DOU 22/02/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

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Nº 36, quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
possui iniciativa e atitude pró-ativa no desenvolvimento das atividades, se possui
apresentação e vestimenta adequada (1 ponto); se desenvolve todas as etapas do
atendimento médico e supervisão do aluno com domínio das habilidades e competências (4
pontos); se estabelece as principais intervenções médicas na prescrição e demonstra
conhecimento teórico relacionado ao contexto, as necessidades humanas e ao plano de
cuidados elaborado (2 pontos). Duração total permitida: a prova prática terá duração
máxima de 50 minutos. Serão fornecidos os equipamentos de proteção individual
necessários ao desenvolvimento das atividades propostas, materiais e equipamentos para a
realização do exame físico, folhas de rascunho e impressos para o registro das etapas do
processo. Os candidatos deverão levar jaleco, estetoscópio, caneta azul ou preta, bloco de
anotações, e outros materiais que considerem importantes para o desenvolvimento das
atividades propostas.
Ementa: 1- Vigilância em saúde; 2- Epidemiologia em serviços de saúde; 3- A
Estratégia de Saúde da Família no Brasil; 4- Medicina de família; 5- Linhas de cuidado
prioritárias na Atenção Básica.
Bibliografia: 1- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Departamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância em
Saúde [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde.
Departamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. - 5. ed. rev. e atual. -
Brasília 
:
Ministério 
da 
Saúde, 
2022.
Disponível 
em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_5ed_rev_atual.pdf; 
2-
MEDRONHO R et al. Epidemiologia. 2a ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2008; 3- G U S S O,
Gustavo; LOPES, José Mauro Cera (Org.). Tratado de medicina de família e comunidade:
princípios, formação e prática. 2. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2019. 2 v; 4- STEWART,
Moira et al. Medicina centrada na pessoa: transformando o método clínico. 3. ed. Porto
Alegre, RS: Artmed, 2017; 5- BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção
Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. (Série E. Legislação em Saúde); 6- BRASIL.
Ministério da Saúde . Portaria no. 2.436 de 21 de setembro de 2017. Brasília: Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil, 2017; 7- Gordis L. Epidemiologia. Editora Revinter.
2017. 5a Edição. / Gordis L. Epidemiology. Elsevier Science. 2014. Fifth Edition; 8-
Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Cadernos de atenção Básica.
Biblioteca. Publicações. Cadernos. Disponível em: http://aps.saude.gov.br/biblioteca/index.
19 - Área de Conhecimento: FARMACOBOTÂNICA E FARMACOGNOSIA (2 vagas).
Faculdade de Farmácia
Departamento de Farmácia e Administração Farmacêutica (MAF)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita, prática e didática no período de 01/07/2024 a 19/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Farmácia. Doutorado em Química de
Produtos Naturais; Botânica; Biotecnologia Vegetal; Ciências Aplicadas a Produtos para
Saúde; Ciências Farmacêuticas; Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos; Química
Orgânica; Química (Química Orgânica).
Prova Prática: Os candidatos deverão demonstrar competência e habilidade na
prática de identificação de estruturas anatômicas de órgãos vegetais: raízes, caules, rizomas,
bulbos, cascas, folhas, flores, frutos (pericarpo e semente). A prova prática constará de
cinco questões contendo imagens de cortes histológicos vegetais obtidas em microscópio
óptico, fornecidas pelo Laboratório de Farmacognosia e Farmacobotânica do Departamento
de Farmácia e Administração Farmacêutica (MAF). Os candidatos deverão observar as
lâminas em microscópio óptico e descrever em papel as imagens de acordo com uma
análise anatômica do material. Cada análise deverá ser realizada em até 2 minutos para
cada microscópio em sistema de rodízio, totalizando 10 minutos para as cinco questões.
