DOE 06/05/2024 - Diario Oficial do Estado do Ceara - Caderno 1
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO | SÉRIE 3 | ANO XVI Nº083 | FORTALEZA, 06 DE MAIO DE 2024
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a existência dos controles internos. Se a Fundação não tem objetivos e metas claros, não há necessidade de controles internos. Uma vez estabelecidos os objetivos da organização, deve-se identificar os riscos que ameacem o seu cumprimento; e adotar as ações necessárias para o gerenciamento dos riscos identificados. 7.3. Informação e Comunicação A comunicação é essencial para o bom funcionamento da organização, principalmente para as atividades de controle e desempenho, pois devem ser transmitidas a toda a organização. Os processos de comunicação são importantes para obtenção das informações, necessárias ao acompanhamento dos objetivos operacionais, tanto de informação quanto
de conformidade.
7.4. Monitoramento O monitoramento será efetivado através de avaliação dos controles internos ao longo do tempo, objetivando saber se os controles internos estão sendo adequados e efetivos. O monitoramento deverá ser efetivado através do acompanhamento contínuo das atividades, através de avaliações pontuais, tais como autoavaliação, revisões eventuais e auditoria interna. ● Controle adequado: aquele em que os cinco elementos de controle (ambiente, avaliação de riscos, atividade de controle, informação e comunicação e monitoramento) estão presentes e funcionando conforme planejado. ● Controle eficiente: quando a alta administração tem uma razoável certeza do grau de atingimento dos objetivos operacionais propostos, de que as informações fornecidas pelos relatórios são confiáveis, e que as leis, políticas, normas e procedimentos pertinentes estão sendo cumpridas. 8. TIPOS DE CONTROLES INTERNOS Os controles internos, de forma geral, são divididos em dois tipos: controle internos contábeis e controles internos administrativos. a) Controle Interno contábeis: Estão relacionados a proteção patrimonial da Fundação, evita que seu patrimônio seja desviado, sonegado ou roubado, garante que as informações contábeis sejam feitas corretamente. ● Sistemas de conferência, aprovação e autorização;
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Segregação de funções; ● Comprovações das operações realizadas;
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Controles físicos de ativos;
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Auditoria Interna.
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b) Controle Administrativo: Voltados para a eficiência dos processos e negócios.
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Análise de lucratividade;
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Controle de qualidade; ● Manuais Internos;
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Treinamento de Pessoal;
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Segregação de função;
● Entre outros. 9. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS A presente Política de Controle Interno será acompanhada pelo Comitê de Integridade no que se refere à aplicação dos procedimentos de acompanhamento e controle de suas diretrizes, e será formalizada em normas e procedimentos específicos. As exceções, eventuais violações e casos omissos à presente Política de Controle Intermo deverão ser submetidos à apreciação do Comitê de Integridade. Esta Norma Geral entra em vigor na data da sua aprovação, revogando-se todas as disposições em contrário.
