DOU 31/07/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

                            Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001,
que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.
Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico
http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05302024073100107
107
Nº 146, quarta-feira, 31 de julho de 2024
ISSN 1677-7069
Seção 3
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS / CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: PRODUTOR CULTURAL
1. Elaboração, planejamento e gerenciamento de programas e projetos artístico-culturais. 2. As diversas linguagens artísticas (música, dança, teatro, cinema e audiovisual etc).
3. Relações entre cultura, sociedade e mídia. 4. Gestão e economia da cultura. 5. Política cultural no Brasil.
6.Legislação sobre Patrimônio Cultural e de incentivo à cultura. 7 Comunicação organizacional e assessoria de imprensa. 8 Marketing cultural e social.
Referências Bibliográficas:
ANDERSON, Chris. A cauda longa. A nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mercados. Rio de Janeiro: Ed. Elsevier, 2006.
AVELAR, Rômulo. O avesso da cena: notas sobre produção e gestão cultural. Belo Horizonte: DUO Editorial - 2008.
BERTHOLD, Margot. História Mundial do Teatro. 6. edição. São Paulo, Ed Perspectiva, 2014.
BRANT, Leonardo. Mercado Cultural: Investimento social, formatação e venda de projetos, gestão e patrocínio, política cultural. São Paulo: Escrituras, 2001.
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação Empresarial no Brasil: uma leitura crítica. São Paulo, All Print Editora, 2005.
CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores & Cidadãos: Conflitos Culturais da Globalização. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1995.
CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo, Martins Fontes, 2005.
COELHO, Teixeira. O que é Ação Cultural - Coleção Primeiros Passos. 1. edição, 4ª reimpressão. São Paulo: Ed. Brasiliense, 2011.
COELHO, Teixeira. Dicionário crítico de política cultural: cultura e imaginário. 2. edição. São Paulo: Ed. Iluminuras, 2012.
CUNHA, Maria Helena Melo da. Gestão Cultural: profissão em formação. Belo Horizonte: Duo Editorial - 2007.
DUARTE, Jorge (Org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
DURAND, José Carlos. Política Cultural e Economia da Cultura. 1. edição. São Paulo: Ed Ateliê Co-editora: SESC SP, 2013.
FENAJ. Federação Nacional dos Jornalistas. Manual de assessoria de comunicação: imprensa - 2007. 4. ed. Brasília, 2007
FIALHO, Ana Letícia; GOLDSTEIN, Ilana Seltzer. Conhecer para atuar. A importância de estudos e pesquisas na formulação de políticas públicas para a cultura. Revista Observatório Itaú
Cultural, número 13, p. 23-32. São Paulo: Itaú Cultural, 2012. Disponível em < http://d3nv1jy4u7zmsc.cloudfront.net/wp-content/uploads/2013/01/RevistaObservat%C3%B3rio-IC-n.13.pdf >
FISCHER, Micky. Marketing Cultural. São Paulo: Global, 2002.
FRANCESCHI, Antônio de et al. Marketing Cultural: um investimento com qualidade. São Paulo: Informações Culturais, 1998.
FRONER, Yacy Ara; SOUZA, L. A. C.. Preservação de bens patrimoniais: conceitos e critérios. Belo Horizonte: EBA-UFMG; IPHAN, 2008 (Cadernos Técnicos - Tópicos em
Conservação Preventiva). Disponível em: <http://www.lacicor.org/demu/pdf/caderno3.pdf>
FROTA, Lélia Coelho. Pequeno dicionário da arte do povo brasileiro: século XX. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2005.
JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Relações Públicas e Modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997.
LOPES, Boanerges. O que é assessoria de imprensa. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 1995.
MORCERF, Sônia de Oliveira; SEABRA, Teresa Cristina. Marketing Social - A Estratégia De Mudança Do Comportamento Social. In: Cadernos UniFOA, Volta Redonda, v. 1, n. 1,
p. 71-82, 2017. DOI: 10.47385/cadunifoa.v1.n1.837. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/cadernos/article/view/837. Acesso em: 11 jul. 2024.
