DOU 05/07/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

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91
Nº 128, sexta-feira, 5 de julho de 2024
ISSN 1677-7042
Seção 1
Preço das Importações Totais (em em números índices de CIF USD / t)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.China
.100,0
.78,9
.79,1
.83,2
.71,8
-
.Total (sob análise)
.100,0
.78,9
.79,1
.83,2
.71,8
-
.Variação
.-
.(21,1%)
.0,3%
.5,2%
.(13,7%)
(28,2%)
.Hong Kong
.100,0
.80,7
.72,8
.89,9
.86,7
-
.Outras(*)
.100,0
.135,5
.217,0
.389,7
.445,4
-
.Total (exceto sob análise)
.100,0
.71,2
.77,4
.178,9
.252,1
-
.Variação
.-
.(28,8%)
.8,7%
.131,1%
.40,9%
+ 152,0%
.Total Geral
.100,0
.73,9
.71,8
.75,4
.65,9
-
.Variação
.-
.(26,1%)
.(2,8%)
.5,0%
.(12,6%)
(34,1%)
(*) Demais Países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, Chile, Colômbia, Coréia do Sul, Costa Rica, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Espanha,
Estados Unidos, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Liechtenstein, Lituânia, Malásia, Marrocos, México, Noruega, Países Baixos
(Holanda), Panamá, Polônia, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, Sérvia, Singapura, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan (Formosa), Tchéquia (República Tcheca), Tunísia, Turquia,
Uruguai.
269. Observou-se que o indicador de volume das importações brasileiras da origem investigada cresceu 37,2% de P1 para P2 e aumentou 69,8% de P2 para P3. Nos
períodos subsequentes, houve redução de 4,3% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve diminuição de 9,3%. Ao se considerar todo o período de análise
de dano, o indicador de volume das importações brasileiras da origem investigada revelou variação positiva de 102,2% em P5, comparativamente a P1.
270. O valor CIF das importações brasileiras da origem investigada cresceu 8,2% de P1 para P2 e aumentou 70,2% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve
aumento de 0,6% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve diminuição de 21,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o valor CIF das importações
brasileiras das origens investigadas revelou variação positiva de 45,1% em P5, comparativamente a P1.
271. Com relação à variação de volume das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de 11,1% entre P1
e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 14,4%. De P3 para P4 houve diminuição de 74,1%, e de P4 a P5, o indicador sofreu queda de 38,7%. Ao se considerar
toda a série analisada, o indicador de volume das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou contração de 87,9%, considerado P5 em relação ao início do
período avaliado (P1).
272. O valor CIF das importações brasileiras do produto das demais origens, ao longo do período em análise, apresentou redução de 36,7% entre P1 e P2, enquanto de P2 para
P3 é possível detectar retração de 6,9%. De P3 para P4 houve diminuição de 40,0%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 13,6%. Ao se considerar toda a série analisada, o valor
CIF das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou contração de 69,5%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
273. Já o volume de importações brasileiras totais, entre P1 e P2 aumentou 29,3%. Em seguida, é possível verificar uma elevação de 60,3%entre P2 e P3, ao passo que
de P3 para P4 houve redução de 8,5%, e entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 9,8%. Analisando-se todo o período, as importações brasileiras totais apresentaram expansão
da ordem de 71,1%, considerado P5 em relação a P1.
274. A variação de valor CIF das importações brasileiras totais, entre P1 e P2, apresentou diminuição de 4,5%. É possível verificar ainda uma elevação de 55,8% entre
P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 3,9%, e entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 21,1%. Analisando-se todo o período, o valor CIF das importações
brasileiras de cabos de fibras ópticas apresentou expansão da ordem de 12,7%, considerado P5 em relação a P1.
