DOU 01/07/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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134
Nº 124, segunda-feira, 1 de julho de 2024
ISSN 1677-7042
Seção 1
.Índia
.100,0
.83,2
.100,5
.93,7
.132,4
-
.Paquistão
.100,0
.128,6
.149,6
.65,6
.35,9
-
.Taiwan
.100,0
.116,7
.139,5
.130,3
.105,2
-
.Indonésia
.-
.-
.100,0
.18.712,1
.14.043,5
-
.Turquia
.100,0
.40,8
.90,7
.-
.29,9
-
.Reino Unido
.100,0
.1.195,4
.1.285,5
.995,7
.534,9
-
.Alemanha
.100,0
.59,9
.61,7
.35,4
.53,9
-
.Coréia do Sul
.100,0
.39,4
.116,9
.52,9
.55,6
-
.México
.100,0
.851,2
.34.305,9
.2.724,3
.23.590,7
-
.Uruguai
.100,0
.72,1
.77,9
.12,3
.12,9
-
.Chile
.-
.-
.-
.-
.100,0
-
.Japão
.100,0
.282,4
.238,4
.47,1
.223,6
-
.Tchéquia (República Tcheca)
.-
.-
.-
.100,0
.106,7
-
.Demais
.100,0
.32,1
.869,0
.284,0
.13,2
-
.Total (exceto sob análise)
.100,0
.113,2
.184,6
.150,7
.334,1
-
.Variação
.-
.13,2%
.63,0%
.(18,4%)
.121,7%
+234,1%
.Total Geral
.100,0
.115,8
.171,1
.114,5
.157,3
-
.Variação
.-
.15,8%
.47,7%
.(33,1%)
.37,4%
+57,3%
(*) Demais Países: Luxemburgo, Bélgica, Espanha, Hong Kong, Malásia, Israel, Áustria, Hungria, Polônia, Emirados Árabes Unidos, Canadá, Irlanda, Omã, Argentina, Guatemala, África do
Sul, Suíça.
195. Observou-se que o indicador de volume das importações brasileiras de origem das origens investigadas cresceu 17,8% de P1 para P2 e aumentou 36,3% de P2 para P3.
Nos períodos subsequentes, houve redução de 46,1% entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 76,1%. Ao se considerar todo o período de análise,
o indicador de volume das importações brasileiras de origem das origens investigadas revelou variação negativa de 79,3% em P5, comparativamente a P1.
196. Com relação à variação de volume das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de 13,2% entre P1 e
P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar ampliação de 63,0%. De P3 para P4 houve diminuição de 18,4%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu elevação de 121,7%. Ao se considerar
toda a série analisada, o indicador de volume das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou expansão de 234,1%, considerado P5 em relação ao início do período
avaliado (P1).
197. Avaliando a variação de importações brasileiras totais das origens sujeitas à medida no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 15,8%. É possível verificar
ainda uma elevação de 47,7% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 33,1% e, entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 37,4%. Analisando-se todo o período,
importações brasileiras totais das origens sujeitas à medida apresentou expansão da ordem de 57,3%, considerado P5 em relação a P1.
Valor das Importações Totais (em CIF USD x1.000)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.Peru
.100,0
.36,9
.405,8
.180,1
.193,1
-
.Bareine
.100,0
.109,8
.142,0
.99,4
.24,8
-
.Total (sob análise)
.100,0
.109,5
.142,9
.99,6
.25,4
-
.Variação
.-
.9,5%
.30,5%
.(30,3%)
.(74,6%)
(74,6%)
.Tailândia
.100,0
.180,3
.262,9
.203,9
.480,3
-
.Egito
.-
.-
.-
.-
.100,0
-
.Colômbia
.100,0
.-
.-
.26.046,3
.58.978,5
-
.China
.100,0
.124,7
.160,6
.161,2
.226,0
-
.Itália
.100,0
.67,0
.85,8
.602,4
.714,6
-
.França
.100,0
.159,2
.785,3
.6.038,9
.9.751,1
-
.Estados Unidos
.100,0
.71,7
.95,0
.70,9
.99,5
-
.Índia
.100,0
.78,8
.91,6
.118,8
.128,1
-
.Paquistão
.100,0
.117,5
.128,5
.78,9
.29,8
-
.Taiwan
.100,0
.124,1
.137,2
.123,8
.101,3
-
.Indonésia
.-
.-
.100,0
.5.615,3
.3.103,0
-
.Turquia
.100,0
.40,3
.78,4
.-
.24,7
-
.Reino Unido
.100,0
.928,6
.982,1
.869,2
.569,5
-
.Alemanha
.100,0
.71,0
.104,8
.70,8
.110,9
-
.Coréia do Sul
