DOU 22/02/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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58
Nº 36, quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
BUZAI, G. D. Geografía global. El paradigma geotecnológico y el espacio interdisciplinario
en la interpretación del siglo XXI. Estudios geográficos, v. 62, n. 245, p. 621-648, 2001; 6-
C MARA, G. On the semantics of big Earth observation data for land classification. Journal
of
Spatial
Information
Science,
n.
20,
p.
21-34,
2020.
http://dx.doi.org/10.5311/JOSIS.2020.20.645; 7- C MARA, G. Representação Computacional
de Dados Geográficos. In: CASANOVA, M.; C MARA, G.; DAVIS, C.; VINHAS, L. e QUE I R OZ ,
G.
R.
(Eds.).
Banco
de
Dados
Geográficos,
2005.
http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/bdados/cap1.pdf; 8-
C MARA, G.; DAVIS,
C. e
MONTEIRO,
A.
M.
V.
Introdução
à
Ciência
da
Geoinformação.
http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/index.html; 9- CARVALHO, V. M. S. G.
Sensoriamento remoto no ensino básico da Geografia: definindo novas estratégias. Tese de
Doutorado. Programa de Pós-graduação em Geografia, UFRJ, 2006; 10- CARVALHO, V. M.
S. G.; RICHTER, M.; CRUZ, C. B. M. e SEABRA, V. S. Uso de geotecnologias livres no ensino
básico: uma proposta em implementação e avaliação. In: EGLER, T. T. C. (org.). De baixo
para cima: Política e tecnologia na Educação. Editora Letra Capital, 2014. 247p; 11-
CASTIGLIONE, L. H. G. Evolução Histórica da Geoinformação. Prefácio In: MENEZES, P. M.
L.; FERNANDES, M. C. e CRUZ, C. M. (Orgs.). Cartografias do Ontem, Hoje e Amanhã.
Editora Apris. 33 pgs, 2021. (ISBN: 978-65-250-1919-2); 12- DRUCK, S.; CARVALHO, M. S.;
C MARA, G. e MONTEIRO, A. V. M. (eds.). Análise Espacial de Dados Geográficos. Brasília:
EMBRAPA, 2004. (ISBN: 85-7383-260-6). http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/analise/; 13-
GIRARDI, G. Funções de Mapas e Espacialidade: elementos para modificação da cultura
cartográfica na formação em Geografia. Revista Brasileira de Cartografia, [S. l.], v. 66, n. 4,
2014.
DOI:
https://doi.org/10.14393/rbcv66n4-44687.
Disponível
em:
https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/44687. Acesso
em:
19 set. 2023; 14- GOODCHILD, M. F. Citizens as sensors: the world of volunteered
geography. GeoJournal, 69: 211-221. 2007. https://doi.org/10.1007/s10708-007-9111-y; 15-
GOODCHILD, M. F. Twenty years of progress: GIScience in 2010. Journal of spatial
information science, v. 2010, n. 1, p. 3-20, 2010. http://dx.doi.org/10.5311/JOSIS.2010.1.2;
16- HUQ, M. V. Digital Earth: the impact of geographic technology through the ages.
Master
of
Science
in
Geoinformatics,
Hunter
College,
2021.
https://academicworks.cuny.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1812&context=hc_sas_etds;
17- JENSEN. J. Sensoriamento Remoto do Ambiente: uma perspectiva em recursos
terrestres. Publicado por Sadeckgeo. 2009. (ISBN: 97885605070601); 18- LONGLEY, P. A.;
GOODCHILD, M. F.; MAGUIRE, D. J. e RHIND, D. W. Sistemas e ciência da informação
geográfica. Porto Alegre: Bookman, 2013. 540p. (ISBN: 978-8565837-69-9); 19- MA, L.; LI,
M.; MA, X.; CHENG, L.; DU, P. e LIU, Y. A review of supervised object-based land-cover
image classification. ISPRS Journal of Photogrammetry and Remote Sensing, v. 130, p. 277-
293, 2017. https://doi.org/10.1016/j.isprsjprs.2017.06.001; 20- MA, L.; LIU, Y.; ZHANG, X.;
YE, Y.; YIN, G. e JOHNSON, B. A. Deep learning in remote sensing applications: A meta-
analysis and review. ISPRS Journal of Photogrammetry and Remote Sensing, v. 152, p. 166-
177,
2019.
