 DOI 10.1007/978-1-4471-6404-3; 4- Atlas of
Minimally Invasive Surgery for Lung and Esophageal Cancer.Jun Wang. Mark K. Ferguson.
ISBN 978-94-024-0835-5 (eBook) DOI 10.1007/978-94-024-0835-5; 5- Pediatric Airway
Surgery - Management of Laryngotracheal Stenosis in Infants and Children. Philippe
Monnier. SBN 978-3-642-13534-7 - DOI 10.1007/978-3-642-13535-4.
13 -
Área de
Conhecimento: COGNIÇÃO:
PERSPECTIVAS SITUADAS
E
INTERSECCIONALIDADES (1 vaga).
Instituto de Psicologia
Departamento de Psicologia (GSI)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 19/07/2024.
Formação dos
candidatos: Graduação
em Psicologia.
Doutorado em
Psicologia; Psicologia Social; Psicologia Social e Institucional; Filosofia; Antropologia;
Educação; Políticas Públicas e Formação Humana; Saúde Coletiva; Epistemologia e
História das Ciências; Antropologia Social; Antropologia Cultural; Psicossociologia de
Comunidades e Ecologia Social; História das Ciências e da Saúde; História das Ciências,
das Técnicas
e Epistemologia; Psicologia:
Cognição e
Comportamento; Psicologia
Cognitiva.
Ementa: 1- Políticas da cognição e subjetividade: raça, etnia, gênero,
deficiência e classe; 2- Estudos da atenção e éticas do cuidado no contemporâneo; 3-
Corpo e
aprendizagem:
raça,
etnia, gênero,
deficiência
e
classe; 4-
Memória,
ancestralidade e racialização; 5- Dimensões políticas da linguagem: perspectivas situadas
e interseccionalidades; 6- Afetividades, corporeidades e racializações; 7- Cognição, escola
e 3 políticas emancipatórias; 8- Estudos da cognição: anticapacitismo, antirracismo e
tensionamentos políticos e epistemológicos no Brasil; 9- Cognição e processos afetivos:
colonialidade-decolonialidade-contracolonialidade;
10-
Cognição,
coletivos
e
epistemologias afro-ameríndias.
Bibliografia: 1- ALVAREZ, J. O aprendizado da ginga na roda de Angola. In
Transdisciplinaridade e políticas de subjetivação [recurso eletrônico] : corpo, territórios
periféricos e contracolonialidade / Cristina Rauter, Adriana Rosa Cruz Santos
(organizadoras). - Niterói : Eduff, 2023. - 3.016 kb. ; PDF; 2- ANZALDUA, Glória (2009).
Como domar uma língua selvagem. Cadernos de Letras da UFF - Dossiê: difusão da
língua portuguesa, Niterói, n. 39, p. 305-318, 2º sem; 3- BENITES, S. Nhe'e para os
Guarani (Nhandeva e Mbya). Campos, [s. l.], v. 21, n. 1, 2020. Disponível em: . Acesso
em: 28 jun. 2023; 4- BENITES, S. Viver na língua guarani nhandewa ( mulher falando).
Dissertação de Mestrado. PPGA- Museu Nacional/ UFRJ, 2018; 5- BISPO, Antônio dos
Santos. Colonização, Quilombos: Modos e Significações. Brasília: Edição: José Jorge de
Carvalho, 2015; 6- BISPO, Antônio dos Santos. Significações da periferia: representações,
confluências e transgressões. In Mestres da periferia: o encontro de Ailton Krenak,
Conceição Evaristo, Nêgo Bispo e Marielle Franco (in memorian). Org. Jailson de Souza
e Silva et al. Rio de janeiro: EDUNIperiferias, 2020; 7- COLLINS, Patrícia HilL. Bem mais
que Ideias - a interseccionalidade como teoria social crítica. São paulo: Boitempo, 2022;
8- DIAS, Adriana Por uma genealogia do capacitismo: da eugenia estatal à narrativa
capacitista social. In: Anais do II Simpósio Internacional de Estudos sobre Deficiência. São
Paulo: 2013. Disponível em https://docplayer.com.br/145111795-Por-uma-genealogia-do-
capacitismo-da-eugenia-estatal -a-narrativa-capacitista-social.html; 9- DINIZ, Débora. O
que é deficiência? São Paulo: Editora Brasiliense, 2007; 10- HAMPÂTÉ BÂ, A. A noção de
pessoa na África Negra. Tradução para uso didático de: Hampâté Bâ, Amadou. La notion
de personne en Afrique Noire. In: DIETERLEN, 4 Germaine (ed.). La notion de personne
en Afrique Noire. Paris: CNRS, 1981, p. 181 - 192, por Luiza Silva Porto Ramos e Kelvlin
Ferreira
Medeiros.