Ementa: 1- Aspectos de estudos e subdivisões da farmacognosia; 2- Noções de
taxonomia vegetal: identificação botânica, regras de nomenclatura, sistemas e categorias
taxonômicas; 3- Características morfológicas (macro e microscópicas) de raízes, caules,
folhas, flores, frutos e sementes; 4- Etnobotânica e herborização; 5- Conceitos de planta
medicinal, droga vegetal, derivado vegetal, princípio ativo e marcador químico; 6- Controle
de qualidade farmacognóstico e pesquisa de falsificações; 7- Processos extrativos, métodos
de purificação, isolamento e identificação de princípios ativos e marcadores químicos; 8-
Biossíntese vegetal: aspectos do metabolismo primário e secundário; 9- Plantas medicinais:
interesse, legislação, cultivo, colheita, preparação e conservação de drogas vegetais; 10-
Produtos naturais de interesse farmacêutico: distribuição na natureza, função nas plantas,
propriedades físico-químicas, métodos de extração e purificação, métodos de pesquisa,
métodos de doseamento, critérios de classificação, origem biossintética, usos e
propriedades terapêuticas de substâncias fenólicas, saponinas, taninos, antraderivados,
glicosídeos cardiotônicos, heterosídeos senevólicos e cianogênicos, óleos essenciais e
alcaloides; 11- Produtos naturais de origem marinha.
Bibliografia: 1- Arduin, M.; Kraus, J.E. Manual Básico de Métodos em Morfologia
Vegetal Seropédica, RJ: Editora Universidade Rural - EDUR. 1997; 2- Brasil. Ministério da
Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n°
26, de 13 de maio de 2014. Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos e o
registro e a notificação de produtos tradicionais fitoterápicos; 3- Brasil. Ministério da
Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Farmacopeia Brasileira. 6a edição. Volume
II. Monografias das plantas medicinais (2019); 4- Brasil. Ministério da Saúde. Agência
Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 2a
edição. Volume II. Monografias das plantas medicinais (2021); 5- CUTLER, D.F.; BOTHA, T.;
STEVENSON, D.W. Anatomia vegetal - Uma abordagem aplicada. São Paulo: Artmed, 2011.
304p; 6- da Glória, B.A.; Carmello-Guerreiro, S.M. Anatomia Vegetal, 3a edição, Editora
UFV, (2012); 7- de Oliveira, F.; Akisue, G.; Akisue, M.K. Farmacognosia, Editora Atheneu,
(2005); 8- de Oliveira, F.; Akisue, G.; Akisue, M.K. Farmacognosia - Identificação de Drogas
vegetais, 2a ed., Editora Atheneu, (2014); 9- de Oliveira, F.; Akisue, G. Fundamentos de
Farmacobotânica e de Morfologia vegetal, 3a ed., Editora Atheneu, (2008); 10- de Oliveira,
F.; Saito, M.L. Práticas de Morfologia Vegetal, 2a edição, Editora Atheneu, São Paulo (SP),
(2016); 11- Dewick, P. M. Medicinal natural products: a biosynthetic approach. 2nd ed.
Chicester: John Wiley & Sons, 2002. 466p; 12- Esau, K. Anatomia das Plantas com
Sementes, Editora
Edgard Blücher,
(1986); 13-
Evans, W.C.
Trease and
Evans'
pharmacognosy. International Edition. Editora W B Saunders Co Ltd, 2009. 616p; 14-
GONÇALVES, E. G. e LORENZI, H. Morfologia Vegetal - Organografia e dicionário ilustrado de
morfologia das plantas vasculares. 2a ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2011. 550p; 15-
Hostettmann, K.; Queiroz, E.F.; Vieira, P.C. Princípios Ativos de Plantas Superiores. Edufscar,
São Carlos (SP). 152 p. (2003); 16- LORENZI, H.; ABREU MATOS, F.J. Plantas medicinais no
Brasil: nativas e exóticas. 3a ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2021. 576p; 17- Revista
Brasileira de Farmacognosia, Órgão Oficial da Sociedade Brasileira de Farmacognosia.