https://doi.org/10.1016/j.isprsjprs.2019.04.015;
21- MENEZES, P. L. e
FERNANDES, M. C. Roteiro de Cartografia. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. 288p; 22-
NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. São Paulo: Blucher,
2010. 387 p. (ISBN: 978-85-212-0540-1); 23- SIMOES, R.; CAMARA, G.; QUEIROZ, G.;
SOUZA, F.; ANDRADE, P. R.; SANTOS, L.; CARVALHO, A. e FERREIRA, K. Satellite Image Time
Series Analysis for Big Earth Observation Data. Remote Sensing. 2021. 13(13):2428.
https://doi.org/10.3390/rs13132428; 24- TAMIMINIA, H.; SALEHI, B.; MAHDIANPARI, M.;
QUACKENBUSH, L.; ADELI, S. e BRISCO, B. Google Earth Engine for geo-big data
applications: A meta-analysis and systematic review. ISPRS Journal of Photogrammetry and
Remote Sensing, 164, 152-170, 2020. https://doi.org/10.1016/j.isprsjprs.2020.04.001; 25-
TYNER, J. Introduction to Thematic Cartography. Prentice Hall, 1992. 299p.
23 - Área de Conhecimento:
GEOGRAFIA HUMANA COM ÊNFASE NA
FORMAÇÃO TERRITORIAL, GEOGRAFIA AGRÁRIA E REGIONAL DO BRASIL (1 vaga).
Instituto de Geociências
Departamento de Geografia (GGE)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 08/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Geografia. Doutorado em Geografia
ou História ou Sociologia ou Economia ou Planejamento Urbano e Regional ou
Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade.
Ementa: 1- Formação territorial do Brasil no contexto da constituição do
sistema-mundo moderno-colonial; 2- Terra, classe e raça na formação do território
brasileiro; 3- Regiões de fronteira e a formação do território, da nação e do Estado
brasileiro; 4- As ideologias geográficas na formação do território brasileiro; 5- Conceitos de
região, regionalismo, regionalização e a questão das escalas na leitura do espaço brasileiro;
6- Divisões territoriais do trabalho e dinâmica regional do espaço brasileiro: formação e
tendências contemporâneas; 7- Desenvolvimento, desigualdades regionais no Brasil e
políticas de superação; 8- Geografias do turismo e usos do território no Brasil:
contradições socioespaciais e dinâmicas regionais; 9- Modernização da agricultura,
apropriação da natureza e a inserção do Brasil na economia global; 10- Conflitos por terra
e território: a atualização e complexificação da questão agrária brasileira.
Bibliografia: 1- ALENTEJANO, P. R. R. Questão agrária no Brasil atual: uma
abordagem a partir da geografia. Terra Livre, v. 36, p. 116-142, 2011; 2- BECKER, Bertha.
A fronteira em fins do século XX: oito proposições para um debate sobre a Amazônia
(1990a). In: VIEIRA, I.C.G. As Amazônias de Bertha K. Becker: ensaios sobre geografia e
sociedade na região Amazônica. Vol. 1. 1ª ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2015, pp.265-
279; 3- BECKER, Bertha. Amazônia: Geopolítica na virada do III milênio. Garamond: Rio de
Janeiro,
2007; 4-
BRANDÃO, Carlos
(2020). Para
pensar as
espacialidades e
as
temporalidades dos processos sociais regionalizados em conjuntura de crise disruptiva. In:
SOUSA, Cidoval Moraes et al. (2020). Celso Furtado: a esperança militante (desafios).
Campina Grande, EDUEPB; 5- BRANDÃO, Carlos Mudanças produtivas e econômicas e
reconfiguração territorial no Brasil no início do século XXI. Revista Brasileira de Estudos
Urbanos e Regionais, 21(2), p.258-279, 2019; 6- CASANOVA, Pablo González. Colonialismo
interno (una redefinición). In: BORON, Atilio, AMADEO, Javier e GONZÁLEZ, Sabrina (orgs.)
La teoría marxista hoy. CLACSO, Buenos Aires, 2006; 7- CHAUÍ, Marilena. Brasil: mito
fundador e sociedade autoritária (5ª reimpressão). Editora Fundação Perseu Abramo: São
Paulo, 2004; 8- COY, M., KLINGLER, M., KOHLHEPP, G. De frontier até pós-frontier: regiões
pioneiras no Brasil dentro do processo de transformação espaço-temporal e sócio-
ecológico. Confins - Revista franco-brasileira de geografia, n. 30, p. 1-48, 2017; 9- CRUZ, R.
