DOU 22/02/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

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63
Nº 36, quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
de arquitetura paisagística. Rio de Janeiro, 2023; 6- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
TÉCNICAS. NBR 17006. Desenho técnico - Requisitos para representação dos métodos de
projeção. Rio de Janeiro, 2021; 7- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
17068. Desenho técnico - Requisitos para representação de dimensões e tolerâncias. Rio
de Janeiro, 2022; 8- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6409:
Tolerâncias geométricas - Tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento -
Generalidades, símbolos, definições e indicações em desenho. Rio de Janeiro, 2017; 9-
CAMPOS NETTO, C. Autodesk Revit Architecture: conceitos e aplicações. 1ª ed. Rio de
Janeiro: Saraiva, 2017; 10- CARVALHO, M. G.; FONSECA, G. A. Croqui x Modelo
Tridimensional x Maquete Eletrônica. UFRJ. In: GRAPHICA 2007. Anais [...]. Curitiba: UFPR,
2007; 11- CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman,
1996; 12- CHING, F. D. K.; JUROSZEK, S. P. Representação gráfica para desenho e projeto.
São Paulo: Gustavo Gili, 2011; 13- FARRELLY, L. Drawing for Urban Design. London:
Laurence King Publishing, 2011; 14- FARRELLY, L. Técnicas de representação. Porto Alegre:
Bookman, 2011; 15- FLORIO, W. Modelagem paramétrica, criatividade e projeto: duas
experiências com estudantes de arquitetura. Gestão e Tecnologia de Projetos, São Carlos,
v. 6, n. 2, p. 43-66, dez. 2011; 16- FLORIO, W. Tecnologia da informação na construção
civil: contribuições do Building Information Modeling no processo de projeto em
arquitetura. In: III FÓRUM DE PESQUISA FAU-MACKENZIE. Anais [...]. São Paulo: FAU-
MACKENZIE, 2007; 17- GELABERT, L. C. Concepción y representacion de la arquitectura. La
ensenanza de los nuevos medias y un antiguo debate. PSIAX: Estudos e reflexões sobre
desenho e imagem, Portugal, n.1, p.3-9, mar. 2002; 18- KÓS, J.; BORDE, A.; BARROS, D.
Construindo (n)o espaço virtual. Rio de Janeiro: PROURB-FAU-UFRJ, 2000; 19- LEVY, P. As
tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro:
Editora 34, 2011; 20- MANUAIS DE REVIT ARCHITECTURE. Versões 2020, 2021 e 2022; 21-
MONTANER, J. M. Do diagrama às experiências, rumo a uma arquitetura de ação. São
Paulo: Gustavo Gili, 2017; 22- MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. São Paulo: E.
Blucher, 2001; 23- MONTENEGRO, G. A. Geometria descritiva: aplicações, superfícies,
inserção. São Paulo: E. Blucher, 2015; 24- MONTENEGRO, G. A. Geometria descritiva:
fundamentos, seção plana, planificações. São Paulo: E. Blucher, 2015; 25- PRÍNCIPE
JÚNIOR, A. R. Noções de Geometria Descritiva, v. 1. 7ª ed. São Paulo: Nobel, 1983; 26-.
ROZESTRATEN, A. S. Modelagem manual como instrumento de projeto. Arquitextos, São
Paulo, ano 05, n. 049.04, Vitruvius, jun. 2004; 27- ROZESTRATEN, A. S. O desenho, a
modelagem e o diálogo. Arquitextos, São Paulo, ano 07, n. 078.06, Vitruvius, nov. 2006.
46 - Área de Conhecimento: SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO (2 vagas).
Escola de Engenharia
Departamento de Engenharia de Telecomunicações (TET)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 08/07/2024 a 13/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Engenharia de Produção, Análise de
Sistemas, Sistemas de Informação, Informática, Redes de Computadores, Engenharia de
Telecomunicações, Engenharia de Computação e Informação, Engenharia de Redes,
Engenharia de Redes de Comunicação,
Engenharia de Computação, Computação,
Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica e de
Computação, Engenharia Matemática, Engenharia Física, Engenharia de Comunicações,
Engenharia Eletrônica, Engenharia de Sistemas, Engenharia em Sistemas de Informação,
Matemática, Bacharelado em Matemática. Doutorado em Física, Instrumentação e Ótica
Aplicada, Informática - Engenharia Elétrica - Eletrônica - Engenharia Elétrica e Informática
Industrial, Teleinformática,
Engenharia Eletricista,
Engenharia Elétrica, Engenharia
Biomédica, Engenharia Elétrica e
de Telecomunicações, Eletrônica, Eletrotécnica,
Telecomunicações, Engenharia
Eletrônica e Computação, Ciência
da Computação,
Computação, Sistemas de Informação, Sistemas de Computação, Engenharia Elétrica e
Computação, Microeletrônica, Engenharia Elétrica e de Computação, Engenharia de
Teleinformática, Engenharia de Automação e Sistemas, Informática, Engenharia da
Informação, Sistemas
Eletrônicos, Automação
e Controle,
Engenharia de
Sistemas
Eletrônicos e de Automação, Matemática, Engenharia Civil, Engenharia de Produção.