https://filosofiaafricana.weebly.com/uploads/1/3/2/1/13213792/amadou_hampat%C3%A9_
b%C3%A2_-
_a_no%C3%A7%C3%A3o_de_pessoa_na_%C3%A1frica_negra.pdf;
11-
HARAWAY, Donna. Gênero para um dicionário marxista: a política sexual de uma palavra.
cadernos pagu (22) 2004: pp.201-246; 12- GESSER, Marivete e FIETZ, Helena. Ética do
cuidado e a experiência da deficiência: entrevista com Eva Feder Kittay. Revista Estudos
Feministas. 29 (2), 2021; 13- INGOLD, Tim. A cultura no chão: o mundo percebido
através dos pés. In Estar vivo: ensaios sobre movimento, conhecimento e descrição.
tradução de Fábio Creder - Petrópolis, RJ: Vozes, 2015, p. 70-95; 14- INGOLD, Tim..
Linguagem, música e notação. In Linhas: uma breve história; tradução de Lucas
Bernardes. Petrópolis, RJ: Vozes, 2022; 15- KASTRUP, V. O lado de dentro da
experiência: atenção a si mesmo e produção de subjetividade numa oficina de cerâmica
para pessoas com deficiência visual adquirida. Psicologia Ciência e Profissão, 2088, 28(1).
p. 186- 199; 16- KASTRUP, VIRGÍNIA; CALIMAN, L. V. . A atenção na cognição inventiva:
entre o cuidado e o controle. 1. ed. Porto Alegre: Editora Fi, 2023. v. 1. 389p; 17-
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro:
Editora Cobogó, 2019; 18- KOPENAWA, D E ALBERT BRUCE. A iniciação. In: A queda do
Céu - palavras de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das letras, p. 132-156,
2015; 19- KOPENAWA, D E ALBERT BRUCE. As flores do sonho. In: A queda do Céu -
palavras de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das letras, p. 454-467, 2015; 20-
MOREIRA, Martha Cristina Nunes ; DIAS, Francine de Souza; MELLO, Anahi Guedes de,
YORK, Sara Wagner . Gramáticas do capacitismo: diálogos nas dobras entre deficiência,
gênero, infância e adolescência. Ciencia & Saude Coletiva , v. 27, p. 3949-3958, 2022;
21- MONTEIRO, Ana Claudia Lima (org). Processos psicológicos: perspectivas situadas.
Niterói: Eduff, 2020; 22- KRENAK, A. Organização Sergio Cohn. Rio de janeiro: Azougue,
2015. (encontros; 50) 264p; 23- KRENAK, A. Futuro Ancestral. São Paulo: companhia das
Letras, 2022; 24- LIMA, Fátima; OLIVEIRA, Luiza Rodrigues de e SANTOS, Abrahão de
Oliveira. A sociogenia fanoniana e a formação em psicologia: uma aposta clínica política
e
negra.
PSICOLOGIA
&
SOCIEDADE,
35,
e277053.
Disponível
em:
f i l e : / / / C : / U s e r s / l a u r a / D o w n l o a d s / A _ S O C I O G E N I A _ FA N O N I A N A _ E _ A _ FO R M AC AO _ E M _ P S
ICOLOGIA_.pdf; 25- MARTINS, Leda Maria. Afrografias da Memória: o Reinado do Rosário
no Jatobá. @ ed revista e atualizada. São Paulo: perspectivas; Belo Horizonte, MG:
Mazza edições, 2021; 26- MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar,
poéticas do corpo-tela. 1 ed. Rio de janeiro: Cobogó, 2021, 256p; 27- MONTEIRO, Ana
Claudia Lima. As emoções como processos mentais: subjetividade, corpo, emoções e
afetos. IN: MONTEIRO, Ana Claudia Lima (org). Processos psicológicos: perspectivas
situadas. Niterói: Eduff, 2020; 28- NOGUERA, 5 Renato.Infância em afroperspectiva:
articulações entre sankofa, ndaw e terrixistir.Re-vista Sul-Americana de Filosofia e
Educação.
