DOU 22/02/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 36, quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
(des)ordem mundial. São Paulo: EdUnesp, 2006; 48- PORTO-GONÇAVES, Carlos W. O
desafio ambiental. Rio de Janeiro: Record, 2004, p. 182; 49- SANTOS, A. S. PENALVA .
Economia, espaço e sociedade no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, FGV, 2003; 50-
RAFFESTIN, C. Por uma geografia do poder. Tradução de Maria Cecília França. São Paulo:
Ática, 1993; 51- SANTOS, M. A natureza do espaço. Técnica e tempo. Razão e emoção. São
Paulo: Hucitec, 1996; 52- SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único
à consciência universal. Rio de Janeiro e São Paulo: Record, 2001; 53- SANTOS, M;
SILVEIRA, Maria L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro:
Record, 2008; 54- SANTOS, R. E. dos. (org). Diversidade, espaço e relações étnico-raciais:
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(org.). A questão agrária hoje. Porto Alegre, Editora da Universidade, 1994; 57-
WALLERSTEIN, I. Capitalismo Histórico e Civilização Capitalista. Rio de Janeiro, Contraponto,
2001.
UNIDADES DE CAMPOS DOS GOYTACAZES
50 - Área de Conhecimento: ECONOMIA BRASILEIRA E DESENVOLVIMENTO (1
vaga).
Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional
Departamento de Ciências Econômicas de Campos (CEC)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 06/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em Ciências Econômicas; Economia.
Doutorado em Ciências Econômicas; Economia; Economia Aplicada; Desenvolvimento
Econômico; História Econômica; Teoria Econômica.
Ementa: 1- Economia colonial agroexportadora, a questão do mercado interno
e a transição para o trabalho assalariado; 2- Interpretações sobre o processo de
industrialização brasileira: de seus princípios aos desdobramentos da Crise de 1929; 3- O
processo de substituição de importações, política econômica e transformações estruturais
no Brasil durante o período desenvolvimentista; 4- A visão cepalina de desenvolvimento e
subdesenvolvimento: da abordagem clássica à Nova CEPAL dos anos 1990; 5- A teoria da
dependência na América Lati na e suas principais controvérsias; 6- Desenvolvimentismo
nos anos 1960/1970: estagnação do início dos anos 1960, Milagre Econômico e II PND; 7-
A crise das décadas de 1970/1980 e o fim do período desenvolvimentista na economia
brasileira; 8- Políticas de estabilização e diagnósticos da inflação brasileira das décadas de
1980 e início dos anos 1990; 9- Globalização financeira, estabilização monetária e a nova
inserção da economia brasileira a partir da década de 1990; 10- Distribuição de renda,
pobreza e políticas sociais a partir dos anos 2000.
Bibliografia: 1- ABREU, Marcelo de Paiva (Org.). A ordem do progresso: cem
anos de política econômica republicana, 1889-1989. Rio de Janeiro: Campus, 1990; 2-
AGARWALA, A. N.; SINGH, S. P. A economia do subdesenvolvimento. Rio de Janeiro:
Contraponto; Centro Celso Furtado, 2010; 3- ARAUJO, Victor Leonardo; MATTOS, Fernando
Augusto Mansor (Org) A economia brasileira de Getúlio a Dilma: novas interpretações. São
Paulo: Hucitec, 2021; 4- BASTOS, P. P. Z.; FONSECA, P. C. D. (Org.) A Era Vargas:
desenvolvimentismo, economia e sociedade. São Paulo: Unesp, 2012. BELLUZZO,L. G. &
ALMEIDA, J. G. Depois da queda: a economia brasileira da crise da dívida aos impasses do
Real. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002; 5- BIELSCHOWSKY, R. Pensamento
Econômico Brasileiro: o ciclo ideológico do desenvolvimentismo: 1930-1964. Rio de
Janeiro: Ed. Contraponto, 2000; 6- CANO, W. Raízes da Concentração Industrial em São
Paulo.
São Paulo:
Difel,
1977;
7- CARDOSO,
F.
H.;
FALETTO, E.
Dependência
e
Desenvolvimento na América Lati na. Rio de Janeiro: Zahar, 1984; 8- CARNEIRO, R.
