DOE 03/07/2018 - Diário Oficial do Estado do Ceará

                             
 
 
Capacidade 
Energia
 
 
 instalada assegurada
 
�stado 
�idade 
�� ����ano 
�n�cio T�rmino
Brígida I 
PE 
Caetés 
13,6 
57.816 Jan/2016 Dez./2035
Brígida II 
PE 
Caetés 
27,2 
128.772 Jan/2016 Dez./2035
Brígida III PE Paranatama 
28,9 
126.144 Jan/2016 Dez./2035
Brígida IV PE Paranatama 
27,2 
122.640 Jan/2016 Dez./2035
Brígida V 
PE Paranatama 
28,9 
131.400 Jan/2016 Dez./2035
Brígida VI PE Paranatama 
28,9 
132.276 Jan/2016 Dez./2035
Brígida VII PE Paranatama 
27,2 
130.524 Jan/2016 Dez./2035
A emissão destas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, foi 
aprovada pela diretoria em 20 de março de 2018. (a) Contrato de Energia 
de Revenda – CER - As investidas da Companhia firmaram Contratos de 
Energia de Reserva � CER, na modalidade de quantidade de energia elétrica 
com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (�CCEE�). Pelo referido 
contrato as investidas da Companhia se comprometem a vender a totalidade de 
sua energia gerada � CCEE. Com base no contrato, as investidas da Companhia 
passaram a faturar valores fixos, mensais, correspondente ao valor definido em 
cada contrato. Eventuais diferenças entre o valor recebido e o valor de energia 
elétrica efetivamente gerada são compensadas financeiramente a cada ano. Os 
critérios de apuração são definidos contratualmente, mediante um limite de 
tolerância entre a energia efetivamente gerada e energia contratada. O limite 
contratual aceito, sem a incid�ncia de penalidades ou bônus, é equivalente ao 
fornecimento de 90� a 130� da energia contratada de um ano, apurada ao 
final de cada quadri�nio. Nestes casos, o desvio positivo ou negativo entre a 
energia fornecida e a energia contratada é reconhecida no ativo ou passivo, 
respectivamente, mediante a aplicação do preço contratual vigente sobre o 
M�h apurado. Eventuais diferenças entre o fornecimento de energia elétrica 
e a energia contratada serão compensadas a cada quadri�nio contratual, sendo 
que o primeiro quadriênio encerra-se em 31 de agosto de 2019. Caso a energia 
fornecida seja inferior a 90� da energia contratada, será aplicada a penalidade, 
equivalente a 15� do preço contratual vigente sobre o montante em M�h 
que for inferior aos 90�. Caso a energia fornecida seja superior a 130� da 
energia contratada, a Companhia receberá 70� sobre o valor do contrato que 
exceder aos 130�. Em ambos os casos, o acerto financeiro ocorre a partir de 
setembro do ano corrente até agosto do ano subsequente, mediante liquidação 
das faturas mensais emitidas pela Companhia � CCEE. Excepcionalmente em 
2016 esse período ocorreu de 1 de janeiro a 1 de setembro. Até 31 de dezembro 
de 2017, a Companhia não possui nenhum efeito significativo, além dos valores 
já registrados, a ser reconhecido em decorr�ncia dos critérios mencionados 
anteriormente. (b) Reapresentação das cifras comparativas - Em 2017, 
foram identificados ajustes de exercícios anteriores, relacionados � retificação 
de erros na receita das controladas gerada no primeiro ano de geração que 
deveria considerar 8 meses e estava considerando 12 meses e ajustes menores 
nas contas de imobilizado, fornecedores, arrendamento e os efeitos sobre o 
investimento e os dividendos a receber na controladora. As demonstrações 
financeiras individuais e consolidadas de 31 de dezembro de 2016, apresentadas 
para fins de comparação, foram ajustadas e estão sendo reapresentadas. Os 
efeitos da reapresentação são demonstrados a seguir:
�oncilia��o do �alan�o �atrimonial em �� de de�em�ro de �����
Controladora 
Original Ajuste Reapresentado
Ativo circulante  
92.113  
(377) 
91.736 
Ativo não circulante  
772.029  (3.011) 
769.018 
Total do ativo  
864.142  (3.388) 
860.754 
Passivo circulante  
81.533  
- 
81.533 
Passivo não circulante  
632.272  
- 
632.272 
Patrimônio líquido  