NATALE, Edson e OLIVIERI, Cristiane. Guia brasileiro de produção cultural 2013/2014. 1. edição. São Paulo: Edições SESC SP, 2013.
PEDROSO, Sandra Helena. O produtor cultural e a formalização de sua atividade. In: Revista Pragmatizes, Ano 4, número 7, semestral, setembro 2014 Disponível em <
http://www.pragmatizes.uff.br>
PEREIRA, Carlos Alberto Messeder. Comunicação e Gestão Corporativa: diálogo social para alinhamento de expectativas e articulações com o território produtivo. In: Kunsch,
Margarida. Comunicação Organizacional - vol I. São Paulo, Editora Saraiva, 2009.
PEREIRA, Carlos Alberto Messeder; HERSCHMANN, Michael. Comunicação, Cultura e Gestão de Organizações Privadas e Públicas na Perspectiva do Desenvolvimento Local
Sustentável. In: Revista Inteligência Empresarial, número 15, CRIE/COPPE/UFRJ. Rio de Janeiro: Editora E-Papers, 2013.
PIMENTA, Maria Alzira. Comunicação empresarial: conceitos e técnicas para administradores. Campinas: Editora Alínea, 2004.
PINHO, José Benedito. Comunicação nas organizações. Viçosa/MG, Editora Universidade de Viçosa, 2006.
Plano Nacional de Cultura - LEI Nº 12.343, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2010. Disponível em: < http://www.cultura.gov.br/documents/10907/963783/Lei+12.343++PNC.pdf/e9882c97-
f62a-40de-bc74- 8dc694fe777a>
YÚDICE, George. A conveniência da cultura: usos da cultura na era global. 1ª reimpressão. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.
REGO, Francisco Gaudêncio Torquato. Comunicação empresarial, comunicação institucional: conceitos, estratégias, sistemas, estrutura, planejamento e técnicas. São Paulo:
Summus, 1986.
RESENDE, Maria Antônia Botelho de. Os instrumentos legais de tutela do patrimônio cultural construído nas políticas públicas de preservação. Araxá, UFSJ, 2018. Disponível em
< 
http://dspace.nead.ufsj.edu.br/trabalhospublicos/bitstream/handle/123456789/102/TCC%20vers%C3%A3o%20final%20-%20p%C3%B3s-banca%20-%20Maria%20Antonia%20B
otelho%20de%20Resende.pdf?sequence=1&isAllowed=y>
RESENDE, Maria Antônia Botelho de; FRAZÃO, Quênia. A TUTELA DO PATRIMÔNIO CULTURAL NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA: INSTRUMENTOS DE PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO MATERIAL E
IMATERIAL, In: Revista Jurídica UNIARAXÁ, Araxá, v. 21, n. 20, p. 197-219, ago. 2017. Disponível em< https://www.mpsp.mp.br/portal/page/portal/documentacao_e_divulgacao/doc_biblioteca/bibli_servicos_
produtos/bibli_informativo/bibli_inf_2006/Rev-Jur%C3%ADdica-UNIARAX%C3%81_21_n.20.09.pdf>
RUBIM, Linda (Org.) Organização e produção da cultura. EDUFBA: Salvador, 2005.
RUBIM, Antonio Albino Canelas e Barbalho, Alexandre (org.). Políticas Culturais no Brasil. Coleção Cult. 1. edição. Salvador: EDUFBA, 2007. Link: https://repositorio.ufba.br
/ri/bitstream/ufba/138/1/Politicas%20culturais.pdf
ROCHA, Everardo. Cultura Brasileira. Reflexões, análises e perspectivas. Rio de Janeiro: Desiderata, 2007
Caderno de Metas do Plano Nacional de Cultura - dezembro de 2011. Disponível em: < http://www.cultura.gov.br/documents/10883/11294/METAS_PNC_final.pdf/ >
THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto. Projetos Culturais: técnicas de modelagem. 2. edição revista. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008.
