DOE 14/08/2018 - Diário Oficial do Estado do Ceará
Sede: Av. Dr. Silas Munguba, 5.700 - Fortaleza - Ceará - Capital Aberto - CNPJ nº 07.237.373/0001-20
Viagens
(8.295)
(6.919)
Outras
(30.297)
(34.195)
VALOR ADICIONADO BRUTO
1.568.359
1.390.791
RETENÇÕES
(15.234)
(20.215)
Depreciação, amortização e exaustão
(15.234)
(20.215)
VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE
1.553.125
1.370.576
VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR
1.553.125
1.370.576
DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO
1.553.125
1.370.576
PESSOAL
827.639
53,3
805.078
58,7
REMUNERAÇÃO DO TRABALHO
560.286
36,1
568.687
41,5
Proventos
546.226
549.656
Participação nos lucros
14.060
19.031
BENEFÍCIOS
225.108
14,5
193.925
14,1
Provisões (Benefícios pós-emprego)
129.260
100.106
Benefícios - Outros
95.848
93.819
FGTS
42.245
2,7
42.466
3,1
IMPOSTOS, TAXAS E CONTRIBUIÇÕES
475.675
30,6
247.825
18,1
Federais
458.152
232.664
Estaduais
15
31
Municipais
17.508
15.130
REMUNERAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS
17.993
1,2
19.632
1,4
Aluguéis
17.993
19.632
REMUNERAÇÃO DE CAPITAIS PRÓPRIOS
231.818
14,9
298.041
21,7
JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO
53.537
3,4
69.233
5,1
União
27.304
35.309
Outros
26.233
33.924
LUCROS RETIDOS NO PERÍODO
178.281
11,5
228.808
16,7
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Semestres findos em 30 de Junho de 2018 e de 2017
Valores expressos em milhares de reais, exceto quando indicado
Índice das Notas Explicativas
Nota 1 - O Banco e suas Características
Nota 2 - Base para a Preparação e Apresentação das Demonstrações
Financeiras
Nota 3 - Resumo das Principais Práticas Contábeis
Nota 4 - Informações por Segmento
Nota 5 - Caixa e Equivalentes de Caixa
Nota 6 - Aplicações Interfinanceiras de Liquidez
Nota 7 - Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros
Derivativos
Nota 8 - Relações Interfinanceiras – Créditos Vinculados
Nota 9 - Carteira de Crédito e Provisão para Perdas
Nota 10 - Outros Créditos
Nota 11 - Carteira de Câmbio
Nota 12 - Permanente
Nota 13 - Depósitos e Captações no Mercado Aberto, Recursos de Aceites
e Emissão de Títulos, Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital
e Dívidas Subordinadas
Nota 14 - Obrigações por Empréstimos e Repasses
Nota 15 - Recursos de Aceites e Emissões de Títulos
Nota 16 - Outras Obrigações
Nota 17 - Instrumentos de Dívida Elegíveis a Capital
Nota 18 - Dívidas Subordinadas
Nota 19 - Patrimônio Líquido
Nota 20 - Outras Receitas/Despesas Operacionais
Nota 21 - Impostos e Contribuições
Nota 22 - Provisões, Ativos Contingentes, Passivos Contingentes e
Obrigações Legais – Fiscais e Previdenciárias
Nota 23 - Remuneração Paga a Funcionários e Administradores
Nota 24 - Participação nos Lucros e Resultados (PLR)
Nota 25 - Benefícios Pós-Emprego
Nota 26 - Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE)
Nota 27 - Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)
Nota 28 - Gerenciamento de Risco e Índice de Basileia
Nota 29 - Partes Relacionadas
Nota 30 - Demonstração do Resultado Abrangente
Nota 31 - Outras Informações
NOTA 1 - O Banco e suas Características
O Banco do Nordeste do Brasil S.A. é uma instituição financeira múltipla
criada pela Lei Federal nº 1.649, de 19.07.1952, organizada sob a forma
de sociedade de economia mista, de capital aberto, com matriz localizada
na Avenida Dr. Silas Munguba, nº 5700, Passaré, Fortaleza, Ceará, Brasil,
e tem por missão: “Atuar como o Banco de Desenvolvimento da Região
Nordeste”. O Banco está autorizado a operar com todas as carteiras
permitidas às instituições financeiras classificadas como Banco Múltiplo.
