DOU 05/01/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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Variação - (1,6%) (8,4%) 5,4% (0,7%) (5,8%) . E. Grau de Ocupação {(A+B)/D} 100,0 92,5 87,5 84,9 69,7 [ CO N F. ] . Variação [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . Estoques . F. Estoques [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] . Variação - (3,7%) 28,6% 14,9% (53,9%) (34,4%) . G. Relação entre Estoque e Volume de Produção {E/A} [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] . Variação - [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Fonte: Indústria Doméstica 207. O volume de produção do produto similar da indústria doméstica apresentou decréscimo de 7,5% entre P1 e P2, o qual foi sucedido por redução de 13,6% de P2 para P3. Entre P3 e P4 observou-se aumento de 1,5%, acompanhado de nova redução de 19,5% de P4 para P5. Essas variações culminaram em decréscimo no volume de produção de 34,7% de P1 para P5. 208. Observou-se que a capacidade instalada efetiva revelou variação negativa de 5,8% em P5, comparativamente a P1. No mesmo período, o grau de ocupação da capacidade instalada decresceu [CONFIDENCIAL] p.p. 209. O volume de estoques de poliol diminuiu 3,7% entre P1 e P2, aumentou de 28,6% entre P2 e P3 e 14,9% entre P3 e P4. De P4 a P5 observou-se redução de 53,9%. Considerando-se os extremos da série (P1 a P5), o volume de estoques da indústria doméstica diminuiu 34,4% 210. Como decorrência das variações apresentadas, a relação estoque/produção manteve-se estável considerando-se os extremos da série. 6.1.1.3. Dos indicadores de emprego, produtividade e massa salarial 211. A tabela a seguir apresenta os valores e variações relativos ao emprego, à produtividade e à massa salarial ao longo do período em análise: . Do Emprego, da Produtividade e da Massa Salarial [ CO N F I D E N C I A L ] . P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 . Emprego . A. Qtde de Empregados - Total 100,0 254,8 257,1 235,7 245,2 [ CO N F. ] . Variação - 154,8% 0,9% (8,3%) 4,0% +145,2% . A1. Qtde de Empregados - Produção 100,0 368,2 368,2 372,7 386,4 [ CO N F. ] . Variação - 268,2% - 1,2% 3,7% +286,4% . A2. Qtde de Empregados - Adm. e Vendas 100,0 130,0 135,0 85,0 90,0 [ CO N F ] . Variação - 30,0% 3,8% (37,0%) 5,9% (10,0%) . Produtividade (em t) . B. Produtividade por Empregado Volume de Produção (produto similar) / {A1} 100,0 25,1 21,7 21,8 16,9 [ CO N F. ] . Variação - (74,9%) (13,6%) 0,3% (22,3%) (83,1%) . Massa Salarial (em Mil Reais) . C. Massa Salarial - Total 100,0 89,8 74,9 66,4 61,4 [ CO N F. ] . Variação - (10,2%) (16,5%) (11,4%) (7,6%) (38,6%) . C1. Massa Salarial - Produção 100,0 95,6 79,6 68,8 67,5 [ CO N F. ] . Variação - (4,4%) (16,7%) (13,6%) (1,9%) (32,5%) . C2. Massa Salarial - Adm. e Vendas 100,0 84,9 71,0 64,4 56,2 [ CO N F. ] . Variação - (15,1%) (16,4%) (9,3%) (12,8%) (43,8%) Fonte: RFB e Indústria Doméstica 212. O número de empregados que atuam em linha de produção aumentou 286,4% em P5, comparativamente a P1 (incremento de [CONFIDENCIAL] postos de trabalho). Com relação ao número de empregados que atuam em administração e vendas, no mesmo período houve queda de 10,0% (o equivalente a [CONFIDENCIAL] postos de trabalho. Assim, o número total de empregados aumentou 145,2% ([CONFIDENCIAL] postos de trabalho). 213. A produtividade por empregado ligado à produção revelou variação negativa de 83,1% considerando-se todo o período de investigação, de P1 para P5. 214. Já a massa salarial dos empregados ligados à linha de produção, ao se considerar todo o período de investigação de indícios de dano, de P1 para P5, caiu 32,5%, enquanto a massa salarial dos empregados das áreas de administração e vendas se reduziu em 43,8%. Com isso, a massa salarial total, de P1 a P5, caiu 38,6%. 