UNIT. Como funcionam os programas e leis de incentivo à cultura. Disponível em < https://portal.unit.br/blog/noticias/como-funcionam-os-programas-e-leis-de-incentivo-a-
cultura/>
ANEXO II - EDITAL Nº 12/2024 - UFPI
MODELO DE LAUDO MÉDICO A SER ENTREGUE POR CANDIDATOS COM DEFICIÊNCA NA PERÍCIA MÉDICA
. .De acordo com o Decreto 3.298/1999, com a Instrução Normativa SIT/ MTE n.º 98 de 15/08/2012 e o parecer CONJUR/TEM 444/11, observados os dispositivos da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com deficiência, Lei 12.764/12,
Lei 13.146/2015 e Lei n 13.409/2016.
. .Nome:
.
. .C P F. :
.C I D. :
. .Descrição detalhada das alterações físicas (anatômicas e funcionais), sensoriais, intelectuais e mentais:
. .Descrição das limitações funcionais para atividades da vida social e educacional e dos apoios necessários:
. .Assinalar a informação que melhor descreva a deficiência do avaliado e anexar o respectivo documento comprobatório:
. I- Deficiência Física - alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o
comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia,
monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou
ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida,
IIIa- Visão Monocular - conforme parecer CONJUR/MTE 444/11: cegueira, na qual a acuidade visual com a melhor correção
óptica é igual ou menor que 0,05 (20/400) em um olho (ou cegueira declarada por oftalmologista).
OBS: ANEXAR LAUDO DO ESPECIALISTA
. nanismo (altura ___), outras (especificar)
OBS: ANEXAR LAUDO DO ESPECIALISTA
. .
IV-Deficiência Intelectual - funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos 18 anos
e limitações associadas a duas ou mais habilidades adaptativas, tais como:
a)- Comunicação;
b)- Cuidado pessoal;
. II- Deficiência Auditiva - perda bilateral, parcial ou total, de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas
frequências de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz
OBS: ANEXAR AUDIOGRAMA E LAUDO DO ESPECIALISTA
. .
c)- Habilidades sociais;
d)- Utilização de recursos da comunidade;
e)- Saúde e segurança;
f)- Habilidades acadêmicas;
g)- Lazer;
h)- Trabalho.
. III- Deficiência Visual
( ) cegueira - acuidade visual £ 0,05 (20/400) no melhor olho, com a melhor correção óptica;
( ) baixa visão - acuidade visual entre 0,3 (20/60) e 0,05 (20/400) no melhor olho, com a melhor correção
óptica;
.
.Idade de Início:
OBS: ANEXAR LAUDO DO ESPECIALISTA
.
V- Deficiência Mental - Psicossocial - conforme Convenção ONU - Esquizofrenia, outros transtornos psicóticos, outras
limitações psicossociais. Informar se há outras doenças associadas e data de inicio de manifestação da doença (assinalar
também as limitações para habilidades adaptativas no quadro acima).
OBS: ANEXAR LAUDO DO ESPECIALISTA
.
( ) somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o.
OBS: ANEXAR LAUDO OFTALMOLÓGICO, UTILIZAR TABELA SNELLEN PARA AVALIAR ACUIDADE VISUAL.
. .
.VI- Transtorno de Espectro Autista (Lei 12.764/2012). A pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerada
pessoa com deficiência para todos efeitos legais
OBS: ANEXAR LAUDO DO ESPECIALISTA
. .VI- Deficiência Múltipla - associação de duas ou mais deficiências. (Assinalar cada uma acima)
. .Conclusão: A pessoa está enquadrada nas definições dos artigos 3º e 4º do Decreto nº 3.298/1999, com alterações do Dec. 5.296/2004, Lei 12.764/201, de acordo com dispositivos da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
promulgada pelo Decreto n°. 6.949/2009 e recomendações da IN 98/SIT/2012, bem como Leis 13.146/2015 e 13.409/2016.
. .Eu, _________________________________________________________________________________________,
médico especialista em ________________________________________________, CRM________________, estou ciente de que, com base neste laudo, por mim assinado, o avaliado está sendo enquadrado como pessoa com deficiência
no Concurso Público para Servidores Técnico Administrativos em Educação da Universidade Federal do Piauí.
Data: _____/_______/________ Assinatura/Carimbo/CRM:

                            

Fechar