Desenvolvimento em Crise - A economia brasileira no último quarto do século XX, São
Paulo, Editora UNESP, IE - Unicamp, 2002; 9- CASTRO, Antonio Barros; SOUZA, Francisco
Eduardo Pires. A economia brasileira em marcha forçada. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1985; 10- DELFIM NETTO, Antonio. O problema do café no Brasil. São Paulo: Ed. U N I F ES P ,
2009; 11- DRAIBE, Sonia Miriam . Rumos e Metamorfoses - Estado e industrialização no
Brasil: 1930/1980. 2. ed. RIO DE JANEIRO: PAZ E TERRA, 1985; 12- EICHENGREEN, B. A
globalização do capital: uma história do sistema monetário internacional. São Paulo:
Editora 34, 2002; 13- FRANCO, Gustavo. Reforma Monetária e Instabilidade Durante a
Transição republicana. Rio de Janeiro: BNDES, 1983; 14- FONSECA, Pedro César Dutra.
Vargas: o capitalismo em construção (1906-1954). São Paulo: Hucitec, 2014; 15- FURTADO,
C. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2006 [1959]; 16-
GUERRIERI, A. (Org.) O Manifesto Latino-Americano e outros ensaios. Contraponto; Centro
Internacional Celso Furtado: Rio de Janeiro, 2011; 17- LAPA, José Roberto do Amaral. O
antigo sistema colonial. São Paulo: Brasiliense, 1982; 18- LENHARO, Alcir. As tropas da
moderação: o abastecimento da Corte na formação política do Brasil (1808/1842). Rio de
Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Esportes/Biblioteca Carioca, 1993; 19-
LESSA, Carlos. Quinze anos de política econômica. São Paulo: Brasiliense, 1975; 20- LEVY,
M. Bárbara. A Indústria do Rio de Janeiro através de suas Sociedades Anônimas. Rio de
Janeiro: Ed. UFRJ, 1994; 21- MANTEGA, Guido. A economia política brasileira. Rio de
Janeiro: Polis/Vozes, 1984; 22- MELLO, J. M. C. de. O capitalismo tardio. São Paulo:
Brasiliense, 1986; 23- OLIVEIRA, Francisco. Crítica da Razão Dualista / O ornitorrinco. São
Paulo: Boitempo, 2003; 24- NOVAIS, Fernando A. Portugal e Brasil na Crise do Antigo
Sistema Colonial (1777-1808). São Paulo: Editora HUCITEC.1979; 25- PRADO JR., Caio.
Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1961; 24- RODRÍGUEZ, Octavio.
O estruturalismo latino-americano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009; 25- SANTOS,
T. A teoria da dependência: balanço e perspectivas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2000; 26- SARAIVA, Luiz Fernando; MATHIAS, João Felippe C. M. Igual e Desigual. História
e Economia das desigualdades antes, durante e após a pandemia. São Paulo: Editora
HUCITEC, 2020; 27- SILVA, S. Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. São Paulo:
Alpha-Ômega, 1978; 28- SUZIGAN, W. Indústria brasileira: origem e desenvolvimento. São
Paulo: Editora HUCITEC, 2021; 29- TAVARES, Maria da Conceição. Da substituição de
Importações ao capitalismo financeiro, ensaios sobre a economia brasileira, Zahar, Rio de
Janeiro, 1979; 30- TAVARES, Maria da Conceição. Ciclo e crise: o movimento recente da
industrialização brasileira. Campinas/SP: Unicamp/IE, 1998; 31- TRASPADINI, Roberta;
STÉDILE, João Pedro (Org.). Ruy Mauro Marini: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular,
2005.
51 - Área de Conhecimento: ENSINO DE SOCIOLOGIA E FUNDAMENTOS DA
EDUCAÇÃO (1 vaga).
Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional
Departamento de Ciências Sociais de Campos (COC)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 19/07/2024.
Formação dos candidatos: Licenciatura em Ciências Sociais ou Sociologia.
Doutorado em Educação; Ciências Sociais; Antropologia; Sociologia ou Ciência Política.
Ementa: 1-
Teoria social e
Educação; 2-
Diversidades étnico-raciais,
interculturalidade e ensino de sociologia; 3- Diversidade sexual, gênero e ensino de
sociologia; 4- Políticas públicas e gestão da educação; Educação em direitos humanos,
cidadania no Brasil e ensino de sociologia; 5- A formação de professores e o ensino de
sociologia na Educação Básica; 6- Práticas educativas em Ciências Sociais, reforma do
ensino médio e BNCC; 7- Juventudes, educação e ensino de Sociologia; 8- Educação
especial na perspectiva inclusiva; Educação, ensino de sociologia e interseccionalidade.
