DOU 26/02/2026 - Diário Oficial da União - Brasil
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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 05302026022600067 67 Nº 38, quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026 ISSN 1677-7069 Seção 3 diálogo com jovens de uma escola da rede estadual de educação de Minas Gerais. Motrivivência, Florianópolis, v. 34, n. 65, p. 1-24, 2022. https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/87191/51815; 13- LIMA, J. da S.; MARTINS, R. L. D. R.; OLIVEIRA, V. J. M. de O. O planejamento da educação física com a educação infantil na perspectiva da sociologiada infância. Revista Zero-a-Seis, Florianópolis, v. 24, n. 45, p. 379-402, jan./jun., 2022. https://periodicos.ufsc.br/index.php/ zeroseis/article/view/82234/48550; 14- LOPES, A. C.; MACEDO, E. Teorias de currículo. São Paulo: Cortez, 2011; 15- OSTETTO, L. E. Inventários, coleções, narrativas como dispositivos de formação no estágio de docência para a Educação Infantil. Educação, v. 50, n. 1,e41/1- 24, 2025.https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/88045/66443; 16- SILVA, P. B. G. Educação para as relações étnico-raciais: fundamentos e práticas. Brasília: MEC, 2019. 41- Área de Conhecimento: PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA (1 vaga) Instituto de Física Departamento de Física (GFI) Classe A: Assistente - 40h DE Provas escrita, projeto de pesquisa e didática no período de 10/08/2026 a 15/08/2026. Formação dos candidatos: Graduação em Física (Bacharelado ou Licenciatura). Doutorado em Física, Astronomia, Ensino de Física, Ciências, Ensino ou Ensino de Ciências. Projeto de pesquisa: A etapa de defesa do projeto de pesquisa consiste de uma componente escrita e a sua apresentação. O projeto escrito deverá ser claro e conciso e de caráter amplo, sem especificidades e detalhes desnecessários. O projeto de pesquisa deverá ser apresentado em um documento impresso limitado ao máximo de 5 páginas, utilizando fonte de tamanho 11 ou 12 pontos. A página inicial funcionará como folha de rosto e deve conter o título do projeto, o nome completo do candidato ou candidata, e um resumo da proposta com no máximo dois parágrafos. Ao final, é imprescindível a inclusão de uma lista de referências bibliográficas pertinentes à área de pesquisa proposta. Uma cópia impressa do projeto deverá ser entregue a cada um dos membros que compõem a comissão avaliadora. A apresentação do projeto de pesquisa deve ser realizada por meio de slides eletrônicos. O formato visual dos slides é livre observando sempre o tempo limite de 15 minutos. A avaliação seguirá os critérios: 1- clareza, objetividade, precisão e correção na redação e na defesa do projeto; 2- relevância e exequibilidade do projeto, levando em consideração as linhas de pesquisa atuais no departamento de Física da UFF ou evidenciando meios para implementação de nova linha de pesquisa. Poderão ainda ser mencionadas as perspectivas para orientação de estudantes, seja em nível de graduação como de pós-graduação (mestrado e doutorado), bem como as perspectivas de difusão para a comunidade geral. 3- conhecimento e domínio do candidato sobre o tema do projeto durante a apresentação, deixando evidente as principais questões da área. 4- capacidade de organizar e expor suas ideias com objetividade, rigor lógico e espírito crítico. A duração total é de no máximo 60 minutos, sendo: 1- no máximo 15 minutos para a comissão avaliadora realizar a leitura do projeto escrito 2- no máximo 15 minutos para apresentação 3- no máximo 30 minutos para arguição O Departamento de Física disponibilizará a infraestrutura de projeção necessária, inclusive projetor com conexão HDMI e computador