DOEAM 09/03/2026 - Diario Oficial do Estado do Amazonas - Tipo 1
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DO AMAZONAS| PODER EXECUTIVO - SEÇÃO II
Manaus, segunda-feira, 09 de março de 2026 21
| Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios fndos em 31 de dezembro de 2025 e 2024 (Valores em Reais) |
|
|---|---|
| Prejuízos | |
| Capital Social acumulados (reapresentado) |
Total |
| Saldos em 31 de | |
| dezembro de 2024 20.000.000 (19.846.592) |
153.408 |
| Capital Subscrito do Estado do Amazonas 4.000.000 - |
4.000.000 |
| Prejuízo do exercício - (2.845.986) |
(2.845.986) |
| Saldos em 31 de | |
| dezembro de 2025 24.000.000 (22.692.578) |
1.307.422 |
| Demonstrações dos fuxos de caixa Exercícios fndos em 31 de dezembro de 2025 e 2024 (Valores em Reais) |
|
| 2025 | 2024 |
| (=) Prejuízo do exercício (2.845.986) |
(6.811.743) |
| Itensque não afetam o caixa operacional | |
| Depreciação e amortização 16.223 |
17.158 |
| (2.829.763) | (6.794.585) |
| Aumento e diminuição das contas de ativo epassivo | |
| Outras contas a receber 2.512.713 |
837.571 |
| Despesaspagas antecipadamente (600.932) |
(270.498) |
| Impostos e Contribuições a Recuperar (513.949) |
(33.627) |
| Fornecedores (312.795) |
2.055.850 |
| Obrigações trabalhistas eprevidenciárias (91.995) |
64.368 |
| Outras contas apagar ouprovisões 63.361 |
1.922 |
| Receitas Diferidas (2.512.713) |
(837.571) |
| Caixa líquido das atividades operacionais (1.456.310) |
1.818.015 |
| Fluxo de caixa das atividades de investimentos | |
| Aquisição de imobilizado (855) |
- |
| Caixa líquido gerado pelas atividades de investimentos (855) |
- |
| Fluxo de caixa das atividades de fnanciamentos | |
Aumento em Integralização de Capital Social 4.000.000 |
4.000.000 |
| Caixa líquido das atividades de fnanciamentos 4.000.000 |
4.000.000 |
| Diminuição de caixa e equivalentes de caixa (286.928) |
(976.570) |
| Caixa e equivalentes de caixa no início do período 2.226.659 |
3.203.229 |
| Caixa e equivalentes de caixa no fnal do período 1.939.731 |
2.226.659 |
| Diminuição de caixa e equivalentes de caixa (286.928) |
(976.570) |
1.Contexto operacional A Companhia “Companhia Amazonense de Desenvolvimento e Mobilização de Ativos – CADA”, é uma companhia pública, de direto privado na forma de sociedade anônima, com capital fechado, inscrita no cadastro nacional da pessoa jurídica – CNPJ 40.182.478/000102 com data de abertura 22/12/2020, a sociedade anônima é formada pelo acionista Governo do Estado do Amazonas, pessoa jurídica de direito público, com sede na Avenida Brasil, nº 3925, bairro Santo Agostinho, Manaus-AM, inscrita no CNPJ 04.312.369/0001-90 neste ato representado por Mércia Nogueira Monteiro (em exercício), e o acionista Companhia de Desenvolvimento do Estado do Amazonas – CIAMA, pessoa jurídica de direito privado, com sede na Avenida Tefé, n°3279, Bairro Japiim, Cep. n° 69.079000, inscrita no CNPJ nº. 00.624.961/0001-77, neste ato representada pelo seu diretor-presidente, o senhor Antônio Aluízio Brasil Barbosa Ferreira, na cidade de Manaus, Estado do Amazonas. A Sociedade tem como objeto social auxiliar o Poder Executivo na promoção do desenvolvimento econômico e social do Estado do Amazonas e na otimização do fluxo de recursos financeiros, para o financiamento de projetos prioritários, em conformidade da Lei
Estadual n.º 5.054, de 27 de dezembro de 2019 e alterações da Lei nº 5.219 de 31 de agosto de 2020 e da Lei n.º 6.104 de 23 de dezembro de 2022. O Decreto de 24 de novembro de 2025 designou a senhora Mércia Nogueira Monteiro Diretora-Presidente da CADA, em exercício, em substituição ao senhor Acram Salameh Isper Jr. Para a consecução do seu objeto social, a Companhia poderá: I Firmar convênios, instrumentos de cooperação e contratos inclusive de prestação de serviços com órgãos e entidades da Administração Pública da União, dos Estados, dos Municípios e particulares, especialmente nas áreas de saúde, educação, transportes, segurança e meio ambiente, que tenham por objetivo: a) realizar investimentos prioritários no Estado do Amazonas; b) instituir parcerias público-privadas e concessões; c) instituir projetos de desestatização e outros do interesse público; d) elaborar estudos técnicos para a inclusão de projetos no Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas; II Emitir e distribuir, publicamente, quaisquer