Políticas públicas de turismo no Brasil: território usado, território negligenciado. Geosul,
Florianópolis, v. 20, n. 40, p. 27-43, jul./dez. 2005; 10- CRUZ, Rita de Cássia Ariza da.
(2020)
Ensaio
sobre
a
relação
entre Estado,
políticas
públicas
de
turismo
e
desenvolvimento regional no Brasil. Confins. DOI: 10.4000/confins.26416; 11- CRUZ, Rita de
Cássia Ariza da, « Desenvolvimento desigual e turismo no Brasil », Confins [En ligne], 36
| 2018, mis en
ligne le 02 juillet 2018, consulté le
09 octobre 2022. URL:
http://journals.openedition.org/confins/13707
;
DOI
:
https://doi.org/10.4000/confins.13707; 12- FREDERICO, S. Economia política do território e
as forças de dispersão e concentração no agronegócio brasileiro. GEOgraphia (UFF), v. 17,
p. 68-94, 2015; 13- GROSFOGUEL, Ramón. Para descolonizar os estudos de economia
política e os estudos pós-coloniais: Transmodernidade, pensamento de fronteira e
colonialidade global. Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, p. 115-147, março 2008; 14-
HAESBAERT, Rogério. Regional-Global: Dilemas da região e da regionalização na geografia
contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010; 15- HEREDIA, B; PALMEIRA, M. G. S.;
LEITE, S. Sociedade e economia do agronegócio no Brasil. Revista Brasileira de Ciências
Sociais (Impresso), v. 25, p. 159-196, 2010; 16- LENCIONI, Sandra. Região e Geografia. 2.
ed. São Paulo: EDUSP, 2007. v. 1. 214 p; 17- MARTINS, José de Souza. Fronteira. A
degradação do Outro nos confins do humano. São Paulo: Editora Hucitec, 1997; 18-
MARTINS, José de Souza. O cativeiro da terra. São Paulo: Editora Contexto, 2010; 19-
MONTEIRO
NETO, Aristides
(2020).
Desenvolvimento
Regional no
Brasil:
políticas,
estratégias e perspectivas, Vol.2. Rio de Janeiro: IPEA; 20- MOORE, Adam. Repensar a
escala como uma categoria geográfica: da análise para a prática. GEOgraphia, Niterói, vol.
20, n. 42, pp. 3-24, jan./abr. 2018; 21- MORAES, Antônio Carlos Robert. Bases da Formação
Territorial do Brasil: O território colonial brasileiro no 'longo' Século XVI. São Paulo:
Hucitec, 2000; 22- MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia histórica do Brasil:
capitalismo, território e periferia. São Paulo: Annablume, 2011. 156p; 23- MORAES,
Antônio Carlos Robert. Ideologias geográficas: Espaço, Cultura e Política no Brasil. São
Paulo: Hucitec, 1987; 24- MORAES, Antônio Carlos Robert. Território e História no Brasil.
São Paulo: Annablume/Hucitec, 2002; 25- MOREIRA, Ruy. A formação espacial brasileira:
contribuição crítica aos fundamentos espaciais da geografia do Brasil. 2ª ed. Rio de
Janeiro: Consequência, 2014; 26- MOREIRA, Ruy. Mudar para manter exatamente igual: os
ciclos espaciais de acumulação. O espaço total. Formação do espaço agrário brasileiro. Rio
de Janeiro: Consequência, 2018; 27- MOREIRA, Ruy. Sociedade e espaço geográfico no
Brasil. São Paulo: Contexto, 2011. 159p; 28- OLIVEIRA, A. U. A mundialização do capital e
a crise do neoliberalismo: o lugar mundial da agricultura brasileira. GEOUSP: espaço e
tempo, v. 19, p. 228-244, 2015; 29- PACHECO DE OLIVEIRA, J. A formação do Brasil e
outros ensaios: pacificação, regime tutelar e formação de alteridades. Rio de Janeiro:
Contracapa, 2016; 30- PORTO- -GONÇALVES, Carlos Walter; ALENTEJANO, Paulo Roberto
Raposo. A violência do latifúndio moderno-colonial e do agronegócio nos últimos 25 anos.
Rn, v. 11, p. 1; 31- QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América
Latina. LANDER, Edgardo (org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais.
