DOU 13/02/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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61
Nº 31, quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025
ISSN 1677-7042
Seção 1
347. Observou-se que o indicador de resultado operacional, excluído o resultado financeiro apresentou queda de 192,3%, de P1 a P2, e aumento de 171,3%, de P2 a P3. De P3
a P4, houve redução de 68,8%, seguida de queda de 520,9% de P4 a P5. Analisando-se todo o período, resultado operacional apresentou retração da ordem de 186,4%, considerado P5 em
relação a P1.
348. Com relação à variação de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e outras despesas, houve queda de 222,4%, de P1 a P2, seguido de aumento de 168,0%,
de P2 a P3. De P3 a P4 e de P4 a P5, houve redução de 28,1% e de 347,2%, respectivamente. Analisando-se todo o período, resultado operacional apresentou retração da ordem de 248,0%,
considerado P5 em relação a P1.
349. Observou-se que o indicador de margem bruta retrocedeu [CONFIDENCIAL]p.p. de P1 a P2, com aumento de [CONFIDENCIAL]p.p., de P2 a P3. Nos períodos subsequentes,
houve redução de [CONFIDENCIAL]p.p. de P3 a P4 e de [CONFIDENCIAL]p.p. de P4 a P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de margem bruta revelou variação negativa
de [CONFIDENCIAL]p.p. em P5, comparativamente a P1.
350. Com relação à variação de margem operacional ao longo do período em análise houve redução de [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 a P2, com aumento de [CONFIDENCIAL] p.p.,
de P2 a P3. Nos períodos subsequentes, houve quedas de [CONFIDENCIAL]p.p. de P3 para P4 e de [CONFIDENCIAL]p.p., de P4 a P5. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de
margem operacional apresentou retração de [CONFIDENCIAL] p.p., considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
351. Avaliando a variação de margem operacional, exceto resultado financeiro, no período analisado, verificou-se recuo de [CONFIDENCIAL]p.p. de P1 a P2, com aumento de
[CONFIDENCIAL]p.p. de P2 a P3. Na sequência, houve queda de [CONFIDENCIAL]p.p. e de [CONFIDENCIAL]p.p., respectivamente, de P3 a P4 e de P4 a P5. Analisando-se todo o período, a
margem operacional, exceto resultado financeiro, apresentou retração de [CONFIDENCIAL]p.p., considerado P5 em relação a P1.
352. Observou-se que o indicador de margem operacional, excluído o resultado financeiro e outras despesas, recuou [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 a P2, mas aumentou [CONFIDENCIAL]
p.p. de P2 a P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL] p.p. de P3 a P4 e novo recuo de [CONFIDENCIAL] p.p. de P4 a P5. Ao se considerar todo o período de análise,
o indicador de margem operacional, excluído o resultado financeiro e outras despesas, revelou variação negativa de [CONFIDENCIAL] p.p. em P5, comparativamente a P1.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno por Unidade (R$/t)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.A. Receita Líquida - Mercado Interno
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
.[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
.Variação
.-
.(1,1%)
.4,3%
.10,6%
.(0,8%)
+13,1%
.B. Custo do Produto Vendido - CPV
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.11,7%
.(9,0%)
.15,6%
.14,5%
+34,5%
.C. Resultado Bruto {A-B}
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(61,1%)
.183,9%
.(11,3%)
.(87,1%)
(87,4%)
.D. Despesas Operacionais
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.158,6%
.(34,8%)
.32,9%
.10,9%
+148,5%
.D1. Despesas Gerais e Administrativas
.100,0
.113,4
.129,6
.142,6
.125,2
[ CO N F I D E N C I A L ]
.D2. Despesas com Vendas
.100,0
.98,7
.89,3
.69,1
.102,7
[ CO N F I D E N C I A L ]
.D3. Resultado Financeiro (RF)
.-100,0
.64,1
.-2,3
.36,5
.74,3
[ CO N F I D E N C I A L ]
.D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
.-100,0
.74,2
.-65,2
.49,7
.12,0
[ CO N F I D E N C I A L ]
.E. Resultado Operacional {C-D}
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(210,1%)
.164,4%
.(82,6%)
.(1.291,3%)
(247,3%)
.F. Resultado Operacional (exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(229,5%)
.177,1%
.(67,0%)
.(640,5%)
(278,0%)
.G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(271,6%)
.173,5%
.(23,9%)
.(417,4%)
(404,8%)
353. Observou-se que o indicador de CPV unitário cresceu 11,7% de P1 a P2, seguido de queda 9,0% de P2 a P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 15,6%
e de 14,5%, respectivamente, de P3 a P4 e de P4 a P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de CPV unitário revelou variação positiva de 34,5% em P5,
comparativamente a P1.
354. Com relação à variação de resultado bruto unitário ao longo do período em análise, houve redução de 61,1%, de P1 a P2, com aumento de 183,9%, de P2 a P3.
De P3 a P4 e de P4 a P5, houve diminuição de 11,3% e 87,1%, de forma respectiva. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de resultado bruto unitário apresentou
contração de 87,4%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
355. Avaliando a variação de resultado operacional unitário no período analisado, houve queda de 210,1%, de P1 a P2. É possível verificar ainda elevação de 164,4%, de
P2 a P3, com queda de 82,6%, de P3 a P4. De P4 a P5, o indicador revelou retração de 1.291,3%. Analisando-se todo o período, resultado operacional unitário apresentou contração
da ordem de 247,3%, considerado P5 em relação a P1.
