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Diário Oficial do Estado de São Paulo · 25/08/2026 · pág. 141

DOESP 25/08/2026 - Diario Oficial do Estado de Sao Paulo - Executivo Atos de Gestão e Despesas

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141/168 - Diário Oficial do Estado de São Paulo

Volume 136, nº 161, Caderno Executivo, Atos de Gestão e Despesas, terça-feira, 25 de agosto de 2026

GAA0312 HIDROGEOLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS: 1. Conceitos básicos GAA0252 SEDIMENTOLOGIA: PROCESSOS SEDIMENTARES - AS em hidrogeologia: propriedades hidráulicas de solos, sedimentos e PARTÍCULAS EM MOVIMENTO. 1. Introdução. 1A. Conceitos básicos: rochas; tipos e classificação de aquíferos. 2. Movimento da água sedimento; área-fonte, bacia sedimentar e nível de base; processos e subterrânea e a Lei de Darcy: energias envolvidas no movimento da água; produtos de sedimentação; fácies sedimentar. 1B. Partículas sedimentares. conceito de fluxo subterrâneo; tipo de permeabilidades e porosidades; 1B1. Tipos descritivos de partículas sedimentares. 1B2. Tipos genéticos de água na zona não saturada. 3. Cartografia hidrogeológica: sistemas partículas sedimentares: conceito de alóctone (clástico), autóctone, regionais e locais de fluxo; interação corpos de água superficial-aquífero; terrígeno e alobioquímico. 1B3. Propriedades físicas das partículas zonas de recarga e descarga; interferências antrópicas e naturais no fluxo sedimentares (propriedades texturais). 2. O meio de transporte. 2A. da água em aquíferos. 4. Projeto, construção, manutenção de poços Propriedades básicas dos fluidos. 2B. Tipos de forças atuantes sobre um tubulares profundos e poços de monitoramento de quantidade e grão. 3. Transporte e deposição por fluidos de baixa viscosidade. 3A. qualidade: fases da implantação de captação subterrânea, métodos de Modalidades de transporte de grão individualizados. 3A1. Suspensão. 3A2. perfuração de poços, cuidados sanitários e contaminação do poço. 5. Tração. 3B. Deposição em líquido estacionário. 3C. Deposição em líquido Testes de aquíferos e caracterização hidráulica de obras de captação: em movimento. 3C1. Velocidades críticas. 3C2. Regimes de fluxo. 3C3. técnicas de estimação das características hidráulicas de poços e Estruturas primárias ou singenéticas produzidas por tração. 3C3A. aquíferos, princípios do rebaixamento hidráulico, interferência entre Estruturas trativas sindeposicionais (construtivas). 3C3B. Estruturas captações; estabelecimento de vazão ótima em poços. 6. Gestão da penecontemporâneas (destrutivas). 3C4. Estruturas primárias ou quantidade e exploração de aquíferos: estimativas de recarga de singenéticas produzidas por oscilação (ondas). 4. Transporte e deposição aquíferos; fluxo de base; balanço hidrológico de bacias; intrusão salina; por misturas de alta viscosidade: fluxos gravitacionais. 4A. Reologias de monitoramento da exploração de aquíferos, exploração intensiva e vazão mistura fluido mais grãos. 4B. Mecanismos de interação grãos/fluído. 4C. sustentável; outorga de captação. 7. Geoquímica da água subterrânea: Tipos de fluxos gravitacionais. 4D. Estruturas pós-deposicionais características físico-químicas das águas, relação água-rocha, padrão de eodiagenéticas deformacionais. PRODUTOS SEDIMENTARES - ROCHAS E potabilidade, métodos de coleta de amostras e análises. 8. Transporte e DEPÓSITOS. 1. Propriedades químicas das partículas sedimentares. 1A. comportamento de contaminantes em subsuperfície: fontes de Composição das partículas sedimentares terrígenas. 2. Os agregados de contaminação, fenômenos que controlam o comportamento e o partículas sedimentares. 