DOU 21/02/2025 - Diário Oficial da União - Brasil
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Nº 37, sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025
ISSN 1677-7042
Seção 1
CAPi,j é a Capacidade Instalada associada ao ponto de medição “i”, das unidades geradoras associadas à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
MED_Gp,j é a Medição de Geração Não Ajustada da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
“PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p”
“OTCS” é o conjunto de pontos de medição “i”, relativos a unidades geradoras em teste, operação comercial e suspensas pertencentes à parcela de usina “p”
3.6.5.
Exemplo para determinação de unidades geradoras desconsideradas de uma usina
A geração das unidades geradoras desconsideradas de uma usina na contabilização do agente é realizada a partir da seguinte expressão:
Para usinas com alguma unidade geradora em status “nenhum”:
𝑀𝐸𝐷_𝐺𝐷𝑝,𝑗 = ∑ 𝑀𝐿_𝐺𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
− 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑝,𝑗 − 𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇𝑝,𝑗
Onde:
MED_GDp,j é a Medição de Geração desconsiderada das Unidades Geradoras com status “nenhum” da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j
ML_Gi,j é a Medição de Líquida de Geração do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j”
MED_Gp,j é a Medição de Geração Não Ajustada da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
MED_GTp,j é a Medição de Geração de Teste Não Ajustada da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
“PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p”
3.6.6.
Exemplo para determinação da geração de uma usina que participa do rateio de perdas da rede básica
O cálculo da quantidade de geração não ajustada de uma determinada usina que participa do rateio de perdas da rede básica é realizado de forma diferenciada para usinas que possuam medição
bruta por unidade geradora e para aquelas que não possuem.
Para usinas que possuem medição de bruta por unidade geradora é considerado a parcela da usina habilitada para prestação de serviços ancilares de suporte de reativos. A quantidade de geração
não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir da seguinte expressão:
𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗 − 𝐹_𝑈𝐺𝐷𝑝,𝑗); ∑ 𝑀0_𝐺𝑖,𝑗
𝑖∈𝐵𝐶
) + 𝐶𝑆𝑅𝑝,𝑗
Onde:
MED_G_PRBp,j é a Medição de Geração Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j”
F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
F_UGDp,j é o Fator das Unidades Geradoras Desconsideradas associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
M0_Gi,j é a Medição Integralizada do canal G do medidor “i”, no período de comercialização “j”, por Nível Hierárquico “n” dentro de uma estrutura topológica
CSRp,j é o Consumo de Suporte de Reativos da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”, definido no Anexo III – Tratamento do Suporte de Reativos
“PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p”
“BC” é o conjunto de pontos de medição de geração bruta “i”, relativos a unidades geradoras em operação comercial pertencentes à parcela de usina “p”
Para usinas que não possuam medição de bruta por unidade geradora, a quantidade de geração não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir das seguintes
expressõeso:
Para usinas com unidade geradora em status “nenhum”, independentemente do status das demais unidades geradoras:
𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
; ∑ 𝐶𝐴𝑃𝑖,𝑗
𝑖∈𝑂𝑇𝐶𝑆
) ∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗)
Para usinas com unidade geradora em status “suspensa”:
𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
; ∑ 𝐶𝐴𝑃𝑖,𝑗
𝑖∈𝑂𝑇𝐶
) ∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗)
Caso contrário:
𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = ∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
∗ (1 − 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗)
Onde:
MED_G_PRBp,j é a Medição de Geração Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j”
CAPi,j é a Capacidade Instalada associada ao ponto de medição “i”, das unidades geradoras associadas à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
“PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p”
“OTCS” é o conjunto de pontos de medição “i”, relativos a unidades geradoras em teste, operação comercial e suspensas pertencentes à parcela de usina “p”
“OTC” é o conjunto de pontos de medição “i”, relativos a unidades geradoras em teste e em operação comercial pertencentes à parcela de usina “p”
3.6.7.
Exemplo para determinação da geração de teste de uma usina que participa do rateio de perdas da rede básica
O cálculo da quantidade de geração de teste não ajustada de uma determinada usina que participa do rateio de perdas da rede básica é realizado de forma diferenciada para usinas que possuam
medição bruta por unidade geradora e para aquelas que não possuem.
Dessa forma, para usinas que possuem medição de bruta por unidade geradora, a quantidade de geração de teste não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir
da seguinte expressão:
𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
∗ 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗; ∑ 𝑀0_𝐺𝑖,𝑗
𝑖∈𝐵𝑇𝑆
)
Onde:
MED_GT_PRBp,j é a Medição de Geração de Teste Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j”
F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
M0_Gi,j é a Medição Integralizada do canal G do medidor “i”, no período de comercialização “j”, por Nível Hierárquico “n” dentro de uma estrutura topológica
“PI” é o conjunto de pontos de medição de faturamento “i”, pertencentes à parcela de usina “p”
“BTS” é o conjunto de pontos de medição de geração bruta “i”, relativos às unidades geradoras em teste e suspensas pertencentes à parcela de usina “p”
Para usinas que não possuam medição de bruta por unidade geradora, a quantidade de geração de teste não ajustada que participa do rateio de perdas da rede básica é realizada a partir das
seguintes expressões:
Para usinas com unidade geradora em status “nenhum” , independentemente do status das demais unidades geradoras:
𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑖𝑛 (∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
; ∑ 𝐶𝐴𝑃𝑖,𝑗
𝑖∈𝑂𝑇𝐶𝑆
) ∗ 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝,𝑗
Para usinas com unidade geradora em status “suspensa”:
𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = 𝑚𝑎𝑥 (0 ; ((∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
) − 𝑀𝐸𝐷_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗))
Caso contrário:
𝑀𝐸𝐷_𝐺𝑇_𝑃𝑅𝐵𝑝,𝑗 = ∑ 𝑀_𝐺_𝑃𝑅𝐵𝑖,𝑗
𝑖∈𝑃𝐼
∗ 𝐹_𝑇𝐸𝑆𝑇𝐸𝑝.𝑗
Onde:
MED_GT_PRBp,j é a Medição de Geração de Teste Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
M_G_PRBi,j é a Medição Ajustada Final associada ao Canal G que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica do ponto de medição “i”, no período de comercialização “j”
CAPi,j é a Capacidade Instalada associada ao ponto de medição “i”, das unidades geradoras associadas à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
F_TESTEp,j é o Fator de Teste associado à parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
MED_G_PRBp,j é a Medição de Geração Não Ajustada que Participa do Rateio de Perdas da Rede Básica da parcela de usina “p”, no período de comercialização “j”
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