DOU 02/08/2024 - Diário Oficial da União - Brasil

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127
Nº 148, sexta-feira, 2 de agosto de 2024
ISSN 1677-7042
Seção 1
Importações Totais (em número-índice de kg)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.China
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Total (sob análise)
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(0,3%)
.101,6%
.(37,9%)
.55,5%
+94,0%
.Estados Unidos
.100,0
.70,2
.124,0
.153,9
.87,7
[ R ES T R I T O ]
.Japão
.100,0
.58,1
.58,9
.66,4
.22,2
[ R ES T R I T O ]
.Hong Kong
.100,0
.13.385,0
.15.095,0
.23.150,5
.5.628,7
[ R ES T R I T O ]
.Indonésia
.100,0
.457,0
.525,9
.180,3
.35,9
[ R ES T R I T O ]
.Marrocos
.-
.-
.-
.-
.100,0
[ R ES T R I T O ]
.Índia
.100,0
.160,2
.437,8
.223,1
.26,5
[ R ES T R I T O ]
.Itália
.100,0
.16,7
.6,5
.80,1
.23,4
[ R ES T R I T O ]
.Dinamarca
.100,0
.131,7
.13,0
.74,4
.54,2
[ R ES T R I T O ]
.França
.100,0
.5,7
.11,9
.16,6
.4,6
[ R ES T R I T O ]
.Demais países
.100,0
.67,7
.0,2
.7,6
.-
[ R ES T R I T O ]
.Total (exceto sob análise)
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.0,3%
.45,1%
.(3,0%)
.(57,7%)
(40,2%)
.Total Geral
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.0,1%
.65,9%
.(18,6%)
.(19,0%)
+9,4%
Elaboração: DECOM
Fonte: RFB
(*) Demais Países: Alemanha, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, México, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido ,Romênia, Suíça e Taipé Chinês.
193. Observou-se que o volume das importações brasileiras da origem investigada diminuiu 0,3%, de P1 para P2, e aumentou 101,6%, de P2 para P3. Nos períodos subsequentes,
houve redução de 37,9%, entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 55,5%. Ao se considerar todo o período de análise, o volume das importações
brasileiras de fibras ópticas da origem investigada revelou variação positiva de 94,0% em P5, comparativamente a P1.
194. Com relação à variação do volume das importações brasileiras do produto das demais origens, ao longo do período em análise, houve aumento de 0,3%, entre P1 e P2,
enquanto de P2 para P3, detectou-se ampliação de 45,1%. De P3 para P4, houve diminuição de 3,0%, e, entre P4 e P5, o indicador diminuiu 57,7%. Ao se considerar toda a série analisada,
o volume das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou contração de 40,2%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
195. Avaliando a variação do volume das importações brasileiras totais de fibras ópticas no período analisado, entre P1 e P2, verificou-se estabilidade do indicador. Apurou-se
ainda uma elevação de 65,9%, entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 18,6%, e, entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 19,0%. Analisando-se todo o período,
o volume das importações brasileiras totais de fibras ópticas apresentou expansão de 9,4%, considerado P5 em relação a P1.
5.1.2. Do valor e do preço das importações
196. Visando a tornar a análise do valor das importações mais uniforme, considerando que o frete e o seguro internacionais, dependendo da origem considerada, têm impacto
relevante sobre o preço de concorrência entre os produtos ingressados no mercado brasileiro, a análise foi realizada em base CIF. [RESTRITO].
197. As tabelas a seguir apresentam a evolução do valor total e do preço CIF das importações de fibras ópticas no período de análise da existência de dano à indústria
doméstica.
Valor das Importações Totais (em CIF USD x1.000)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.China
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Total (sob análise)
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(22,7%)
.64,1%
.(14,2%)
.28,6%
+40,0%
.Estados Unidos
.100,0
.70,2
.101,0
.139,8
.87,2
[ R ES T R I T O ]
.Japão
.100,0
.43,9
.34,4
.51,5
.18,3
[ R ES T R I T O ]
.Hong Kong
.100,0
.7.516,4
.7.964,3
.17.447,2
.5.463,3
[ R ES T R I T O ]
.Indonésia
.100,0
.441,7
.443,3
.178,2
.34,4
[ R ES T R I T O ]
.Marrocos
.-
.-
.-
.-
.100,0
[ R ES T R I T O ]
.Índia
.100,0
.118,8
.347,4
.211,2
.19,0
[ R ES T R I T O ]
.Itália
.100,0
.8,8
.3,7
.47,8
.16,1
[ R ES T R I T O ]
.Dinamarca
.100,0
.109,8
.8,5
.70,2
.54,6
[ R ES T R I T O ]
.França
.100,0
.6,1
.12,8
.14,7
.11,6
[ R ES T R I T O ]
.Demais países
.100,0
.47,2
.0,1
.5,3
.-
[ R ES T R I T O ]
.Total (exceto sob análise)
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(26,8%)
.23,3%
.21,0%
.(50,8%)
(46,3%)
.Total Geral
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(25,4%)
.37,7%
.6,2%
.(23,8%)
(16,9%)
Elaboração: DECOM
Fonte: RFB
(*) Demais Países: Alemanha, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, México, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido ,Romênia, Suíça e Taipé Chinês.
198. Observou-se que o valor CIF (mil USD) das importações brasileiras da origem investigada diminuiu 22,7%, de P1 para P2, e aumentou 64,1%, de P2 para P3. Nos períodos
