DOU 22/12/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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Nº 243, segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
ISSN 1677-7042
Seção 1
Variação
-
21,4%
(32,4%)
(17,3%)
6,0%
(28,0%)
D. Despesas Operacionais
100,0
73,5
83,3
96,7
97,9
-2,1
Variação
-
(26,5%)
13,3%
16,2%
1,1%
(2,1%)
D1. Despesas Gerais e Administrativas
100,0
90,7
94,8
114,0
114,5
14,5
D2. Despesas com Vendas
100,0
127,4
102,5
108,3
126,2
26,2
D3. Resultado Financeiro (RF)
100,0
91,5
50,3
78,2
-2,8
-102,8
D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
100,0
346,6
149,2
204,1
107,2
7,2
E. Resultado Operacional
{C-D}
100,0
210,8
79,9
14,1
23,7
-76,3
Variação
-
110,8%
(62,1%)
(82,3%)
68,4%
(76,3%)
F. Resultado Operacional
(exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
100,0
181,5
72,6
29,9
17,2
-82,8
Variação
-
81,5%
(60,0%)
(58,9%)
(42,3%)
(82,8%)
G. Resultado Operacional
(exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
100,0
152,8
59,3
-0,4
1,6
-98,4
Variação
-
52,8%
(61,2%)
(100,7%)
499,9%
(98,4%)
Margens de Rentabilidade (%)
H. Margem Bruta
{C/A}
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
Variação
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
I. Margem Operacional
{E/A}
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
Variação
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
J. Margem Operacional
(exceto RF) {F/A}
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
Variação
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
K. Margem Operacional
(exceto RF e OD) {G/A}
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
Variação
-
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
[ R ES T R I T O ]
326. Com relação ao resultado bruto da indústria doméstica ao longo do período em análise, houve aumento de 21,4% de P1 para P2, enquanto de P2 para P3 e de P3 a P4 é possível
detectar retração de 32,4% e de 17,3%, respectivamente. De P4 para P5, tal indicador sofreu elevação de 6,0%. Ao se considerar toda a série analisada, o resultado bruto da indústria doméstica
apresentou contração de 28,0%, considerando P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
327. A margem bruta cresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e reduziu [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. e de de [RESTRITO]
p.p. de P3 para P4 e de P4 para P5, respectivamente. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de margem bruta revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5,
comparativamente a P1.
328. Avaliando o resultado operacional no período analisado, de P1 para P2 verificou-se aumento de 110,8%. É possível verificar ainda queda de 62,1% de P2 para P3 e de 82,3% de
P3 para P4. De P4 para P5, o indicador mostrou ampliação de 68,4%. Analisando-se todo o período, resultado operacional apresentou contração da ordem de 76,3%, considerando P5 em relação
a P1.
329. Já com relação à margem operacional ao longo do período em análise, houve aumento de [RESTRITO] p.p. de P1 para P2. De P2 para P3 e de P3 a P4, é possível detectar retração
de [RESTRITO] p.p. e de [RESTRITO] p.p., respectivamente. De P4 para P5, revelou-se ter havido elevação de [RESTRITO] p.p. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de margem
operacional apresentou contração de [RESTRITO] p.p., considerando P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
330. Observou-se que o resultado operacional, excetuado o resultado financeiro, cresceu 81,5% de P1 para P2 e reduziu 60,0% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve
redução de 58,9% de P3 para P4, e considerando o intervalo de P4 para P5 houve diminuição de 42,3%. Ao se considerar todo o período de análise, o resultado operacional, excetuado o resultado
financeiro, revelou variação negativa de 82,8% em P5, comparativamente a P1.
331. A margem operacional, exceto resultado financeiro, no período analisado, aumentou [RESTRITO] p.p. de P1 para P2. Nos períodos subsequentes, houve quedas sucessivas: de
[RESTRITO] p.p. de P2 para P3; de [RESTRITO] p.p. de P3 para P4 e de [RESTRITO] p.p. de P4 para P5, respectivamente. Analisando-se todo o período, margem operacional, exceto resultado
financeiro, apresentou contração de [RESTRITO] p.p., considerando P5 em relação a P1.
332. Com relação à variação de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e as outras despesas, ao longo do período em análise, houve aumento de 52,8% de P1 para P2,
enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 61,2%. De P3 para P4, houve diminuição de 100,7%, e de P4 a P5, tal indicador sofreu elevação de 499,9%. Ao se considerar toda a série
analisada, o indicador de resultado operacional, excluídos o resultado financeiro e as outras despesas, apresentou contração de 98,4%, considerando P5 em relação ao início do período avaliado
(P1).
333. Por fim, a margem operacional, excluídos o resultado financeiro e as outras despesas cresceu [RESTRITO] p.p. de P1 para P2 e reduziu [RESTRITO] p.p. de P2 para P3. Nos períodos
subsequentes, houve redução de [RESTRITO] p.p. de P3 para P4 e crescimento de [RESTRITO] p.p. de P4 para P5. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de margem operacional,
excluídos o resultado financeiro e as outras despesas revelou variação negativa de [RESTRITO] p.p. em P5, comparativamente a P1.