150.337  (3.388) 
146.949
Total dos passivos e patrimônio  
864.142  (3.388) 
860.754
Consolidado 
Original Ajuste Reapresentado
Ativo circulante  
66.912  
- 
66.912 
Ativo não circulante  
876.249  (6.333) 
869.916 
Total do ativo  
943.161  (6.333) 
936.828 
Passivo circulante  
125.672  (9.000) 
116.672 
Passivo não circulante  
667.152  
6.055  
673.207 
Patrimônio líquido  
150.337  (3.388) 
146.949 
Total dos passivos e patrimônio  
943.161  (6.333) 
936.828 
�oncilia��o da demonstra��o de resultado do e�erc�cio em �����������
Controladora 
Original Ajuste Reapresentado
Equivalência patrimonial 
1.274  (3.386) 
(2.112)
Consolidado 
Original Ajuste Reapresentado
Receita líquida de venda de energia  
87.353  (3.291) 
84.062 
Custos de operação  
(55.719) (1.938) 
(57.657)
Despesas financeiras  
(78.771) 
1.841  
(76.930)
Conciliação da demonstração dos fluxos de caixa do exercí cio em 
�����������
Controladora 
Original Ajuste Reapresentado
�re�u��o antes do �.�.e da contr.social (50.662) (3.388) 
(54.050)
Juros s/ cessão de recebíveis  
(22.502) 22.504  
2
Resultado de equivalência patrimonial  
(1.274) 
3.386  
2.112 
Contas a pagar  
6.087  (6.087) 
-
Outros passivos  
- 
6.087  
6.087
Fluxo de caixa das atividades
 de investimentos
Partes relacionadas  
76.772  
(22.565) 
54.207
�lu�o de cai�a das ativs.de financs.
Pagamento de empréstimos e debentures -
principal  
(29.383) 15.498  
(13.885)
Custos de emissão a amortizar  
- (15.498) 
(15.498)
Partes relacionadas  
- 
63  
63
Consolidado 
Original Ajuste Reapresentado
�re�.antes do �.�. e da contr.social  
(40.684) (3.388) 
(44.072)
Depreciação e amortização  
43.471  
41  
43.512
Impostos a recuperar  
- (1.569) 
(1.569)
Outros ativos  
(1.831) 
1.246  
(585)
Fornecedores  
(74.140) (6.977) 
(81.117)
Contas a pagar  
6.557  (6.557) 
-
Contas a pagar – CCEE  
29.387  3.291  
32.678
Outros passivos  
(980) 
7.298  
6.318
Fluxo de caixa das ativs.de investimentos
Adições ao imobilizado  
(4.784) 
6.928  
2.144
Adições ao intangível  
- 
(313) 
(313)
�lu�o de c�.das ativs.de financiamentos
Pag.de emprésts.e debentures-principal  
(29.383) 15.498  
(13.885)
Custos de emissão a amortizar  
- 
(15.498) 
(15.498)
Considerando que os ajustes foram todos relacionados ao exercício de 2016, 
não se faz necessário a abertura da terceira coluna do balanço. 2 Apresentação 
das informaçõ es contábeis e principais polí ticas contábeis adotadas - As 
principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações 
financeiras estão definidas abaixo. O exercício social da Companhia se 
encerra no dia 31 de dezembro de cada ano. 2.1 Base de preparação - a) 
�emonstra��es financeiras individuais e consolidadas - As demonstrações 
financeiras individuais e consolidadas foram preparadas conforme as práticas 
contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comit� de Pronunciamentos 
Contábeis (CPC) e evidenciam todas as informações relevantes próprias das 
demonstrações financeiras, e somente elas, as quais estão consistentes com 
as utilizadas pela administração na sua gestão. A preparação de demonstrações 
financeiras requer o uso de certas estimativas contábeis críticas e também o 
exercício de julgamento por parte da administração da Companhia no 
processo de aplicação das políticas contábeis. Aquelas áreas que requerem 
maior nível de julgamento e possuem maior complexidade, bem como as 
áreas nas quais premissas e estimativas são significativas para as 
demonstrações financeiras estão divulgadas na Nota 3. (b) Moeda funcional 
e de apresentação - As demonstrações financeiras são apresentadas em 
Real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações 
financeiras apresentadas estão em milhares de Reais, exceto quando indicado 
em outra forma. 2.2 Caixa e equivalentes de caixa - Caixa e equivalentes 
de caixa incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários e outros 
investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de 
até tr�s meses (com risco insignificante de mudança de valor). �.� �ontas 
a receber - As contas a receber de clientes são inicialmente reconhecidas 
pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado 
com o uso do método da taxa efetiva de juros. Na prática, são reconhecidas 
pela valorização da energia fornecida, em M�h, pela tarifa vigente do 
Contrato de Energia de Reserva – CER (Nota 1). Caso a energia fornecida 
seja inferior � energia contratada no período de apuração do Contrato de 
Energia de Reserva - CER, o valor excedente recebido é registrado como 
adiantamento de clientes. �.� �mo�ili�ado - Os itens do imobilizado são 
demonstrados ao custo histórico de aquisição. O custo histórico inclui os 
gastos diretamente atribuíveis necessários para preparar o ativo para o uso 
pretendido pela administração, excluindo custos de financiamentos. A 
Companhia inclui no valor contábil de um item do imobilizado o custo de 
peças de reposição somente quando for provável que esse custo lhe 
proporcione futuros benefícios econômicos. A depreciação dos ativos é 
calculada usando o método linear considerando os seus custos e seus valores 
residuais durante a vida útil estimada limitada ao prazo de concessão, a taxas 
anuais variáveis descritas na Nota 10, levando em consideração a vida útil 
estimada dos bens. O valor contábil de um ativo é imediatamente reduzido 
ao seu valor recuperável, quando o valor contábil do ativo é maior do que 
seu valor recuperável estimado (Nota 2.5). �.� �rovis�es �ara �erdas �or 
im�airment em ativos n�o financeiros - Os ativos que estão sujeitos a 
amortização são revisados para a verificação de impairment sempre que 
eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode 
não ser recuperável. Uma perda por impairment é reconhecida quando o 
valor contábil do ativo excede seu valor recuperável, o qual representa o 
maior valor entre o valor justo de um ativo menos seus custos de venda e o 
seu valor em uso. Para fins de avaliação do impairment, os ativos são 
agrupados nos níveis mais baixos para os quais existam fluxos de caixa 
identificáveis separadamente (Unidades �eradoras de Caixa - U�C). Os 
ativos não financeiros que tenham sido ajustados por impairment, são 
revisados subsequentemente para a análise de uma possível reversão do 
impairment na data do balanço. 2.6 Fornecedores - As contas a pagar aos 
fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram 
adquiridos no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos 
circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso 
contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. 
Elas são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, 
mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa efetiva de 
juros. 2.7 Arrendamentos - Os pagamentos efetuados para arrendamentos 
operacionais são reconhecidos na demonstração do resultado pelo método 
linear, durante o período do arrendamento. �.� �m�r�stimos, financiamentos 
e debêntures  - Os empréstimos, financiamentos e deb�ntures são 
reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos incorridos 
na transação e são, subsequentemente, demonstrados pelo custo amortizado. 
Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da 
transação) e o valor total a pagar é reconhecida na demonstração do resultado 
durante o período em que os financiamentos estejam em aberto, utilizando 
o método da taxa efetiva de juros. Os empréstimos, financiamentos e 
deb�ntures são classificados como passivo circulante, a menos que a 
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DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO  |  SÉRIE 3  |  ANO X Nº122  | FORTALEZA, 03 DE JULHO DE 2018

                            

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