2A. Classificação geral das rochas sedimentares. transporte de substâncias químicas em fase miscível e não miscível em 2B. Componentes de rochas sedimentares. 2B1. Componentes solos e água subterrânea. 9. Gestão de qualidade dos recursos hídricos deposicionais. 2B2. Componentes diagenéticos. 2C. A formação da rocha subterrâneos: vulnerabilidade de aquíferos à contaminação, cadastro de sedimentar. 2C1. Diagênese. 2C2. Estágios ou zonas diagenéticas: eo, meso fontes poluentes, riscos humano e ambiental, remediação de solo e e telogênese. 2C3. Processos e produtos diagenéticos. 2C4. Modelos de aquífero, monitoramento da qualidade das águas e solo, estratégias de evolução diagenética. 2C5. Estruturas sedimentares diagenéticas ou proteção das águas subterrâneas e gestão dos recursos hídricos secundárias. 2D. Classificações de rochas sedimentares. 2D1. Classificação subterrâneos. das rochas terrígenas. 2D1A. Classificação de rochas arenáceas. 2D1B. GAA0423 HIDROGEOQUÍMICA: 1. Conceitos básicos de hidroquímica: a Classificação de rochas rudáceas. 2D1C. Classificação de rochas lutáceas. água e seus constituintes químicos; unidades de concentração. 2. Origem 2D2. Classificação de rochas bioquímicas (ênfase a carbonáticas). Exercício dos compostos químicos nas águas e mecanismos de mineralização. 3. prático de campo 1: Quaternário costeiro: introdução aos conceitos de Composição química das águas de chuva, superficiais, de zona não fácies e elos processo-produto; descrição de formas de leito e estruturas saturada e subterrâneas. 4. Águas minerais: tipos, classificação e trativas em superfície deposicional e em trincheiras. Exercício prático de ocorrência. 5. Técnicas de coleta de amostras representativas de água campo 2: Bacia fanerozoica: introdução à análise de fácies, em depósitos para análises químicas. 6. Métodos analíticos, conceitos de limites de de tração e suspensão livre; elaboração de seção geológica em sucessão detecção e quantificação, controle de qualidade e validação de sedimentar. Exercício prático de campo 3: Bacia fanerozoica: resultados. 6. Padrões de qualidade de águas (potabilidade e ambientais). compartimentação geomorfológica do Estado de São Paulo; análise de 7. Tratamento, representação e interpretação de dados analíticos para a fácies em depósitos de fluxos gravitacionais; análise de associações de elaboração de modelos hidrogeoquímicos conceituais. 8. Fontes de fácies, como subsídio para a interpretação de sistemas deposicionais; contaminação de solos e águas. 9. Hidrogeoquímica de contaminantes elaboração de seções colunares e geológicas em sucessões sedimentares. orgânicos e inorgânicos. GAA0307 ESTRATIGRAFIA: 1. Conceitos estratigráficos básicos. História, GEOLOGIA, HIDROLOGIA E GEOMORFOLOGIA DE SISTEMAS CÁRSTICOS: objetivos e aplicações da Estratigrafia. Fatores envolvidos no GAA0289 GEOLOGIA DOS TERRENOS CÁRSTICOS: 1. O sistema cárstico: preenchimento de bacias sedimentares em diferentes escalas. características fundamentais. 2. Rochas carstificáveis e definições. Estratigrafia e Geologia do Petróleo. 2. Classificações estratigráficasProcessos de dissolução e precipitação de minerais carbonáticos em litoestratigrafia, bioestratigrafia e cronoestratigrafia. Correlações ambiente de águas meteóricas. Ação dos ácidos carbônico e sulfúrico na estratigráficas: litologia e tempo. Aplicações da correlação estratigráfica a carstificação. 3. Padrões de circulação de água subterrânea em rochas estudos em superfície e subsuperfície. 