DOMFO 04/12/2018 - Diário Oficial do Município de Fortaleza - CE

                            DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO 
FORTALEZA, 04 DE DEZEMBRO DE 2018 
TERÇA - FEIRA - PÁGINA 55 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção Agrícola Municipal (2015). 
 
Um dos mais importantes espaços de comercialização dos alimentos vindos dos produtores da região metropolitana de Fortaleza são 
as feiras que são realizadas nos bairros. Essas feiras são bem distribuídas pelas sete regionais, incluindo a do Centro. Em 2014, de 
acordo com as regionais, havia 65 feiras livres, onde são comercializados alimentos com preços acessíveis. Além das feiras, existem 
os mercados de venda de alimentos, como o Mercado São Sebastião, localizado na Regional Centro, Mercado do Montese, localizado 
na Regional IV e o Mercado dos Peixes, localizado na Regional II. Outro espaço relevante de venda de alimentos vindo de produtores, 
são as Feiras de Alimentos Orgânicos. Atualmente, essas feirasestão localizadas em vários pontos na capital, como no Mercado dos 
Pinhões, realizada pela Associação do Desenvolvimento da Agropecuária Orgânica (ADAO), no Centro; a Feira Agroecológica do 
Benfica; Sabores Orgânicos, no Meireles; Espaço Vida Saudável, na Cidade dos Funcionários; Mundo do Orgânico, no Cambeba; e 
nos Supermercados São Luis, Pão de Açúcar, Mercadinho Japonês e Extra. 2.6 – ACESSO A ALIMENTAÇÃO ADEQUADA E SAU-
DÁVEL: Para implementar políticas públicas de combate à Insegurança Alimentar e Nutricional (INSAN) faz-se necessário identificar 
os domícilios que sofrem com essa situação. Na Pesquisa Nacional por Amostra de Domícilios (PNAD), em seu suplemento alimentar, 
o IBGE utiliza a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA)  para identificar e classificar os domicílios de acordo com o grau de 
segurança alimentar53. De acordo com a PNAD, a situação de segurança alimentar no Ceará melhorou significativamente, tendo uma 
evolução de 44,24% em 2004, para 51,69% em 2009 e para 64,5% em 2013. Em relação a algum tipo de Insegurança Alimentar (IA) o 
Estado apresentou uma redução considerável, em 2004 de 55,71%, passou para 48,31% em 2009 e 2013 para 35,5%. Conforme 
mostra o gráfico abaixo53.  
 
Gráfico 17 - Percentual de domicílios particulares com segurança alimentar e com algum tipo de insegurança alimentar no Cearános 
anos de 2004, 2009 e 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Adaptado do IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD 2004, 2009, 2013. 
 
Um aspecto relevante a considerar é a cor ou raça declarada dos indivíduos e sua relação com Insegurança Alimentar (IA). No Ceará 
em 2004, o índice de IA moderada ou grave entre pessoas pardas e negras era de 38,89%, índice muito alto comparado com pessoas 
 
 

                            

Fechar