DOE 03/07/2018 - Diário Oficial do Estado do Ceará

                            �.� �stimativa do valor �usto - A Companhia não possui ativos 
ou passivos mensurados a valor justo. Entretanto, pressupõe-se que 
os saldos de caixa e equivalentes de caixa, das contas a receber 
de clientes e contas a pagar aos fornecedores pelo valor contábil, 
menos a perda (impairment) no caso de contas a receber, esteja 
próxima de seus valores justos.
� �nstrumentos financeiros
 
Consolidado
 
2017 
2016
 
 (Reapresentado
 
 
Nota 1(b))
Empréstimos e recebíveis
Caixa e equivalente de caixa (Nota 6) 
47.596  
10.205 
 Contas a receber (Nota 7)  
18.662  
49.862 
 Contas garantias (Nota 12) 
22.956  
17.691
 
89.214  
77.758
Outros passivos financeiros
 Emprésts.e financiamentos (Nota 12)  691.712  
707.345 
 Fornecedores (Nota 11)  
4.224  
11.409 
 
695.936  
718.754 
6 Caixa e equivalente de caixa
 
Controladora Consolidado
Disponibilidades: 
2017 2016 
2017 2016
Fundo fixo 
- 
- 
2  
-
Bradesco S.A  
3  
2  
39  
47 
Santander S.A  
17  
11  
67  
81 
Total  
20  
13  
108  128 
Aplicações Financeiras (a):
Santander S.A  
21.821  7.355  47.488  
10.077 
Total  
21.821  7.355  47.488  
10.077 
Total caixa e equivalentes de caixa  21.841  7.368  47.596  
10.205 
(a) As aplicações financeiras são remuneradas a uma taxa média 
de 101� do CDI, e por não haver restrições ao resgate antecipado 
dos valores aplicados e sujeitas a um insignificante risco de 
mudança de valor, as aplicações foram consideradas equivalentes 
de caixa. 7 Contas a receber – Consolidado - De acordo com 
o contrato de energia de reserva � CER, o valor a ser faturado 
mensalmente é calculado linearmente em relação � quantidade 
anual contratada, independente da quantidade de energia 
efetivamente disponibilizada. A energia contratada é igual ao 
montante de energia associado ao leilão vencido pela Companhia. 
A partir do segundo quadri�nio, a energia contratada será o valor 
médio anual do montante efetivamente produzido pela Companhia 
desde o primeiro quadri�nio até o termino do quadri�nio anterior, 
limitado ao montante de energia associado ao leilão vencido. 
Conforme o CER, a apuração do saldo acumulado da energia 
(energia faturada e o montante efetivamente disponibilizado) 
será feita em dois processos, um ao final de cada ano contratual e 
outro ao final de cada quadri�nio, sendo que no último ano de cada 
quadri�nio, ambos processos serão realizados. O saldo acumulado 
de energia, anualmente apurado, observará a faixa de tolerância a 
qual limita a geração a uma margem inferior a até 10� (dez por 
cento) abaixo do valor da energia contratada referente ao período 
considerado e uma margem superior de até 30� (trinta por cento) 
acima do valor da energia contratada aplicável no mesmo período. 
Sendo a geração que supere estes limites considerada fora da faixa 
de tolerância. Os valores a receber em 31 de dezembro de 2017 e 
de 2016, estão assim compostos:
 
Consolidado
 
2017 
2016
Contas a receber referente
 a venda de energia (a)  
17.812  
49.090 
Ajuste de energia (b)  
850  
772 
Total circulante  
18.662  
49.862 
(a) Refere-se � venda de energia elétrica para a CCEE relativa ao 
faturamento dos parques eólicos. (b) Somatório das diferenças 
apuradas entre a energia efetivamente gerada e a energia contratada 
apurada de duas formas, conforme o Contrato de Energia de 
Reserva: dentro da faixa de tolerância e fora da faixa de tolerância. 
A energia apurada dentro da faixa de tolerância será realizada no 
quadri�nio, e a energia apurada fora da faixa de tolerância será 
realizada no m�s posterior ao fechamento anual do contrato, 
a contar a partir da data de entrada em operação. Não existem 
valores de contas a receber vencidos nos períodos apresentados. 
Além disso, não há histórico de perdas com as contas a receber 
da Companhia, portanto não se faz necessária a constituição de 
provisão para créditos de liquidação duvidosa.
� �artes relacionadas
A Companhia mantém transações com partes relacionadas, das 
quais destacamos:
 
 
Controladora Consolidado
Ativo circulante 
Operação 
2017 
2016 2017 2016
Ventos de Santa Brígida I 
Nota de débito (a) 
20  
10
Ventos de Santa Brígida II  
Nota de débito (a) 
40  
21
Ventos de Santa Brígida III  
Nota de débito (a) 
43  
22
Ventos de Santa Brígida IV  
Nota de débito (a) 
 40  
21
Ventos de Santa Brígida V  
Nota de débito (a)  
43  
22
Ventos de Santa Brígida VI  
Nota de débito (a)  
43  
22
Ventos de Santa Brígida VII  
Nota de débito (a)  
40  
21
Cubico Brasil  
Nota de débito (a)  
18  
 3.710
Ventos de Santa Brígida I  
Cessão de direitos (b)  
5.678  
5.542
Ventos de Santa Brígida II  
Cessão de direitos (b)  12.647  12.343
Ventos de Santa Brígida III  
Cessão de direitos (b)  12.388  12.092
Ventos de Santa Brígida IV  
Cessão de direitos (b)  12.044  11.756
Ventos de Santa Brígida V  
Cessão de direitos (b)  12.905  12.595
Ventos de Santa Brígida VI  
Cessão de direitos (b)  12.991  12.679
Ventos de Santa Brígida VII  Cessão de direitos (b)  12.819  12.511
Outros  
 