Quadro: Avaliação dos Controles Internos (QACI)
| Nº. | AFIRMATIVAS | EVIDÊNCIAS |
|---|---|---|
| 1.0. A | MBIENTE DE CONTROLE | |
| 1.1 1.2 |
O planejamento estratégico está formalizado por meio de objetivos e metas Existe(m) código(s) formal(is) de conduta e outras políticas que explicitam os referenciais éticos da instituição a todos Código de Ética ou documento similar |
Planejamento Estratégico com objetivo e metas definidas. |
| 1.3 | A estrutura organizacional atualizada está formalmente estabelecida. | Organograma ou normativo que detalhe a estrutura do órgão |
| 1.4 | As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. | Documento descrevendo as funções e suas respectivas competências. |
| Os deveres e responsabilidades essenciais são divididos ou segregados entre diferentes | Documentação que comprove a definição de controles chave e como um | |
| 1.5 | pessoas para reduzir o risco de ocorrerem erros, desperdícios ou fraudes. |
controle supervisionará o outro, demonstrando a segregação de funções. |
| 1.6 | A alta direção monitora a implementação das recomendações e determinações da auditoria interna dos controles interno e externo |
Documento de acompanhamento das determinações/recomendações |
| 1.7 | Existe programa de educação continuada efetivamente executado com ações de capacitação orientadas para melhorar o desempenho dos servidores. |
Programação periódica de treinamento. |
| 1.8 | Durante o processo de contratação de colaboradores e preenchimentos de cargos comissionados existem regras e controles para evitar privilégios. |
Políticas de realização dos processos seletivos ou documento similar. |
| 1.9 | Os resultados das avaliações de desempenho são considerados para tomada de decisão porparte das chefias e são comunicados ao servidor mediante feedback. |
Política de avaliação de desempenho ou documento similar |
| 2.0. A | VALIAÇÃO DE RISCO | |
| 2.1 | É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência |
Política de gestão de riscos ou documento similar. |
| 2.2 | Durante o processo de tomada de decisão gerencial é considerado o diagnóstico de riscos, já comentado no item 2.1 desse questionário. Política de gestão de riscos ou documento similar |
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| 2.3 2.4 |
Existe histórico, nos últimos cinco anos, de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade Na ocorrência de indícios de fraudes e desvios é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. |
Documentos comprobatórios da(s) situação(ões) irregular(es). |
| Processos de apuração da(s)situação(ões)irregular(es). | ||
| 3.0. P | ROCEDIMENTOS DE CONTROLE | |
| 3.1 | As políticas e ações de natureza preventiva ou de detecção para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da unidade estão formalizadas (normas e manuais) e são amplamente disseminados nos diversos níveis da organização |
Manual de Controles Internos ou documento similar |
| 3.2 | Há política de segurança de informação formalmente definida. | Política de Segurança de Informação ou documento similar. |
| 3.3 | Os ativos, recursos e registros vulneráveis são protegidos e salvaguardados por acesso restrito e controles físicos. | Item da Política de Segurança de Informação que trata do assunto ou documento similar. |
| 3.4 | É realizado periodicamente inventário de bens e valores de responsabilidade da entidade, observando inclusive a sua adequada mensuração nos registros contábeis. |
Inventários |
| 3.5 | Existeplanoperiódico de atividades de auditorias internas aprovadopela alta direção e efetivamente executado | Plano de Auditoria ou documento similar |
| 4.0 IN | FORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO | |
| 4.1 | As informações consideradas relevantes para o Órgão são devidamente identificadas, documentadas e armazenada | Item da Política de Segurança de Informação que trata do assunto ou documento similar. |
| 4.2 | O fluxo das informações e das comunicações está devidamente documentado, atende aos objetivos do órgão de forma tempestiva eperpassa todos os níveis hierárquicos. |
Mapeamento de Processos ou documento similar. |
| 5.0. M | ONITORAMENTO | |
| 5.1 | A estrutura de controle interno do órgão/entidade é periodicamente monitorada, para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. |
Atas das reuniões periódicas de monitoramento ou documento similar. |
| 5.2 | Quando necessário, os gestores determinam ações corretivas com vistas ao aperfeiçoamento da estrutura de controle interno do Órgão. |
Resumo das ações corretivas adotadas ou documento similar |
| 5.3 | Existem padrões para medir periodicamente o desempenho da organização em relação a todos os seus objetivos e metas |
Indicadores de desempenho ou documento similar |
| 5.4 | Quando necessário,osgestores determinam ações corretivas com vistas ao alcance de metas. | Resumo das ações corretivas adotadas ou documento similar |
PORTARIA Nº45/2023.
INSTITUI A POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS, NO ÂMBITO DA FUNDAÇÃO DE TELEDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ – FUNTELC
A PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO DE TELEDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ – FUNTELC, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III, do Art. 5°, do Regulamento da Fundação, aprovado pelo Decreto Estadual nº 31.956/2016. CONSIDERANDO a necessidade implementar um conjunto de atividades coordenadas com o objetivo de gerenciar e controlar a fundação em relação a potenciais ameaças, seja qual for a sua manifestação. CONSIDERANDO a premência em estimular a fundação a um comportamento dinâmico, para que ela responda com rapidez aos eventos, incertezas e mudanças de cenário. RESOLVE: