DOU 30/04/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
Baixar página em PDF · Criar alerta deste tema
O visualizador interativo precisa de JavaScript — baixe a página original em PDF.
TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05302024043000072 72 Nº 83, terça-feira, 30 de abril de 2024 ISSN 1677-7069 Seção 3 REFERÊNCIAS A relação a seguir contempla as referências consideradas elementares, o que não impede que outras sejam utilizadas. HIBBELER, R. Resistencia dos Materiais, 5a. ed., Rio de Janeiro: LTC, 2004. BEER, F. P., DEWOLF, J. T. E JOHNSTON, E. R. Jr. Resistência dos Materiais, 4a. ed., McgrawHill, 2006. COLLINS, J. A. Projetos Mecânicos de Elementos de Máquinas, Rio de Janeiro: Editora LTC, 2012. NIEMANN,G. Elementos de Máquinas. Vol. 1, 2 e 3, Edgard Blücher Ltda, 1971. NORTON, R. L. Projetos de Máquinas: Uma Abordagem Integrada. Porto Alegre. Bookman 2004. SHIGLEY, J. Elementos de Máquinas Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro. LTC, 1984. JUNIVALL, R. C. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas, 4a. Ed, LTC, 2006 ÁREA/SUBÁREA: Comunicação/Linguagens e Multimídia Programa: 1. Linguagens verbais: oralidade e produção textual. 2. Tecnologias de produção sonora nos processos comunicacionais. 3. Processos de produção de sentido em linguagens textuais, visuais, sonoras e audiovisuais. 4. Fundamentos de mídias digitais em tempos de convergência: hipertexto, multimídia, intermídia, hipermídia e transmídia. 5. Desenvolvimento de projetos multimídia, computacionais e em rede: do planejamento à execução. 6. O uso de realidade virtual e/ou realidade aumentada em projetos de comunicação. 7. O uso de mídias digitais no planejamento estratégico de comunicação organizacional: redes sociais, aplicativos, experimentações etc. 8. A intermidialidade como recurso criativo em conteúdos digitais. Observação: O ponto sorteado para a Prova Escrita deverá ser retirado do sorteio de ponto para a Prova de Desempenho Didático. REFERÊNCIAS A relação a seguir contempla as referências consideradas elementares, o que não impede que outras sejam utilizadas. CASTELLS, Manuel. A Sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura. Vol I. São Paulo: Paz e Terra, 2009. CUPANI, Alberto. Filosofia da tecnologia: um convite. Florianópolis, SC: UFSC, 2017. DUARTE, Fábio [et al]. O Tempo das redes. São Paulo: Perspectiva, 2008. JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2009 LIMA JUNIOR, Walter Teixeira (Orgs). Jornalismo digital: audiovisual, convergência e elaboração. Santa Cruz do Sul/RS: EDUNISC, 2011 LOPEZ, Debora C. Rádio no Brasil 100 Anos de História em (Re) Construção. Editora Unijuí, 2020. MARTINO, Luis Mauro Sá.Teorias das mídiasdigitais. Linguagens, ambientes e redes. Petropólis, Vozes: 2014. MURRAY, Janet. Hamlet no Holodeck - o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp, 2003. PAULA FILHO, W. de P. Multimídia: Conceitos e Aplicações, LTC Editora, 2000. ROSSI, Jéssica de Cássia [et al]. Gestão de conteúdo em canais sociais. Porto Alegre: SAGAH, 2021. SHIRKY, Clay. A Cultura da Participação: criatividade e generosidade no mundo conectado. Trad. de Celina Portocarrero. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico: corpo, subjetividade e tecnologias digitais. Rio de Janeiro, RJ: Relume-Dumará, 2002. WOLTON, Dominique. Internet, e depois? Uma teoria crítica das novas mídias. Porto Alegre/RS: Sulina, 2007. ÁREA/SUBÁREA: Educação Física/Educação Física Programa: 1. Abordagens técnico-metodológicas relacionadas ao fenômeno didático na área do atletismo para a diversidade de crianças, jovens e adultos: conceitos, concepções, execução, avaliação, implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. 2. Abordagens técnico-metodológicas relacionadas ao fenômeno didáticona área da recreação e do lazerpara a diversidade de crianças, jovens e adultos: conceitos, concepções, execução, avaliação, implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. 3. O atletismo aplicado para a diversidade de crianças, jovens e adultos: conceitos, princípios, rendimentos, implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. 4. A recreação e lazer aplicado para a diversidade decrianças, jovens e adultos: conceitos, princípios, rendimentos, implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. 5. Planejamento no atletismo, da iniciação ao alto rendimento: conceitos, concepções, elaboração, execução, avaliação,implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. 6. Planejamento na recreação e lazer para diferentes públicos: conceitos, concepções, elaboração, execução, avaliação, implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. 7. Eventos na área do atletismo para a diversidade de crianças, jovens e adultos aplicados em ambientes públicos e privados: implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. 