Número
31:
mai.-out./2019,
p.53-70.DOI:
https://doi.org/10.26512/resafe.vi30.28256. Acrescentei agora; 29- PASSOS, E., Kastrup,
V., Escóssia L. Pistas do Método da Cartografia : pesquisa-intervenção e subjetividade;
30- PASSOS, E. Psicologia, pesquisa cartográfica e transversalidade. POLIS E PSIQUE, v. 1,
p. 128-139, 2019; 31- PASSO, E. E CABRAL, S. Resiliência comunitária: a música como
dispositivo de produção de novos territórios existenciais. In Transdisciplinaridade e
políticas de subjetivação [recurso eletrônico] : corpo, territórios periféricos e
contracolonialidade / Cristina Rauter, Adriana Rosa Cruz Santos (organizadoras). - Niterói
: Eduff, 2023. - 3.016 kb. PDF; 32- POZZANA, L. e PASSOS, E. Experiência e acessibilidade
com pessoas com deficiência visual. EDUCAÇÃO EM FOCO, v. 45, p. 1-18, 2022; 33-
SANTOS, Abrahão de Oliveira. Saberes Plurais. Niterói: EDUFF, 2020. Disponível em
https://checkout.eduff.com.br/admin/iss.phpiss=download_arquivo&file_download=true&id
_a rquivo=28; 34- Santos, Abrahão de Oliveira & Oliveira, Luiza Rodrigues de . (2023).
A METODOLOGIA DO ESPELHO DE OXUM NA PSICOLOGIA. Revista Da Associação
Brasileira De Pesquisadores/as Negros/As (ABPN), 16(Edição Especial). Recuperado de
https://abpnrevista.org.br/site/article/view/1625; 35- SANTOS, Adrian R. C. Reflorestar
psicologias, desatar fios coloniais, retomar territórios existenciais. In Transdisciplinaridade
e políticas
de subjetivação
[recurso eletrônico]
: corpo,
territórios periféricos e
contracolonialidade / Cristina Rauter, Adriana Rosa Cruz Santos (organizadoras). - Niterói
: Eduff, 2023. - 3.016 kb. ; PDF; 36- SILVEIRA, Marília; MORAES, Marcia & QUADROS,
Laura. PesquisarCOM: caminhos férteis para a pesquisa em Psicologia. Rio de Janeiro:
Nau, 2022; 37- RUFINO, L. Vence-demanda: educação e descolonização. Rio de janeiro:
Mórula, 2021; 38- MARTINS, H. V.. Psicologia, colonialismo e ideias raciais: uma breve
análise. Revista Psicologia Política, v. 19, p. 50-64, 2019; 39- SILVEIRA, Marília; MORAES,
Marcia & QUADROS, Laura Cristina de Toledo. PesquisarCOM: Caminhos férteis para a
pesquisa em Psicologia. Rio de Janeiro: Nau Editora, 2022; 40- VIVEIROS DE CASTRO, E.
Metafísicas canibais: elementos para uma antropologia pós-estrutural. São Paulo: Cosac
Naify, 1 ed. 2015.
14 - Área de Conhecimento: DESIGN DE PRODUTOS E PROCESSOS (1 vaga).
Escola de Engenharia
Departamento de Desenho Técnico (TDT)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 15/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Desenho Industrial, Design, Design de
Produto, Design Industrial, Arquitetura, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Agrícola e
Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de
Petróleo, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia de Recursos Hídricos,
Engenharia de Telecomunicações, Engenharia dos Materiais, Engenharia Metalúrgica e
Engenharia Ambiental. Doutorado em Desenho Industrial, Design, Design de Produto,
Design Industrial, Arquitetura, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Agrícola e Ambiental,
Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Petróleo,
Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia de Recursos Hídricos, Engenharia
de Telecomunicações, Engenharia dos Materiais, Engenharia Metalúrgica e Engenharia
Ambiental.