Ementa: 1- Funcionamento básico da web; 2- Servidores web (apache, iis) e
clientes; 3- Protocolo http; 4- Introdução a html (conceitos básicos, listas, imagens;
navegação; tabela, formulário; divisão,frames e iframes; divisão); Javascript: Variáveis; 5-
Operadores; Comandos; 6- Desvios condicionais; 7- Repetições; 8- Funções intrínsecas e do
usuário; 9- Eventos; 10- Objetos básicos; 11- Mídias discretas e contínuas; 12- Técnicas de
compactação e compressão; 13- Mídia imagem, áudio e vídeo; 14- Sistemas multimídia e
hipermídia; 15- Aplicações multimídia distribuídas; 16- Infra-estrutura de telecomunicações
para aplicações multimídia distribuídas; 17- Aplicações tcp/ip; 18- Camadas superiores do
modelo osi (aplicação, apresentação e sessão); 19- Modelo peer-to-peer; 20- Conceito de
tipo abstrato de dado (tad); Implementações alternativas para um mesmo tad; tads: pilha,
fila, fila com prioridades, lista ordenada, lista duplamente encadeada, lista circular, grafos,
árvore binária, árvore binária de busca, árvore heap, árvores gerais; métodos de
ordenação interna; 21- Orientação a objetos (funções construtoras, funções destrutoras,
sobrecarga de métodos, sobrecarga de operadores); 22- Herança (herança simples,
herança múltipla); polimorfismo, funções virtuais e classes abstratas; tratamento de
exceções e erros.
Bibliografia: 1- Redes de Computadores e a Internet: Uma abordagem. Kurose
& Ross, Pearson, Addison Wesley, 2003; 2- Multimedia Fundamentals, Volume I: Media
Coding and Content Processing (2nd. Edition). Ralf Steinmetz, Klara Nahrstedt, Prentice
Hall, 2002; 3- Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols anda
Standards. F. Halsall, Addison-Wesley Publishing, 2000; 4- SANTOS, R. Programação
orientada a objetos usando Java. Campus, 2003; 5- SEDWICK, R. e WAYNE, K. Introduction
to Programming in Java - Interdisciplinary Approach. Addison-Wesley, 2007; 6- SIERRA, K.
e BATES, B. Use a cabeça Java. Alta Books, 2005; 7- SZWARCFHTER,J. L.; Markenzon, L.
Estruturas de Dados e seus Algoritmos - Rio de Janeiro - LTC Editora. 2010. 3a edição; 8-
TENENBAUM A. M.; Langsam, Y; Augenstein, M. J. Estruturas de Dados usando C - São
Paulo - Makron Books, 2004; 9- VELOSO, P. Estruturas de Dados - Rio de Janeiro - Campus,
1983; 10- SILVA, M. Criando Sites com HTML; São Paulo: Novatec Editora, 2008; 11-
Weinman, W. E.; Weinman, L. Design Criativo com Html.2; Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2002; 12- MONISON, M Use a Cabeça JavaScript; Rio de Janeiro: Alta Books,
2008.
47 - Área de Conhecimento: TEORIA E PRÁTICA DAS IMAGENS, COM ÊNFASE EM
FOTOGRAFIA AUDIOVISUAL (1 vaga).
Instituto de Arte e Comunicação Social
Departamento de Cinema e Vídeo (GCV)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 09/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Ciências humanas, Ciências sociais
aplicadas, Letras, linguística e artes, Interdisciplinar em sociais e humanas, Ciências exatas
e da terra, Ciências da saúde Doutorado em Comunicação, Cinema, Audiovisual,
Interdisciplinar, Linguística, Letras e Artes, Estudos de mídia, Educação, Filosofia, Ciências
Sociais, Engenharia, Arquitetura, Design.