334. A tabela abaixo, por sua vez, apresenta a demonstração de resultados e as margens de lucro associadas, para o período de investigação, obtidas com a venda de objetos de louça
no mercado interno por tonelada vendida.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno por Unidade (R$/t)
[ R ES T R I T O ]
P1
P2
P3
P4
P5
P1 - P5
A. Receita Líquida
Mercado Interno
100,0
85,2
77,0
79,6
89,8
-10,2
Variação
-
(14,8%)
(9,7%)
3,4%
12,8%
(10,2%)
B. Custo do Produto Vendido - CPV
100,0
81,8
84,3
94,0
108,1
8,1
Variação
-
(18,2%)
3,1%
11,5%
14,9%
+ 8,1%
C. Resultado Bruto
{A-B}
100,0
90,4
66,0
58,2
62,7
-37,3
Variação
-
(9,6%)
(27,0%)
(11,9%)
7,7%
(37,3%)
D. Despesas Operacionais
100,0
54,8
67,0
82,9
85,1
-14,9
Variação
-
(45,2%)
22,3%
23,7%
2,7%
(14,9%)
D1. Despesas Gerais e Administrativas
100,0
67,5
76,2
97,6
99,7
-0,3
D2. Despesas com Vendas
100,0
94,9
82,4
92,8
109,8
9,8
D3. Resultado Financeiro (RF)
100,0
68,1
40,5
66,9
-2,4
-102,4
D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
100,0
258,1
120,0
174,8
93,3
-6,7
E. Resultado Operacional
{C-D}
100,0
157,0
64,2
12,1
20,7
-79,3
Variação
-
57,0%
(59,1%)
(81,2%)
71,0%
(79,3%)
F. Resultado Operacional (exceto RF) {C-D1-D2-D4}
100,0
135,1
58,4
25,6
15,0
-85,0
Variação
-
35,1%
(56,8%)
(56,2%)
(41,4%)
(85,0%)
G. Resultado Operacional
(exceto RF e OD) {C-D1-D2}
100,0
113,8
47,7
-0,3
1,4
-98,6
Variação
-
13,8%
(58,1%)
(100,7%)
506,2%
(98,6%)
335. Ao se analisar o demonstrativo de resultados obtido com a comercialização do produto similar no mercado interno por tonelada vendida, observou-se que o custo do produto
vendido unitário (CPV) em P5 foi 8,1% superior a este custo em P1, enquanto o preço médio obtido pela indústria doméstica em P5 foi 10,2% inferior a este preço em P1, gerando assim, como
visto, queda no resultado bruto e na margem bruta obtidas pela indústria doméstica no período de P1 para P5.
336. Já o custo do produto vendido unitário (CPV) por tonelada vendida em P5 foi 14,9% superior a este custo em P4, enquanto o preço médio obtido pela indústria doméstica em
P5 foi somente 12,8% superior a este preço em P4, gerando assim, como visto, queda na margem bruta obtida pela indústria doméstica no período e recuperação no resultado bruto de período
de P4 para P5.
337. Da mesma forma, observou-se que a soma do CPV aos valores das despesas gerais e administrativas e de vendas por tonelada em P5 foi 6,5% superior a esta soma em P1,
enquanto o preço médio obtido pela indústria doméstica em P5 foi 10,2% inferior a este preço em P1, resultando, como visto, na queda do resultado operacional e margem operacional (exceto
o resultado financeiro e as outras despesas/receitas operacionais) obtidos pela indústria doméstica no período de P1 para P5.
338. Já soma do CPV aos valores das despesas gerais e administrativas e de vendas por tonelada em P5 foi 12,5% superior a esta soma em P4, enquanto o preço médio obtido pela
indústria doméstica em P5 foi 12,8% superior a este preço em P4, resultando, como visto, na manutenção da margem operacional (exceto o resultado financeiro e as outras despesas/receitas
operacionais) obtidos pela indústria doméstica no período de P4 para P5, ainda que se verifique pequena melhora no montante de resultado operacional nesse período.
339. Por fim, cabe ressaltar a variabilidade dos valores relacionados ao resultado financeiro (RF) e às outras despesas (receitas) operacionais e seu impacto na avaliação dos resultados
e margens da indústria doméstica no período. De fato, ao longo do período, a soma desses valores por tonelada significou entre [RESTRITO] % do preço médio líquido obtido pela indústria
doméstica, ou ainda, entre [RESTRITO] % das despesas gerais e administrativas e de vendas totais por tonelada. Esse fato indica que tais valores podem não estar relacionados, ao menos
diretamente, à produção e a venda do produto similar no mercado interno.
7.2.3 Do crescimento da indústria doméstica
340. Considerando que o crescimento da indústria doméstica se caracteriza pelo aumento do seu volume de vendas no mercado interno, pode-se constatar que a indústria doméstica
cresceu ao se considerar os extremos do período de investigação, uma vez que tal volume de vendas aumentou no período 14,9%.
341. Apesar do crescimento em termos absolutos no volume vendido, observou-se que a indústria doméstica perdeu participação no mercado brasileiro de P1 a P5, tendo em conta
que este cresceu 37,1% no período analisado.

                            

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