DOE 03/07/2018 - Diário Oficial do Estado do Ceará
- De acordo com o contrato de energia de reserva � CER, o valor a ser
faturado mensalmente é calculado linearmente em relação à quantidade
anual contratada, independente da quantidade de energia efetivamente
disponibilizada. A energia contratada é igual ao montante de energia associado
ao leilão vencido pela Companhia. A partir do segundo quadri�nio, a energia
contratada será o valor médio anual do montante efetivamente produzido pela
Companhia desde o primeiro quadri�nio até o termino do quadri�nio anterior,
limitado ao montante de energia associado ao leilão vencido. Conforme
o CER, a apuração do saldo acumulado da energia (energia faturada e o
montante efetivamente disponibilizado) será feita em dois processos, um ao
final de cada ano contratual e outro ao final de cada quadri�nio, sendo que
no último ano de cada quadri�nio, ambos processos serão realizados. O saldo
acumulado de energia, anualmente apurado, observará a faixa de tolerância
a qual limita a geração a uma margem inferior a até 10� (dez por cento)
abaixo do valor da energia contratada referente ao período considerado e
uma margem superior de até 30� (trinta por cento) acima do valor da energia
contratada aplicável no mesmo período. Sendo a geração que supere estes
limites considerada fora da faixa de tolerância. Os valores a receber em 31
de dezembro de 2017 e de 2016, estão assim compostos:
Consolidado
2017
2016
Contas a receber referente a venda de energia (a)
6.621
6.378
Ajuste de energia (b)
3.748 12.311
Outras contas a receber
185
-
Total
10.554 18.689
Ativo circulante
10.554 13.297
Ativo não circulante
-
5.392
Total
10.554 18.689
(a) Refere-se à venda de energia elétrica para a CCEE relativa ao faturamento
dos parques eólicos. (b) Somatório das diferenças apuradas entre a energia
efetivamente gerada e a energia contratada apurada de duas formas, conforme
o Contrato de Energia de Reserva: dentro da faixa de tolerância e fora da faixa
de tolerância. A energia apurada dentro da faixa de tolerância será realizada
no quadri�nio, e a energia apurada fora da faixa de tolerância será realizada
no m�s posterior ao fechamento anual do contrato, a contar a partir da data
de entrada em operação. Não existem valores de contas a receber vencidos
nos períodos apresentados. Além disso, não há histórico de perdas com as
contas a receber da Companhia, portanto não se faz necessária a constituição
de provisão para créditos de liquidação duvidosa.
8 Partes relacionadas - A Companhia mantém transações com partes
relacionadas, das quais destacamos:
Controladora Consolidado
Ativo circulante
Operação 2017 2016
2017 2016
Ventos de São Tomé
Nota de débito (a) 158
-
336
52
Ventos de Santa Brígida I
Nota de débito (a)
59
46
67
59
Ventos de Santa Brígida II
Nota de débito (a) 105
80
119 103
Ventos de Santa Brígida III Nota de débito (a) 110
84
125 108
Ventos de Santa Brígida IV Nota de débito (a) 105
80
119 103
Ventos de Santa Brígida V
Nota de débito (a) 110
85
125 108
Ventos de Santa Brígida VI Nota de débito (a) 110
85
125 108
Ventos de Santa Brígida VII Nota de débito (a)
87
80
102 103
Ventos de São Tito
Nota de débito (a) 195
-
457
38
Ventos de Santa Joana II
Nota de débito (a) 115 138
131 174
Ventos de Santa Joana VI
Nota de débito (a) 115 138
131 174
Ventos de Santa Joana VIII Nota de débito (a) 115 138
131 174
Ventos de Santa Joana XIV Nota de débito (a) 115 138
131 174
Ventos de Santo Onofre I
Nota de débito (a)
86 138
102 174
Ventos de Santo Onofre II
Nota de débito (a) 115 138
131 174
Ventos de Santo Onofre III
Nota de débito (a) 115 138
131 174
Eólica Bela Vista
Nota de débito (a) 456
47
-
-
Embuaca Geração
Nota de débito (a) 448
47
-
-
Eólica Icaraí
Nota de débito (a) 283
29
-
-
Eólica Mar e Terra
Nota de débito (a) 389
39
-
-
Santos Energia
Nota de débito (a)
24
-
24
-
Eólica Santo Antônio
de Pádua
Nota de débito (a)
23
5
26
6
Eólica São Cristóvão
Nota de débito (a)
43
9
48
12
Eólica São Jorge
Nota de débito (a)
39
9
45
11
Reb Empreendimentos
Nota de débito (a)
24
-
24
-
Eólica Brisa Energias
Renováveis
Nota de débito (a)
36
26
41
33
Eólica Vento Energias
Renováveis
Nota de débito (a)
36
26
41
33
Eólica �ind Energias
Renováveis
Nota de débito (a)
33
23
37
29
Cubico Brasil
Nota de débito (a) 258
- 3.673
-
3.907
1.766 6.422
2.124
Controladora Consolidado
Passivo circulante
Operação 2017 2016
2017 2016
Ventos de Santa Brígida VII Nota de débito (a)
-
-
7
6
Ventos de Santo Onofre I
Nota de débito (a)
-
-
4
5
Reb Empreendimentos
Nota de débito (a)
7
3
7
3
7
3
18
14
(a) Refere-se ao saldo da Companhia decorrente do compartilhamento de
despesas entre as empresas do mesmo grupo econômico. Remuneração do
pessoal chave da Administração - Os administradores da Companhia são
executivos do acionista controlador e por esse motivo seus honorários são
pagos pelo acionista.