3. Produção sedimentar e carbonáticas e estilos morfológicos de sistemas de cavernas (mapas de geodinâmica. Produção elástica e produção de solutos. Denudação e fluxo cavernas). 4. Sedimentação química em cavernas. Tipos de espeleotemas. sedimentar em escala continental. Modelos quantitativos de produção e 5. Métodos de datação de espeleotemas e sedimentos clásticos de fluxo sedimentar. Implicações para o preenchimento de bacias. 4. cavernas. 6. Geomorfologia cárstica. Condicionantes hidrológicos, Acumulação sedimentar em escala continental: origem e evolução de litoestruturais e tectônicos do relevo. Estimativa de denudação química bacias sedimentares. Geodinâmica e subsidência. Classificação de bacias no carste. 7. Registros paleoclimáticos e paleoambientais no sistema por seu contexto tectônico. Introdução aos mecanismos de subsidência. 5. cárstico. 8. Noções de hidrologia cárstica e uso de traçadores em sistemas Subsidência mecânica e subsidência térmica. Tipos de margens rifteadas: cársticos. 9. Sedimentos clásticos em cavernas. 10. Relevo e cavernas em vulcânicas, não vulcânicas estreitas e não vulcânicas hiperdistendidas. rochas siliciclásticas e formação ferríferas. Pseudocarste. 11. Panorama Sinéclises cratônicas e modelos de distribuição de sistemas geral das áreas cársticas do Brasil - distribuição de cavernas no Brasil. 12. deposicionais. Subsidência flexural. Bacias flexurais de antepaís em Valoração do patrimônio espeleológico aplicado a estudos ambientais de contexto de colisão continental e de subducção oceânica. Modelos de áreas cársticas. distribuição de sistemas deposicionais em bacias flexurais. 6. Introdução GEOQUÍMICA DE SUPERFÍCIE: aos modelos de preenchimento de bacias: interação espaço-aporte e 0440220 GEOQUÍMICA: 1. Isótopos estáveis: noções básicas e padrões de empilhamento. Retrogradação, progradação e agradação; mecanismos de fracionamento. 2. Isótopos estáveis: geotermômetros e transgressão e regressão. Variações no aporte sedimentar, nas taxas de indicadores de processos geológicos. 3. Isótopos radioativos e subsidência e na eustasia - causas e aspectos quantitativos. Geometrias radiogênicos: processos de decaimento e métodos geocronológicos. 4. deposicionais, terminações de refletores, padrões de empilhamento e Isótopos radioativos e radiogênicos: razões isotópicas e evolução do superfícies com significado cronológico em função de variações cíclicas manto e da crosta. 5. Antropoceno e seus impactos nos ciclos na relação espaço-sedimentação. 7. Estratigrafia de Sequências. O modelo geoquímicos (parte 1). 6. Antropoceno e seus impactos nos ciclos da Exxon e suas aplicações. Evolução dos conceitos da Estratigrafia de geoquímicos (parte 2). 7. Ciclos geoquímicos de nitrogênio e fósforo. 8. Sequências em quatro décadas de aplicação. Nomenclatura da Ciclos geoquímicos de carbono. 9. Nucleossíntese e cosmoquímica: a Estratigrafia de Sequências: tratos de sistemas e superfícies. Diagramas origem dos elementos e sua distribuição na natureza. 10. Origem e crono-estratigráficos na interpretação de seções sísmicas. Curvas de diferenciação química do Sistema Solar. 11. Origem e diferenciação variação de espaço e sedimentação, questões dimensionais e suas geoquímica da Terra. 12. Composição e diferenciação geoquímica do implicações. 8. Introdução à estratigrafia Sísmica. Origem dos refletores núcleo, manto e da crosta oceânica. 13. Geoquímica da atmosfera sísmicos. Resolução sísmica e resolução estratigráfica. Introdução aos terrestre. 14. Geoquímica da hidrosfera terrestre. 15. Geoquímica da perfis de poços. Integração sísmica-poço. Modelos estratigráficos biosfera. 16. Coevolução geoquímica das esferas terrestres. 