títulos e/ou valores mobiliários, observadas as normas emanadas da Comissão de Valores Mobiliários – CVM; III Contrair empréstimos e financiamentos, no mercado nacional ou internacional; IV Adquirir, alienar e dar em garantia ativos, créditos, títulos e valores mobiliários; V Administrar e explorar economicamente ativos estaduais; VI Auxiliar o Tesouro Estadual na captação de recursos financeiros; VII Estruturar e implementar operações, que visem à obtenção de recursos, junto ao mercado de capitais; VIII Auxiliar o Estado, na realização de investimentos em infraestrutura e nos serviços públicos estaduais, em geral; IX Auxiliar o Estado na atividade de conservação e manutenção de seus bens; X Colaborar, apoiar e viabilizar os projetos de concessão, de parcerias público-privadas, de locação de ativos e de outros instrumentos similares, podendo, para tanto, assumir obrigações ou prestar garantias; XI Participar de outras sociedades, cujo objeto social seja compatível com suas finalidades; XII Auxiliar órgãos e entidades da Administração Pública de outros entes federativos, além de particulares, na formulação e implementação de projetos de infraestrutura, concessões, parcerias público-privadas desestatização, parcerias em geral e outros projetos de interesse público; XIII Constituir subsidiárias e participar de outras sociedades, cujo objeto social seja compatível com suas finalidades; XIV Desenvolver estudos e levantamentos econômicos e sociais; XV Promover, colaborar, apoiar e viabilizar a pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico ou o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos; XVI Realizar quaisquer atividades, que sirvam de instrumento para a conquista dos objetivos enunciados nos incisos anteriores. 2. Demonstrações contábeis 2.1. Declaração de conformidade (com relação às normas do CPC): As demonstrações contábeis da Sociedade foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis a pequenas e medias companhias (NBCT G 1000). As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira e os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC. A emissão das demonstrações contábeis foi autorizada pela Administração da Entidade em 06 de fevereiro de 2026. 2.2. Moeda funcional e de apresentação: Os itens incluídos nas demonstrações contábeis são mensurados usando a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua (“moeda funcional”). A Administração da Companhia definiu a moeda corrente do Brasil, o real (R$), como sua “Moeda Funcional”, sendo esta premissa utilizada na preparação das demonstrações contábeis apresentadas em 31 de dezembro de 2025. 2.3. Base de Mensuração: As demonstrações contábeis foram elaboradas com base no custo histórico, exceto se indicado de outra forma. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos. 3. Principais práticas contábeis: Para elaboração das demonstrações contábeis, foram adotadas as seguintes principais práticas contábeis: a) Caixa e equivalentes de caixa : Caixa e equivalentes de caixa incluem dinheiro no banco, depósitos bancários e transferências bancárias, valores que compõem o saldo bancário para fins de demonstração de caixa. b) Contas a receber de clientes: As contas a receber de clientes representa o reconhecimento de receitas diferidas com prestações de serviços, firmadas em contrato. c) Despesas a apropriar : São as despesas que retratam a execução plena de um contrato, de um convênio ou de uma lei, cujo procedimento caracteriza a aplicação do regime de competência no seu reconhecimento pela contabilidade patrimonial. d) Impostos e contribuições a recuperar : O imposto a recuperar refere-se ao Imposto de Renda Retido na Fonte sobre os resgates de Aplicações Financeiras de Renda Fixa; a companhia ajuizou mandado de segurança para a recuperação de PIS e COFINS sobre a prestação de serviços a pessoas físicas ou jurídicas no âmbito da Zona Franca de Manaus, pagos; foram considerados os valores de IRPJ e CSLL, com base no Parecer nº 26/2025, de 24/02/2025, da Procuradoria Geral do Estado do Amazonas (PGE/Am), que trata da aplicação da imunidade tributária recíproca à Companhia; e os valores do ISS, solicitado junto à Prefeitura de Manaus através de processo administrativo. e) Imobilizados
i. Reconhecimento e mensuração: Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisi-
VÁLIDO SOMENTE COM AUTENTICAÇÃO