DOU 24/12/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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Nº 245, quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
ISSN 1677-7069
Seção 3
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.Departamento de Fisioterapia - CCS/Campus I
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.Área: Fisioterapia na Saúde da Mulher e do Homem e Fisioterapia Dermatofuncional
. .CONTEÚDO: 01. Recursos Terapêuticos nas Disfunções do Assoalho Pélvico; 02. Avaliação Funcional do Assoalho Pélvico; 03. Fisioterapia nas Disfunções Miccionais Masculinas; 04.
Avaliação e Tratamento Fisioterapêutico em Mulheres com Câncer de Mama; 05. Avaliação e Intervenção Fisioterapêutica no Pós-Operatório de Cirurgia Bariátrica e Reparadora;
06. Intervenção Fisioterapêutica na Estética Íntima; 07. Avaliação e Intervenção Fisioterapêutica na Estética Facial e Corporal; 8. Assistência Fisioterapêutica em Pacientes
Queimados; 09. Repercussões Funcionais da Gestação e Assistência Fisioterapêutica na Gestação de Risco Habitual e Alto Risco; 10. Assistência Fisioterapêutica na Preparação Para
o Parto; 11. Assistência Fisioterapêutica, Boas Práticas e Humanização da Assistência à Mulher no Trabalho de Parto e Parto; 12. Avaliação e Intervenções Fisioterapêuticas no
Puerpério.
. .REFERÊNCIAS: Não há indicações
.
.Departamento de Nutrição - CCS/Campus I
.
.Área: Nutrição em Saúde Coletiva
. .CONTEÚDO: 01. Guias Alimentares como Estratégia de Educação Alimentar e Nutricional nos Ciclos da Vida; 02. Vigilância Alimentar e Nutricional; 03. Sistema Único de Saúde:
Histórico, Princípios, Diretrizes, Organização e Efeitos sobre a Saúde da População; 04. Políticas e Programas Institucionais de Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil; 05.
Desigualdades, Iniquidades e Interseccionalidades entre Gênero, Raça/Cor e Classe Social em Alimentação e Nutrição; 06. Alimentação Saudável e Sustentável no Programa Nacional
de Alimentação Escolar; 07. Sindemia Global e Desafios para Atuação do Nutricionista; 08. Estágio Curricular Obrigatório em Nutrição em Saúde Coletiva: Propostas Pedagógicas
e Desafios; 09. Sistemas Alimentares, Ambiente Alimentar e Sua Relação com a Saúde; 10. Política Nacional de Alimentação e Nutrição.
. REFERÊNCIAS:
ALMEIDA, G. M. et al. Educational training of nutritionists in Public Health Nutrition: A systematic review. Revista de Nutrição, v. 31, n. 1, p. 97-117, 2018.
BAGNI, U. V.; FERREIRA, A. A.; BORGES, T. L. D. Nutrição inclusiva: Diversidade e inclusão em alimentação e nutrição. São Paulo: Manole, 2024.
BRASIL. Lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN com vistas em assegurar o direito humano à alimentação
adequada e dá outras providências. Brasília, Casa Civil. 2006.
. BRASIL. Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990: dispõe sobre as condições para a promoção e recuperação da saúde, a organização e funcionamento dos serviços correspondentes
e dá outras providências. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 1990.
BRASIL. Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990: Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do sistema único de saúde - SUS e sobre as transferências
intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Brasília. DF: Ministério da Saúde, 1990.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 156 p. Disponível em:
. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf. Acesso em: 3 jul. 2025.
BRASIL. 
Ministério 
da 
Saúde. 
Guia 
alimentar 
para 
crianças 
brasileiras 
menores 
de
2 
anos. 
Brasília: 
Ministério 
da 
Saúde, 
2019. 
265 
p. 
Disponível 
em:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_criancas_menores_2anos.pdf. Acesso em: 3 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Marco de referência da vigilância alimentar e nutricional na atenção básica / Ministério
da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2015. 56 p.
. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição / Ministério da Saúde, Secretaria de
Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Básica. - 1. ed., 1. reimpr. - Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 84 p.
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Marco de referência de educação alimentar e nutricional
para
as
políticas
públicas.
Brasília: Ministério
do
Desenvolvimento
Social
e
Combate
à
Fome,
2012. 64
p.
Disponível
em:
https://www.gov.br/mds/pt-br/acesso-a-
informacao/participacao-social/conselhos/consea/publicacoes/marco-de-referencia-de-educacao-alimentar-e-nutricional.pdf.Acesso em: 3 jul. 2025.
. BRASIL. Resolução CD/FNDE nº 3, de 4 de fevereiro de 2025. Altera a Resolução CD/FNDE nº 6, de 8 de maio de 2020, que dispõe sobre o atendimento daalimentação escolar
aos alunos da educação básica no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE. Diário Oficial da União, 2025.
BRASIL. Resolução/CD/FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009. Dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da educação básica no Programa Nacional de Alimentação
Escolar (PNAE). Diário Oficial da União, 2009.
CANUTO, R.; FANTON, M.; LIRA, P. I. C. D. Iniquidades sociais no consumo alimentar no Brasil: uma revisão crítica dos inquéritos nacionais. Ciência & Saúde Coletiva, v. 24, n. 9,
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. 2019.
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FILHO, M.B. Análise da Política de Alimentação e Nutrição no Brasil: 20 anos de história. Cadernos de Saúde Pública, v. 37 n. supp 1, 2021.
HLPE. Nutrition and food systems. A report by the High Level Panel of Experts on Food Security and Nutrition of the Committee on World Food Security, Rome. 2017.