Bibliografia: 1- ALMEIDA, Ma. Isabel; PAIS, José M. (Orgs.). Criatividade,
juventudes e novos horizontes profissionais. Rio de Janeiro: Zahar, 2012; 2- ALMEIDA,
Silvio L. de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019. (Fe m i n i s m o s
Plurais / coordenação de Djamila Ribeiro); 3- ANDRADE, Patrícia Gomes Rufino. A
educação no quilombo e os saberes do quilombo na escola. Vitória: EDUFES, 2012; 4-
ARROYO, Miguel G. CALDART, Roseli S.; MOLINA, Mônica Castagna. Por uma Educação do
Campo. Petrópolis: Vozes, 2004; 5- BOMENY, Helena. Salvar pela Escola. Sociologia,
Problemas e Práticas, n.o 55, 2007, pp. 41-67; 6- BOURDIEU, Pierre.; PASSERON, Jean-C.
A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. Rio de Janeiro: Francisco
Alves, 1975; 7- BRANDÃO, Carlos R. Cultura rebelde: escritos sobre a educação popular
ontem e agora / Carlos Rodrigues Brandão e Raiane Assumpção. São Paulo: Editora e
Livraria Instituto Paulo Freire, 2009; 8- BRASIL. Conselho Nacional da Educação. Resolução
no 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
das Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana. Diário Oficial da União, Brasília, 22 junho/2004; 9- BRASIL. Conselho Nacional da
Educação. RESOLUÇÃO No 5, DE 22 DE JUNHO DE 2012. Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Escolar Indígena na Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 15
de junho de 2012; 10- BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP no 2,
de 20 de dezembro de 2019. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a
Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação). 2019; 11- BRASIL.
Lei 11.645/08 de 10 de Março de 2008. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília;
12- BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base:
ensino médio, 2018; 13- BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação.
Câmara de Educação Básica. Resolução CNE/CEB 1, de 3 de abril de 2002. Diretrizes
Operacionais para a Educação Básica das Escolas do Campo, 2012; 14- BRASIL. Ministério
da Educação. Lei n.o 13.415, de 16 de fevereiro de 2017.Altera as Leis n.o 9.394, de 20
de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
Presidência da República, 2017; 15- BRASIL. Ministério da Educação. Lei n.o 9.394, de 20
de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília:
Presidência da República, 1996; 16- BRASIL. Ministério da Educação. Orientações
curriculares para o ensino médio: ciências humanas e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEB,
2006; 17- BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes
curriculares nacionais para educação especial na educação básica Brasília, DF, 2001; 18-
BRASIL. Resolução CNE/CEB n. 8, de 20 de novembro de 2012. Define as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola na Educação Básica. Diário
Oficial da União, Brasília, DF: MEC/CNE/CEB, 21 nov. 2012. Seção 1, p. 26; 19- BRASIL.
Resolução n. 4, de 2 de outubro de 2009. Institui Diretrizes operacionais para o
atendimento educacional
especializado na educação básica,
modalidade educação
especial. Brasília, DF: MEC, 2009; 20- BRASIL. Resolução no 2 CNE/CEB, de 28 de abril de
2008. Estabelece diretrizes complementares, normas e princípios para o desenvolvimento
de políticas públicas de atendimento da Educação Básica do Campo; 21- BROWN, Wendy.
Cidadania Sacrificial. Neoliberalismo, capital humano e políticas de austeridade. Tradução
de Juliane Bianchi Leão. PEQUENA BIBLIOTECA DE ENSAIOS. ed. Brasil: ZAZIE Edições,
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currículo: do direito às invenções. e-Curriculum, São Paulo , v. 17, n. 4, p. 1458-1479, out.
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na educação básica. 1a.ed.Rio de Janeiro: Faperj, 2012, v. 1, p. 01-324; 34- HOOKS, Bell.
Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade. São Paulo: WMF, 2019;
35- KASSAR, Mônica. de C. M. Uma breve história das pessoas com deficiências no Brasil.
In: S. M. F. Meleti, S. M. F. & M. de C. M. Kassar, Escolarização de alunos com
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educação para além do capital. 2a Edição. São Paulo: Boitempo, 2008; 39- MORA ES ,
Amaury. C. Curso de Ciências Sociais: currículo, mercado e formação docente. Perspectiva,
v. 35, n. 1, p. 17-32, 2017; 40- MOTTA, Vânia C. da; FRIGOTTO, Gaudêncio. Por que a
urgência da reforma do ensino médio? Medida Provisória no 746/2016 (Lei no
13.415/2017).Educação & Sociedade, v. 38, p. 355-372, 2017; 41- NOVAES, Regina.
Juventude, juventudes. Notas sobre a invenção social de um singular sujeito de direitos.
