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Diário Oficial da União · 07/10/2026 · pág. 106

DOU 07/10/2026 - Diario Oficial da Uniao - Brasil

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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

Seção 3

Nº 190, quarta-feira, 7 de outubro de 2026

ISSN 1677-7069

. .BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASH, R. B. Real Analysis and Probability. Academic Press, 1972. BICKEL, P. J.; DOKSUM, K. A. Mathematical Statistics: Basic Ideas and Selected Topics. HoldenDay, 1977. CASELLA, G.; BERGER, R. L. Statistical Inference. 2. ed. Duxbury, 2002.

CHUNG, K. L. A Course in Probability Theory. 3. ed. Addison-Wesley, 2001.

DEGROOT, M. H.; SCHERVISH, M. J. Probability and Statistics. 4. ed. Peason, 2012. JAMES, B. R. Probabilidade: Um Curso em Nível Intermediário. Rio de Janeiro: IMPA, 2018. LEHMANN, E. L.; CASELLA, G. Theory of Point Estimation. 2. ed. Springer-Verlag, 1998. LEHMANN, E. L.; ROMANO, J. P. Testing Statistical Hypotheses. 3. ed. Springer, 2005. MAGALHÃES, M. N. Probabilidade e Variáveis Aleatórias. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2011.

MONTGOMERY, D. C.; PECK, E. A.; VINING, G. G. Introduction to Linear Regression Analysis. 5. ed. Wiley, 2012. MOOD, A. M.; GRAYBILL, F. A.; BOES, D. C. Introduction to the Theory of Statistics. 3. ed. McGraw-Hill, 1974. RAO, C. R. Linear Statistical Inference and Its Applications. 2. ed. Wiley, 1973. CPAQ - Campus de Aquidauana VAGA [1177]

. .NºDE VAGAS .REGIME DE TRABALHO
. .1 .Dedicação Exclusiva

. .FORMAÇÃO ACADÊMICA

. .Graduado em: Licenciatura Intercultural Indígena; e Doutorado na Área de Avaliação / Área Básica: Linguística e Literatura. Esta vaga é para atender ao Curso de Licenciatura Intercultural Indígena, portanto o candidato deve encaminhar também, no momento da inscrição o RANI (Registro Administrativo de Nascimento Indígena). O Curso de Licenciatura Intercultural Indígena funciona em Regime de Alternância, composto por dois momentos de formação: o Tempo - Universidade, no campus de Aquidauana (UFMS) e o Tempo - Comunidade nas Aldeias. Neste caso, o docente desenvolverá suas atividades tanto no Campus como nas Aldeias dos Municípios atendidos pelo Curso.

. .PROGRAMA Linguística, Letras e Artes / Linguística / Teoria e Análise Linguística

  1. O ensino de língua indígena na escola :aspectos gramaticais das línguas dos Povos do Pantanal.

  2. A fonologia das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.

  3. A morfologia das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.

  4. A sintaxe das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.

  5. A produção de textos em língua indígena: marcadores de coesão e coerência.

  6. A variação linguística nas línguas indígenas dos Povos do Pantanal.

  7. Aspectos do sistema de acentos na língua Terena.

  8. Processos de revitalização das línguas indígenas.

  9. A Fonética das línguas indígenas dos Povos do Pantanal.

  10. A elaboração de material didático para o ensino gramatical de línguas indígenas dos Povos do Pantanal.

. .BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília: Mec/Sef, 1998. Cardoso, V. F. Sistema de Marcação de Caso em Terena (Aruák). Liames, 17(1): 59-78, Campinas, 2017. Doi: Http://dx.doi.org/10.20396/liames.v17I1.8646402. Câmara Júnior, J. Mattoso. Introdução as Línguas Indígenas Brasileiras. 3. Ed. Rio de Janeiro, RJ: ao Livro Técnico, 1977. 228 P. (Linguística e Filologia). Ekdahl, E. M. ; N. Butler. Aprenda Terena. Vol. 1 e Vol. 2. Brasília-DF: Sil, 1979. Acesso: Https://www.sil.org/system/files/reapdata/13/73/81/1373815258855850925416505758131 60405071/ter_Aprenda_Terena_2012. Maia, Marcus A.r. (2007). Manual de Linguística: Subsídios para a Formação de Professores Indígenas na Área de Linguagem. Brasília: Ministério da Educação e Cultura (Mec/secad), 2007, V.5000. P.268. Mori, A. C. (2001). "A Língua Indígena na Escola Indígena: Quando, para que e Como?" In: Veiga, Juracilda e Salanova, Andrés.(Orgs.). Questões de Educação Escolar Indígena: da Formação do Professor ao Projeto de Escola. Brasília: Funai/Dedoc. Campinas/Alb, P 160-171. Nascimento, Gardenia Barbosa Neubaner. Aspectos gramaticais da língua terena. Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte-MG, 2012. Tese de Doutorado. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/items/0c82a3dc-fadb-4712-b214-fc1a77486186 Postigo, Adriana Viana. Fonologia da Língua Guató. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Três Lagoas- MS, 2009. Dissertação de Mestrado. Disponível em: https://www.etnolinguistica.org/tese:postigo-2009 Silva, Denise. Estudo lexicográfico da língua terena: proposta de um dicionário bilíngüe terena-português. Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho. Araraquara-SP. 2023. Tese de Doutorado. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/entities/publication/02a6c344-acea-4f21-8ab4-e10f1e128f64 VAGA [1214]

. .NºDE VAGAS .REGIME DE TRABALHO
. .1 .Dedicação Exclusiva

. .FORMAÇÃO ACADÊMICA

. .Graduado em: História
(Bacharelado ou Licenciatura); e
Doutorado na Área de Avaliação: História.

