Dia Oficial

Diário Oficial da Cidade de São Paulo · 22/09/2026 · pág. 626

DOCSP 22/09/2026 - Diario Oficial da Cidade de Sao Paulo - Edicao 241

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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

626 – São Paulo, 71 (241)
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terça-feira, 22 de setembro de 2026
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último dia do Festival, por horas ( a discutir ), se possível durante as ultimas 24 horas,
com o público circulando pra silenciosamente e os escritores escrevendo
silenciosamente também e depois publicar os textos como resultado de uma
experiência inovadora. Estaríamos homenageando as/os/xs escritores paulistanos.
3) Aproveitar o acervo de composições de Mário de Andrade como música ambiente o
tempo todo de modo que não atrapalhe, obviamente, outras apresentações musicais.

Matheus Ernesto de Godoy Gostaria de sugerir a inclusão da minha obra ""Hoje não tem Carnaval: a arte em
tempos de confinamento"" na programação e nas ações desta nova edição do Festival.
O livro aborda os intensos desafios enfrentados pelos artistas e pelo setor cultural
durante a pandemia da COVID-19, registrando a memória e a resiliência da produção
artística em um momento de isolamento.
A obra já conta com uma trajetória relevante de lançamento e público, tendo sido
apresentada na FLIP 2025 e na Câmara Municipal de São Paulo. Acredito que o tema
dialoga profundamente com o papel da Biblioteca Mário de Andrade como espaço de
reflexão, memória e valorização da cultura paulistana e nacional.
Coloco-me à disposição para realizar rodas de conversa, bate-papos ou sessões de
autógrafos no Festival.
Título: Hoje não tem Carnaval: a arte em tempos de confinamento
Tema principal: Arte, cultura e os impactos da pandemia da COVID-19
Histórico: Lançado na FLIP 2025 e na Câmara Municipal de SP
Contato: [1199357-3771]

Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição
pertinente à publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.
Cláudio Gonzalez Olá amigos. Muito oportuna e construtiva está iniciativa de receber sugestões para o
edital, justamente porque nossa editora e as editoras de muitos colegas desistiram de
participar do Festival por causa da complexidade do edital, da exagerada
documentação requerida e, principalmente, pelo desnecessário, difícil e irrealista
questionário de inscrição que éramos obrigados a preencher, com perguntas sobre
campos de atuação que a maioria das editoras e livrarias não se enquadra, como, por
exemplo, ter que relatar ""Novidade e inventividade de catálogo ou projeto, com
atuação em novas linguagens, novos nichos e/ou novas tecnologias"", isso é bizarro,
não reflete em nenhum grau a atividade da maioria das editoras pequenas (como a
nossa) e, por isso, é altamente excludente. A obrigação de publicar determinadas
temáticas também é muito excludente. Livrarias vendem livros, editoras publicam
livros. Isso deveria ser suficiente para qualificar uma editora ou livraria ou autor a
participar de uma feira de livros. Estivemos na primeira edição com estande próprio.
Montamos um espaço muito legal, com cenografia, mobiliário que simulava uma sala
de leitura. Fomos elogiados até pelo famoso designer de interiores Marcelo
Rosenbaun. Foi muito legal. Na edição seguinte, dividimos a tenda com outra editora.
Depois não conseguimos mais participar por causa desses critérios draconianos da
avaliação. Por isso, seria muito importante simplificar a inscrição e os critérios de
participação. Também gostaria de sugerir que haja tendas maiores, com um pool de
editoras com catálogo similar. A nossa editora e Livraria, por exemplo, ficaria muito
confortável em dividir uma grande tenda com a Boitempo, Expressão Popular, lavra
Palavra, Alameda e outras editoras atuantes no campo das ciências política e social.
Por fim, sugiro consultar se a data prevista não vai coincidir com a Festa do Livro da
USP, pois isso inviabilizaria a participação de muitas editoras que não tem estrutura
para estar nos dois eventos ao mesmo tempo.
Acolhida. As sugestões apresentadas foram analisadas e
acolhidas no processo de revisão do edital. O formulário
de inscrição foi aprimorado, buscando tornar o processo
mais simples e acessível, assim como foram revistas
questões relacionadas ao próprio edital, com o objetivo
de facilitar sua compreensão e preenchimento. Nesse
sentido, também foi retirada a exigência de comprovação
de regularidade fiscal como requisito para participação,
justamente como uma medida de desburocratização e de
ampliação do acesso à Feira, especialmente para
pequenas editoras, livrarias e demais agentes do setor.
Quanto ao espaçamento e à distribuição geográfica das
editoras participantes, a sugestão será considerada com
maior atenção na organização da Feira, buscando-se
promover uma distribuição adequada e equilibrada dos
participantes.
Patrícia Basile de Castro "Posso ler pra você?" Proponho um canto de acolhimento duas cadeiras e muitos
livros. Uma pessoa se senta a outra escolhe um livro e uma lê para a outra algum
trecho dos livros escolhidos. Sugestões para uma troca posterior:
impressões de si a partir de cada leitura trazer uma palavra para levar da leitura ou da
experiência uma imagem que fica da leitura

Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição
pertinente à publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.
Anderson Silva de Souza A feira poderia ter um espaço agregador de editais e orientações para autores
independentes.
Não acolhimento. A feira do livro do VI Festival Mário de Andrade prevê o
chamamento de 70% de autores/as e editoras independentes.
JOSIVALDO ARAUJO DE SOUSA O edital de 2025 foi muito bom, pois descentralizou o evento das grandes editoras.
Deu mais oportunidade para o autor/a independente participar. Abriu espaço para os
pequenos fazedores literários.
Não acolhimento. Não houve contribuições a serem registradas.
Valdeck Almeida de Jesus Sugiro mesa com autores nordestinos, nortistas, poetas, performers e recitadores Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição
pertinente à publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.
Carlos Magno Pereira Como gostaria de participar como autor independente de obra em romance em versos
clássicos (hendecassilábicos & "" terza rima"" dantesca), sugiro abertura para estilos
clássicos também. Gostaria de ser avisado à época da inscrição.

Não acolhimento. Agradece-se a atenção e o interesse demonstrados. Informa-se que
escritores independentes poderão se inscrever no edital, desde que atendam aos
requisitos estabelecidos, entre eles a comprovação de, no mínimo, 3 (três) títulos
publicados e ativos em catálogo. A divulgação do edital e do período de inscrições
será realizada por meio dos canais oficiais da Biblioteca Mário de Andrade, incluindo
seu site e suas redes sociais, de modo a ampliar o alcance das informações e facilitar o
acesso dos interessados ao processo de inscrição.
Marcos de Mello Silva Sugestão de revisão dos requisitos para autores independentes
A minuta estabelece, no item 7.1, que autores(as) independentes deverão possuir no
mínimo 3 títulos publicados e ativos em catálogo. Sugere-se a revisão desse requisito,
de modo a permitir a participação de autores independentes com ao menos 1 título
publicado e ativo.
A exigência atual pode excluir justamente escritores estreantes e autores de pequena
escala editorial, embora o próprio edital declare como objetivo ampliar a participação
de autores independentes que comumente não possuem acesso às grandes feiras
literárias.
Observa-se ainda uma incompatibilidade entre esse requisito e a contrapartida
prevista no item 4.1: exige-se a doação mínima de 12 livros, com limite máximo de 3
exemplares por título. Um autor com os 3 títulos mínimos exigidos poderia doar, no
máximo, 9 exemplares, tornando impossível cumprir a contrapartida nos termos
atuais.
Sugere-se, portanto:
a) reduzir para 1 título publicado e ativo o requisito mínimo para autores
independentes; e
b) adequar a contrapartida para autores independentes, seja reduzindo a quantidade
mínima total de exemplares, seja permitindo maior quantidade por título.
A alteração ampliaria a bibliodiversidade e permitiria a participação de autores
estreantes sem comprometer os objetivos curatoriais e de formação de acervo da
Feira.

Acolhida. As sugestões apresentadas foram analisadas com atenção, especialmente
quanto à adequação da contrapartida à realidade da produção editorial de autores
independentes. Considerando a pertinência da questão levantada, a segunda sugestão
será acolhida. Nesse sentido, será esclarecido no edital que os autores independentes
poderão realizar, como contrapartida, a doação de 3 (três) exemplares de cada título
publicado e ativo em catálogo, de acordo com a quantidade de títulos que possuem e
observados os demais requisitos estabelecidos no edital. A medida busca assegurar
maior adequação entre as exigências previstas e as características da produção
independente.
Christiane Andréa Importante ter oficinas e rodas de conversa sobre Prevenção das Violência contra
crianças e adolescentes
Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição

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