Elsevier, 1 volume anual com 6 fascículos; 18- Robbers, J.E.; Speedie, M.K.; Tyler, V.E.
Farmacognosia Farmacobiotecnologia Editorial Premier, (1997); 19- Schulz, V.; Hänsel, R.;
Tyler, V.E. Fitoterapia Racional, 4a ed. (1a Ed. Brasileira), Editora Manole, Barueri (SP),
(2002); 20- Simões, C.M.O.; Schenkel, E.P.; Gosmann, G.; de Mello, J.C.P.; Mentz, L.A.;
Petrovick, P.R. Farmacognosia: da planta ao medicamento, 6a edição, Editora da
Universidade (UFRS) e Editora da UFSC, (2010); 21- Souza, G.H.B.; De Mello, J.C.P.; Lopes,
N.P. Revisões em processos e técnicas avançadas de isolamento e determinação estrutural
de ativos de plantas medicinais Ouro preto-MG: UFOP, 2012. 312p; 22- Souza, L.A .
(Org.).Anatomia do Fruto e da Semente, editora UEPG, 1a edição, Ponta grossa (2006); 23-
SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica Sistemática: Guia ilustrado para identificação de
famílias de fanerógamas nativas e exóticas do Brasil, baseado em APG IV. 1a ed. São Paulo:
Instituto Plantarum, 2019. 768p; 24- SOUZA, V. C.; FLORES, T. B.; LORENZI, H. Introdução à
Botânica: morfologia. São Paulo: Instituto Plantarum, 2013. 224p; 25- Torssell, K.B.G.
Natural Product Chemistry, 2a ed., John Wiley and Sons, New York (USA), (1997); 26-
Wagner, H.; Bladt, S. Plant Drug Analysis: a thin layer chromatography atlas, 2a ed.
Springer-Verlag, 
Berlin 
(Germany), 
(1996); 
27- 
Wagner-Wisenauer. 
Fitoterapia,
Fitofármacos, Farmacologia e Aplicações Clínicas, 2a Ed., Pharmabooks, (2006); 28- WHO.
Quality control methods for medicinal plants. WHO/PHARM/92.559. Genebra, 1992.
(Processo 944/2014-FCF/CAr.); 29- Wiiliamsom, E.M.; Okpako, D.T.; Evans, F.J., Selection,
Preparation and Pharmacological of Plant Material in Pharmacological Methods in
Phytotherapy Research. John Wiley & Sons Ltd. Chichester, England. Vol. 1: 131. (1996); 30-
Yunes, R.A.; Calixto, J.B. Plantas Medicinais sob a Ótica da Química Medicinal Moderna,
Argos Editora Universitária, Chapecó (SC), (2001).
20 - Área de Conhecimento: FÍSICA TEÓRICA GERAL (2 vagas).
Instituto de Física
Departamento de Física (GFI)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita, prática e didática no período de 08/07/2024 a 13/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Física ou Astronomia ou Matemática.
Doutorado em Física ou Astronomia ou Matemática ou Nanociência.
Prova Prática: A prova prática consistirá de duas etapas, a saber a apresentação
e defesa pelo(a) candidato(a) de um plano de trabalho.
§1. A duração total permitida para a prova prática será de 30 minutos, sendo
15 minutos para a apresentação e 15 minutos para a defesa.
§2. O plano de trabalho deverá descrever as atividades de pesquisa, dentro da
área de conhecimento do concurso, que o(a) candidato(a) pretende realizar como
professor(a) do Departamento de Física caso seja contratado(a), com ênfase nos primeiros
três anos.
§3. Na sua apresentação, o(a) candidato deverá demonstrar sua capacidade de
propor, desenvolver e comunicar novas teorias ou experimentos na(s) área(s) da Física
coberta(s) pelo concurso, levando em consideração os critérios de avaliação descritos no
§7 abaixo.