Ementa: O
concurso tem
como objetivo
selecionar um
professor/uma
professora apto/a a ministrar disciplinas ligadas à teoria e à prática das imagens, desde os
fundamentos da fotografia audiovisual até sua realização nos mais diferentes contextos.
A/o docente também deverá estar apta para abordar aspectos teóricos e analíticos do
campo da imagem em relação às construções de sentido e sensações. Desse modo, o
concurso indica os seguintes pontos:
1- História da fotografia audiovisual; 2- A fotografia audiovisual como proposta
estética desde a pré-produção até a pós-produção; 3- Iluminação para audiovisual; 4-
Câmeras e materiais sensíveis para a captação de imagens em movimento; 5- Fotometria
e colorimetria no audiovisual; 6- Gênero e raça nas teorias e práticas da imagem no
audiovisual; 7- Questões estéticas e políticas nas imagens em movimento do cinema
expandido; 8- Diálogos entre histórias da arte e as imagens em movimento; 9- Práticas da
imagem em movimento e a escrita audiovisual; 10- Teorias e práticas da imagem em
movimento como possibilidades para a educação e imagens.
Bibliografia: 1- ALLOA, Emmanuel (org). Pensar a imagem. Belo Horizonte:
Autêntica Editora, 2015; 2- BARTHES, Roland. A Câmara Clara. Nota sobre a fotografia. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 1984; 3- CRARY, Jonathan. Técnicas do Observador: visão e
modernidade no século XIX. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012; 4- DOBAL, Susana,
ELSAESSER, Thomas. Cinema como arqueologia das mídias. São Paulo: SESC, 2018; 5-
GONÇALVES, Osmar (orgs.). Fotografia Contemporânea: fronteiras e transgressões. Brasília:
Casa das Musas, 2013; 6- DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico. Campinas: Papirus, 1994; 7-
FURTADO, Beatriz e DUBOIS, Philippe (orgs.). Pós-cinema, pós-fotografia. Novas
configurações das imagens. São Paulo: Sesc, 2019; 8- GAUDREAULT, André e MARION,
Philippe. O fim do cinema? Uma mídia em crise na era digital. Campinas: Papirus, 2016; 9-
HOOKS, bell. Olhares Negros: Raça e Representação. Belo Horizonte: Editora Elefante,
2019; 10- HUBERMAN, Didi. Imagens apesar de tudo. São Paulo: Ed. 34, 2020; 11-
MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas e pós-cinemas. Campinas: Papirus, 2014; 12- MARTINS,
Nelson. Fotografia da analógica à digital. São Paulo: SENAC, 2012; 13- MOURA, Edgar. 50
anos luz, câmera e ação. São Paulo: Ed. SENAC, 2010; 14- MOURA, Edgar. Da cor.
Florianópolis: iPhoto Editora, 2016; 15- OLIVEIRA, Rogério Luiz, TEDESCO, Marina Cavalcanti
(Orgs.). Cinematografia, expressão e pensamento. Curitiba: Appris, 2019; 16- RAMOS,
Fernão Pessoa. A imagem-câmera. Papirus Editora, 2016; 17- SANTAELLA, Lucia, e NÖTH,
Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. Iluminuras, 2020.
48 - Área de Conhecimento: UROLOGIA (1 vaga).
Faculdade de Medicina
Departamento de Cirurgia Geral e Especializada (MCG)
Classe A: Auxiliar - 40h
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 08/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Medicina.
Ementa: 1- Avaliação e preparo do doador vivo; 2- Seleção e preparo do
doador cadáver; 3- Seleção e preparo dos receptores; 4- Nefrectomia do doador vivo; 5-
Nefrectomia do doador cadáver; 6- Técnica de implante do enxerto renal; 7- Complicações
urológicas precoces; 8- Complicações urológicas tardias; 9- Complicações vasculares; 10-
Preparo do enxerto no doador cadáver.
Bibliografia: 1- Campbell-Walsh Urology 4-Volume Set 11Th Edition; 2- Hinman's
Atlas Urologic Surgery 4e 2017; 3- Smith's General Urology 18th Ed. Tanagho, EA;
McAninch, JW; 4- Laparoscopic Donor Nephrectomy: A Step-by-Step Guide 1st Ed .
UNIDADE DE ANGRA DOS REIS
49 - Área de Conhecimento: GEOGRAFIA HUMANA (2 vagas).