compatível com software de apresentação compatível com arquivos em formato PDF. Caso deseje utilizar o computador fornecido, o(a) candidato(a) deverá trazer uma cópia de sua apresentação em um pen-drive, preferencialmente em formato PDF. Caso o(a) candidato(a) opte por utilizar seu próprio computador, ou por utilizar arquivos em um outro formato que não PDF, ou por importar sua apresentação diretamente da internet, o Departamento não se responsabilizará por eventuais problemas técnicos ou de compatibilidade de software ou hardware. Caberá à banca decidir se dará ao candidato um tempo extra para resolver esses problemas. Ementa: 1- Mecânica newtoniana e lagrangiana; 2- Leis de conservação em sistemas mecânicos; 3- Hidrostática e hidrodinâmica; 4- Fundamentos da termodinâmica; 5- Fundamentos da mecânica estatística; 6- Ondas mecânicas e eletromagnéticas; 7- Teoria eletromagnética no vácuo e em meios materiais; 8- Bases experimentais da mecânica quântica; 9- Postulados da mecânica quântica; 10- Relatividade restrita; 11- Instrumentação e experimentação no ensino de Física; 12- Tendências Atuais da Pesquisa em Ensino de Física; 13- O ensino de Física na Educação Básica. Bibliografia: 1- Física uma abordagem estratégica, Randall D Knight , volumes 1-4 (2a ed., Bookman, 2009); 2- R. P. Feynmgqaan, Lições de Física, vols. 1-3, Editora Bookman; 3- Antonio S. T. Pires, Evolução das ideias da Física, 1a edição, Editora Livraria da Física, São Paulo, 2008); 4- A. Arons, Teaching introductory Physics, editora Wiley. 42- Área de Conhecimento: PROJETO COM ÊNFASE EM TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E DA ARTE (2 vagas) Escola de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Arquitetura (TAR) Classe A: Assistente - 40h DE Provas escrita e didática no período de 10/08/2026 a 21/08/2026. Formação dos candidatos: Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Doutorado em Arquitetura e Urbanismo, Projeto de Arquitetura e Urbanismo, História da Arquitetura e Urbanismo, Teoria da Arquitetura, Teoria da Arte, História da Arte, Crítica da Arte, Design. Ementa: 1- Pré-história e primeiras civilizações. Da pedra lascada às grandes pirâmides. As civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito e Mediterrâneo. As civilizações pré-colombianas, arte, técnicas construtivas, arquitetura e cidades; 2- A Antiguidade clássica e a cidade antiga. A civilização greco-romana. A Acrópole e a Ágora na Grécia Antiga. A linguagem clássica da arte no mundo helênico. O advento do arco, da abóbada e das infraestruturas romanas (estradas, aquedutos, pontes). A cidade romana, o Anfiteatro, as Termas, a Basílica, a presença da arte no cotidiano; 3- A Idade Média. Arte e arquitetura bizantina. A dominação árabe na Península Ibérica. A arte e a paisagem na cultura islâmica, decorativismo abstrato e ou figurativo. Românico e gótico e a ressurreição da cultura urbana. A arte e os artesãos no mundo das Guildas da Idade Média. Os antecipadores do Renascimento; 4- O Renascimento. A redescoberta de Vitrúvio e os tratadistas do Renascimento. A revolução da perspectiva. Brunelleschi e a cúpula de Santa Maria del Fiore. As obras dos mestres do Renascimento. A ruptura em relação ao Gótico e a reunião de todas as artes. A difusão do classicismo na Europa; 5- Do Maneirismo ao Barroco. O Maneirismo e a arquitetura da Contrarreforma. Representação e retórica na arte e na arquitetura barroca e rococó. Os conceitos de infinito, comunicação e limite. A difusão do barroco na Europa e na América. A arquitetura religiosa no Brasil (jesuítico e borrominesco) e na América Hispânica. A arquitetura civil no Brasil dos séculos XVII e XVIII (regiões, materiais, partidos e tipos); 