DOU 28/05/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

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138
Nº 102, terça-feira, 28 de maio de 2024
ISSN 1677-7042
Seção 1
. 22
Sensor de velocidade do veículo
3
I
I
(4)
. 23
Sensor de velocidade das rodas
3
I
I
(4)
.
Atuadores (unidades de controle de saída)
.
1
Válvula de controle de purga do sistema de emissão evaporativa
2
I
I
I
I
(5)
.
2
Atuador de válvula de controle de exaustão (motorizado)
3
I
I
.
3
Controle de recirculação da exaustão
3
I
.
4
Injetor de combustível
2
I
I
(5)
.
5
Sistema de controle de ar da marcha lenta
1
I
I
I
I
I
(5)
.
6
Circuitos de controle primário da bobina de ignição
2
I
I
(5)
.
7
Aquecedor do sensor de exaustão de O2
1
I
I
I
I
I
(5)
.
8
Sistema de injeção de ar secundário
2
I
I
I
I
(5)
.
9
Controle eletrônico de aceleração
3
I
I
(5)
(1) Apenas no caso de um modo de emergência (limp-home) ativado ou se um sistema de aceleração eletrônico estiver instalado.
(2) Se houver um TPS redundante ou APS redundante instalado, o sinal de checagem cruzado deve atender todos os critérios de racionalidade do circuito. Se houver apenas um
APS ou TPS instalado, o monitoramento da racionalidade do circuito do APS ou TPS não é obrigatório.
(3) OBD-M2: Duas dentre três das falhas de racionalidade de circuito marcadas devem ser monitoradas adicionalmente ao monitoramento da continuidade do circuito.
(4) Somente se usado como entrada para uma ECU/PCU com relevância para o desempenho ambiental.
(5) Caso solicitado pelo fabricante/importador, e aprovado pelo IBAMA, os componentes listados podem ser considerados como nível 3, sinal do atuador presente apenas sem
indicação de sintoma.
N OT A :
Continuidade: Avaliação de um circuito completo para verificação da passagem de corrente elétrica.
11.2.2. Se houver mais do mesmo tipo de dispositivos instalados no veículo listado na Tabela 11, esses dispositivos devem ser monitorados separadamente e comunicados em
caso de mau funcionamento. Se um mau funcionamento estiver marcado com "I" na Tabela 11, significa que o monitoramento é obrigatório para o OBD-M2.
11.2.3. Sensores e atuadores devem ser associados a um nível de diagnóstico específico que define qual tipo de monitoramento de diagnóstico deve ser realizado da seguinte
forma:
11.2.3.1. Nível 1: sensor/atuador do qual pelo menos dois sintomas de continuidade de circuito podem ser detectados e seus códigos de falha registrados (ou seja, curto-circuito
para aterramento, curto-circuito para alimentação e circuito aberto).
11.2.3.2. Nível 2: sensor/atuador do qual pelo menos um sintoma de continuidade de circuito pode ser detectado e seus códigos de falha registrados (isto é, curto-circuito para
aterramento, curto-circuito para alimentação e circuito aberto).
11.2.3.3. Nível 3: sensor/atuador do qual pelo menos um sintoma pode ser detectado, mas não registrado separadamente.
11.2.4. Dois entre três sintomas no diagnóstico de continuidade do circuito, bem como no monitoramento da racionalidade do circuito, podem ser combinados, como por
exemplo:
- Circuito alto ou aberto e circuito baixo;
- Alto e baixo ou circuito aberto;
- Sinal fora de range ou desempenho do circuito e sinal preso;
- Circuito alto ou alto fora de range ou circuito baixo ou baixo fora de range.
11.2.5. Isenções quanto à detecção
11.2.5.1. A isenção da detecção de certos sintomas de monitoramento do circuito elétrico pode ser concedida se o fabricante ou importador puder demonstrar à entidade
homologadora, que:
a) uma falha listada não gera emissões que excedam os valores-limite do OBD estabelecidos na Tabela 8;
b) uma falha listada não causa uma redução significativa no torque; ou
c) a única estratégia de monitoramento viável afetaria negativamente a segurança ou a dirigibilidade do veículo de forma significativa.
