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Diário Oficial da Cidade de São Paulo · 22/09/2026 · pág. 625

DOCSP 22/09/2026 - Diario Oficial da Cidade de Sao Paulo - Edicao 241

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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

625 – São Paulo, 71 (241)
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terça-feira, 22 de setembro de 2026
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1. Poderiam oferecer 1 ou 2 espaços coletivos, tendões ou disponibilizar um outro
espaço, talvez no hall da biblioteca Mário de Andrade ou a Praça das Artes para
editoras pequenas e autores independentes. Criando assim mais espaço para
expositores e artistas e aumentando os contemplados. (para evitar que as pessoas
faltem, exigir um termo de compromisso, já na inscrição)
2. Oferecer espaço para as editoras participantes da feira comporem a programação,
se for o caso de utilizar a praça das artes, montar um pequeno palco para essas
programações, ou disponibilizar alguns horários na programação oficial dentro da
biblioteca, tendo assim, uma maior integração e conversa com o festival. Por vezes
parece que a feira é uma coisa paralela a programação, talvez com mais programação
das editoras fique mais homogêneo.
optou-se pela organização das editoras e autores
independentes em um mesmo ambiente a Praça Dom
José Gaspar, de modo a favorecer a organização e a
operacionalização da Feira.
Não acolhimento. Quanto à segunda sugestão, entende-se que a proposta está
relacionada à programação cultural do VI Festival Mário de Andrade, não
constituindo, portanto, matéria pertinente ao conteúdo e à finalidade de consulta de
elaboração do edital da Feira de Livros do evento.
Carlos Ferreira Eu acredito que embora tenha melhorado desde a primeira edição (fui em todas como
visitante) a organização ainda peca na divulgação. Pessoas alheias ao mercado
editorial quase sempre descobrem meio no acaso.
Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à divulgação do
VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição pertinente à
publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.
Mônica Teixeira Peixoto Martins O que sinto falta nos grandes eventos literários é a equiparação da Literatura para as
infâncias com a literatura geral oferecida. Mesas de debates, assuntos como
cancelamentos e censuras à obras icônicas de nossa literatura, temas fraturantes nos
textos para este público e a crescente presença destes textos nas biblioterapias e
consultórios de psicologia. Precisamos valorizar a presença dos ilustradores nestas
obras como autores entre outros temas pertinentes. Posso auxiliar, caso desejem.
Segue a bio.
Mônica Martins é escritora, editora, jornalista, atriz, diretora teatral, contadora de
histórias, pesquisadora e produtora cultural. Formada em Jornalismo pela
Universidade Gama Filho, é especialista em Literatura Infantil e Juvenil pela
Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Leitura e Literaturas Infantil e Juvenil
pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP). Sua trajetória é marcada pela criação
literária, pela pesquisa e valorização da literatura para as infâncias, pela formação de
leitores e pela democratização do acesso à cultura.
Apaixonada pela obra de Monteiro Lobato, iniciou, em 1999, adaptações de textos do
autor para o teatro com a Cia das Mães, grupo teatral amador que dirige em Niterói.
Em 2008, atuou como consultora do especial sobre Monteiro Lobato do programa De
Lá Pra Cá, da TV Brasil. Também desenvolve pesquisas, exposições literárias,
encontros, palestras e ações de incentivo à leitura.
Como autora, publicou obras voltadas ao público infantil e juvenil, entre elas Uma
família para Emília, A Canastrinha da Emília, O Laço, O dia em que Chapeuzinho
Vermelho desencalhou, Emília e os 200 anos da Independência do Brasil e O Museu do
Ipiranga, além de A menina do Narizinho Arrebitado, Raul e outros trabalhos
relacionados ao universo da literatura infantil. O dia em que Chapeuzinho Vermelho
desencalhou foi finalista do Prêmio Jabuti de 2017, na categoria Adaptação, e
posteriormente ganhou novas edições e traduções.
Sua produção literária recebeu importantes reconhecimentos. Em 2002, recebeu
Menção Honrosa do Prêmio Adolfo Aizen, da União Brasileira de Escritores (UBE),
pelo texto O pessoal do Sítio e o resgate da infância. Em 2007, conquistou o Prêmio
Alice da Silva Lima, da UBE, com o primeiro lugar na categoria Teatro Infantil, pela