Revista de Ciencias Sociales, Montevidéu, no XXII, n. 25, p.10-20, 2009; 42- OLIVEIRA, Ana
Cristina P. Gestão, Liderança e Clima Escolar. 1 ed. Curitiba: Appris, 2018; 43- OLIVEIRA,
Amurabi; SILVA, Camila F. da. A sociologia, os sociólogos e a educação no Brasil. Revista
Brasileira de Ciências Sociais, v. 31, n. 91, 2016, pp. 1-15; 44- OLIVEIRA, Ligia Z. de;
CUNHA, Josafá M. da; KIRCHHOF, Rafael dos S. (orgs). Educação e interseccionalidades -
Curitiba: Ed. NEAB UFPR, 2018; 45- PEREZ, Carmen L. V.; TAVARES, Maria T. G.; A R AU J O,
Mairce da S. Memórias e Patrimônios: experiências em formação de professores. Rio de
Janeiro: Eduerj, 2009; 46- PLETSCH, Márcia D. O que há de especial na educação especial
brasileira? Momento: diálogos em educação, E-ISSN 2316-3110, v. 29, n. 1, p. 57-70,
jan./abr., 2020; 47- ROSISTOLATO, Rodrigo P. da R. Gênero e cotidiano escolar: dilemas e
perspectivas da intervenção escolar na socialização afetivo-sexual dos adolescentes.
Revista Estudos Feministas, v. 7, p. 11-30, 2009; 48- SAVIANI, Demerval. Políticas
educacionais no Brasil. In: STEPHANOU, Maria; BASTOS, Maria Helena C. (orgs). Histórias
e memórias da educação no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2005. Vol. III - Século XX; 49-
SCAVINO, Suzana.; CANDAU, Vera Maria. (Org.). Educação em direitos humanos: temas,
questões e propostas. Petrópolis: DP et alii, 2008; 50- SILVA, Tomaz T. da; HALL, Stuart;
WOODWARD, Kathryn. (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais.
Rio de Janeiro: Vozes, 2007. p. 73-102; 51- SPOSITO, Marilia P. Juventude e educação:
interações entre a educação escolar e a educação não-formal. Educ. Real. [online]. 2008,
vol.33, n.02, pp.83-97; 52- TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2002; 53- VYGOTSKY, Lev S. A defectologia e o estudo do
desenvolvimento e da educação da pessoa anormal. Revista Educação e Pesquisa, São
Paulo, v. 37, n. 4, p. 861-870, dez. 2011; 54- YOUNG, Michel. Para que servem as
escolas? Educ. Soc., Campinas, vol. 28, n. 101, p. 1287-1302, set./dez. 2007.
52 - Área de Conhecimento: HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA (1 vaga).
Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional
Departamento de História de Campos (CHT)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 19/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em História. Doutorado em História;
Ciências Políticas; Sociologia; História Econômica; Relações Internacionais.
Ementa: 1- Migrações a partir do Sec. XIX; 2- Revoluções Burguesas nos
séculos XVIII e XIX; 3- Imperialismo e Colonialismos Contemporâneos e suas crises; 4-
Revoluções Russas e experiências socialistas; 5- Da primeira e Segunda Guerra Mundial;
6- Fascismos; 7- Guerra Fria; 8- Pós-Guerra Fria e Nova Ordem Mundial: debates sobre o
tempo presente; 9- Crises financeiras e reformas do capitalismo; 10- Descolonização da
Ásia e ascensão econômica de Japão, Índia e China no contexto internacional.
Bibliografia: Não será indicada bibliografia, pois entende-se que o domínio da
bibliografia, da historiografia, relativa à área do concurso seja do domínio do candidato
e sua demonstração será inclusive elemento da avaliação a ser considerado pela
banca.
53 - Área de Conhecimento: HISTÓRIA DA ÁFRICA (1 vaga).
Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional
Departamento de História de Campos (CHT)
Classe A: Adjunto A - 40h DE
Provas escrita e didática no período de 01/07/2024 a 19/07/2024.
Formação dos candidatos: Graduação em História. Doutorado em História.
Ementa: 1- A constituição do campo de História da África: historiografia e
perspectivas teórico-metodológicas; 2- Fontes e métodos: tradições orais, memória e
interdisciplinaridade na constituição dos Estudos Africanos; 3- Migrações bantos para as
regiões Centrais e Orientais do continente; 4- Expansão muçulmana no norte da África:
dinâmicas
políticas, econômicas
e religiosas;
5-
As grandes
unidades políticas e
centralizadas sahelianas entre os séculos II e XV; 6- Vale do Zambeze e África Austral
antes do século XV: cultura material e debates historiográficos; 7- A África e as costas do
Índico: as relações com o Oriente, as rotas internas e formações políticas, sociais e
culturais entre os séculos VII e VIII; 8- A África Centro-Ocidental antes do século XV:
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