Instituto de Educação de Angra dos Reis
Departamento de Geografia e Políticas Públicas (DGP)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 066/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Geografia; Geologia; Biologia; Ciências
Sociais (Sociologia, Ciência Política, Antropologia); Economia; História; Desenvolvimento
Regional; Desenvolvimento Agrícola; Ciências Agrárias.Doutorado em Geografia; Ciências
Sociais (Sociologia, Ciência Política, Antropologia); Economia; História; Desenvolvimento
Regional; Planejamento Urbano e Regional; Desenvolvimento Econômico; Ambiente e
Sociedade; Desenvolvimento Agrícola; Ciências Agrárias; (pelo menos uma das formações -
graduação / doutorado- deverá ser em Geografia).
Ementa: 1- Geografia Agrária como campo de estudos na Geografia; 2-
Processo de desenvolvimento capitalista no campo e sistemas produtivos alternativos no
Brasil; 3- Estrutura agrária, conflitos por terra-território e movimentos sociais no campo; 4-
Comunidades tradicionais, quilombolas e indígenas no campo brasileiro; 5- Política e
gestão ambiental no Brasil; 6- Educação do campo e ensino de Geografia; 7- Geografia
acadêmica e geografia escolar: os conceitos geográficos e os dilemas de sua abordagem no
ensino; 8- O conceito de região e as correntes de pensamento geográfico; 9- Geografia
política
e geopolítica:
dimensões
teóricas; 10-
Fronteiras
e
limites no
mundo
contemporâneo; 11- O mundo contemporâneo: globalização e fragmentação; 12- Os blocos
econômicos regionais e o reordenamento político-econômico internacional.
Bibliografia: 1- ACSELRAD, Henri. Justiça Ambiental e Construção Social do
Risco. Desenvolvimento e Meio Ambiente, Ed. UFPR, Curitiba, v. 5, p. 49-60, 2002; 2-
ALENTEJANO, P. Contrarreforma agrária, violência e devastação no Brasil. Revista Trabalho
Necessário, v. 20, n. 41, p. 01-30, 29 mar. 2022; 3- ALENTEJANO, PAULO. A hegemonia do
agronegócio e a reconfiguração da luta pela terra e reforma agrária no Brasil. Caderno
Prudentino de Geografia, v. 42, p. 251-285, 2020; 4- ALMEIDA, R.D. Do desenho ao mapa:
iniciação à cartografia na escola. Contexto. 2001; 5- AMADOR, E. S. Baía de Guanabara e
ecossistemas periféricos, natureza e sociedade. Rio de janeiro, ed. do autor, 1997; 6-
ANJOS, R. S. A. dos. Quilombos: geografia africana, cartografia étnica, territórios
tradicionais. Brasília: Mapas, Editora & Consultoria, 2009; 7- ARRIGHI, Giovanni. O Longo
Século XX: Dinheiro, Poder e as Origens de Nosso Tempo. Rio de Janeiro: Contraponto,
1997; 8- BECKER, Berta K. et al. Geografia e meio ambiente no Brasil. São Paulo: Uhicitec,
1995; 9- BISPO DOS SANTOS, A. B dos. Colonização, Quilombos: modos e significados.
Brasília: UnB; 10- BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais: Geografia. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998; 11-
BRAZ, Raquel Leite. De Onde Começa o Ensino Escolar da Geografia: Considerações acerca
da relação Espaço Vivido, Ensino e Aprendizagem. Geografia (Londrina), v. 24, n. 1, p. 125-
132, 2015; 12- CALLAI, H. C. et al. Geografia em sala de aula. Práticas e reflexões. Porto
Alegre: FAURGS, 1999; 13- CARLOS, A. F. A. (Org.). A Geografia na sala de aula. São Paulo:
Papirus, 1999; 14- CASTRO, Ina, E. Geografia e política: territórios, escalas de ação e
instituições. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011; 15- CASTELLAR, Sônia (org.).
Educação Geográfica: teorias e práticas docentes. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2007; 16-
CASTELLS, M. A Era da Informação. Economia, Sociedade e Cultura. Vol.1. A Sociedade em
rede; 17- CASTROGIOVANNI, A. C. Ensino de Geografia. Práticas e textualizações no
cotidiano. Porto Alegre: Meditações, 2001; 18- CAVALCANTI, L. S. . O Ensino de Geografia
na Escola. 1. ed. São Paulo: Papirus Editora, 2012; 19- CORRÊA, G. S.; MONTEIRO, G. de F.;
MARÇAL, D. C.. A questão quilombola na conjuntura atual: Conflitos, desafios e r-
existências. Revista da ANPEGE, v. 16, n. 29, p. 249-284, 2020; 20- COSTA, C. L.; RATTS, A.