6.1.2. Dos indicadores financeiros da indústria doméstica 6.1.2.1. Da receita líquida e dos preços médios ponderados 215. Inicialmente, cumpre esclarecer que a receita líquida da indústria doméstica se refere às vendas líquidas de poliol de produção própria, deduzidos abatimentos, descontos, tributos, devoluções e despesas de frete interno. . Da Receita Líquida e dos Preços Médios Ponderados [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] . P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 . Receita Líquida (em Mil Reais) . A. Receita Líquida Total [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . Variação [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . A1. Receita Líquida - Mercado Interno [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] . Variação - (17,2%) (4,7%) 11,7% (45,1%) (51,6%) . Participação {A1/A} [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . A2. Receita Líquida - Mercado Externo 100,0 8,4 20,5 38,7 54,8 45,2 . Variação - (91,6%) 143,6% 89,1% 41,6% (45,2%) . Participação {A2/A} [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . . Preços Médios Ponderados (em Reais/t) . B. Preço no Mercado Interno {A1/Vendas no Mercado Interno} [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . . Variação - (15,8%) 24,4% 9,9% (31,8%) (21,5%) . C. Preço no Mercado Externo {A2/Vendas no Mercado Externo} 100,0 81,3 56,6 72,2 69,7 30,3 . Variação - (18,7%) (30,4%) 27,7% (3,5%) (30,3%) Fonte: RFB e Indústria Doméstica 216. Quanto à variação da receita líquida de vendas de Poliol no mercado interno, foram verificadas sucessivas retrações ao longo de todos os períodos de análise de indícios de dano, com exceção de P3 para P4 (incremento de 11,7%). Ao se considerar os extremos do período de investigação (P1 a P5), a receita líquida obtida com as vendas Poliol no mercado interno diminuiu 51,6%. 217. Sobre a variação da receita líquida no mercado externo houve decréscimo na comparação entre P1 e P5, equivalente a 45,2%, embora possam ser observados incrementos e declínios no preço do mercado externo ao longo do período de análise de dano. 218.Assim, considerando a relevância proporcional das vendas no mercado interno em relação às vendas totais, a receita líquida total teve redução de [RESTRITO]% de P1 para P5. 219. Os preços médios de venda se referem exclusivamente às vendas de fabricação própria e foram obtidos pela razão entre as receitas líquidas e as quantidades vendidas no mercado interno e externo, conforme o caso. 220. O preço médio de venda de poliol no mercado interno apresentou redução de 15,8% de P1 para P2 e de 31,8% de P4 para P5. Nos demais períodos observou-se aumento: de P2 para P3 (24,4%) e de P3 para P4 (9,9%). Comparando-se P5 a P1, esse preço diminuiu 21,5%. 221. O preço médio de venda no mercado externo, por sua vez, se reduziu em todos os intervalos, com exceção de P3 para P4, quando se observou majoração de 27,7%. Ao se considerar toda a série temporal, de P1 a P5, a contração no aludido preço alcançou 30,3%. 6.1.2.2. Dos resultados e das margens 222. A tabela a seguir apresenta a demonstração de resultados e as margens de lucro associadas, para o período de análise, obtidas com a venda do produto similar no mercado interno. . Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno e Margens de Rentabilidade [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] . P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 . Demonstrativo de Resultado (em Mil Reais) . A. Receita Líquida - Mercado Interno [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . . Variação - (17,2%) (4,7%) 11,7% (45,1%) (51,6%) . B. Custo do Produto Vendido - CPV 100,0 106,9 90,9 134,5 117,1 [ CO N F. ] . Variação - 5,1% (34,9%) 50,3% (29,8%) (27,8%) . C. Resultado Bruto {A-B} 100,0 18,4 144,8 58,8 33,5 [ CO N F. ] . Variação - (81,9%) 502,6% (58,7%) (145,9%) (120,7%)