DOEPA 18/09/2026 - Diario Oficial do Estado do Para - DOE
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
diário oficial Nº 36.769 55
Sexta-feira , 18 de SETEMBRO de 2026
| L. REsERvAtÓRio |
situ | Ação | MAGN | ituDE | NP | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 Réguas danifcadas ou faltando |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 2 construções em áreas de proteção |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 3 Poluição por esgoto, lixo, entulho, pesticidas etc. |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 4 indícios de má qualidade d’água |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 5 erosões |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 6 assoreamento |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 7 desmoronamento das margens |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 8 existência de vegetação aquática excessiva |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 9 desmatamentos na área deproteção |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 10 Presença de animais epeixes mortos |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 11 gadopastando |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| coment | ários: |
| M. MEDiDoR DE vAzão |
situA | ção | MAGN | ituDE | NP | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 ausência da placa medidora de vazão |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 2 corrosão da placa |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 3 defeitos no concreto |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 4 falta de escala de leitura de vazão |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 5 assoreamento da câmara de medição |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| 6 erosão àjusante do medidor |
Na | Ne | ac | ds | di | ar | aU | Ni | i | P | M | g | |
| coment | ários: |
o. oUtros ProbleMas existeNtes
P. sUgestÕes e recoMeNdaÇÕes
observações importantes:-
1) a Magnitude e o Nível de Perigo somente deverão ser preenchidos quando a situação do item for Pv, di, Pc e aU.
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2) tratando-se da primeira inspeção de uma barragem, as situações escolhidas devem ser Na, Ne, Pv e Ni. quando o técnico basear-se em conhecimento próprio ou de terceiros para informar as situações di, ds, Pc ou aU, deve haver esclarecimento por meio do preenchimento do espaço reservado para comentários e como este conhecimento foi obtido.
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Desalinhamentos e deslocamentos: Movimentação horizontal ou vertical perceptível na crista.
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Abaulamento: em barragens são deformações ou saliências anômalas na superfície do talude ou da crista. Eles indicam perda de estabilidade interna, excesso de pressão de água ou movimentação do solo, exigindo monitoramento urgente para evitar rupturas.
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Abatimento: Rebaixamento ou descida pontual de uma parte do pavimento ou estrutura devido à acomodação ou falha do solo de fundação.
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Afundamento: Depressão ou abaixamento contínuo na superfície - como nas trilhas de rodas de veículos (afundamento plástico ou de consolidação) - sem rompimento imediato do material.
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Buraco (ou Panela): Cavidade ou desagregação avançada onde o material do pavimento se soltou e rompeu completamente, formando um buraco fundo na via.
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Fissuras (ou fendas): São pequenas aberturas superficiais (de 0,5 mm a 1 mm) e estreitas no solo ou em materiais, funcionando como os primeiros sinais de que a água começou a infiltrar ou a criar caminhos preferenciais de escoamento.
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Trincas: São aberturas maiores (de 1 mm a 3 mm) e mais profundas.
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Sulcos: Pequenos canais ou rasgos rasos esculpidos pela água da chuva escoando na superfície do terreno. Possuem profundidade geralmente inferior a 30–50 cm. são fáceis de corrigir e costumam desaparecer com o arado comum ou nivelamento agrícola básico.
● Ravinas: Estágio seguinte e mais avançado do desgaste em relação aos sulcos. Formam valas ou “crateras” alongadas com profundidade variando de 30–50 cm até cerca de 2 (dois) metros, com formato típico em “v”. Não atingem o lençol freático, mas já demandam intervenções maiores (como barreiras de contenção ou reflorestamento) para não virarem voçorocas.
ANExo iii MoDELo DE RELAtÓRio DE vistoRiA- aPreseNtaÇÃo
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1.1. disposições gerais
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1.2. objetivo da vistoria
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objeto da vistoria
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PerÍodo de realizaÇÃo da vistoria técNica
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ParticiPaNtes da vistoria
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iNstrUMeNtaÇÃo, eqUiPaMeNtos e Materiais Utilizados
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Metodologia
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resUltados
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7.1 reuniões de abertura e encerramento de vistoria
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7.2 resultado da inspeção de campo do Meio biótico.
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7.3 resultado da inspeção de campo do Meio socioeconômico.
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7.4 resultado da inspeção de campo do Meio físico (análise qualitativa)
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7.4.1 barragem ou bacia
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8 coNclUsÃo
aNexos Anexo A - Classificação quanto à segurança das estruturas. Quadro A.1 - Classificação da Estrutura no SIGBM quadro a.2 - descrição geral das estruturas vistoriadas anexo b - visão geral do sistema, reunião de alinhamento e análise documental. anexo c - registros de vistoria ao sistema de disposição de rejeitos
Protocolo: 1375464