Prova Prática: 1) Descrição da atividade e técnicas: A prova prática será
realizada em formato manual com a utilização de instrumentos pertinentes à execução de
desenho técnico e croquis. Não haverá sorteio de ponto para a prova prática; 2) Critérios
de avaliação: Os candidatos serão avaliados quanto à: Adequação ao conteúdo solicitado;
Utilização apropriada dos instrumentos; Comunicação gráfica e técnica adequada; Solução
criativa, objetiva e direcionada à questão projetual proposta; Completude da representação
e aderência às normas técnicas ABNT; 3) Duração: A prova prática terá duração de 4h
(quatro horas), podendo ser realizada em mais de uma sala. Os candidatos deverão chegar
com antecedência mínima de 1h antes do início da prova prática ao local designado pelo
Departamento de Desenho Técnico (TDT) definido no ato da instalação da banca para
preencher a lista de presença e ser encaminhado ao local de prova.
Os candidatos não poderão se ausentar do recinto durante a realização da
prova. São proibidos o uso de qualquer equipamento eletrônico pessoal e a consulta a
material bibliográfico ou anotações, assim como manter qualquer tipo de comunicação
externa; 4) Materiais e equipamentos: Serão utilizados instrumentos pertinentes à
execução do desenho manual (como lápis preto ou de cor, lapiseira, borracha, compasso,
régua T, esquadros, escalímetro e gabaritos, marcadores, etc.), sendo estes a cargo e
responsabilidade exclusivos do candidato, com exceção das folhas de série A, que serão
fornecidas no número máximo de cinco folhas por candidato pelo departamento no ato da
aplicação da prova. A Comissão Julgadora poderá impugnar qualquer instrumento e/ou
material que, de alguma forma, crie vantagem indevida a um candidato na realização da
prova.
Ementa: 1- Modelagem computacional aplicada ao projeto de produto; 2-
Representação e documentação de projeto de produto na aplicação industrial; 3-
Prototipagem rápida aplicada ao projeto de produto; 4- Desenho técnico de produto; 5-
Metodologia do projeto de produtos: métodos, ferramentas, fases do método; 6- Materiais
e processos de fabricação no projeto de produto.
Bibliografia: 1- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR
13142: desenho técnico: dobramento de cópia. Rio de Janeiro: ABNT, 1999b; 2- ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 16752: desenho técnico: requisitos para
apresentação em folhas de desenho. Rio de Janeiro: ABNT, 2020; 3- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA
DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 16861: desenho técnico: requisitos para representação de
linhas e escrita. Rio de Janeiro: ABNT, 2021; 4- BAXTER, M. Projeto de Produto: guia prático
para o desenvolvimento de novos produtos. São Paulo: Edgar Blücher, 2011; 5- BROWN, T.
Design thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010; 6- CARVALHO, M. M. de Q. AutoCAD 2016 para iniciantes: comandos
básicos e exercícios de referência. Niterói: Eduff, 2016. Disponível em: ; Acesso em:
12/09/2023; 7- CHUCK EASTMAN et al.Manual de BIM: um guia de modelagem da informação
da construção para arquitetos, engenheiros, gerentes, construtores e incorporadores. Porto
Alegre: Bookman, 2014; 8- FRENCH, T.E.; VIERCK, C.J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica.
Rio de Janeiro: Editora Globo, 1989; 9- HOUSSAY C. M. de la. Design e Propriedade Intelectual
no Brasil: do passado ao presente. Vasco da Gama: Lumen Juris Direito, 2020; 10- LEFTERI, C.
Como se faz: 92 Técnicas de Fabricação para Design de Produtos. São Paulo: Editora Blucher,
2013; 11- LESKO, J. Design Industrial Materiais e Processos de Fabricação. São Paulo: Blucher,
2004; 12- LOBACH, B. Design industrial: bases para configuração dos produtos industriais. São
Paulo: Blucher. 1'. Ed. 2001; 13- PAZMINO, A.V. Como se Cria: 40 métodos para Design de
Produtos. São Paulo: Editora Blucher, 2015; 14- SILVA, A., RIBEIRO, C.T., DIAS, J., SOUSA, L.