17. Geoquímica tridimensionais: densidade de dados e potencial preditivo. Modelos de da atmosfera terrestre. 18. Composição e diferenciação geoquímica da fácies conceituais e parametrização de modelos estatísticos. 9. Introdução crosta continental. 19. Geoquímica das rochas ígneas: diferenciação à estratigrafia química. Razões elementares e aporte sedimentar. magmática e coeficientes de partição. 20. Geoquímica das rochas Geoquímica elementar e isotópica (carbono, oxigênio e estrôncio) em metamórficas: reações minerais e indicadores PTX. 21. Intemperismo e sucessões sedimentares. Outros isótopos em sucessões sedimentares. geoquímica das rochas sedimentares. 22. Paleoclimas e indicadores Magnetoestratigrafia e calibração cronoestratigráfica. Cicloestratigrafia e geoquímicos. 23. Mudanças climáticas. 24. Evolução geoquímica da crosta ciclos orbitais. 10. Modelos de fácies na escala de sistemas deposicionais continental e interações com biosfera e atmosfera. - princípios e aplicações. Sistemas deposicionais continentais: processos GSA5793 GEOQUÍMICA DOS PROCESSOS SUPÉRGENOS: 01. Introdução a sedimentares, subambientes e depósitos sedimentares de leques geoquímica global a) Os ciclos biogeodinâmicos; b) Paleotectônica global; aluviais, sistemas fluviais e campos de dunas eólicas. Implicações c) As grandes glaciações; d) Diagênese e fluxo de sedimentação no tempo estratigráficas dos modelos conceituais de fácies. 11. Sistemas geológico; e) Importância dos reservatórios de C, S, O e N; f) O modelo deposicionais costeiros: processos sedimentares, subambientes e BLAG, evolução do clima nos últimos 100m.a. 02. O cilco geoquímico depósitos sedimentares de deltas, costas dominadas por marés e constas supérgeno a) Intemperismo; Pedogênese; Erosão; Sedimentação. 03. A dominadas por ondas. Implicações estratigráficas dos modelos geoquímica do intemperismo a) A diferenciação supérgena; b) As reações conceituais de fácies. 12. Sistemas deposicionais carbonáticos. Tipos de do intemperismo; c) Estrutura e composição dos minerais secundários; d) plataformas carbonáticas e seus controles. Estratigrafia de sequências e Natureza das soluções do intemperismo; e) Comportamento dos particularidades na correlação estratigrática em sucessões carbonáticas. elementos em solução; f) Mecanismos de evolução das rochas na Processos sedimentares, subambientes e depósitos sedimentares em superfície. 04. Laterização a) Conceito e classificação das lateritas; b) sistemas deposicionais carbonáticos. 13. Sistemas deposicionais Gênese das lateritas; c) Caracterização do perfil laterítico. 05. Aplicação da marinhos: processos sedimentares, subambientes e depósitos Geoquímica de Superfície a Metalogênese a) Prospecção geoquímica em sedimentares em plataformas profundas e leques submarinos. áreas tropicais; b) Gênese das jazidas lateríticas. 06. Aplicação da Implicações estratigráficas dos modelos conceituais de fácies. 14. Geoquímica de Superfície aos Estudos Ambientais a) Ciclo supérgeno dos Processos sedimentares glaciogênicos e sua influência nos padrões de metais pesados; b) Efeito estufa e chuva ácida. 07. Aplicação da sedimentação continental, costeira e marinha. Sistemas deposicionais Geoquímica de Superfície a Geotecnia a) Estabilização de solos tropicais; evaporíticos e vulcano-sedimentares. - Aulas práticas de campo: técnicas b) Comportamento geotécnico de solos tropicais. estratigráficas de superfície: análise e interpretação de fácies GEOLOGIA SEDIMENTAR: sedimentares, estratigrafia de sequências, levantamento e correlação de seções estratigráficas, reconstruções paleambientais e paleogeográficas.