§4. A apresentação do plano de trabalho será realizada por meio de uma
exposição oral pelo(a) candidato(a), preferencialmente com o auxílio de slides
eletrônicos.
§5. O Departamento de Física
disponibilizará a infraestrutura para a
apresentação, a saber: quadro, giz ou canetas, computador e projetor. Caso deseje utilizar
o computador fornecido, o(a) candidato(a) deverá trazer uma cópia de sua apresentação
em um pen-drive, preferencialmente em formato PDF. Caso o(a) candidato(a) opte por
utilizar seu próprio computador, ou por utilizar arquivos em um outro formato que não
PDF, ou por importar sua apresentação diretamente da internet, o Departamento não se
responsabilizará por eventuais problemas técnicos ou de compatibilidade de software ou
hardware. Caberá à banca decidir se dará ao (à) candidato(a) um tempo extra para
resolver esses problemas.
§6. Após a apresentação, ocorrerá a defesa do plano de trabalho, na forma de
uma arguição livre do(a) candidato(a) por todos os membros da banca, levando em conta
os critérios de avaliação descritos no item §7. O(A) Presidente da banca será responsável
por definir a ordem da arguição.
§7. A banca examinadora adotará como diretrizes norteadoras para a avaliação
da Prova Prática os seguintes critérios:
I - Clareza da exposição do contexto e objetivos científicos do plano de
trabalho.
II - Originalidade e relevância científica do plano de trabalho, considerando-se
o estado-da-arte da pesquisa nacional e internacional;
III - Adesão do plano proposto à área de conhecimento do concurso;
IV - Domínio pelo(a) candidato(a) dos conceitos básicos e do estado atual da
área de pesquisa proposta;
§8. A avaliação de cada candidato(a) será restrita ao intervalo entre o início da
sua apresentação e o fim da sua arguição.
§9. As provas práticas de todos(as) os(as) candidatos(a) serão gravadas em
vídeo, ficando as gravações disponíveis publicamente após o anúncio do resultado do
concurso.
§10. Caso tiver utilizado slides na sua apresentação, o(a) candidato(a) deverá
fornecer à banca uma cópia digital dos mesmos, para fins de arquivo. Após o anúncio do
resultado do concurso, os arquivos ficarão disponíveis publicamente.
§11. É vedado a qualquer candidato(a) assistir à prova prática de outro(a), seja
ao vivo ou na forma de registro em vídeo, antes do anúncio do resultado do concurso.
Ementa: 1- Mecânica da partícula, trabalho e energia; 2- Leis de conservação;
3- Cinemática e dinâmica do corpo rígido; 4- Rotações e momento angular; 5- Hidrostática
e hidrodinâmica; 6- Oscilações e ondas mecânicas; 7- Gases ideais e reais, leis da
termodinâmica; 8- Equações de Maxwell, ondas eletromagnéticas; 9- Reflexão, refração e
difração da luz; 10- Princípios da mecânica quântica.
Bibliografia: 1- H. Moysés Nussenzveig, Curso de Física Básica, vols. 1, 2, 3 e 4,
Editora Blucher; 2- R. P. Feynman, Lições de Física, vols. 1, 2 e 3, Editora Bookman.
21- Área de Conhecimento: FÍSICO-QUÍMICA (1 vaga).
Instituto de Química
Departamento de Físico-Química (GFQ)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 08/07/2024 a 15/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Química - Licenciatura e Bacharelado,
Química Industrial, Engenharia Química, Farmácia, Física - Licenciatura e Bacharelado.
Doutorado em Ciências Químicas, Engenharia Química, Tecnologia de Processos Químicos
e Bioquímicos, Ciência dos Materiais, Física e Nanotecnologia.
Ementa: 1- Primeira Lei da Termodinâmica; 2- Segunda Lei da Termodinâmica;
3- Equilíbrio de fases de substâncias puras e misturas; 4-Termodinâmica de soluções; 5-
Equilíbrio químico; 6- Espectroscopia de Infravermelho e Espectroscopia Raman; 7-
Espectroscopia de UV-Vis; 8-Espectroscopia de Emissão e Absorção de Raios X; 9-
Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear; 10- Espectroscopia de Ressonância
Magnética Eletrônica.
