DOU 24/12/2025 - Diário Oficial da União - Brasil
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113
Nº 245, quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
ISSN 1677-7042
Seção 1
.D1. Despesas Gerais e Administrativas
.100,0
.84,9
.94,9
.89,5
.88,6
.D2. Despesas com Vendas
.100,0
.95,8
.93,5
.89,0
.93,3
.D3. Resultado Financeiro (RF)
.100,0
.97,3
.51,8
.190,4
.138,4
.D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
.100,0
.(18,1)
.52,2
.(16,5)
.22,0
.E. Resultado Operacional {C-D}
.100,0
.40,7
.9,8
.(26,7)
.(1,9)
.Variação
.-
.(59,3%)
.(75,9%)
.(372,0%)
.92,8%
(101,9%)
.F. Resultado Operacional (exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
.100,0
.53,9
.19,6
.23,8
.30,7
.Variação
.-
.(46,1%)
.(63,7%)
.21,6%
.29,0%
(69,3%)
.G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
.100,0
.52,6
.20,1
.23,1
.30,5
.Variação
.-
.(47,4%)
.(61,7%)
.14,5%
.32,4%
(69,5%)
Margens de Rentabilidade (%)
.H. Margem Bruta {C/A}
.100,0
.62,5
.39,7
.44,9
.49,3
.Variação
.
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
[ CO N F I D E N C I A L ]
.I. Margem Operacional {E/A}
.100,0
.45,1
.13,8
.-39,8
.-2,4
.Variação
.
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
[ CO N F I D E N C I A L ]
.J. Margem Operacional (exceto RF)
{ F/ A }
.100,0
.59,7
.27,8
.35,3
.40,9
.Variação
.
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
[ CO N F I D E N C I A L ]
.K. Margem Operacional (exceto RF e OD)
{G/A}
.100,0
.58,3
.28,5
.34,4
.40,8
.Variação
.
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
[ CO N F I D E N C I A L ]
259. A respeito da demonstração de resultados e das margens de lucro associadas, obtidas com a venda de resina de PP de fabricação própria no mercado interno, registre-se
que o CPV apresentou redução de 3,4% considerando-se todo o período de revisão.
260. Considerando-se os extremos da série (P1 a P5), o resultado bruto com a venda de resina de PP apresentou declínio de 63,2% e a margem bruta da indústria doméstica
apresentou retração de [CONFIDENCIAL] p.p.
261. O resultado operacional da indústria doméstica se reduziu em 101,9% ao se considerar todo o período de revisão. A margem operacional apresentou comportamento
semelhante ao resultado operacional: considerando-se todo o período de análise e, assim, em P5 piorou [CONFIDENCIAL] p.p. em relação a P1.
262. No tocante ao resultado operacional excluindo-se os resultados financeiros foi observada queda de 69,3% entre P1 e P5, enquanto a margem operacional exceto o resultado
financeiro apresentou redução de [CONFIDENCIAL] p.p. ao se considerar os extremos da série.
263. Com relação ao resultado operacional excluindo-se as receitas e despesas financeiras e outras receitas e despesas operacionais, foi observada queda de 69,5% entre P1 e
P5, enquanto a margem associada apresentou decréscimo de [CONFIDENCIAL] p.p. ao se considerar os extremos da série.
Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno por Unidade (R$/t)
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
.A. Receita Líquida - Mercado Interno
.100,0
.103,5
.81,0
.76,5
.84,6
.Variação
. -
.3,5%
.(21,8%)
.(5,6%)
.10,6%
(15,4%)
.B. Custo do Produto Vendido - CPV
.100,0
.126,0
.109,0
.100,8
.109,3
.Variação
. -
.25,9%
.(13,4%)
.(7,6%)
.8,5%
+ 9,3%
.C. Resultado Bruto {A-B}
.100,0
.64,6
.32,3
.34,3
.41,7
.Variação
. -
.(35,4%)
.(50,0%)
.6,1%
.21,6%
(58,3%)
.D. Despesas Operacionais
.100,0
.101,4
.75,6
.167,7
.132,2
.Variação
. -
.1,4%
.(25,4%)
.121,7%
.(21,2%)
+ 32,2%
.D1. Despesas Gerais e Administrativas
.100,0
.97,4
.109,2
.101,9
.100,2
.D2. Despesas com Vendas
.100,0
.109,9
.107,6
.101,2
.105,6
.D3. Resultado Financeiro (RF)
.100,0
.111,6
.59,5
.216,7
.156,6
.D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD)
.100,0
.(20,7)
.60,1
.(18,8)
.24,8
.E. Resultado Operacional {C-D}
.100,0
.46,7
.11,3
.(30,4)
.(2,2)
.Variação
. -
.(53,3%)
.(75,9%)
.(369,1%)
.92,9%
(102,2%)
.F. Resultado Operacional (exceto RF)
{C-D1-D2-D4}
.100,0
.61,8
.22,5
.27,1
.34,7
.Variação
. -
.(38,2%)
.(63,6%)
.20,3%
.28,3%
(65,3%)
.G. Resultado Operacional (exceto RF e OD)
{C-D1-D2}
.100,0
.60,3
.23,2
.26,2
.34,5
.Variação
. -
.(39,7%)
.(61,6%)
.13,2%
.31,6%
(65,5%)
264. Com relação à receita líquida unitária, observou-se retração entre os extremos da série em 15,4%.
265. Ao se analisar o CPV unitário, observou-se aumento em P3 e P4. Nos demais períodos, foram registradas quedas nesse indicador. Ao longo de todo o período de revisão,
verificou-se variação positiva de 9,3% de P1 para P5.
266. Já no que tange ao resultado bruto unitário das vendas de resina de PP, verificou-se retração até P3, após seguidos aumentos em P4 e P5. Mesmo assim, o indicador ainda
apresentou retração de 58,3% entre P1 e P5.
267. O comportamento do resultado operacional unitário variou ao longo do período. Essas variações, ao se considerar os extremos da série, levaram à queda de 102,2% do
resultado operacional unitário.
268. No mesmo sentido, comportaram-se o resultado operacional unitário exclusive o resultado financeiro e o resultado operacional unitário exclusive o resultado financeiro e
outras despesas/receitas operacionais. Assim, o resultado operacional unitário exclusive o resultado financeiro diminuiu de P1 para P5 na ordem de 65,3% e o resultado operacional unitário
exclusive o resultado financeiro e outras despesas/receitas operacionais, a seu turno, em 65,5%.
7.1.2.3. Do fluxo de caixa, do retorno sobre investimentos e da capacidade de captar recursos
269. Com relação aos próximos indicadores a serem analisados, cumpre salientar que se referem às atividades totais da indústria doméstica e não somente às operações
relacionadas a resina de PP.
Do Fluxo de Caixa, Retorno sobre Investimentos e Capacidade de Captar Recursos
[CONFIDENCIAL] / [RESTRITO]
.
.P1
.P2
.P3
.P4
.P5
P1 - P5
Fluxo de Caixa
.A. Fluxo de Caixa
.100,0
.(31,0)
.0,4
.113,7
.(122,)9
.Variação
.-
.(131,0%)
.101,1%
.32.563,6%
.(208,1%)
(222,9%)
Retorno sobre Investimento
.B. Lucro Líquido
.100,0
.58,0
.(29,6)
.(82,3)
.(50,3)
.Variação
. -
.(42,0%)
.(151,0%)
.(178,0%)
.38,9%
(150,3%)
.C. Ativo Total
.100,0
.84,2
.84,1
.101,3
.88,3
.Variação
. -
.(15,8%)
.(0,2%)
.20,5%
.(12,8%)
(11,7%)
.D. Retorno sobre Investimento Total (ROI)
.100,0
.68,5
.(35,4)
.(80,8)
.(56,9)
.Variação
.
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
.[ CO N F I D E N C I A L ]
[ CO N F I D E N C I A L ]
Capacidade de Captar Recursos
.
.2020
.2021
.2022
.2023
.2024
.E. Índice de Liquidez Geral (ILG)
.100,0
.110,0
.110,0
.110,0
.100,0
.Variação
. -
.14,4%
. -
.(5,4%)
.(9,5%)
(2,1%)
.F. Índice de Liquidez Corrente (ILC)
.100,0
.83,3
.91,7
.100,0
.66,7
.Variação
. -
.(12,8%)
.2,9%
.14,3%
.(37,5%)
(35,9%)
270. Verificou-se diminuição no fluxo de caixa referente às atividades totais da indústria doméstica de 222,9% ao longo do período de análise de indícios de dano, que foi marcado
por movimento variado nesse período, com quedas em P2 (131,0%) e P5 (208,1%) e crescimentos em P3 (101,1%) e P4 (32.563,6%).
271. Quanto ao retorno sobre investimento, verificou-se queda ao considerar-se os extremos da série, de P1 a P5, de [CONFIDENCIAL] p.p. Esse indicador demonstrou crescimento
apenas em P5 ([CONFIDENCIAL] p.p.).
272. Ao se analisar a capacidade de captar recursos, verificou-se piora no índice de liquidez geral, com diminuição de 2,1%. Houve retração também no índice de liquidez corrente,
com decréscimo consolidado de 35,9% ao longo de todo o período.
7.1.2.4. Do crescimento da indústria doméstica
273. As vendas internas da indústria doméstica decresceram até P3, a partir de então, apesar de terem aumentado sucessivamente até P5, registraram queda acumulada de 11,6%
considerando os extremos da série.
274. O mercado brasileiro decresceu apenas em P2 e quando considerada toda a série analisada, apresentou expansão de 1,5% em P5 quando comparado ao período P1. A
demanda brasileira por resina de PP diminuiu 17,6% de P1 para P2 e aumentou sucessivamente nos períodos subsequentes: 9,4% de P2 para P3 e de P3 para P4 e 2,9% de P4 para
P5.
275. A participação da indústria doméstica no mercado brasileiro aumentou apenas de P1 para P2 [RESTRITO] p.p., sofrendo quedas consecutivas a partir de então na ordem de:
[RESTRITO] p.p.de P2 para P3, [RESTRITO] p.p. de P3 para P4 e [RESTRITO] p.p.de P4 para P5. Com essa movimentação, a participação da indústria doméstica no mercado brasileiro decresceu
[RESTRITO] p.p. em P5 comparativamente a P1.
276. Por último, observou que a produção do produto similar de fabricação própria da indústria doméstica diminuiu 14,2% no período de revisão. No caso desse indicador, houve
aumento apenas no último intervalo da série analisada.
277. Diante da evolução dos indicadores acima apresentados, apreende-se que a indústria doméstica sofreu retração ao longo do período de análise de dano, seja em termos
absolutos, seja em relação ao mercado brasileiro.
7.1.3. Dos fatores que afetam os preços domésticos
7.1.3.1. Dos custos e da relação custo/preço
278. A tabela a seguir apresenta o custo de produção, o custo unitário e a relação entre custo e preço associados à fabricação do produto similar pela indústria doméstica, ao
longo do período de revisão.
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