11.2.6. Isenção em relação aos testes de verificação de emissões OBD (tipo VIII)
11.2.6.1. A pedido do fabricante e com base em uma justificativa técnica para avaliação da entidade homologadora, determinados monitoramentos do OBD listados na Tabela
11 podem ser dispensados dos ensaios de verificação das emissões do tipo VIII, desde que o fabricante possa demonstrar à entidade homologadora que:
I) O indicador de mau funcionamento (LIM) instalado no veículo é ativado quando mau funcionamento listado na Tabela 11 ocorre:
- Durante o mesmo ciclo de chave, e
- Imediatamente após um tempo limitado (300 s ou menos) nesse mesmo ciclo de chave.
II) O monitoramento de alguns dos itens listados na Tabela 11 não é fisicamente possível e uma deficiência foi concedida para este monitoramento considerado incompleto. A
justificativa técnica para que tal monitoramento não possa ser executado deve ser adicionada à documentação de homologação.
PARTE 12 - DISPOSIÇÕES ADMINISTRATIVAS
12.1. O fabricante ou importador do veículo deve preencher as informações e apresentar no processo de homologação em relação ao sistema OBD-M2, de acordo com o modelo
seguinte.
12.2. Sempre que sejam necessários documentos, diagramas ou descrições extensas, o fabricante do veículo deve anexá-los em um arquivo separado, devidamente marcado num
sistema claro e compreensível, e a marcação deve ser escrita para todas as folhas no espaço fornecido. Os seguintes dados devem ser fornecidos pelo fabricante do veículo.
12.2.1. Requisitos funcionais de diagnose a bordo (OBD)
12.2.1.1. Informações gerais do sistema OBD;
12.2.1.1.1. Descrição, desenho ou foto da LIM;
12.2.1.2. Lista e finalidade de todos os componentes monitorados pelo sistema OBD:
12.2.1.2.1. Descrição escrita (princípios gerais de trabalho) para todos os diagnósticos do circuito OBD-M2 (circuito aberto, curto-circuito baixo e alto, racionalidade) e eletrônicos
(PCU/ECU interno e comunicação) que aciona um modo padrão em caso de detecção de falha;
12.2.1.2.2. Descrição (princípios gerais de trabalho) para todas as funcionalidades de diagnóstico do OBD-M2, acionando qualquer modo de operação que acione um modo "limp-
home" em caso de detecção de falha;
12.2.1.2.3. Descrição do(s) protocolo(s) de comunicação compatível(is);
12.2.1.2.4. Localização física do conector de diagnóstico (adicionar desenhos e fotografias);
12.2.1.2.5. Outros componentes que não os listados na Tabela 11 monitorados pelo sistema OBD;
12.2.1.2.6. Critérios para ativação da LIM (número fixo de ciclos de condução ou método estatístico);
12.2.1.2.7. Lista de todos os códigos de saída OBD e formatos usados (com detalhamento de cada um);
12.2.1.2.8. Informações adicionais sobre a compatibilidade do OBD e informações de reparo devem ser fornecidas pelo fabricante do veículo para permitir a fabricação de peças
de reposição ou de serviço, ferramentas de diagnóstico e equipamento de ensaio compatíveis com o OBD.
12.2.1.2.9. Uma descrição do tipo e número de ciclos de pré-condicionamento utilizados para a homologação inicial do veículo.
12.2.1.2.10. Um documento abrangente que descreva todos os componentes detectados relacionados com a estratégia para detecção de falhas e ativação da LIM (número fixo
de ciclos de condução ou método estatístico), incluindo uma lista de parâmetros secundários detectados para cada componente monitorado pelo sistema OBD. O documento também deve
listar todos os códigos e formatos de saída do OBD (com o detalhamento de cada um) usados em associação com componentes individuais do powertrain relacionados à emissão e
componentes individuais não relacionados à emissão, onde o monitoramento do componente é usado para determinar a ativação da LIM.
12.2.1.2.11. As informações exigidas nos itens 12.2.1.2.1 a 12.2.1.2.10 podem ser fornecidas em forma de tabela, conforme descrito na Tabela 12 a seguir:
Tabela 12 - Exemplo - Lista de códigos de falha OBD
.