. .PROGRAMA Ciências Humanas / História / História Antiga e Medieval 1. Fontes, métodos e debates historiográficos sobre as sociedades do Oriente Próximo e do Mediterrâneo antigos, com destaque para Egito, Mesopotâmia e suas conexões africanas e asiáticas.

  1. O mundo grego antigo: pólis, cidadania, democracia, trabalho, escravidão, religião e cultura.

  2. O mundo romano: República, Império, expansão territorial, cidadania, trabalho, escravidão, religião e transformações sociais. 4. Da Antiguidade Tardia à formação das sociedades medievais: transformações políticas, religiosas e culturais, reinos germânicos, Império Bizantino e expansão islâmica. 5. A organização das sociedades medievais: senhorio, campesinato, relações de dependência, Igreja, trabalho, economia e estruturas de poder. 6. Transformações do Ocidente medieval entre os séculos XI e XV: Cruzadas, expansão urbana e comercial, poderes políticos e crises dos séculos XIV e XV. 7. Renascimentos, humanismos e Reformas religiosas na formação do mundo moderno. 8. Sociedades africanas na Antiguidade: Egito, Núbia, Cartago e norte da África, suas formas de organização política, relações econômicas, religiosidades e conexões mediterrânicas. 9. África na Idade Média: expansão islâmica, cristianismos africanos, rotas transaarianas, formações políticas do Sahel e conexões com o Mediterrâneo e o oceano Índico.

  3. Ensino de História Antiga e História Medieval: seleção de conteúdos, trabalho com fontes, livros didáticos, temporalidades, usos do passado e aprendizagem

histórica.

. .BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado absolutista. Tradução de Renato Prelorentzou. 1. ed. São Paulo: Editora Unesp, 2016. ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao feudalismo. Tradução de Renato Prelorentzou. 1. ed. São Paulo: Editora Unesp, 2016. BASCHET, Jérôme. A civilização feudal: do ano mil à colonização da América. Tradução de Marcelo Rede. 1. ed. São Paulo: Globo, 2006. BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de história: fundamentos e métodos. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2018. BLOCH, Marc. A sociedade feudal. Lisboa: Edições 70, 2018. FINLEY, Moses I. Os gregos antigos. Lisboa: Edições 70, 2005. GIARDINA, Andrea (dir.). O homem romano. Lisboa: Editorial Presença, 1992. LE GOFF, Jacques. A civilização do Ocidente medieval. Tradução de José Rivair de Macedo. 1. ed. Bauru, SP: EDUSC, 2005. MACEDO, José Rivair. História da África. São Paulo: Contexto, 2014. Disponível digitalmente na Minha Biblioteca e na Biblioteca Virtual Pearson da UFMS. MARTINS, Luis Carlos dos Passos; SILVEIRA, Eliana Ávila da; SILVEIRA, Michelle Almeida da (org.). Práticas de ensino de História Antiga e Medieval: novas experiência. 1. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2025. Disponível digitalmente na Biblioteca Virtual Pearson da UFMS. CPAN - Campus do Pantanal VAGA [1166] . .Nº DE VAGAS .REGIME DE TRABALHO . .1 .Dedicação Exclusiva . .FORMAÇÃO ACADÊMICA . .Graduado em Ciência da Computação (Bacharelado) ou Engenharia de Computação (Bacharelado) ou Engenharia de Software (Bacharelado) ou Sistemas de Informação (Bacharelado) ou Análise e Desenvolvimento de Sistemas (Tecnologia) ou Sistemas para Internet (Tecnologia) ou Computação (Licenciatura); e Doutorado na Área de Avaliação / Área Básica: Ciência da Computação / Ciência da Computação. . .PROGRAMA Ciências Exatas e da Terra / Ciência da Computação / Linguagens de Programação 1. Algoritmos e programação: tipos, variáveis, comandos de decisão, de repetição e funções. 2. Estruturas de dados básicas homogêneas e heterogêneas. 3. Estruturas de Dados: Listas, Filhas, Pilhas. 4. Estruturas de Dados: Árvores e Tabelas de Espalhamento. 5. Algoritmos de Busca e Algoritmos de Ordenação. 6. Programação Web Front-End: HTML 5, CSS 3, JavaScript, Padrões W3C, Responsividade. 7. Programação Web Back-End: Linguagens de Programação para Servidor, Padrão MVC, Envio de dados via HTTP, Controle de Cookies e Sessões; Acesso a Banco de Dados. 8. Serviços Web: conceitos, características, protocolos, segurança, Arquitetura REST (métodos HTTP, protocolos de autenticação, rotas, recursos, formatos de resposta). 9. Caracterização, tipos e arquiteturas de sistemas distribuídos. 10. Técnicas de comunicação em sistemas distribuídos.

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