5.2. Do mercado brasileiro, do consumo nacional aparente (CNA) [se for o caso] e da evolução das importações
275. Para dimensionar o mercado brasileiro de cabos de fibra óptica foram consideradas as quantidades vendidas, de fabricação própria, no mercado interno pela indústria
doméstica, líquidas de devoluções e reportadas pelas peticionárias, as vendas das demais produtoras nacionais, conforme metodologia descrita no item 1.3.2, bem como as
quantidades importadas apuradas com base nos dados de importação fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior.
276. No que concerne aos volumes de produção e venda da empresas SETEX, em primeiro lugar, conforme constou em sua resposta, esses volumes seriam os mesmos,
dado que a empresa produziria de acordo com a necessidade e demanda do seu cliente. Em segundo lugar, cumpre aclarar que a empresa trouxe essa informação tão somente
na unidade de medida quilômetros. Também a empresa ZZT do Brasil apresentou os seus volumes de produção e venda apenas na unidade de medida metros. Dessa forma, para
fins de compor o mercado brasileiro, utilizou-se do coeficiente km/t para conversão dos seus volumes de produção e vendas. Como base para determinação do coeficiente de
conversão para cada um dos períodos de análise de dano foram utilizados os dados de volume de produção da empresa [CONFIDENCIAL].
277. As revendas de produtos importados não foram incluídas na coluna relativa às vendas internas por já constarem dos dados relativos às importações.
278. Por sua vez, para dimensionar o consumo nacional aparente (CNA) de cabos de fibra óptica, foram adicionados ao volume do mercado brasileiro, as quantidades
referentes ao consumo cativo reportadas na petição, não tendo sido apresentado volume referente à industrialização para terceiros (tolling) para o período.
Do Mercado Brasileiro, do Consumo Nacional Aparente e da Evolução das Importações (em números índices de t)
[RESTRITO] / [CONFIDENCIAL]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Mercado Brasileiro
.Mercado Brasileiro {A+B+C}
.100,0
.131,5
.145,6
.143,3
.118,5
-
.Variação
.-
.31,5%
.10,7%
.(1,6%)
.(17,3%)
+ 18,5%
.A. Vendas Internas - Indústria Doméstica
.100,0
.85,4
.107,0
.117,0
.80,4
-
.Variação
.-
.(14,6%)
.25,4%
.9,3%
.(31,2%)
(19,6%)
.B. Vendas Internas - Outras Empresas
.100,0
.165,1
.119,9
.122,1
.100,1
-
.Variação
.-
.65,1%
.(27,4%)
.1,8%
.(18,0%)
+ 0,1%
.C. Importações Totais
.100,0
.129,3
.207,3
.189,6
.171,1
-
.C1. Importações - Origens sob Análise
.100,0
.137,2
.232,9
.222,8
.202,2
-
.Variação
.-
.37,2%
.69,8%
.(4,3%)
.(9,3%)
+ 102,2%
.C2. Importações - Outras Origens
.100,0
.88,9
.76,1
.19,8
.12,1
-
.Variação
.-
.(11,1%)
.(14,4%)
.(74,1%)
.(38,7%)
(87,9%)
Participação no Mercado Brasileiro
.Participação das Vendas Internas da Indústria Doméstica {A/(A+B+C)}
.100,0
.64,9
.73,4
.81,6
.67,9
-
.Participação das Vendas Internas de Outras Empresas {B/(A+B+C)}
.100,0
.125,6
.82,3
.85,1
.84,3
-
.Participação das Importações Totais {C/(A+B+C)}
.100,0
.98,2
.142,5
.132,3
.144,6
-
.Participação das Importações - Origens sob Análise {C1/(A+B+C)}
.100,0
.104,3
.159,6
.155,4
.170,4
-
.Participação das Importações - Outras Origens {C2/(A+B+C)}
.100,0
.67,3
.52,7
.14,6
.10,9
-
Consumo Nacional Aparente (CNA)
.CNA {A+B+C+D+E}
.100,0
.135,7
.159,3
.158,9
.129,4
-
.Variação
.-
.35,7%
.17,4%
.(0,2%)
.(18,5%)
+ 29,4%
.D. Consumo Cativo
.100,0
.235,6
.485,2
.531,8
.390,2
-
.Variação
.-
.135,6%
.105,9%
.9,6%
.(26,6%)
+ 290,2%
Participação no Consumo Nacional Aparente (CNA)
.Participação das Vendas Internas ID {A/(A+B+C+D+E)}
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ]
-
.Participação das Importações Totais {C/(A+B+C+D+E)}
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ]
-
.Participação das Importações - Origens sob Análise {C1/(A+B+C+D+E)}
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ]
-
.Participação das Importações - Outras Origens {C2/(A+B+C+D+E)}
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ]
-
.Participação do Consumo Cativo {D/(A+B+C+D+E)}
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ]
-
Representatividade das Importações de Origens sob Análise
.Participação no Mercado Brasileiro {C1/(A+B+C)}
.100,0
.104,3
.159,6
.155,4
.170,4
-
.Variação
.-
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
[ R ES T ]
.Participação no CNA {C1/(A+B+C+D+E)}
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ]
-
.Variação
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ] .
