DOEAP 08/10/2026 - Diario Oficial do Estado do Amapa - Tipo 1
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
DIÁRIO OFICIAL
• Nº 8.758
Quinta-Feira, 8 de Outubro de 2026
ANEXO VI
FICHAS DE AVALIAÇÃO PROVA DE PROFICIÊNCIA EM ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR - APH CURSO DE FORMAÇÃO DE OPERADOR DE SUPORTE MÉDICO - COSM 2026
1. FINALIDADE
A Prova de Proficiência em Atendimento Pré-Hospitalar - APH tem por finalidade avaliar, em cenário prático simulado, a capacidade do candidato de reconhecer situações críticas, estabelecer prioridades assistenciais, executar ou indicar intervenções compatíveis com sua categoria profissional e integrar-se à equipe durante a preparação e o atendimento de paciente potencialmente destinado ao transporte aeromédico.
A avaliação observará, além das competências técnico-assistenciais, aspectos relacionados à segurança, comunicação, tomada de decisão, gerenciamento de recursos, preparação do paciente para transporte, monitorização e integração com a operação aeromédica.
2. ESTRUTURA DA AVALIAÇÃO
A prova será constituída por três estações práticas: Estação 1 - Atendimento ao Trauma; Estação 2 - Emergências Clínicas; e Estação 3 - Emergências Pediátricas. Cada estação terá duração máxima de 10 (dez) minutos e será avaliada por banca composta por, no mínimo, dois avaliadores designados pela Comissão Técnica.
Cada estação terá valor máximo de 10,0 (dez) pontos. A Nota Final da Prova de Proficiência será obtida pela média aritmética das três estações, conforme a fórmula: NF = (E1 + E2 + E3) / 3, em que E1 corresponde à Estação Trauma, E2 à Estação Clínica e E3 à Estação Pediátrica.
As condutas avaliadas deverão respeitar as competências legais próprias de médicos e enfermeiros, não sendo atribuída penalização ao candidato pela não realização de ato privativo de categoria profissional diversa.
3. CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
Cada item corretamente executado corresponderá a 1,0 (um) ponto. A execução incompleta, inadequada ou não realizada corresponderá a 0 (zero) ponto. A banca deverá considerar a priorização das intervenções críticas, a segurança do paciente e da equipe, o uso racional dos recursos disponíveis, a comunicação, a reavaliação sistemática e a preparação do paciente para transporte aeromédico.
Conduta que exponha o paciente, a equipe ou a operação a risco grave e imediato deverá ser registrada pela banca no campo de observações e submetida à análise da Comissão Técnica.
4. CONTEXTUALIZAÇÃO AEROMÉDICA
Os cenários deverão, sempre que possível, incluir elementos compatíveis com a atividade do Operador de Suporte Médico, tais como necessidade de remoção aeromédica, limitação de recursos, preparação para embarque, monitorização durante o transporte, oxigenoterapia, equipamentos médico-hospitalares embarcáveis, comunicação com regulação e tripulação e continuidade assistencial durante a transferência do paciente.
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