8. Eventos na área do atletismo e da recreação e lazer para a diversidade de crianças, jovens e adultos aplicados em ambientes públicos e privados: implicações ao profissional de Educação Física e as relações com a ciência do esporte e da atividade física e saúde. Observação: O ponto sorteado para a Prova Escrita deverá ser retirado do sorteio de ponto para a Prova de Desempenho Didático. REFERÊNCIAS A relação a seguir contempla as referências consideradas elementares, o que não impede que outras sejam utilizadas. CAMARGO, L. O. Educação para o lazer. São Paulo: Moderna, 1998. CAMARGO, L. O. O que é lazer. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1992. CAVALLARI,V.R. e Zacharias, V. Trabalhando com recreação. São Paulo: Ícone, 2000. DUMAZEDIER, Joffre. Valores e Conteúdos Culturais do Lazer: planejamento de lazer no Brasil. Serviço Social do Comércio, Administração Regional no Estado de São Paulo, 1980. FERNANDES, J. L. Atletismo: arremessos. São Paulo: EPU, 1980. FERNANDES, J. L. Atletismo: corridas. São Paulo: EPU, 1979. FERNANDES, J. L. Atletismo: os saltos. São Paulo: EPU, 1978. HAY, J.G. Biomecânica das técnicas desportivas. Rio de Janeiro: Interamericana, 1978. KIRSCH, A. Antologia do atletismo. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1984. MARCELINO, N. C. Repertório de atividades de recreação e lazer para hotéis, acampamentos, prefeituras, clubes e outros. Campinas: Autores Associados, 2000. MARCELINO, N.C. Lúdico, educação e educação física. Ijuí: UNIJUÍ, 1999. MARCELLINO, N.C. Lazer e educação. 3. ed. Campinas: Papirus, 1995b. Lorda, R. Recreação na terceira idade. Rio de Janeiro: Print, 1998 MCNAW, T. Atletismo: provas de velocidade, meio fundo e fundo. Portugal: Porto Talus, 1979. SCHIMOLINSKI, G. Atletismo. Lisboa: Estampa, 1982. WEINECK, J. Manual do treinamento desportivo. 2. ed. Manole, 1989. WITEHEAD, M. Atletismo. Lisboa: Publicações Europa-América, 1980. ÁREA/SUBÁREA: Psicologia/Psicologia do Trabalho e Organizacional Programa: 1. História e características da Psicologia Social. 2. Psicologia social e políticas públicas 3. Grupos e comunidades 4. Questões étnicos raciais e de gênero 5. Psicologia Social, direitos humanos e ética. 6. Saúde Mental e trabalho 7. Trabalho, carreira e subjetividade da contemporaneidade 8. Economia solidária e tecnologia social Observação: O ponto sorteado para a Prova Escrita deverá ser retirado do sorteio de ponto para a Prova de Desempenho Didático. REFERÊNCIAS A relação a seguir contempla as referências consideradas elementares, o que não impede que outras sejam utilizadas. CODO, W. e LANE, S. (Orgs.) Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 1990. COUTINHO, M. C.; Bernardo, M. H.;& Sato, L. (Orgs.). (2017). Psicologia Social do Trabalho. Petrópolis, RJ: Vozes DAGNINO, R. (Org.)Tecnologia social: ferramenta para construir outra sociedade. 2. ed., Campinas, SP: Komedi, 2010. ___. Tecnociência solidária: um manual estratégico. Marília: Lutas Anticapital, 2019. FARR, Robert M. As raízes da psicologia social moderna (1872-1954). Petrópolis: Vozes. FIGUEIREDO, Luis Claudio Mendonça. Matrizes do pensamento psicológico. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1998. FONSECA, T. M. G. Gênero, subjetividade e trabalho. Petrópolis: Vozes, 2000. GONZALEZ-REYES, F. O social na psicologia e a psicologia social: a emergência do sujeito. Tradução de Vera Lúcia Mello Joscelyne. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. MARTIN-BARÓ, I. O papel do psicólogo. Estudos de Psicologia, 2, 7-27, 1996. MARTIN-BARÓ, I. Sistema, grupo y poder: Psicología social desde Centroamérica. San Salvador: UCA, 1989. PATTO, Maria Helena Souza; FRAYZE-PEREIRA, João A João Augusto 1949. Pensamento cruel: humanidades e ciências humanas: há lugar para a Psicologia? São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. 278 p RODRIGUES, A. Psicologia Social. Petrópolis: Vozes, 1972. SATO, L. Psicologia, Saúde e Trabalho: distintas construções dos objetos "Trabalho" e "Organizações". In Z. A. Trindade & A. N. Andrade (Orgs.). Psicologia e Saúde: um campo em construção (pp. 167-178). São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. ÁREA/SUBÁREA: Arquitetura, Urbanismo e Design / Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo Programa: 1- Práticas de ensino de tecnologias de construção para arquitetura e urbanismo. 2- Etapas de construção civil da infraestrutura ao acabamento para edificações. 3- Gestão de projetos e obras de construção civil. 4- Processos de projetos de sistemas prediais para edificações. 5- Avaliação de materiais no desempenho acústico do ambiente construído e métodos de experimentação. 6- Infraestrutura urbana de saneamento ambiental. Observação: O ponto sorteado para a Prova Escrita deverá ser retirado do sorteio de ponto para a Prova de Desempenho Didático. REFERÊNCIAS A relação a seguir contempla as referências consideradas elementares, o que não impede que outras sejam utilizadas. BRANDÃO, Eric. Acústica de salas. São Paulo: Blucher, 2016. CARVALHO JÚNIOR, R. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura. 13ª ed. Edgar Blucher, 2020. FERRO, S. Arquitetura e trabalho livre. Cosac & Naify, 2006. LENGEN, J. Manual do arquiteto descalço. 2ª ed. Bookman, 2020. MACYNTYRE, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. 2ª ed. LTC, 2020.