Dia Oficial

Diário Oficial da União · 14/06/2023 · pág. 50

DOU 14/06/2023 - Diário Oficial da União - Brasil

Baixar página em PDF · Criar alerta deste tema

O visualizador interativo precisa de JavaScript — baixe a página original em PDF.

TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05302023061400050 50 Nº 111, quarta-feira, 14 de junho de 2023 ISSN 1677-7069 Seção 3 SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados. 5ª ed. Ed i t o r a : Campus, Rio de Janeiro, 2006. SILVA, Camila C. Manutenção completa em computadores. 1ed. Editora Viena. 2009. ISBN 978-85-371-0186-5 TANENBAUM, A. S. Sistemas Operacionais Modernos. Pearson. 3a. Edição. 2010. ISBN 978-85-7605-237-1 TORRES, Gabriel. Hardware curso completo. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Editora. 2001 TORRES, Gabriel. Redes de computadores. versão rev. e atual. Rio de Janeiro: Novaterra, c2010. xxiii, 805 p., il. WHITE, Curt M. Redes de computadores e comunicação de dados. Tradução da 6ª edição norte-americana. Cengage Learning. 2012. ISBN 978-85-221-1074-2 TÉCNICO DE LABORATÓRIO/ ÁREA ELETROELETRÔNICA 1.Circuitos série, paralelo e série-paralelo de corrente contínua; divisores de tensão e corrente, análise de circuitos RC, RL e RLC em corrente contínua e alternada; 2.Leis de Kirchhoff, teoremas de Thevenin, Norton e Superposição. 3. Potência elétrica e fator de potência em circuitos monofásicos e trifásicos. Fundamentos e Conceitos básicos em Circuitos magnéticos, Transformadores e Conversão de Energia Eletromecânica. 5 ELETRÔNICA GERAL E APLICADA - Circuitos com Diodos de Junção PN: Ceifadores, Grampeadores, Retificadores, Multiplicadores de Tensão, Diodo Zener; Diodos Emissores de Luz: Fotodiodos, Optoacoplador; Diodo Varicap; Diodo Schottky; Diodo Tunel; Transistor de Junção Bipolar: Características, Polarização, Configurações, Curvas Características, Regiões Ativa, Saturação e Corte; Transistor de Efeito de Campo; Amplificadores a Transistor; Fontes de Alimentação Estabilizada; Circuito Seguidor de Emissor; Amplificador Operacional: Características Ideais, Em malha Aberta, Com Realimentação, Configuração Inversora, Configuração Não-Inversora, Operações Matemáticas (Somador, Subtrator, Diferenciador, Integrador), Resposta em Frequência, Comparadores em Malha Aberta e com Realimentação, Limitadores, Filtros Ativos. Tiristores e circuitos de disparo de tiristores. 6.ELETRÔNICA DIGITAL: Funções e Portas Lógicas, Álgebra de Boole e Simplificação de Circuitos Lógicos (Método Algébrico e mapa de Karnaugh), Códigos (BCD, Excesso 3, Gray, Códigos de 5 Bits), Circuitos Combinacionais (Codificadores, Decodificadores, Multiplexadores, Demultiplexadores), Circuitos Seqüenciais (Flip-Flops SR, JK, D e T), Registradores de Deslocamento, Contadores (Assíncronos e Síncronos); Conversores Analógicos-Digitais; Conversores Digitais-Analógicos; Microcomputadores; Microcontroladores. Programação de circuitos digitais em PLDs e FPGAs. Referências SOISSON, Harold. Instrumentação Industrial. Hemus Editora Limitada: 1986. CHAPMAN, Stephen J. Fundamentos de máquinas elétricas. AMGH editora, 2013. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Vol. 1. Pearson Education do Brasil, 2004. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Vol. 2. Pearson Education do Brasil, 2004. MAMEDE FILHO, João. Instalações Elétricas Industriais. 6ª Edição. Editora LTC, 2019 SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos de Circuitos Elétricos. Editora Bookman, 2015. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e automação de Processos. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.: 2005. BOLTON, Willian. Instrumentação e Controle. Hemus Editora Limitada: 2002. SIGHIERI, Luciano; NISHINARI, Akiyoshi. Controle automático de Processos Industriais - Instrumentação. 2 ed. Editora Edgard Blücher Ltda: 1973. TORREIRA, Raul Peragallo. Instrumentos de Medição Elétrica. 3 ed. Hemus Editora Limitada: 2002. MIODUSKI, Alfons Leopold. Elementos e Técnicas Modernas de Medição Analógica e Digital. Editora Guanabara Dois: 1982. MEDEIROS FILHO, Sólon. Medição de Energia Elétrica. 3 ed. Editora Guanabara Dois: 1983. SCHILING, Donald L.; BELOVE, Charles. Circuitos Eletrônicos Discretos e Integrados Editora Guanabara Dois: 1982. LOURENÇO, Antônio Carlos; CRUZ, Eduardo Cesar Alves; FERREIRA, Sabrina Rodero; CHOUERI JUNIOR, Salomão. Circuitos Digitais. Editora Érica: 1996. CAPUANO, Francisco G.; IDOETA, Ivan Valeije. Elementos de eletrônica digital. Editora Érica: 2001. CIPELLI, Antonio Marco V.; SANDRINI, Waldir J.; MARKUS, Otávio. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. Editora Érica: 2001. MAMEDE FILHO João. Proteção de Equipamentos Eletrônicos Sensíveis. Editora Erica.1997. CREDER Hélio. Instalações Elétricas. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.: 2002. INCROPERA, Frank P.; DeWitt, David P.. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa, 4 ed. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.: 1998. TOCCI, Ronald J., WIDMER, Neal S. MOSS, Gregory L. "Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações", 10ª Edição. Prentice Hall. ALMEIDA, Jose Luiz Antunes de. Dispositivos semicondutores - Tiristores. 12ª ed. Erica. PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos. 6ª ed. Artmed. TÉCNICO EM ENFERMAGEM 1-Princípios da administração de medicamentos. 2-Biossegurança. 3-Segurança do paciente. 4-Processos de limpeza, desinfecção e esterilização de materiais. 5-Gerenciamento de resíduos de Serviços de Saúde. 6- Programas de vacinação, conservação, preparo e administração de vacinas. 7- Calendário Nacional de Vacinação. 8-Epidemiologia, prevenção e controle de infecções. 9- Código de ética dos profissionais de enfermagem 10-Lei do Exercício profissional de enfermagem. 13-Suporte básico de vida, primeiros socorros e assistência de em situações de urgência /emergência. 14-Assistência de enfermagem em todas as circunstâncias cabíveis. 15-Cuidados de enfermagem relacionados à terapêutica medicamentosa, ao tratamento de feridas e prevenção de lesões cutâneas. 16- Acolhimento e classificação de Risco. 17-Sistema Único de Saúde: princípios, diretrizes, estrutura e organização, Políticas de saúde. Estrutura e funcionamento das instituições e suas relações com os serviços de saúde, Legislação básica do SUS. 18- Política Nacional de Promoção da Saúde Referências: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Brasil). Resolução da Diretoria Colegiada nº 222, de 28 de março de 2018. Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Brasil). Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2012. AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das diretrizes de RCP e ACE., 2020. BRASIL. Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e de outras providências. CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM (Brasil). Resolução COFEN 564/2017. Código de ética dos profissionais de enfermagem. BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e de outras providências. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria MS/GM nº 2095 de 24/09/2013. Aprova os protocolos básicos de segurança do paciente. Anexo 03: Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos. BORGES, E.L.; GOMES, F.S.L.; LIMA, V.L.A.N; MAGALHÃES, M. B. B.; SÁAR, S.R.C. Feridas: Como tratar. 2. ed. Belo Horizonte: Coopmed, 2008. v.1. 46p BRUNNER Suddarth: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 14ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Acolhimento, triagem e classificaçãode risco: manual de competência técnicocientífica, ética e legal dos profissionais de enfermagem. Belo Horizonte, 2020. DONNA, Miller. Administração de medicamentos. Local: Reichmann e Affonso Editores, 1ª ed. 2002. OLIVEIRA, A.C. Infecções hospitalares: epidemiologia, prevenção e controle. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. POTTER PA, PERRY AG. Fundamentos de Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 9ª ed. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. - 3. ed. - Brasília : Ministério da Saúde, 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental no SUS: Os Centros de Atenção Psicossocial. Brasília, 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. Diabetes Mellitus. Caderno de Atenção Básica n. 16. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica. Caderno de Atenção Básica n. 15. Brasília: Ministério da Saúde. 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens na promoção, proteção e recuperação da saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. ROUQUAYROL, M. Z, SILVA. M, G. C. da, Epidemiologia e Saúde 7ª Ed. Rio de Janeiro, 2013. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Brasil). Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 197, de 26 de dezembro de 2017. B I B L I OT EC Á R I O - D O C U M E N T A L I S T A 1.Gestão de bibliotecas: administração, planejamento, marketing, serviços de informação e estudos de usuários; 2. Desenvolvimento de coleções: teorias, políticas e processos; 3. Teoria e prática da catalogação, AACR2, RDA, formato MARC; 4. Teoria e prática da classificação, CDD e CDU; 5. Teoria e prática de indexação, cabeçalhos de assuntos e tesauros; Serviços de atendimento ao usuário: teoria e prática de referência, fontes de informação, disseminação da informação, recuperação da informação, estratégias de busca, bancos e bases de dados nacionais e estrangeiras, comutação bibliográfica, serviço de referência virtual; Normalização documentária: normas da ABNT; 8.Tecnologias da Informação e da Comunicação aplicadas à gestão e serviços de bibliotecas; Ética profissional: código de ética e profissional da informação; Repositórios institucionais; preservação digital. Referências ACCART, Jean-Philippe. Serviço de referência: do presencial ao virtual. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2012. ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2.ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica técnica e/ou científica: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 3. ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. BRASIL. Decreto n° 56.725, de 16 de agosto de 1965. Regulamenta a Lei nº 4.084, de 30 de junho de 1962, que dispõe sobre o exercício da profissão de Bibliotecário. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 19 ago. 1965. Seção 1, p. 8366. CAMPELLO, Bernadete. Introdução ao controle bibliográfico. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2006 CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA. Resolução nº 207, de 9 de novembro de 2018. Aprova o Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário brasileiro, que fixa as normas orientadoras de conduta no exercício de suas atividades profissionais. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 9 nov.2018. Seção 1, p. 155-156. Disponível em: http://repositorio.cfb.org.br/handle/123456789/1330. Acesso em: 19 maio 2023 COSTA, Luciana Ferreira da; SILVA, Alan Curcino Pedreira da; RAMALHO, Francisca Arruda. (Re)visitando os estudos de usuário: entre a "tradição" e o "alternativo" . DataGramaZero: Ciência da Informação, v.10. n.4, ago. 2009. Disponível em: https://brapci.inf.br/index.php/res/download/45404. Acesso em: 19 maio 2023. CUNHA, Murilo Bastos da. Manual de fontes de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2010. DEWEY, Melvil. Dewey Decimal Classification and relative index. 22nd ed. Dublin, OH:OCLC, 2003. 4 v DUMONT, Lígia Maria Moreira; MENDONÇA, Ismael Lopes (org.). Leitor, leitura e seus contextos: livro de estudos. Florianópolis, SC: Gráfica Rocha e Editora; PPGCI/UFMG, 2021. FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Estudos de uso e usuários da informação. Brasília, DF: IBICT, 1994. FONSECA, Edson Nery da. Introdução à Biblioteconomia. Brasília: Briquet de Lemos, 2007. GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Brasília: Briquet de Lemos, 2001. JOINT STEERING COMMITTEE FOR REVISION OF AACR. Código de catalogação angloamericano. Tradução da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 2004. LANCASTER, Frederick Wilfrid. Indexação e Resumos: teoria e prática. 2. ed. Brasília:Briquet de Lemos, 2004. MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. MARCONDES, Carlos H. et al.(org.). Bibliotecas digitais: saberes e práticas. 2.ed. Salvador: Edufba, 2005. Nídia M. L. Lubisco. Biblioteca universitária: elementos para o planejamento, avaliação e gestão. Salvador: EDUFBA, 2011. OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2R em MARC 21. 5.ed. Brasília: Ed. do Autor, 2012 SANTOS, A. P. Ações culturais na biblioteca e formação de mediadores. Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, n. XVIII ENANCIB, 2017.Disponível em:http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/104119. Acesso em: 19 maio 2023. SILVEIRA, J. G. Gestão de recursos humanos em bibliotecas universitárias: reflexões. Ciência da Informação, v. 38, n. 2, 2009. DOI: 10.18225/ci.inf..v38i2.1250. Acesso em: 19 maio 2023. SAYÃO, Luis et al. (org.). Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória livre acesso e preservação. Salvador: Edufba, 2009.Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ufba/473. Acesso em: 19 maio 2023. VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2010. WALTER, Maria Tereza Machado Teles; EIRÃO, Thiago Gomes; REIS, Luciana Araújo. Regulamentos, orçamentos, etcétera: miniguia. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2010. WEITZEL, S. R. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2013. ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/ÁREA INFRAESTRUTURA E REDES Tecnologia, Infraestrutura e organização das redes LAN, MAN e WAN; Cabeamento estruturado, 2.1. Conceitos, Técnicas e subsistemas, 2.2. Práticas de instalação, 2.3. Sistemas de comunicação óptica, práticas de instalação; Arquitetura das redes de comunicação, 3.1. Organização, 3.2. Funcionamento e aplicação do Modelo de referência ISO/OSI; Tecnologias de interligação de redes;