Componente
Código 
de
diagnóstico de falha
Estratégia de monitoramento
Critério para detecção da falha
Critério 
para
ativação da LIM
Parâmetro secundários
Pré-condicionamento
Teste de demonstração
. Temperatura 
do 
ar 
de
admissão sensor de circuito
aberto
P0xx xxzz
Comparação com o modelo de
temperatura após partida à frio
> 20 graus de diferença entre a
temperatura do
ar de
admissão
medida e projetada
3º Ciclo
Sinais
do 
sensor
de
temperatura do ar de admissão
e refrigerante
Dois ciclos tipo I
Tipo I, se a parte contratante
aplicar critérios de desempenho
da LIM
12.2.1.2.12. Descrição dos códigos de falha de diagnóstico do Controle Eletrônico do Acelerador (ETC).
12.2.1.2.13. Descrição dos modos e estratégias padrão em caso de falha do ETC.
12.2.1.2.14. Informação do protocolo de comunicação. As informações a seguir devem ser referenciadas a uma marca, modelo e versão de um veículo específico, ou identificadas
usando outras definições viáveis, como o Número de Identificação do Veículo (VIN) ou identificação do veículo e sistemas:
12.2.1.2.14.1. Qualquer sistema de informação de protocolo necessário para permitir um diagnóstico completo, além dos padrões prescritos no item 10.3.8 da Parte 10 do ANEXO,
como informações adicionais de protocolo de hardware ou software, identificação de parâmetro, funções de transferência, requisitos de "keep alive" ou condições de erro.
12.2.1.2.14.2. Detalhes de como obter e interpretar todos os códigos de diagnóstico de falhas que não estejam de acordo com os padrões prescritos no item 10.3.11 da Parte
10 do ANEXO desta Instrução Normativa.
12.2.1.2.14.3. Uma lista de todos os parâmetros de dados ativos disponíveis, incluindo escalonamento e informações de acesso.
12.2.1.2.14.4. Uma lista de todos os testes funcionais disponíveis, incluindo ativação ou controle do dispositivo e os meios para implementá-los.
12.2.1.2.14.5. Detalhes de como obter todos os componentes e informações de status, carimbos de data/hora, DTC pendente e capturas de telas.
12.2.1.2.14.6. Reinicialização de parâmetros de aprendizagem adaptativa, codificação de variantes e configuração de substituição de componentes e preferências do cliente.
12.2.1.2.14.7. Identificação da PCU/ECU e codificação de variantes.
12.2.1.2.14.8. Detalhes de como redefinir as luzes de serviço.
12.2.1.2.15. Localização do conector de diagnóstico e detalhes do conector.
12.2.1.2.16. Identificação do código do motor.
12.2.1.2.17. Teste e diagnóstico de componentes monitorados do OBD:
12.2.1.2.17.1. Uma descrição dos testes para confirmar sua funcionalidade, no componente ou no chicote.
12.2.1.2.17.2. Procedimento de teste incluindo parâmetros de teste e informações de componentes.
12.2.1.2.17.3. Detalhes de conexão, incluindo entrada e saída mínima e máxima e valores de condução e carregamento.
12.2.1.2.17.4. Valores esperados em certas condições de condução, incluindo marcha lenta.
12.2.1.2.17.5. Valores elétricos do componente em seus estados estático e dinâmico.
12.2.1.2.17.6. Valores do modo de falha para cada um dos cenários acima.
12.2.1.2.17.7. Sequências de diagnóstico do modo de falha, incluindo árvores de falhas e eliminação de diagnósticos guiados.
PARTE 13 - DEFINIÇÃO DE FAMÍLIA DA UNIDADE DE PROPULSÃO EM RELAÇÃO AO OBD
13.1. Um veículo pode ser considerado como pertencendo à mesma família de propulsão de veículos em relação ao sistema de diagnose de bordo (OBD), desde que os
parâmetros do veículo a seguir indicados sejam idênticos e se mantenham dentro das tolerâncias prescritas e declaradas.
13.2. Um veículo representativo deve ser selecionado dentro dos limites estabelecidos pelos critérios de classificação estabelecidos na Tabela 13.
13.3. Os seguintes critérios de classificação da família de propulsão devem ser aplicados:

                            

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