adaptação de Memórias de Emília. Em 2017, foi finalista do Prêmio Jabuti. Emília e os
200 anos da Independência do Brasil foi contemplado pelo Prêmio de Incentivo à
Publicação Literária - 200 Anos de Independência, do Ministério da Cultura.
Em 2018, Mônica Martins fundou a MoMa Editora, posteriormente também
estruturada como livraria e dedicada à publicação e difusão de literatura para crianças
e jovens. O catálogo reúne autores e ilustradores e contempla projetos que valorizam
a literatura, a memória cultural e a produção independente. A editora participa de
importantes eventos literários, entre eles Bienais do Livro do Rio e de São Paulo, FLIP,
FLIR, FLIST e LER.
É idealizadora e diretora do Espaço de Leitura Tatiana Belinky, em Niterói, projeto
contemplado com o I Prêmio Pontos de Leitura do Ministério da Cultura. Também
criou a Feira Literária Monteiro Lobato e desenvolve o projeto Eu e o Livro, além de
ações de memória literária, exposições e atividades de mediação e formação de
leitores.
Entre suas iniciativas mais recentes está o projeto literário Quarta Khapa, realizado
em parceria com a Sala de Cultura Leila Diniz e a Imprensa Oficial do Estado do Rio
de Janeiro e reconhecido com o Diploma Nicette Bruno. Sua atuação inclui ainda
participação em mesas, feiras, encontros literários e ações formativas, consolidando
uma trajetória que articula literatura, teatro, edição, pesquisa, memória cultural e
incentivo à leitura.
Em 2023, publicou O Museu do Ipiranga, com ilustrações de Felipe Campos, obra
agraciada pelo edital Retomada Cultural RJ - 2022. O livro aproxima as crianças da
história e do patrimônio cultural brasileiro por meio de uma narrativa literária e
imaginativa.
Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição
pertinente à publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.
Cynthia Magno Panca Referente ao edital desta nova edição do Festival, gostaria de contribuir dizendo que
no item 1.3, da cláusula primeira: ""O Festival Mário de Andrade tem como objetivo a
valorização e a promoção da literatura, do acesso ao livro e da leitura em todas as
suas manifestações. O evento busca ampliar o reconhecimento e o fortalecimento da
literatura, das expressões e tecnologias literárias contemporâneas e também da
tradição literária. Em três dias de programação, o Festival promove a circulação de
escritores, LEITORES e livros, o debate de ideias, a PARTICIPAÇÃO de leitores e a
valorização de diferentes manifestações literárias e culturais, incluindo
novas linguagens, saraus e slams. A iniciativa visa fortalecer as políticas de incentivo
ao livro, à literatura e à leitura, em consonância com as diretrizes estabelecidas pela
Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
Não acolhimento.A sugestão foi analisada e, embora
reconhecida como pertinente, optou-se por não
incorporá-laao presente edital, considerando que seu conteúdo não produz
impacto direto sobre os aspectos práticos e administrativos relacionados à sua
elaboração e execução.
Aparecida Mazao O festival é incrível e editoras é autores criativos, com propostas e temáticas
interessantes participam do evento, então sugiro a criação de um espaço coletivo de
oficinas, saraus e de mediação de leitura das obras expostas.
Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição
pertinente à publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.
Maria Clara Pereira Soares Acessibilidade à autores independentes pela dificuldade em se estabilizar no meio,
sem editoras e coletivos.
Acolhida. A contribuição apresentada foi analisada,
considerando-se a importância de assegurar condições de
acessibilidade e de ampliar a participação de autores
independentes. A sugestão será considerada na
organização da Feira, buscando-se garantir condições de
participação acessíveis e inclusivas, em consonância com
os objetivos do evento.
Luci Fontenelli
Eliana Floriano da Silva
Que tenha espaço infantil
1) Descentralizar os eventos para os Céus, pelo menos para uns 3 bairros: Ex.: Casa
Blanca, Jaçanã, Aricanduva.
2) Como uma instalação, ocupar toda a Sala Silenciosa com escritores renomados, no
Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição
pertinente à publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.
Não acolhimento. Ressalta-se que a sugestão apresentada diz respeito à programação
cultural do VI Festival Mário de Andrade, não constituindo uma proposição
pertinente à publicação do edital de chamamento da Feira de Livros do evento.

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