Perspectivas latinoamericanas. CLACSO, Buenos Aires, Argentina. 2005; 32- SANTOS,
Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: Território e sociedade no início do século XXI. 9°
ed. Record, 2006; 33- SILVA, Carlos Alberto Franco da Silva. A Modernização Distópica do
Território Brasileiro. Rio de Janeiro: Consequência, 2019; 34- VELHO, Otávio Guilherme.
Capitalismo autoritário e campesinato: um estudo comparativo a partir da fronteira em
movimento. São Paulo - Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 1979
[2009a].
24 - Área de Conhecimento: GEOGRAFIA REGIONAL-MUNDO E AMÉRICA LATINA (1 vaga).
Instituto de Geociências
Departamento de Geografia (GGE)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 08/07/2024 a 15/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Geografia; Relações Internacionais;
Economia; Ciências Políticas; Ciências Sociais; Sociologia; História. Doutorado em Geografia;
Relações Internacionais; Economia; Ciências Políticas; Ciências Sociais; Sociologia; História;
Planejamento Urbano e Regional. (Obs.: uma das formações, em pelo menos um dos graus
- graduação ou doutorado - deverá ser em Geografia).
Ementa: 1- Constituição e dinâmica do sistema-mundo capitalista moderno
colonial; 2- Regionalização do mundo: geoeconomia, geopolítica, geocultura e natureza
entre blocos internacionais, civilizações e continentes; 3- Economia política no espaço
internacional: da hegemonia neoliberal às variedades de capitalismo; 4- Blocos
econômicos: contexto geo-histórico e geopolítico de sua formação. Exemplos como UE,
USMCA, Mercosul, BRICS, ASEAN, RCEP; 5- Relações e tensões entre as potências EUA e
China numa perspectiva geo-histórica e geopolítica global; 6- Conflitos geopolíticos
contemporâneos, desigualdades e discriminações Norte-Sul e efeitos na mobilidade da
população; 7- Sistema-mundo, releitura das relações centro-periferia e espaços de
insurgência subalternizados, especialmente na América Latina; 8- Um mundo uni-, bi- ou
multipolar? O papel de potências regionais da (semi-) periferia, como o Brasil, e
reorganização da disputa por hegemonia; 9- Ecologia política dos recursos naturais e
neoextrativismo na periferia do sistema-mundo: África e América Latina em disputa; 10-
Geopolítica do meio ambiente, em especial da água e das mudanças climáticas: a
importância da América Latina e da Amazônia; 11- América Latina entre progressismo e
(neo-)conservadorismo, reprimarização e extrativismo no contexto de teorias descoloniais
que questionam formas de dependência e propõem territórios de re-existência.
Bibliografia: 1- Alami, I.; Dixon, A. D. The strange geographies of the 'new' state
capitalism. Political Geography, 82, 2020; 2- Alami, I.; Dixon, A. D.; Mawdsley, E. State
capitalism and the new global D/development regime. Antipode, 53(5), 1294-1318, 2021;
3- Arrighi, G. Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI. São Paulo:
Boitempo, 2008; 4- Becker, B. K. Geopolítica da Amazônia. Estudos avançados, 19, 71-86,
2005; 5.=- Chomsky, N. Quem manda no mundo? São Paulo: Planeta, 2017; 6- Dávila, M.
& Wüst Zibetti, F. (Orgs.). A América Latina no mundo: desenvolvimento regional e
governança internacional. São Paulo: Edusp, 2014; 7- Fiori, J. L. O poder global e a nova
geopolítica das nações. In: CyE, Ano 1, n° 2, 1° Semestre 2009; 8- Fiori, J. L. A síndrome
de Babel e a disputa pelo poder global. Petrópolis: Editora Vozes, 2020; 9- Frieden, J.
Capitalismo global: história econômica e política do século XX. Rio de Janeiro: Zahar, 2008;
10- Haesbaert, R. Globalização e fragmentação no mundo contemporâneo. Niterói: UFF,
2013; 11- Haesbaert, R. & Porto-Gonçalves, C.-W. Nova des-ordem mundial. São Paulo:
UNESP, 2016; 12- Harvey, D. O problema da globalização. In: Revista Novos Rumos, n° 27
(13), 1998, p. 8-16; 13- Harvey, D. O Novo Imperialismo. São Paulo: Loyola, 2009; 14-
Helleiner, E. The diversity of economic nationalism. New political economy, 26(2), 229-238,
2021; 15- Hernandez, A. H. & Campos-Delgado, A. (Orgs.). Migración y movilidad en las
Américas. Buenos Aires/México; CLACSO/Siglo XXI, 2022; 16- Kollektiv orangotango+
(Orgs.).
