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O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos I e II, da Constituição Federal, tendo em vista o disposto no art. 3º do Decreto nº 11.072, de 17 de maio de 2022, na Instrução Normativa Conjunta SEGES - SGPRT/MGI nº 24, de 28 de julho de 2023, alterada pela Instrução Normativa Conjunta SEGES- SGP-SRT/MGI nº 21, de 16 de julho de 2024, e na Instrução Normativa Conjunta SGP-SRT- SEGES/MGI nº 52, de 21 de dezembro de 2023, e de acordo com o que consta do Processo Administrativo nº 60064.000082/2024-55, resolve: Art. 1º A Portaria GM-MD nº 4.969, de 24 de outubro de 2024, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 4º ...................................................................................................... .................................................................................................................... § 6º No caso de teletrabalho parcial, as exigências de que trata o § 1º poderão ser flexibilizadas pela chefia da unidade de execução, no interesse da Administração e com o registro das justificativas, considerando a jornada de trabalho do agente público, o horário de funcionamento do órgão, a execução por turnos e as demandas específicas da unidade, com a devida anotação no Termo de Ciência e Responsabilidade - TCR." (NR) Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ MUCIO MONTEIRO FILHO COMANDO DA MARINHA COMANDO DE OPERAÇÕES NAVAIS 4º DISTRITO NAVAL CAPITANIA DOS PORTOS DA AMAZÔNIA ORIENTAL PORTARIA CPAOR/COM4°DN/COMOPNAV/MB Nº 13, DE 16 DE JANEIRO DE 2025 O CAPITÃO DOS PORTOS DA AMAZÔNIA ORIENTAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria n° 135/ComOpNav, de 27 de novembro de 2018, combinado com a Portaria n° 37/MB/MD, de 21 de fevereiro de 2022 e, conforme o preconizado na alínea b, inciso I, art. 4º da Lei nº 9.537/97, de 11 de dezembro de 1997 (LESTA), resolve: Art. 1º Autorizar manobras de atracação e desatracação no Terminal de Graneis Líquidos (TGL), berço 501, no Terminal de Múltiplo Uso (TMU), berço 402, e no quadro de boias da empresa Mega Logística Serviços Portuário LTDA., todos localizados na área do Complexo Portuário de Vila do Conde-PA, desde que sejam cumpridas as seguintes medidas: § 1° Terminal 501 do Porto de Vila do Conde (TGL): I - manobras de atracação: a) maré de enchente; b) em qualquer horário, contando que, caso noturno, haja boa iluminação no píer e próximo às defensas de proa e de popa; c) obrigatório o uso de, pelo menos, dois rebocadores; e d) altura significativa de onda (Hs) inferior a 1,50 m. II - manobras de desatracação: a) em qualquer maré, contando que, caso a maré seja de enchente, é obrigatório pelo menos, 2 (dois) rebocadores; e b) em qualquer maré, contando que, caso a maré seja de vazante, é obrigatório pelo menos , três rebocadores. § 2° Terminal 402 do Porto de Vila do Conde (TMU): I - manobras de Atracação: a) maré de enchente; b) período diurno; e c) obrigatório o uso de, pelo menos, dois rebocadores. II - manobras de Desatracação: a) maré de enchente; b) em qualquer horário, contando que, caso noturno, haja boa iluminação no píer e próximo às defensas de proa e de popa; e c) obrigatório o uso de, pelo menos, dois rebocadores. § 3° Sistema Flutuante da Mega Logística: I - manobras de atracação: a) maré de enchente; b) período diurno; c) obrigatório o auxílio de, pelo menos, dois rebocadores; e d) intensidade de vento inferior a 20 nós. II - manobras de desatracação: a) maré de enchente; b) Em qualquer horário, contando que, caso noturno, é obrigatório o uso da PPU (Portable Pilot Units); c) obrigatório o auxílio de, pelo menos, dois rebocadores; e d) intensidade de vento inferior a 20 nós. Art. 2º Fica revogada a Portaria CPAOR/Com4°DN/ComOpNav/MB n° 9, de 19 de novembro de 2024. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data da publicação em DOU. Capitão de Mar e Guerra EWERTON RODRIGUES CALFA PORTARIA CPAOR/COM4°DN/COMOPNAV/MB Nº 14, DE 16 DE JANEIRO DE 2025 O CAPITÃO DOS PORTOS DA AMAZÔNIA ORIENTAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelas Portarias n° 135/ComOpNav, de 27 de novembro de 2018 e n° 185/Com4°DN de 23 de maio de 2023, combinado com a Portaria MB/MD n° 37, de 21 de fevereiro de 2022 e, conforme o preconizado na alínea b, inciso I, art. 4º da Lei nº 9.537/97, de 11 de dezembro de 1997 (LESTA), resolve: Art. 1º Autorizar, em caráter excepcional e precário, os seguintes procedimentos para entrada dos navios supridores de Gás Natural Liquefeito (GNL) que abastecerão o FSRU "Energos Celsius", no porto de Vila do Conde: § 1º O armador ou representante legal deverá comunicar à Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), com antecedência de 72 horas, a data-hora prevista para chegada do navio, acrescentando informações de calado e deslocamento. A CPAOR informará a chegada do navio à Diretoria de Portos e Costas e ao Comando do 4° Distrito Naval. § 2º Devido aos riscos inerentes, caso o navio apresente qualquer tipo de restrição operacional, não receberá autorização para a entrada e operação. § 3ºA praticagem para os navios é obrigatória, com entrada pelo balizamento do canal de acesso do Quiriri, constante nas Cartas Náuticas n° 302/DHN e 303/DHN. O armador ou representante legal deverá informar a chegada do navio à praticagem, com a antecedência de 24 horas. § 4º Na entrada pelos canais de acesso, a partir do segmento de reta que une as posições geográficas dos faróis do Guará (Barra Norte - Amapá-AP) e do Simão Grande (Cabo Maguari - Soure-PA), o navio deverá ser acompanhado por uma lancha batedora, que possua equipamento de comunicação VHF. A lancha realizará chamada geral no canal VHF 16 e afastará quaisquer embarcações que porventura se aproximem a menos de 500 m. § 5° Caso seja necessário o fundeio do navio em Mosqueiro, este deverá fundear no polígono delimitado pelas seguintes coordenadas: I) latitude: 01° 9,331'S e longitude: 048° 33,240'W; II) latitude: 01° 8,797'S e longitude: 048° 33,240'W; III) latitude: 01° 8,797'S e longitude: 048° 33,790'W; e IV) latitude: 01° 9,331'S e longitude: 048° 33,790'W. Art. 2º No tráfego a partir do fundeadouro de Mosqueiro até o porto de Vila do Conde, os seguintes procedimentos deverão ser adotados: § 1° Deverá ser estabelecida uma área de segurança de 500 metros, em torno do navio, dentro da qual não poderá haver nenhum tráfego marítimo. § 2° A área destinada ao fundeio do navio, em Vila do Conde, é o polígono delimitado pelas seguintes coordenadas: I) latitude: 01° 30,883'S e longitude: 048° 45,316'W; II) latitude: 01° 30,583'S e longitude: 048° 45,716'W; III) latitude: 01° 30,200'S e longitude: 048° 45,416'W; e IV) latitude: 01° 30,500'S e longitude: 048° 45,000'W. § 3° A manobra de atracação a contrabordo do FSRU deverá ser por boreste e realizada no período diurno compreendido entre 06h às 13h, maré de enchente, vento de até quinze nós de velocidade, um nó de corrente e altura significativa de onda menor do que 0,5m. § 4° As manobras de atracação serão realizadas, obrigatoriamente, com o apoio de cinco rebocadores azimutais, sendo quatro de cinquenta Bollard Pull e um de setenta Bollard Pull. § 5° Após a atracação, deverão ser seguidas as medidas de segurança a serem estabelecidas pelo terminal e pelo navio durante a sua permanência, em consonância com o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS CODE) e o Plano de Gerenciamento de Riscos do terminal. § 6° A desatracação poderá ser realizada no período diurno, com apoio de quatro rebocadores e auxílio de um Prático. § 7° Proibir o cruzamento de navios nas proximidades do trio de boias do Canal do Quiriri, definidas nas seguintes coordenadas: I) Boia 5: latitude 00° 56,20'S e longitude 048° 26,80'W; II) Boia 10: latitude 00° 55,64'S e longitude 048° 26,70'W; III) Boia 12: latitude 00° 56,80'S e longitude 048° 26,10'W. § 8° Restrigir a 5 nós a velocidade máxima dos navios, quando navegando a menos de 200 metros do navio supridor de Gás Natural Liquefeito (GNL). Art. 3° A CPAOR providenciará a publicação em Aviso aos Navegantes sobre a movimentação dos referidos navios nas proximidades do porto de Vila do Conde. Art. 4° Ficam revogadas as Portarias n° 7/CPAOR, de 6 de junho de 2024 e n° 10/CPAOR, de 17 de dezembro de 2024. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data da publicação em DOU. Capitão de Mar e Guerra EWERTON RODRIGUES CALFA PORTARIA CPAOR/COM4°DN/COMOPNAV/MB Nº 15, DE 17 DE JANEIRO DE 2025 O CAPITÃO DOS PORTOS DA AMAZÔNIA ORIENTAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria n° 135/ComOpNavN, de 27 de novembro de 2018; Portaria n° 185/Com4°DN de 23 de maio de 2023, combinado com a Portaria MB/MD n° 37, de 21 de fevereiro de 2022, e conforme o preconizado na alínea b, inciso I, art. 4º da Lei nº 9.537/97, de 11 de dezembro de 1997 (LESTA), resolve: Art. 1º Autorizar a singradura no rio Pará e região dos estreitos de comboio-tipo 3x4 pertencente à empresa TRANSPORTE BERTOLINI LTDA. utilizando empurrador com as seguintes características: a) 1º SÉRIE 112: - Comprimento total: 23,5 m; - Boca: 7 m; - Pontal: 2,9 m; - Calado: 2,6 m; - Potência Total : 1200HP; e - Equipamentos de auxílio a navegação: agulha magnética, ecobatímetro, radar, AIS classe "A" e carta eletrônica. b) 2º SÉRIE 100: - Comprimento total: 28,30 m; - Boca: 8,00 m; - Pontal: 3,95 m; - Calado: 3,53 m; - Potência Total : 1770 HP; e - Potência Total : 1700HP;e - Equipamentos de auxílio a navegação: agulha magnética, ecobatímetro, radar, AIS classe "A" e carta eletrônica. § 1º As dimensões para o comboio tipo 2x4 deverão ser de, no máximo, 276 m de comprimento, 24 m de boca e 4 m de calado máximo. § 2º O comboio será composto por 8 barcaças (4 tipo Racked e 4 tipo Box) § 3º As dimensões do comboio tipo 3x4 deverão ser de, no máximo, 278,50 m de comprimento, 36 m de boca e 4 m de calado máximo. § 4º O comboio será composto por 12 barcaças (6 tipo Racked e 6 tipo Box) § 5º Os comboios deverão ser compostos por barcaças de até 62 m de comprimento, 12 m de boca e 4 m de calado e 2,5 m, quando em lastro. Art. 2º Deverão ser adotadas as seguintes medidas cautelares: § 1º As passagens pelos furos da região dos estreitos deverão ser executadas com a presença do Comandante da embarcação no passadiço. § 2º Além das barcaças e do empurrador, a navegação dos comboios contará com lancha de apoio orgânica ao comboio - doravante "lancha de apoio" -, com ecobatímetro, para auxiliar no ajuste da rota. § 3º O comboio deverá ser acompanhado por uma lancha de apoio, que possua equipamento de comunicação VHF. Nas proximidades de curvas e voltas, realizará alarme antecipado e chamada geral no canal VHF 16, com informações sobre o comprimento do comboio e nome do empurrador principal. § 4º Em situações de pane ou emergência, o comboio deverá abarrancar até que outro empurrador venha os auxiliar. Nesse caso, a CPAOR deverá ser informada, tão logo seja restabelecida a singradura; e § 5º Visando o adequado acompanhamento e controle dos comboios, a CPAOR deverá ser informada, com, no máximo, 72 h de antecedência, sobre a composição do comboio e lancha de apoio. § 6º Os comboios devem navegar pelos furos do Boiuçu, Tajapuru, Limão e Ituquara, por serem mais largos e retilíneos. § 7º A precedência nas voltas e curvas é sempre do maior comboio que estiver trafegando nas proximidades. § 8º Especial atenção deverá ser tomada por ocasião das passagens nos furos do Boiuçu, Tajapuru, Limão e Ituquara, na volta do S, na volta do Machaquali, na curva do Vira Saia, na volta do Macujubim, na volta do Pauxis, na volta do Mutuquara, na volta do Pampeiro e no estirão do Piteira (delimitado pela ilha do Piteira), onde: I - a velocidade máxima é de 5 nós; II - não são permitidos o cruzamento e a ultrapassagem; e III - não é permitido abarrancar. § 9º No caso da visibilidade ser reduzida para menos de 0,6 MN, o comboio deve cumprir o previsto nas regras especiais para evitar abalroamento na navegação interior, previstas no Capítulo 11 da NORMAM-202/DPC e abarrancar, exceto nos pontos citados no parágrafo anterior; § 10º Não é permitida a navegação noturna (entre o pôr e o nascer do sol); § 11º Não poderá haver ultrapassagens entre comboios, com comprimento superior a 200 m, nem cruzamentos nas curvas e voltas. Nesse caso, deverá ser especificada no despacho a data e hora aproximada que o comboio navegará pela região dos estreitos; § 12º O comboio, com comprimento superior a 200m, que primeiro iniciar a singradura pelos estreitos terá a preferência. Os demais comboios, com comprimento superior a 200m, que estiverem nas proximidades da região dos estreitos deverão aguardar abarrancados; e § 13º O empurrador principal deverá possuir equipamento AIS, classe "A", que deverá permanecer em funcionamento (recepção e transmissão de sinais ativados) durante todo o percurso do comboio (do porto de origem ao porto de destino). Art. 3º A fim de permitir o tráfego e despacho dos comboio-tipo 2x4 e 3x4, esta Portaria entra em vigor na presente data. Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data da publicação em DOU. Capitão de Mar e Guerra EWERTON RODRIGUES CALFAFechar