Instituição voltada para o desenvolvimento regional, atua como órgão
executor de políticas públicas, cabendo-lhe a administração do Fundo
Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) – principal fonte de
recursos para os financiamentos de longo prazo – e a operacionalização
do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)
em sua área de atuação. É também o agente operador do Fundo de
Investimentos do Nordeste (Finor) e do Fundo de Desenvolvimento do
Nordeste (FDNE). Possui o maior programa de microfinanças da América
Latina, consolidado por meio do Crediamigo e do Agroamigo, que facilita o
acesso ao crédito a pequenos empreendedores que desenvolvem atividades
relacionadas à produção, à comercialização de bens e à prestação de
serviços, nas áreas urbana e rural. Além de recursos federais, o Banco tem
acesso a outras fontes de financiamento nos mercados interno e externo, por
meio de captações diretas bem como parcerias com instituições nacionais e
internacionais, incluindo instituições multilaterais, como o Banco Mundial
e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
NOTA 2 - Base para a Preparação e Apresentação das Demonstrações
Financeiras Intermediárias
As Demonstrações Financeiras foram preparadas de acordo com as
disposições da Lei das Sociedades por Ações, com as alterações introduzidas
pelas Leis nºs 11.638 e 11.941, de, respectivamente, 28.12.2007 e
27.05.2009, normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), Banco
Central do Brasil (Bacen) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e
apresentadas em conformidade com o Plano Contábil das Instituições do
Sistema Financeiro Nacional (Cosif).
Os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis
(CPC), no processo de convergência da contabilidade às normas
internacionais, recepcionados por normativos editados pelo CMN como
também os aprovados pela CVM no que não conflitam com as normas
do CMN, estão observados nas Demonstrações Financeiras do Banco,
conforme abaixo:
• CPC 00 (R1) – Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das
Demonstrações Contábeis (Resolução nº 4.144, de 27.09.2012, do CMN);
• CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos (Resolução nº 3.566,
de 29.05.2008, do CMN);
• CPC 02 (R2) – Efeitos das mudanças nas taxas de câmbio e conversão
de demonstrações contábeis (Deliberação CVM n° 640, de 07.10.2010);
• CPC 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa – DFC (Resolução nº 3.604,
de 29.08.2008, do CMN);
• CPC 05 – Divulgação sobre Partes Relacionadas (Resolução nº 3.750, de
30.06.2009, do CMN);
• CPC 09 – Demonstração do Valor Adicionado (Deliberação CVM nº 557,
de 12.11.2008);
• CPC 12 – Ajuste a Valor Presente (Deliberação CVM nº 564, de
17.12.2008);
• CPC 22 – Informação por Segmento (Deliberação CVM nº 582, de
31.07.2009);
• CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de
Erro (Resolução nº 4.007, de 25.08.2011, do CMN);
• CPC 24 – Eventos Subsequentes (Resolução nº 3.973, de 26.05.2011, do
CMN);
• CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes
(Resolução nº 3.823, de 16.12.2009, do CMN);
• CPC 26 (R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis (Deliberação
CVM nº 760, de 22.12.2016);
• CPC 27 – Ativo Imobilizado (Deliberação CVM nº 583, de 31.07.2009);
• CPC 32 – Tributos sobre o Lucro (Deliberação CVM nº 599, de
15.09.2009);
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DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO | SÉRIE 3 | ANO X Nº152 | FORTALEZA, 14 DE AGOSTO DE 2018
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