METALOGÊNESE:

GAA0417 GÊNESE DE DEPÓSITOS MINERAIS: 1. Depósitos minerais: características geológicas e classificação. Modelos descritivos e genéticos. Sistemas minerais. 2. Depósitos minerais magmáticos associados a rochas máfico-ultramáficas (sulfetos magmáticos e cromititos). 3. Depósitos minerais magmáticos associados a rochas alcalinas e carbonatitos, kimberlitos e pegmatitos. 4. Depósitos minerais hidrotermais. Fluidos hidrotermais, mecanismos de interação fluido-rocha e alteração hidrotermal. Mecanismos de transporte e precipitação de metais por fluidos hidrotermais. 5. Aplicação de isótopos estáveis na caracterização dos principais reservatórios de fluidos hidrotermais. 6. Depósitos hidrotermais de metais base e preciosos hospedados em rochas vulcânicas (VHMS). 7. Depósitos de ouro orogênico: fluidos metamórficos em zonas de cisalhamento. 8. Depósitos magmático-hidrotermais de metais de base e preciosos do tipo pórfiro e epitermais. 9. Depósitos de óxido de ferro-cobre-ouro (IOCG): ambiente tectônico, alteração e zonamento hidrotermal, origem dos fluidos e dos metais. 10. Depósitos de chumbo-zinco hospedados em rochas sedimentares (SEDEX e MVT). 11. Depósitos minerais associados a processos sedimentares químicos e bioquímicos. 12. Depósitos lateríticos/residuais e depósitos de oxidação e enriquecimento supergênico. 13. Metalogênese e tectônica global. Ambientes geotectônicos e principais depósitos minerais associados. Épocas metalogenéticas. GSA5863 TÉCNICAS APLICADAS AO MODELAMENTO GENÉTICO DE DEPÓSITOS HIDROTERMAIS: 1) Técnicas aplicadas à caracterização de parâmetros genéticos em sistemas de depósitos minerais e petrolíferos hidrotermais. 2) Caracterização petrográfica de rochas hidrotermalizadas. Identificação de texturas, tipos e estilos de alteração hidrotermal. Caracterização de sobreposição de eventos hidrotermais e telescopagem. Paragênese mineral e evolução temporal e espacial de sistemas hidrotermais. 3) Caracterização petrográfica de rochas mineralizadas. Relações de equilíbrio de fases nos minérios e diagramas de fase. Campos de estabilidade mineral e condições físico-químicas (fO2, fS2, pH, temperatura, pressão). Mobilização e remobilização de minério. Relação entre mineralização, fluidos e alteração hidrotermal. Interpretação de paragêneses e modelos genéticos de depósitos. 4) Aplicação de isótopos estáveis ao estudo de processos hidrotermais. Identificação de parâmetros físico-químicos. Fontes de fluidos, carbono e enxofre. Mecanismos de evolução de fluidos e estimativas de razões fluido-rocha. 5) Aplicação do estudo de inclusões fluidas ao estudo de processos hidrotermais. Microtermometria e identificação de parâmetros físicoquímicos. Interpretação de dados microtermométricos e caracterização de processos de evolução de fluidos hidrotermais. 6) Integração de dados paragenéticos, isotópicos, geoquímicos e microtermométricos e reconstituição de história evolutiva de sistemas minerais e petrolíferos. Aplicação na exploração mineral e do petróleo. GSA5964 PROCESSOS METALOGENÉTICOS E AMBIENTES GEOLÓGICOS GERADORES DE DEPÓSITOS MINERAIS HIDROTERMAIS: 1) Conceitos de modelos de depósitos hidrotermais e sistema mineral. Processos metalogenéticos associados aos depósitos minerais hidrotermais. 2) Natureza e reservatórios de fluidos hidrotermais (água do mar, meteóricos, formacionais, conatos, magmáticos, metamórficos). Mecanismos de evolução fluidal: interação fluidorocha, mistura de fluidos, efervescência, imiscibilidade. Solubilidade de minerais de minério e complexação de metais. Mecanismos de transporte e parâmetros físicosquímicos de precipitação de metais por fluidos hidrotermais. 