(org.). Espaço e diferença: abordagens geográficas da diferenciação étnica, racial e de
gênero. Goiânia: UFG, 2018; COSTA, W. M. . Geografia Política e Geopolítica: discursos
sobre o território e o poder (2ª edição revisada). São Paulo: EDUSP, 2008; 21- DINIZ, M.
S. A Geografia que a gente aprende não é a geografia que a gente ensina. GeoUERJ -
Revista do Departamento de Geografia, Rio de Janeiro, v. 9, p. 79-88, 2001; 22-
FERNANDES, B. M. A formação do MST no Brasil. São Paulo: Vozes, 2000; 23- FERNA N D ES ,
B. M. MST: formação e territorialização. São Paulo: HUCITEC, 1996; 24- FERREIRA, Darlene
A. O. Mundo rural e geografia. Geografia agrária no Brasil (1930-1990). São Paulo: Ed.
UNESP. 2002; 25- FREIRE, Paulo. Educação Como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro: Paz
e
Terra, 1967;
25-
INCTI, 2015;
26- HAESBAERT,
Rogério.
(org.) Globalização
e
Fragmentação no Mundo Contemporâneo, Niterói: EDUFF, 1999; 27- HAESBAERT, Rogério.
Regional-Global - Dilemas da Região e da Regionalização na Geografia Contemporânea, Rio
de janeiro: Bertrand Brasil, 2010; 28- HARVEY, D. O novo imperialismo. São Paulo: Loyola,
2004; 29- IANNI, O. Teorias da globalização. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1996; 30-
KAUTSKY, Karl. A questão agrária. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Proposta Editorial, 1980; 31- LEFF,
Enrique. Epistemologia Ambiental. São Paulo: Cortez, 2001. 240 p.; 32- MARAFON, G;
RIBEIRO, M. A. (orgs). Revisitando o território fluminense. Rio de Janeiro, Negef, 2003; 33-
MARAFON, J. G. Agricultura familiar, pluriatividade e turismo rural: reflexões a partir do
território fluminense. Campo - Território - Revista de Geografia Agrária, Uberlândia, v.1,
no1, p. 17-60, 2006; 34- MARTINS, José de Souza. Reforma agrária: o impossível diálogo.
São Paulo: EDUSP, 2000; 35- MORAES, Antonio Carlos Robert. Bases da Formação
Territorial do Brasil: O território colonial brasileiro no 'longo' Século XVI. São Paulo:
Hucitec, 2000; 36- MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografia Histórica do Brasil -
capitalismo, território e periferia. São Paulo: Annablume, 2017; 37- MORAES, Antônio
Carlos Robert. Território e História no Brasil. São Paulo: Hucitec, 2002; 38- MOREIRA, R. A
reestruturação
industrial 
e
espacial
do 
estado
do
Rio
de 
Janeiro.
Niterói,
geret/neget/gecel, 2003; 39- MOREIRA, Ruy. Formação do espaço agrário brasileiro. São
Paulo: Brasiliense, 1990; 40- NOBRE, D. Currículos diferenciados das escolas indígenas,
caiçaras e quilombolas: Política e metodologia. Gráfica da UFF, 2019; 41- OLIVEIRA ,
Ariovaldo U. A geografia das lutas no campo. São Paulo, Contexto, 2002; 42- OLIVEIRA ,
Ariovaldo Umbelino de. A agricultura camponesa no Brasil. São Paulo: Contexto, 1991; 43-
PONTUSCHKA, N. N.; OLIVEIRA, A. U. (Orgs.) Geografia em perspectiva. São Paulo:
Contexto, 2002; 44- PONTUSCHKA, N. N.; PAGANELLI, T. I.; CACETE, N. H. Para ensinar e
aprender Geografia. São Paulo: Cortez, 2007; 45- PORTO-GONÇALVES, Carlos W. Formação
sócio-espacial e a questão ambiental no Brasil. In: BECKER, Berta K. et al. Geografia e meio
ambiente no Brasil. São Paulo: Hucitec, 1995. p.309-333; 46- PORTO-GONÇAVES, Carlos W.
A globalização da natureza e a natureza da globalização. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2006; 47- PORTO-GONÇALVES, Carlos W. & HAESBAERT, Rogério. A nova

                            

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