Bibliografia: 1- Atkins, P. e Paula J. Físico-Química, 10a edição. Vol. 1 e 2. LTC
2018; 2.- Levine, I. Physical Chemistry 6th Edition, McGraw-Hill Education 2008; 3-
McQuarrie D.A. and Simon J.D. Phusical Chemistry: a molecular approach, University
Science Book, 1997; 4- Pavia, D., Lampman, G., Kriz, G. e Vyvyan, J. Introdução à
espectroscopia. 2a Edition, Cengage Learning, 2015; 5- McHale, Jeanne L. Molecular
spectroscopy. CRC Press, 2017; 6. Sala, O. Fundamentos de espectroscopia Raman e no
Infravermelho, Editora Unesp, 2011; 7- Bhuyan, Abani. Fundamental Concepts of Molecular
Spectroscopy. CRC Press, 2023; 8- Herzberg, G., Atomic Spectra and Atomic Structure.
Dover Publications, 2008; 9- Als-Nielsen J. and McMorrow, D. Elements of modern X-ray
Physics John Willey & Sons Ltd, 2011; 10- Weil, J.A. Bolton, J.R. Electron Paramagnetic
Resonance: Elementary Theory and Practical Applications 2nd edition, John Willey & Sons
Ltd , 2007.
22- Área de Conhecimento: GEOGRAFIA E GEOINFORMAÇÃO (1 vaga).
Instituto de Geociências
Departamento de Geografia (GGE)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 15/07/2024 a 22/07/2024.
Formação
dos 
candidatos:
Graduação
em
Geografia. 
Doutorado
em
Geografia.
Ementa: 1- Escala: importância na Geografia e em estudos geoinformacionais;
2- Representação de dados espaciais. Generalização e simbolização cartográfica; 3-
Cartografia escolar: conceitos, abordagens e métodos; 4- Dados geográficos e
geoinformação. GIScience e Sistemas de Informações Geográficas; 5- Bancos de Dados
Geográficos e Análise Espacial aplicados ao planejamento territorial e ambiental; 6-
Conhecimento 
Espacial 
e
Mapeamentos 
Participativos; 
7- 
Bases
de 
dados
geoinformacionais, imagens de sensoriamento remoto e globos virtuais no ensino da
Geografia; 8- Sensoriamento Remoto na representação de fenômenos em diferentes
escalas e dinâmicas. Potencialidades e limitações para o planejamento territorial e
ambiental; 9- Classificação de imagens: evolução das abordagens metodológicas; 10- Cubos
de Dados de Observação da Terra e o paradigma temporal no sensoriamento remoto.
Bibliografia: 1- ANJOS, R. S. A. dos. A espacialidade do Brasil africano, a
governança secular escravocrata e as perspectivas de uma articulação antirrracista para o
território
nacional.
Revista 
da
ANPEGE,
2022.
https://doi.org/10.5418/ra2022.v18i36.16232; 2- BELGIU, M. e DRAGUT, L. Random forest
in remote sensing: A review of applications and future directions. ISPRS Journal of
Photogrammetry 
and
Remote 
Sensing,
v. 
114,
p. 
24-31,
2016.
https://doi.org/10.1016/j.isprsjprs.2016.01.011; 3- BLASCHKE, T. e MERSCHDORF, H.
Geographic information science as a multidisciplinary and multiparadigmatic field.
Cartography 
and
Geographic 
Information
Science, 
41:3,
196-213, 
2014.
DOI:
https://doi.org/10.1080/15230406.2014.905755; 4- BROTTON, J. Informação In: Uma
História do Mundo em Doze Mapas. Editora Zahar, capítulo 12, pp. 447-483, 2014; 5-

                            

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