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Participação nas Importações Totais {C1/C}
.100,0
.106,1
.112,3
.117,4
.118,0
-
.Variação
.-
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
[ R ES T ]
.F. Volume de Produção Nacional {F1+F2}
.100,0
.138,9
.139,8
.148,5
.114,2
-
.Variação
.-
.38,9%
.0,7%
.6,2%
.(23,1%)
+ 14,2%
.F1. Volume de Produção - Indústria Doméstica
.100,0
.111,9
.161,8
.179,4
.127,6
-
.Variação
.-
.11,9%
.44,6%
.10,9%
.(28,9%)
+ 27,6%
.F2. Volume de Produção - Outras Empresas
.100,0
.161,7
.121,3
.122,4
.103,0
-
.Variação
.-
.61,7%
.(25,0%)
.0,9%
.(15,9%)
+ 3,0%
.Relação com o Volume de Produção Nacional {C1/F}
.100,0
.98,7
.166,4
.150,1
.176,8
-
.Variação
.-
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
.[ R ES T ]
[ R ES T ]
279. Observou-se que o mercado brasileiro de cabos de fibra óptica cresceu 31,5% de P1 para P2 e aumentou 10,7% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve
redução de 1,6% entre P3 e P4, e de 17,3% entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, o mercado brasileiro de cabos de fibra óptica revelou variação positiva
de 18,5% em P5, comparativamente a P1.
280. O crescimento da demanda brasileira por cabos de fibras ópticas no período de análise de indícios de dano, foi essencialmente suprido pelas importações da origem
investigada, cujo volume apresentou crescimento de 102,2% nesse período.
281. Observou-se que o consumo nacional aparente brasileiro apresentou trajetória similar à do mercado brasileiro, com crescimento sucessivo até P3, certa estabilidade
em P4, seguida de redução de P4 para P5. Ao se considerar todo o período de análise, o consumo nacional aparente de cabos de fibra óptica aumentou 29,4% em P5,
comparativamente a P1, crescimento maior que o observado no mercado brasileiro.
282. No que tange ao consumo cativo, houve crescimento ao longo do período investigado até P4. O único momento de diminuição desse indicador revelou-se no período
P5. Nesse seguimento, ao se considerar todo o período de análise de indícios de dano, o consumo cativo aumentou 290,2% em P5, comparativamente a P1, explicando assim o
crescimento do consumo nacional aparente superior ao do mercado brasileiro.
283. No que tange ao volume das importações da origem investigada, observou-se crescimento de 37,2% de P1 para P2 e de 69,8% de P2 para P3. Nos períodos
subsequentes, ao contrário, houve redução de 4,3% entre P3 e P4 e de 9,3% entre P4 e P5. Apesar desses decréscimos observados de P3 a P5, quando considerados os extremos
da série analisada, o volume das importações da origem investigada revelou variação positiva de 102,2%.

                            

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