This
is
not
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atlas.
Bielefeld:
transcript,
2018.
Disponível
em:
https://notanatlas.org/book/; 17- Lee, S. O., Wainwright, J., & Glassman, J. Geopolitical
economy and the production of territory: The case of US-China geopolitical-economic
competition in Asia. Environment and Planning A: Economy and Space, 50(2), 416-436,
2018; 18- Machado, D. Involución y resistencias. La nueva disputa por la hegemonía
geopolítica. In: Revista Viento Sur, n° 164, 6/7/2019; 19- Milanovic, B. Capitalismo sem
rivais: o futuro do sistema que domina o mundo. São Paulo: Todavia, 2020; 20- Quijano,
A. Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina. In: A colonialidade do saber:
eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO,
2005; 21- Porto-Gonçalves, C. W. A globalização da natureza e a natureza da globalização.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006; 22- Reinert, E. K. Como os países ricos ficaram
ricos... e por que os países pobres continuam pobres. Rio de Janeiro: Contraponto, 2016;
23- Peck, J., & Theodore, N. Variegated capitalism. Progress in human geography, 31(6),
731-772, 2007; 24- Rodney, W. Como a Europa subdesenvolveu a África. Lisboa: Seara
Nova, 1975; 25- Sassen, S. Expulsões: brutalidade e complexidade na economia global. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 2016; 26- Stuenkel, O. O mundo pós-ocidental: potências
emergentes e a nova ordem global. Rio de Janeiro: Zahar, 2018; 27- Thompson, H.
Disorder: hard times in the 21st century. Oxford: OUP, 2022; 28- Velasco e Cruz, S. Os
Estados Unidos no desconcerto do mundo: ensaios de interpretação. São Paulo: Editora
Unesp, 2012; 29- Wallerstein, I. A reestruturação capitalista e o sistema mundial. In:
Perspectivas, São Paulo, 20/21, 1997/1998, p. 249-267; 30- Whiteside, H.; Alami, I.; Dixon,
A. D.; & Peck, J. Making space for the new state capitalism, part I: Working with a
troublesome category. Environment and Planning A: Economy and Space, 55(1), 63-71,
2023; 31- Zibechi, R. Brasil potência: entre a integração regional e um novo imperialismo.
O 'mundo outro' em movimento. Rio de Janeiro: Consequência, 2013; 32- Zibechi, R.
Movimentos sociais na América Latina. O 'mundo outro' em movimento. Rio de Janeiro:
Consequência, 2020.
25 - Área de Conhecimento: GINECOLOGIA (1 vaga).
Faculdade de Medicina
Departamento Materno Infantil (MMI)
Classe A: Assistente A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 08/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Medicina. Mestrado em Ciências da
Saúde, Área Específica Ginecologia ou Saúde Materno Infantil.
Ementa: 1- Anatomia da pelve feminina; 2- Propedêutica em Ginecologia; 3-
Endometriose; 4- Distopias genitais e incontinência urinária; 5- Sangramento Uterino
Anormal; 6- Leiomioma uterino; 7- Contracepção; 8- Lesões precursoras e câncer do colo
uterino; 9- Lesões precursoras e câncer do endométrio; 10- Patologia benigna e maligna
dos ovários; 11- Climatério; 12- Vulvovaginites; 13- Infeções sexualmente transmissíveis;
14- DIPA/Pelviperitonite.
Bibliografia: 1- Berek e Novak's Gynecology - 16th edition, 2020; 2-Speroff's -
Clinical Gynecology Endocrinology and Infertility - 9th edition, 2020; 3-Tratado de
Ginecologia - FEBRASGO, 2019; 4-Consenso Brasileiro de Terapêutica Hormonal da
Menopausa - SOBRAC, 2018; 5- Medical Elegibility Criteria for Contraceptive Use - 5th
edition, 2020; 6 - Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer de colo uterino - 2a.
edição 2016; 7- Protocolo Clínico e diretrizes terapêuticas para atenção integral às pessoas
com infecções sexualmente transmissíveis (IST) - Ministério da Saúde, 2022.
26 - Área de Conhecimento: LEGISLAÇÃO COMERCIAL E TRIBUTÁRIA APLICADA
À CONTABILIDADE (1 vaga).
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