9 Impostos a recuperar – Consolidado
2017
2016
IRPJ a compensar
1.125
2.938
CSLL a compensar
810
680
IRRF sobre aplicações financeiras
987
521
Outros
55
-
Total
2.977
4.139
10 Investimentos - Controladora
2017
2016
Saldo inicial
158.490 119.694
Dividendos a receber (a)
(249)
(669)
Participação no resultado de controladas
174 17.646
Custos de captação de empréstimos
(1.689)
21.819
Saldo final
156.726 158.490
Segue a participação da Companhia nos resultados de suas controladas, no
total de seus ativos e passivos, bem como, o valor do Investimento:
Patri- Valor do
mônio
investi-
Nome
Ativo Passivo Lucro lí quido
mento
Em 31 de dezembro de 2017
Bela Vista
126.017 87.045 (3.700) 38.972
38.972
Embuaca
123.252 82.521 3.102 40.731
40.731
Icaraí
87.202 60.008 (1.456) 27.194
27.194
Mar e Terra
102.787 73.088 2.228 29.699
29.699
Custos de captação
de empréstimos
-
-
-
-
20.130
439.258 302.662
174 136.596 156.726
Em 31 de dezembro de 2016
(Reapresentado)
Bela Vista
123.217 80.545 7.112 42.672
42.672
Embuaca
120.967 83.195 3.586 37.772
37.772
Mar e Terra
100.976 73.399 3.785 27.577
27.577
Icaraí
84.991 56.341 3.163 28.650
28.650
Custos de captação
de empréstimos
-
-
-
-
21.819
430.151 293.480 17.646 136.671 158.490
(a) Os dividendos a receber são compostos conforme a seguir:
Nome
2017
2016
Bela Vista
660
660
Embuaca
606
463
Icaraí
394
394
Mar e Terra
217
111
1.877
1.628
11 Imobilizado e Intangí vel – Consolidado
2017
2016
Taxas
anuais
Depreciação
Saldo
Saldo
depre
Custo acumulada lí quido
lí quido ciação
(Reapre-
%
sentado)
Aerogeradores e estrutura
do parque eólico (a)
387.282
(77.369) 309.913 327.392
5
Bens em operação
2.347
(1.408)
939
858 10 a 20
Obras em andamento
5.832
-
5.832
Desmobilização
11.876
(2.453)
9.423
10.023
5
Encargos
27.028
(6.898) 20.130
21.819
5
Projetos
19.195
(3.612) 15.583
16.487
5
Total
453.560
(91.740) 361.820 376.579
(a) Os aerogeradores estão sendo depreciados conforme os tempos de operação
concedidos pela ANEEL. A movimentação dos saldos do ativo imobilizado
está representada por:
Aerogeradores
Adianta-
e estrutura do
Desmobi-
Obras em
Bens em
Encargos mento para
Custo
parque eó lico
lização andamento
operação
Projetos Financeiro construção
Total
Em 1º de janeiro de 2016
411.109
11.875
-
3.163
17.705
-
9
443.861
Aquisições
938
1
-
218
1.396
-
-
2.553
Transferências
(25.746)
-
-
(1.273)
-
27.028
(9)
-
Em 31 de dezembro de 2016
386.301
11.876
-
2.108
19.101
27.028
-
446.414
Aquisições
6.033
-
5.832
526
94
-
-
12.485
Baixas
(5.052)
-
-
(287)
-
-
-
(5.339)
Em 31 de dezembro de 2017
387.282
11.876
5.832
2.347
19.195
27.028
-
453.560
237
DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO | SÉRIE 3 | ANO X Nº122 | FORTALEZA, 03 DE JULHO DE 2018
Fechar