.100,0
.38,6
.101,3
.52,3
.59,9
-
.México
.100,0
.762,8
.9.656,2
.3.461,4
.6.480,9
-
.Uruguai
.100,0
.72,8
.78,1
.13,4
.10,1
-
.Chile
.-
.-
.-
.-
.100,0
-
.Japão
.100,0
.245,6
.211,3
.33,1
.56,8
-
.Tchéquia (República Tcheca)
.-
.-
.-
.100,0
.82,1
-
.Outras
.100,0
.33,6
.939,9
.408,4
.63,4
-
.Total (exceto sob análise)
.100,0
.102,9
.149,6
.150,8
.254,6
-
.Variação
.-
.2,9%
.45,4%
.0,8%
.68,9%
+154,6%
.Total Geral
.100,0
.105,9
.146,6
.127,5
.150,3
-
.Variação
.-
.5,9%
.38,4%
.(13,0%)
.17,9%
+50,3%
Preço das Importações Totais (em CIF USD/t)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.Peru
.100,0
.78,9
.53,6
.103,8
.78,7
-
.Bareine
.100,0
.93,1
.89,2
.115,1
.122,7
-
.Total (sob análise)
.100,0
.93,0
.89,0
.115,1
.122,4
-
.Variação
.-
.(7,0%)
.(4,3%)
.29,4%
.6,3%
22,4%
.Tailândia
.100,0
.95,6
.96,0
.121,3
.90,6
-
.Egito
.-
.-
.-
.-
.100,0
-
.Colômbia
.100,0
.-
.-
.204,3
.182,6
-
.China
.100,0
.93,1
.97,7
.129,9
.97,6
-
.Itália
.100,0
.60,8
.62,0
.68,1
.78,5
-
.França
.100,0
.97,5
.36,4
.42,7
.44,6
-
.Estados Unidos
.100,0
.102,1
.79,6
.118,8
.121,5
-
.Índia
.100,0
.94,7
.91,1
.126,8
.96,8
-
.Paquistão
.100,0
.91,3
.85,9
.120,3
.82,9
-
.Taiwan
.100,0
.106,4
.98,3
.95,0
.96,3
-
.Indonésia
.-
.-
.100,0
.30,0
.22,1
-
.Turquia
.100,0
.98,6
.86,5
.-
.82,6
-
.Reino Unido
.100,0
.77,7
.76,4
.87,3
.106,5
-
.Alemanha
.100,0
.118,5
.169,8
.199,8
.205,7
-
.Coréia do Sul
.100,0
.97,9
.86,7
.99,0
.107,7
-
.México
.100,0
.89,6
.28,1
.127,1
.27,5
-
.Uruguai
.100,0
.100,9
.100,3
.109,1
.78,0
-
.Chile
.-
.-
.-
.-
.100,0
-
.Japão
.100,0
.86,9
.88,6
.70,2
.25,4
-
.Tchéquia (República Tcheca)
.-
.-
.-
.100,0
.76,9
-
.Outras
.100,0
.104,7
.108,2
.143,8
.479,8
-
.Total (exceto sob análise)
.100,0
.90,9
.81,0
.100,1
.76,2
-
.Variação
.-
.(9,1%)
.(10,8%)
.23,5%
.(23,8%)
(23,8%)
.Total
.100,0
.91,5
.85,7
.111,4
.95,5
-
.Variação
.-
.(8,5%)
.(6,3%)
.30,0%
.(14,2%)
(4,5%)
(*) Demais Países: Luxemburgo, Bélgica, Espanha, Hong Kong, Malásia, Israel, Áustria, Hungria, Polônia, Emirados Árabes Unidos, Canadá, Irlanda, Omã, Argentina, Guatemala, África do
Sul, Suíça.
198. Observou-se que o indicador de valor CIF (mil US$) das importações brasileiras das origens investigadas cresceu 9,5% de P1 para P2 e aumentou 30,5% de P2 para P3.
Nos períodos subsequentes, houve redução de 30,3% entre P3 e P4 e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 74,6%. Ao se considerar todo o período de análise,
o indicador de valor CIF (mil US$) das importações brasileiras das origens investigadas revelou variação negativa de 74,6% em P5, comparativamente a P1.
199. Com relação à variação de valor CIF (mil US$) das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de 2,9% entre
P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar ampliação de 45,4%. De P3 para P4 houve crescimento de 0,8% e, entre P4 e P5, o indicador sofreu elevação de 68,9%. Ao se
considerar toda a série analisada, o indicador de valor CIF (mil US$) das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou expansão de 154,6%, considerado P5 em
relação ao início do período avaliado (P1).
200. Avaliando a variação de valor CIF (mil US$) total das importações brasileiras no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 5,9%. É possível verificar ainda
uma elevação de 38,4% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 13,0% e, entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 17,9%. Analisando-se todo o período,
o valor CIF (mil US$) total das importações brasileiras apresentou expansão da ordem de 50,3%, considerado P5 em relação a P1.
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