 
5  
30  
70
Total  
 
81.759  79.662  3.74 
70
 
Controladora
Ativo não circulante 
Operação 
2017 
2016
Ventos de Santa Brígida I  
Cessão de direitos (b)  25.213  30.631
Ventos de Santa Brígida II  
Cessão de direitos (b)  46.777  60.169
Ventos de Santa Brígida III  
Cessão de direitos (b)  48.295  61.169
Ventos de Santa Brígida IV  
Cessão de direitos (b)  46.951  60.276
Ventos de Santa Brígida V  
Cessão de direitos (b)  47.956  61.448
Ventos de Santa Brígida VI  
Cessão de direitos (b)  52.664  66.412
Ventos de Santa Brígida VII  Cessão de direitos (b)  44.404  54.303
Total  
 
312.26  394.408
 
Contro- 
Conso-
 
ladora 
lidado
Passivo circulante  
Operação 2017 2016 2017 2016
Eólica Bela Vista �er. Com. Energia S.A. Nota de débito (a) 
64  
14  114  
39
Embuaca �er. Com. Energia S.A.  
Nota de débito (a) 
21  
12  56  
50
Eólica Icaraí �er.Com.Energia S.A. 
Nota de débito (a)  
45  
14  49  
44
Eólica Mar e Terra �er. Com. Ener. S.A.  Nota de débito (a)  
49  
13  55  
73
Central Eólica Sto Antônio de Padua S.A.  
Nota de débito (a)  
3  
3  
3 
 3
Central Eólica São Cristovão S.A.  
Nota de débito (a)  
3  
3  
3  
3
Central Eólica São Jorge S.A.  
Nota de débito (a)  
3  
4  
3  
4
MS Participações Societárias S.A  
Nota de débito (a)  158  
- 846  538
Ventos de Santo Onofre I Energias
Renováveis S.A. 
Nota de débito (a)  
- 
- 
9  
49
Outros  
 
3  
- 
3  
-
Total  
 
349  
63  
1.141  803
(a) Refere-se ao saldo da Companhia decorrente do compartilhamento de despesas entre 
as empresas do mesmo grupo econômico. (b) Referem-se a antecipação de recebíveis 
efetuados �s suas investidas. Essa antecipação ocorreu em função do instrumento de 
cessão de direitos de créditos para a controladora sobre os valores a receber de suas 
investidas em face dos contratos firmados junto a CCEE para recebimento de receita fixa 
de energia elétrica junto a rede nacional e de acordo com o leilão 005/2013 promovido 
pela Aneel. Remuneração do pessoal chave da Administração - A remuneração da 
administração é paga, de maneira centralizada, pela Controladora do �rupo (Cubico 
Brasil  S.A).
� �nvestimentos
Controladora - A Companhia possui investimentos em Companhias eólicas realizados 
através de aportes de capital, conforme relacionado abaixo:
 
2017 
2016
 
 (Reapresentado-Nota 1(b))
Saldo inicial  
356.919  
361.265
Dividendos a receber (a) 
(3.138) 
(391)
Participação no resultado de controladas  
15.956  
(2.112)
Custos de captação de empréstimos  
(2.757) 
(1.843)
Saldo final  
366.980  
356.919
Segue a participação da Companhia nos resultados de suas controladas, no total de seus 
ativos e passivos, bem como, o valor do Investimento:
 
 
 
Lucro Patrim. 
 Valor do in-
�ome 
�tivo �assivo ��re�u��o� l��uido �es�gio vestimento
Em 31 de dezembro de 2017
Brígida I  
61.859  39.780  
1.662  22.079  
(257) 
21.822 
Brígida II  
124.743  72.334  
4.198  52.409  
(483) 
51.926 
Brígida III  
124.486  76.370  
1.598  48.116  
(462) 
47.654 
Brígida IV  
119.377  73.816  
2.715  45.561  
(442)  
45.119 
Brígida V  
130.551  75.662  
3.146  54.889  
(493)  
54.396 
Brígida VI  
132.401  83.883  
1.917  48.518  
(481)  
48.037 
Brígida VII  
131.728  72.823  
720  58.905  
(464) 
58.441 
Custos de Captação  
 
 
 
 
 
39.585 
 
825.145  
494.668  
15.956  330.477  (3.082) 
366.980 
Em 31 de dezembro de 2016
(Reapresentado – Nota 1(b))
Brígida I  
65.731  45.258  
(1.228) 20.473  
(257) 
20.216 
Brígida II  
131.452  82.302  
1.210  49.150  
(483) 
48.667 
Brígida III  
132.527  85.711  
(938) 46.816  
(462) 
46.354 
Brígida IV  
125.875  82.384  
40  43.491  
(442) 
43.049 
Brígida V  
137.424  84.938  
749  52.486  
(493) 
51.993 
Brígida VI  
139.814  92.758  
(171) 47.056  
(481) 
46.575 
Brígida VII  
138.892  80.707  
(1.774) 58.185  
(464) 
57.721 
Custos de Captação  
- 
- 
- 
- 
- 
42.344 
 
871.715  
554.058  
(2.112) 317.657  (3.082) 
356.919 
(a) Os dividendos a receber são compostos conforme a seguir:
218
DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO  |  SÉRIE 3  |  ANO X Nº122  | FORTALEZA, 03 DE JULHO DE 2018

                            

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