3) Alteração hidrotermal: tipos, estilos e distribuição de zonas de alteração hidrotermal. Fontes de metais, enxofre e energia para sistemas hidrotermais. 4) Fluidos hidrotermais em bacias sedimentares: geração e migração de hidrocarbonetos e formação de depósitos minerais hidrotermais. Depósitos de chumbo-zinco (SEDEX-CD, MVT, zinco nãosulfetado) e de cobre hospedados em rochas carbonáticas e siliciclásticas. 5) Depósitos de Cu-Zn-Pb-(Au) hospedados em rochas vulcânicas (VHMS) e depósitos de ouro orogênico. Metamorfismo de produtos hidrotermais. 6) Processos metalogenéticos, ambiente tectônico e magmatismo associado aos depósitos magmático-hidrotermais (greisen, IRGS, pórfiro, epitermal, skarn, Carlin). 7) Processos metalogenéticos e evolução de depósitos de óxido de ferro-cobre-ouro (IOCG) e óxido de ferro-apatita (IOA). Depósitos de níquel e Au-(EGP) hidrotermais. 8) Metalogênese e tectônica global. Províncias metalogenéticas brasileiras. AVALIAÇÃO DE RECURSOS MINERAIS: GAA0404 AVALIAÇÃO DE RECURSOS MINERAIS: 1. Conceitos básicos de amostragem. 2. Inventário dos dados da pesquisa mineral e preparação de dados. 3. Princípios de interpretação para o cálculo de recursos minerais. 4. Métodos clássicos para o cálculo de recursos minerais. 4.1. Métodos dos fatores. 4.2. Método dos blocos de lavra. 4.3. Métodos dos perfis. 4.4. Métodos analíticos. 5. Métodos computacionais para o cálculo de recursos minerais. 5.1. Métodos geoestatísticos. 5.2. Métodos não geoestatísticos. 6. Práticas de avaliação de recursos minerais. GAA0602 INTRODUÇÃO À GEOESTATÍSTICA: 1. Introdução; Conceitos básicos. Preparação de dados: Composição de amostras de furos de sonda: composição por bancada. 2. Análise estatística. Representação gráfica de variáveis aleatórias. Estatísticas descritivas. 3. Teorema do Limite Central. Intervalo de confiança da média. Correlação e regressão. Reta de regressão. Análise geoestatística. Por que variáveis regionalizadas? Variáveis regionalizadas. 4. Hipótese intrínseca. 5. Características qualitativas das variáveis regionalizadas: localização, suporte, continuidade, anisotropias. O variograma. 6. Propriedades do variograma: Amplitude, patamar, efeito pepita e variância espacial. Anisotropias: geométrica, zonal e mista. Comportamento próximo à origem: parabólico, linear, efeito pepita e efeito pepita puro. 7. O cálculo de variogramas experimentais. 8. Definição da vizinhança local. Definição da malha regular. 9. Estimativas por krigagem (krigagem simples e ordinária). Tipos de krigagem ordinária: ponto e bloco (discretização em sub-blocos). 10. Validação cruzada usando a técnica da krigagem ordinária.

GSA5822 GEOESTATÍSTICA APLICADA: 01. Introdução. 02. Amostragem. 03. Revisão dos conceitos de estatística clássica. 04. Introdução à estatística espacial. 05. Conceitos básicos de Geoestatística. 5.1-Variáveis regionalizadas. 5.2-Variograma. 5.3-Propriedades do variograma. 5.4Comportamento do variograma na origem. 5.5-Modelos de variogramas. 06. Métodos geoestatísticos lineares de estimativa. 6.1- Krigagem simples. 6.2- Krigagem ordinária. 6.3- Correção do efeito de suavização da krigagem. 07. Métodos geoestatísticos não lineares de estimativa. 7.1Krigagem lognormal. 7.2-Cokrigagem ordinária. 7.3-Cokrigagem

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