Desenho Técnico Moderno. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.,
2006; 15-VOLPATO, N., AHRENS,C.H., PETRUSH,G. et al. Prototipagem rápida: tecnologias e
aplicações. São Paulo: Blücher. 2007; 16- VOLPATO, N. (org.) Manufatura aditiva: tecnologias
e aplicações da impressão 3D. São Paulo: Blucher, 2017.
15 - Área de Conhecimento: ECOLOGIA DAS MACROALGAS MARINHAS (1 vaga).
Instituto de Biologia
Departamento de Biologia Marinha (GBM)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 06/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em ciências biológicas, oceanografia,
oceanologia, ecologia, ciências ambientais, veterinária, biomedicina, engenharia de pesca,
aquacultura e engenharia de aquacultura. Doutorado em biologia marinha, oceanografia,
oceanologia,
ecologia, botânica,
ciências ambientais,
aquacultura, engenharia de
aquacultura, engenharia de pesca, dinâmica dos oceanos e da Terra e biodiversidade.
Ementa: 1- Principais características e biodiversidade das macroalgas marinhas:
Principais grupos, caracterização morfológica, diferenciação geral dos filos e reprodução; 2-
Produção primária global das macroalgas em função de suas características; 3- Padrões
geográficos de zonação e características de habitats dominados por macroalgas; 4-
Biogeografia: padrão global de distribuição de macroalgas marinhas; 5- Interações bióticas
com macroalgas marinhas: espécies facilitadoras e estruturantes, competição, epibiose e
herbivoria; 6- Fatores físico-químicos sobre macroalgas marinhas: luz e fotossíntese,
nutrientes, temperatura do mar, salinidade, acidificação, radiação ultra-violeta, estresse
oxidativo, movimento da água; 7- Efeitos de poluentes sobre macroalgas marinhas:
eutrofização, metais, óleo, radioatividade, outros; 8- Papel estruturante das macroalgas nos
ecossistemas marinhos; 9- Tipos de impactos da bioinvasão de macroalgas marinhas em
escala global.
Bibliografia: 1- Bertness, MD; Gaines, SD; Hay, ME. 2001. Marine community
ecology. Sinauer Associates, Sunderland; 2- Duarte, CM et al. 2022. Global estimates of the
extent and production of macroalgal forests. Global ecology and biogeography. DOI:
10.1111/geb.13515; 3- Graham LE, Graham JM, Wilcox LW &. Cook ME. 2016. Algae. LJLM
Press; 4- Hu Z-M & Fraser. 2016. Seaweed phylogeography: adaptation and evolution of
seaweeds under environmental changes. Springer; 5- Hurd, CL; Harrison, PJ; Bischof, K;
Lobban, CS. 2014. Seaweed ecology and physiology. Cambridge University Press,
Cambridge, Second edition; 6- Israel R, Einav R & Seckbach J. 2010. Seaweeds and their role
in globally changing environments. Springer; 7- Olafsson, E. 2016. Marine macrophytes as
foundation species. CRC Press, Boca Raton; 8- Pereira, L & Neto JM. 2015. Marine algae:
biodiversity, taxonomy, environmental assessment and biotechnology. CRC Press; 9-
Pereira, RC; Soares-Gomes, A. 2020, Ecologia marinha. Interciência, Rio de Janeiro; 10-
Vieira C, Steen F, D'Hondt S, Bafort Q, Tyberghein L, Fernandez-Garcia C, Wysor B,
Tronholm A, Mattio L, Payri C, Kawai H, Saunders G, Leliaert F, Verbruggen H, De Clerck O.
2021. Global biogeography and diversification of
a group of brown seaweeds
(Phaeophyceae) driven by clade-specific evolutionary processes. J. Biogeogr. 48: 703-715;
11- Wiencke C & Bischof K. 2012. Seaweed biology: novel insights into ecophysiology,
ecology and utilization. Springer.
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