JACOB, M. Sistemas alimentares para nutrição. 1. ed. Recife: NUPEEA. 2021
. JAIME, P.C. (org). Políticas Públicas de Alimentação e Nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 2019. pp.51-60.
JAIME, P.C. (org). Políticas Públicas de Alimentação e Nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. 2024.
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MACHADO, A. D. et al. O papel do Sistema Único de Saúde no combate à sindemia global e no desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis. Ciência & Saúde Coletiva,
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. MARCHIONI, D. M. L.; CARVALHO, A. M. Sistemas Alimentares e Alimentação Sustentável. Santana de Parnaíba: Manole, 2022. 215 p.
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PAIM, J. S.; DE ALMEIDA-FILHO, N. Saúde coletiva: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: MedBook, 2022.
RECINE, E.; MORTOZA, A. S. Consenso sobre Habilidades e Competências do Nutricionista no Âmbito da Saúde Coletiva. Brasília: Observatório de Políticas de Segurança e Nutrição,
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. ROCHA, C.; BURLANDY, L.; MAGALHÃES, R. (org.) Segurança alimentar e nutricional: perspectivas, aprendizados e desafios para as políticas públicas. Rio de Janeiro, RJ: Editora
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2019.
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UNESCO. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação . - Brasília: Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação, UNESCO; Boadilla del Monte:
Fundación
. .SM, 2022.
.
.Departamento de Direito Público - CCJ/Campus I
.
.Área: Direito Público
. CONTEÚDO: 01. Teoria da pena entre retribuição, prevenção e ressocialização: perspectivas críticas à luz dos direitos fundamentais ; 02. Princípios penais constitucionais e sua
eficácia prática: legalidade, proporcionalidade, humanidade e individualização da pena; 03. Criminalidade contemporânea e desafios da dogmática penal: crimes econômicos,
corrupção e macrocriminalidade; 04. Direito penal e estado democrático de direito: os limites constitucionais diante do expansionismo punitivo; 05. Atos Administrativos e Controle
do Mérito pelo Judiciário; 06. Modernização do Regime Jurídico Administrativo para o Foco Gerencial Sistema Convencional e Jurisdição Constitucional Cooperação penal
internacional e os desafios da criminalidade transnacional; 07. Reforma Tributária e o Novo Modelo de Tributação sobre o Consumo: desafios da transição federativa e impactos
na autonomia de Estados e Municípios; 08.Princípios Constitucionais e os Limites da
. .Extrafiscalidade: debate sobre a constitucionalidade de benefícios fiscais extrafiscais; 09. Federalismo Fiscal e Repartição de Receitas no cenário da Reforma Tributária; 10.
Responsabilidade Fiscal e Equilíbrio Orçamentário: Lei de Responsabilidade Fiscal e as críticas à flexibilização das regras fiscais; 11. Tributação da Economia Digital e os Desafios
da Globalização; 12. Controle de Constitucionalidade e Jurisprudência do STF em Matéria Administrativa, Financeira e Tributária.
. .REFERÊNCIAS: Não há indicações
.
.Departamento de Música - CCTA/Campus I
.
.Área: Canto Popular
. CONTEÚDO: 01. Respiração e fisiologia da voz: das implicações técnicas às dimensões interpretativas no ensino do canto popula; 02. Pesquisa em canto popular no Brasil:
tendências, características e desafios; 03. A voz na trajetória da música brasileira popular do início do século XX até a Bossa Nova: principais nomes, características estilísticas
e transformações interpretativas; 04. A voz na história da música brasileira popular, da Bossa Nova às expressões musicais contemporâneas: principais nomes, características
estilísticas e transformações interpretativas; 05. Formação e prática do/a cantor/a popular: inter-relações entre a universidade e o campo de trabalho; 06. Cinco exercícios para
o/a cantor/a popular: descrição, objetivo dos exercícios, conteúdos trabalhados e adaptações possíveis à prática de repertório; 07. Aquecimento e desaquecimento vocal para o/a
cantor/a popular: estruturação, objetivos e exercícios
indicados; 08. Práticas para o ensino do canto popular: aspectos técnicos vocais e aspectos musicais interpretativos aplicados ao repertório de Música Brasileira Popular; 09.
Trabalhando a
. interpretação de uma canção com o/a cantor/a popular: aspectos a serem abordados, sugestões de exercícios, o corpo do cantor popular como forma de expressão; 10. O canto
na musicalidade das manifestações da cultura popular.
Como estabelecido no edital, em conformidade com o que estabelece a Resolução do Consepe nº 74/2013, Art. 23, a prova didática será subdividida em duas modalidades, ambas
com peso 2: (a) uma aula teórica com duração de 50 minutos, e (b) um recital didático com duração de no mínimo 40 minutos e no máximo 50 minutos.
Recital didático - deverá ser estruturado da seguinte forma: montar um show com 7 (sete) músicas, contemplando: 1) 1 canção/peça de confronto: Kukukaya (Cátia de França);
2) 1 canção do
. .gênero Samba ou Bossa Nova; 3) 1 canção do gênero Frevo; 4) 1 canção de expressão da cultura popular brasileira; 5) 1 canção de livre escolha entre os seguintes gêneros
de música nordestina: baião / maracatu / Coco; 6) 1 canção de compositor paraibano; 7) 1 canção do gênero Choro
. .REFERÊNCIAS: Não há indicações
.
.Departamento de Música - CCTA/Campus I
.
.Área: Musicoterapia

                            

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