6- Neoclassicismo e Ecletismo. A arte e a arquitetura do Iluminismo, o interesse público, o conflito, o clássico e o romântico. O surgimento dos estilos históricos e regionais. O ecletismo entre academia e industrialização. Neoclássico e Ecletismo no Brasil dos séculos XIX e XX; 7- Crise do historicismo e emergência do Moderno. A crítica ao historicismo, a emergência dos estilos proto-modernos. Os diversos modernismos; vanguardas centro-europeias, futurismo, expressionismo, construtivismo, a nova objetividade, Le Corbusier e L Esprit Noveau. O CIAM e o Team X, o declínio da vanguarda e a massificação do ofício. As vanguardas artísticas, a descoberta do primitivismo e a emergência da alteridade nas artes; 8- Arquitetura e arte na contemporaneidade. O segundo pós-guerra e a crise da técnica. Pós- modernidade, niilismo e compromisso, arte pop e happenings. O neorrealismo italiano e o contextualismo crítico na arquitetura, no cinema e nas artes. Os neomodernos e a retomada da abstração. Novas técnicas de representação e concepção do plano e do projeto. Situacionistas e deriva na arquitetura e na arte; 9- Arquitetura e Arte no Brasil e na América Latina. Moderno versus neocolonial. Escola Carioca e poética das formas livres. Escola Paulista, modelagem da natureza, brutalismo e construtivismo. O regionalismo crítico, o vernacular e a identidade cultural/localismo. Arquitetura e arte popular. Urbanização desigual e paisagens da modernidade periférica; 10- Fundamentos teóricos e críticos do projeto arquitetônico na contemporaneidade. Teorias do espaço, da forma e do lugar. Tipologia, morfologia e paisagem. Arquitetura e cidade como prática social e política. Pensamento decolonial, interseccionalidade e espaço. O papel da arquitetura e da arte no século XXI. Bibliografia: 1- ARGAN, Giulio Carlo. Imagem e persuasão: ensaios sobre o barroco. São Paulo: Cia das Letras, 2004; 2- ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992; 3- BAETA, Rodrigo E. O barroco, a arquitetura e a cidade nos séculos XVII e XVIII. Salvador: EDUFBA, 2010; 4- BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. São Paulo: Perspectiva. 1981; 5- BURY, John. Arquitetura e arte no Brasil colonial. Brasília: IPHAN, 2006; 6- ECO, Umberto. Arte e Beleza na Estética Medieval. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1989; 7- FABRIS, Annateresa (org). Ecletismo na Arquitetura Brasileira. São Paulo: Nobel/EDUSP, 1987; 8- FOSTER, Hall. O Complexo Arte-Arquitetura. São Paulo: Cosac Naify, 2015; 9- FRAMPTON, Kenneth. Historia Crítica de la Arquitectura Moderna. 4ª ed. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2009; 10- GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999; 11- GIEDION, Sigfried. Espaço, Tempo e Arquitetura: o desenvolvimento de uma nova tradição. São Paulo: Martins Fontes, 2004; 12- GHIRARDO, Diane. Arquitetura Contemporânea: Uma História Concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2009; 13- GUTIERREZ, Ramon. Arquitectura y Urbanismo em Iberoamerica. Madrid: Cátedra, 1983; 14- HARDOY, Jorge Enrique. Ciudades Precolombinas. Buenos Aires: Ediciones Infinito, 1999; 15- HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1998; 16- HEIDEGGER, Martin. Construir, Habitar, Pensar. Ensaios e Conferências. Petrópolis: Vozes, 2001; 17- JAMESON, Fredric. Espaço e Imagem: Teorias do Pós-Moderno e Outros Ensaios. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2004; 18- KRUFT, Hanno-Walter. História da Teoria da Arquitetura. São Paulo: EDUSP, 2016; 19- LANDER, Edgardo (org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005; 20- LE CORBUSIER. Precisões. Sobre um Estado Presente da Arquitetura e do Urbanismo. São Paulo: Cosac Naify, 2004; 21- LEMOS, Carlos. Alvenaria Burguesa São Paulo: Nobel, 1989; 22- MIGNOLO, Walter D. La idea de América Latina. La herida colonial y la opción decolononial. Barcelona, Gedisa Editorial, 2007; 23- MINDLIN, Henrique E. Arquitetura Moderna Brasileira. Rio de Janeiro: Aeroplano Editora, 1999; 24- MOASSAB, Andréia. De que lado a arquitetura está? Reflexões sobre ensino, tecnologia, classe e relações raciais. Projetar, v. 5, p. 08-19, 2020; 25- MONEO, Rafael. Inquietação Teórica e Estratégia Projetual. São Paulo: Cosac&Naify, 2008; 26- MONTANER, Josep Maria. A condição contemporânea da arquitetura. São Paulo: Gustavo Gili, 2016; 27- NESBITT, Kate. Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica. São Paulo: Cosac Naify, 2006; 28- OLIVEIRA, Myriam A. R. de. O Rococó religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo, Cosac Naify, 2003; 29- PALLASMAA, Juhani. A Imagem Corporificada: Imaginação e Imaginário na Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2013; 30- PEVSNER, Nikolaus. Panorama da arquitetura ocidental. São Paulo: Martins Fontes, 1982; 31- REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da Arquitetura no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1970; 32- ROCHA-PEIXOTO, Gustavo. Reflexos das luzes na terra do sol. São Paulo: Proeditores, 2000; 33- SEGAWA, Hugo. Arquitectura Latinoamericana Contemporánea. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2005; 34- SILVA, Geraldo Gomes da. Arquitetura do ferro no Brasil. São Paulo: Nobel, 1986; 35- SUMMERSON, John. A linguagem clássica na arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 1999; 36- TASCHEN. Teoria da arquitectura: do renascimento até nossos dias. Colonia: Taschen, 2003; 37- UNDERWOOD, David. Oscar Niemeyer e o Modernismo de Formas Livres no Brasil. São Paulo: Cosac Naify, 2002; 38- VENTURI, Robert. Complexidade e Contradição em Arquitetura. 2ª ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2004; 39- ZEIN, Ruth Verde. Leituras críticas: pensamento na américa latina. São Paulo: Romano Guerra, 2023; 40- ZUMTHOR, Peter. Pensar Arquitetura. Barcelona: Gustavo Gili, 2006. 43- Área de Conhecimento: PROJETO DE ARQUITETURA COM ÊNFASE EM TÉCNICAS VERNACULARES (1 vaga) Escola de Arquitetura e Urbanismo Departamento de Arquitetura (TAR) Classe A: Assistente - 20h Provas escrita, prática e didática no período de 17/08/2026 a 28/08/2026. Formação dos candidatos: Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Doutorado em Arquitetura e Urbanismo, Projeto de Arquitetura e Urbanismo, Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo, Adequação Ambiental, Engenharia Civil, Arquitetura Sustentável, Bioarquitetura, Design. A Prova Prática consistirá na elaboração e resolução de uma atividade que contenha diferentes técnicas e recursos de projeto e produção arquitetônica voltados para as técnicas vernaculares, indicando os procedimentos didático-pedagógicos adotados e os resultados esperados no processo de aprendizagem. Duração de 4 (quatro) horas. Os candidatos deverão levar material de desenho (lápis/lapiseira, borracha, par de esquadros, escalímetro, compasso etc.) e outros instrumentos que julgarem necessários. O Departamento de Arquitetura fornecerá folhas de papel manteiga e recursos para a execução de protótipos (se necessário). Poderão ser utilizadas salas com pranchetas e/ou a infraestrutura do Canteiro-Escola no decorrer da prova. A avaliação será realizada de acordo com a capacidade de elaboração e resolução de questões em consonância com a ementa e a bibliografia do concurso. Ementa: 1- Metodologias de ensino de projeto de arquitetura com ênfase em técnicas construtivas vernaculares relacionadas à bioarquitetura (adobe, taipa-de-mão e de pilão, bambu e solo-cimento); 2- Os sistemas construtivos e tecnologias de baixo impacto ambiental voltados à etapa do Projeto Executivo: premissas, desenvolvimento, produtos e resultados; 3- Os sistemas construtivos em taipa-de-mão e de pilão; 4- Os sistemas construtivos em adobe e solo-cimento (BTC); 5- O sistema construtivo em bambu; 6- Aplicabilidades dos sistemas construtivos relacionados à bioarquitetura, na concepção estrutural e nas instalações prediais; 7- Os sistemas construtivos na arquitetura vernacular brasileira; 8- O papel dos canteiros experimentais no processo de projeto e no aprendizado; 9- As influências da tecnologia industrial e da tecnologia popular na qualificação dos espaços da arquitetura contemporânea brasileira; 10- As tecnologias construtivas vernaculares e a forma arquitetônica. Bibliografia: 1- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 8491: Tijolo de solo-cimento - Requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 2012; 2- ASS O C I AÇ ÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 8492: Tijolo de solo-cimento - Análise dimensional, determinação da resistência à compressão e da absorção de água - Método de ensaio. Rio de Janeiro: ABNT, 2012; 3- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10833: Fabricação de tijolo de solo-cimento com utilização de prensa manual ou hidráulica - Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2013; 4- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10834: Bloco de solo-cimento sem função estrutural - Requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 2013; 5- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS T ÉC N I C A S . ABNT NBR 10836: Bloco de solo-cimento sem função estrutural - Análise dimensional, determinação da resistência à compressão e da absorção de água - Método de ensaio. Rio de Janeiro: ABNT, 2013; 6- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 16814: Adobe - Requisitos e métodos de ensaio. Rio de Janeiro: ABNT, 2020; 7- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 17014: Taipa de pilão - Requisitos, procedimentos e controle. Rio de Janeiro: ABNT, 2022; 8- ASSOCI AÇ ÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 17249: Sistema entramado de vedação com terra (SEVT) - Requisitos, procedimentos e controle. Rio de Janeiro: ABNT, 2025; 9- BERALDO, Antônio Ludovico. Tecnologias e materiais alternativos de construção. Editora UNICAMP, 2003; 10- HERZOG, Cecília. Cidade para todos: (re) aprendendo a conviver com a natureza. Rio de Janeiro: Mauad X; Inverde, 2013; 11- HIDALGO-LÓPEZ, Oscar. Bamboo: the gift of the gods. Bogotá: D'Vinni Ltda, 2003; 12- HOLMGREN, David. Permacultura: princípios e caminhos além da sustentabilidade. Via Sapiens, 2013; 13- MANZINI, Ezio; VEZZOLI, Carlo A. O desenvolvimento de produtos sustentáveis: os requisitos ambientais dos produtos industriais. São Paulo: Edusp, 2002; 14- MINKE, Gernot. Manual de Bioconstrução: uma arquitetura sustentável. São Paulo: B4, 2015; 15- MINKE, Gernot. Manual de Construção com Terra. Solisluna, 2022; 16- NEVES, Célia Maria Martins. Introdução. In NEVES, Célia Maria Martins; FARIA, Obede Borges (org.). Técnicas de construção com terra. Bauru: Feb-Unesp, 2011, p. 9-11 (PROTERRA); 17- OSTAPIV, Fabiano; LIBRELOTTO, Lisiane Ilha (org.). Bambu: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável no Brasil. Florianópolis: UFSC/Virtuhab, 2019; 18- PEREIRA, Marco A. R.; BERALDO, Antonio L. Bambu de corpo e alma. 2ª ed. Bauru: Canal 6, 2016; 19- PRIETO, Berenice Aguilar. Construir con Adobe: Fundamentos, reparación de daños y diseño contemporáneo. México: Editorial Trillas, 2008; 20- RAMOS, Bruno Perazzelli Farias; PEREIRA, Marco