subsequentes, houve redução de 14,2%, entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 28,6%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador
de valor CIF (mil USD) das importações brasileiras da origem investigada revelou variação positiva de 40,0% em P5, comparativamente a P1.
199. Com relação à variação de valor CIF (mil USD) das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de 26,8%, entre
P1 e P2, enquanto de P2 para P3, detectou-se ampliação de 23,3%. De P3 para P4, houve crescimento de 21,0%, e, entre P4 e P5, o indicador decaiu 50,8%. Ao se considerar toda a série
analisada, o indicador de valor CIF (mil USD) das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou contração de 46,3%, considerado P5 em relação ao início do período
avaliado (P1).
200. Avaliando a variação do valor CIF (mil USD) total das importações brasileiras de fibras ópticas no período analisado, entre P1 e P2, verificou-se diminuição de 25,4%. Apurou-
se ainda elevação de 37,7%, entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 6,2%, e, entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 23,8%. Analisando-se todo o período,
o valor CIF (mil USD) total das importações brasileiras apresentou contração de 16,9%, considerado P5 em relação a P1.
Preço das Importações Totais (em CIF USD / kg)
[ R ES T R I T O ]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.China
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Total (sob análise)
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(22,5%)
.(18,6%)
.38,2%
.(17,3%)
(27,8%)
.Estados Unidos
.100,0
.100,0
.81,5
.90,8
.99,5
[ R ES T R I T O ]
.Japão
.100,0
.75,6
.58,5
.77,5
.82,2
[ R ES T R I T O ]
.Hong Kong
.100,0
.56,2
.52,8
.75,4
.97,1
[ R ES T R I T O ]
.Indonésia
.100,0
.96,7
.84,3
.98,9
.95,6
[ R ES T R I T O ]
.Marrocos
.-
.-
.-
.-
.100,0
[ R ES T R I T O ]
.Índia
.100,0
.74,2
.79,4
.94,7
.71,9
[ R ES T R I T O ]
.Itália
.100,0
.52,9
.56,4
.59,7
.68,8
[ R ES T R I T O ]
.Dinamarca
.100,0
.83,4
.65,2
.94,3
.100,7
[ R ES T R I T O ]
.França
.100,0
.106,8
.108,0
.88,4
.253,0
[ R ES T R I T O ]
.Demais países
.100,0
.69,7
.80,1
.69,3
.-
[ R ES T R I T O ]
.Total (exceto sob análise)
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(27,1%)
.(15,1%)
.24,7%
.16,2%
(10,2%)
.Total Geral
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(25,5%)
.(17,0%)
.30,5%
.(5,8%)
(24,0%)
Elaboração: DECOM
Fonte: RFB
(*) Demais Países: Alemanha, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, México, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido ,Romênia, Suíça e Taipé Chinês.
201. Observou-se que o preço médio (CIF USD/kg) das importações brasileiras de fibras ópticas da origem investigada diminuiu 22,5%, de P1 para P2, e reduziu 18,6%, de P2 para
P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 38,2%, entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 17,3%. Ao se considerar todo o período de análise,
o indicador de preço médio (CIF USD/kg) das importações brasileiras de fibras ópticas da origem investigada revelou variação negativa de 27,8% em P5, comparativamente a P1.
202. Com relação à variação de preço médio (CIF USD/kg) das importações brasileiras de fibras ópticas das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de
27,1%, entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 detectou-se retração de 15,1%. De P3 para P4, houve crescimento de 24,7%, e, entre P4 e P5, o indicador elevou-se 16,2%. Ao se considerar
toda a série analisada, o indicador de preço médio (CIF USD/kg) das importações brasileiras de fibras ópticas das demais origens apresentou contração de 10,2%, considerado P5 em relação
ao início do período avaliado (P1).
203. Avaliando a variação do preço médio das importações brasileiras totais de fibras ópticas no período analisado, entre P1 e P2, verificou-se diminuição de 25,5%. Verificou-
se ainda queda de 17,0%, entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 30,5%, e, entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 5,8%. Analisando-se todo o período, o
preço médio das importações brasileiras totais de fibras ópticas apresentou contração da ordem de 24,0%, considerado P5 em relação a P1.
5.2. Do mercado brasileiro, do consumo nacional aparente (CNA) e da evolução das importações
204. Para dimensionar o mercado brasileiro e o consumo nacional aparente de fibras ópticas, foram consideradas as quantidades, líquidas de devoluções, vendidas pela indústria
doméstica no mercado interno, de fabricação própria, reportadas pela peticionária, as quantidades de consumo cativo e industrialização para terceiros, bem como as quantidades importadas
apuradas com base nos dados de importação fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior.
205. Cabe mencionar que o volume de consumo cativo inclui o volume consumido pela indústria doméstica e pela outra produtora nacional.

                            

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