356. Observou-se que o indicador de resultado operacional unitário, excetuado o resultado financeiro, diminuiu 229,5% de P1 a P2 e aumentou 177,1% de P2 a P3. Nos
períodos subsequentes, houve redução de 67,0% e de 640.5%, respectivamente, de P3 a P4 e de P4 a P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de resultado
operacional unitário, excetuado o resultado financeiro, revelou variação negativa de 278,0% em P5, comparativamente a P1.
357. Já o indicador de resultado operacional unitário, excetuado o resultado financeiro e outras despesas, diminuiu 271,6% de P1 a P2 e aumentou 173,5% de P2 a P3.
Nos períodos subsequentes, houve redução de 23,9% e de 417,4%, respectivamente, de P3 a P4 e de P4 a P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de resultado
operacional unitário, excetuado o resultado financeiro e outras despesas, revelou variação negativa de 404,8% em P5, comparativamente a P1.
7.1.2.3. Do fluxo de caixa, do retorno sobre investimentos e da capacidade de captar recursos
358. A respeito dos próximos indicadores, cumpre frisar que se referem às atividades totais da indústria doméstica e não somente às operações relacionadas aos pneus
de automóveis.
Do Fluxo de Caixa, Retorno sobre Investimentos e Capacidade de Captar Recursos
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Fluxo de Caixa
.A. Fluxo de Caixa
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(54,5%)
.(378,3%)
.88,0%
.49,8%
(107,6%)
Retorno sobre Investimento
.B. Lucro Líquido
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(26,2%)
.162,8%
.(44,7%)
.(20,1%)
(14,3%)
.C. Ativo Total
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(12,2%)
.(24,0%)
.7,9%
.12,4%
(19,1%)
.D. Retorno sobre Investimento Total (ROI)
.100,0
.82,8
.289,7
.148,3
.106,9
[ CO N F. ]
.Variação
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
Capacidade de Captar Recursos
.E. Índice de Liquidez Geral (ILG)
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.(25,4%)
.(8,7%)
.53,0%
.(5,7%)
(1,8%)
.F. Índice de Liquidez Corrente (ILC)
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
.[ CO N F. ]
[ CO N F. ]
.Variação
.-
.30,1%
.(14,9%)
.17,5%
.(23,9%)
(1,0%)
Obs.: ROI = Lucro Líquido / Ativo Total; ILC = Ativo Circulante / Passivo Circulante;
ILG = (Ativo Circulante + Ativo Realizável Longo Prazo)/(Passivo Circulante + Passivo Não Circulante)
359. Observou-se que o indicador de caixa líquido total gerado nas atividades da indústria doméstica diminuiu 54,5% de P1 a P2 e 378,3% de P2 a P3. Nos períodos
subsequentes, houve aumento de 88,0% e de 49,8% de P3 a P4 e de P4 a P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de caixa líquido total gerado nas atividades
da indústria doméstica revelou variação negativa de 107,6% em P5, comparativamente a P1.
360. Observou-se que o indicador de taxa de retorno sobre investimentos da indústria doméstica diminuiu [CONFIDENCIAL] p.p. de P1 a P2, com aumento de
[CONFIDENCIAL]p.p. de P2 a P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [CONFIDENCIAL]p.p. e de [CONFIDENCIAL]p.p., respectivamente, de P3 a P4 e de P4 a P5. Ao se
considerar todo o período de análise, o indicador de taxa de retorno sobre investimentos da indústria doméstica revelou variação positiva de [CONFIDENCIAL]p.p. em P5,
comparativamente a P1.
361. Observou-se que o indicador de liquidez geral diminuiu 25,4% e 8,7%, respectivamente, de P1 a P2 e de P2 a P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de
53,0% de P3 a P4, e, considerando o intervalo de P4 a P5, houve diminuição de 5,7%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de liquidez geral revelou variação
negativa de 1,8% em P5, comparativamente a P1.
362. Com relação à variação de liquidez corrente ao longo do período em análise, houve oscilação do indicador ao longo do período de análise, com aumento de 30,1%
de P1 a P2, seguido de queda 14,9% de P2 a P3. De P3 a P4, houve crescimento de 17,5%, com nova queda de P4 a P5 (23,9%). Ao se considerar toda a série analisada, o indicador
de liquidez corrente apresentou contração de 1,0%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
7.1.2.4. Do crescimento da indústria doméstica
363. O volume de vendas da indústria doméstica para o mercado interno em P5 foi inferior em 51,4% ao volume de vendas registrado em P1, bem como foi inferior em
relação ao volume observado em P4 (22,1%).
364. A redução no volume de vendas da indústria doméstica, em termos absolutos, acorreu juntamente com redução do mercado brasileiro (20,3%) de P1 a P5, a despeito
do crescimento das importações totais (+68,1%).
365. Dessa forma, a indústria doméstica apresentou redução em sua participação no mercado brasileiro de pneus de automóveis de P1 a P5 ([RESTRITO] p.p.), tendo
registrado sua menor participação no último período de análise ([RESTRITO]% em P5).
366. Assim, conclui-se que a indústria doméstica apresentou retração de suas vendas no mercado brasileiro, tanto em termos absolutos, como em termos relativos ao
mercado brasileiro de pneus de automóveis ao longo do período analisado.
7.1.3. Dos fatores que afetam os preços domésticos
7.1.3.1. Dos custos e da relação custo/preço
367. A tabela a seguir demonstra o custo de produção e a comparação entre o preço e o custo da indústria doméstica.

                            

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