DOU 05/01/2024 - Diário Oficial da União - Brasil
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Resultado Operacional (exceto RF) {C-D1-D2-D4} 100,0 (1,5) 156,8 55,2 (61,0) [ CO N F. ] . Variação - (101,4%) 8.325,7% (64,2%) (189,1%) (137,6%) . G. Resultado Operacional (exceto RF e OD) {C-D1-D2} 100,0 12,2 151,6 52,8 (47,0) [ CO N F. ] . Variação - (88,0%) 850,1% (64,6%) (171,8%) (129,0%) . Margens de Rentabilidade (%) . H. Margem Bruta {C/A} 100,0 21,9 138,7 51,2 (43,0) [ CO N F. ] . Variação [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . I. Margem Operacional {E/A} 100,0 (2,5) 145,6 58,6 (73,0) [ CO N F. ] . Variação [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . J. Margem Operacional (exceto RF) { F/ A } 100,0 (1,7) 149,6 47,8 (77,6) [ CO N F. ] . Variação [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] . K. Margem Operacional (exceto RF e OD) {G/A} 100,0 14,7 145,0 45,9 (60,2) [ CO N F. ] . Variação [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] Fonte: Indústria Doméstica. 223. A respeito da demonstração de resultados e das margens de lucro associadas, obtidos com a venda de poliol de fabricação própria no mercado interno, registre-se que o CPV apresentou reduções de 34,9% de P2 para P3, de 29,8% de P4 para P5, enquanto de P1 para P2 e P3 para P4 tal indicador apresentou aumento de 5,1% e de 50,3%, respectivamente. Considerando-se todo o período analisado houve uma queda de 27,8%. 224. De P1 a P2, o resultado bruto diminuiu 81,9% e a respectiva margem, [CONFIDENCIAL] p.p. Em P3, observou-se recuperação desses indicadores, que alcançaram o melhor desempenho da série: o resultado bruto aumentou 502,6%, e a margem bruta, [CONFIDENCIAL] p.p. A partir de P4, esses parâmetros começaram a deteriorar-se, sofrendo quedas sucessivas. Considerando-se os extremos da série (P1 a P5), o resultado bruto apresentou queda de 120,7% e a margem bruta, de [CONFIDENCIAL] p.p. 225. O resultado operacional e a margem operacional da indústria doméstica se comportaram de forma semelhante: diminuição de P1 a P2 (102,1% e [CONFIDENCIAL]p.p., respectivamente). Em P3, tiveram o melhor desempenho para começarem a se deteriorar a partir de P4. No período subsequente (P5), alcançaram o pior nível observado na série de análise. Considerando-se todo o período de investigação, o resultado operacional decresceu 135,3% e a margem operacional, [CONFIDENCIAL] p.p 226. No tocante ao resultado operacional excluindo-se os resultados financeiros e respectiva margem, também se observou o melhor desempenho em P3 e o pior em P5. Considerando-se P5 em relação a P1, foi observada queda de 137,6% no resultado operacional excluindo-se os resultados financeiros e de [CONFIDENCIAL] p.p. na respectiva margem. 227. O resultado operacional excluindo-se as receitas e despesas financeiras e outras receitas e despesas operacionais e a respectiva margem atingiram o melhor patamar em P3, deteriorando-se a partir de P4, o ponto de alcançar o pior desempenho em P5. Entre P1 e P5 foi observada queda de 129% nesse resultado, enquanto a margem respectiva apresentou decréscimo de [CONFIDENCIAL] p.p. . Demonstrativo de Resultado no Mercado Interno por Unidade (R$/t) [CONFIDENCIAL] / [RESTRITO] . P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 . A. Receita Líquida - Mercado Interno [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . [ R ES T . . Variação - (15,8%) 24,4% 9,9% (31,8%) (21,5%) . B. Custo do Produto Vendido - CPV 100,0 106,9 90,9 134,5 117,1 [ CO N F ] . Variação - 6,9% (15,0%) 47,9% (12,9%) +17,1% . C. Resultado Bruto {A-B} 100,0 18,4 144,8 58,8 (33,5) [ CO N F ] . Variação - (81,6%) 686,6% (59,4%) (157,0%) (133,5%) . D. Despesas Operacionais 100,0 272,7 49,7 (44,3) 258,9 [ CO N F ] . Variação - 172,7% (81,8%) (189,2%) 684,2% +158,9% . D1. Despesas Gerais e Administrativas 100,0 74,9 92,6 162,7 136,3 [ CO N F ] . D2. Despesas com Vendas 100,0 75,3 80,5 101,8 77,8 [ CO N F ] . D3. Resultado Financeiro (RF) (100,0) 32,8 40,9 (604,0) (112,7) [ CO N F ] . D4. Outras Despesas (Receitas) Operacionais (OD) (100,0) 3.826,1 (1.636,3) (726,8) 3.964,0 [ CO N F ] . E. Resultado Operacional {C-D} 100,0 (2,1) 152,5 67,2 (57,2) [ CO N F ] . Variação - (102,1%) 7.201,4% (56,0%) (185,1%) (157,2%) . F. Resultado Operacional (exceto RF) {C-D1-D2-D4} 100,0 (1,5) 156,8 55,2 (61,0) [ CO N F ] . Variação - (101,5%) 10.836,9% (64,8%) (210,6%) (161,0%) . G. Resultado Operacional (exceto RF e OD) {C-D1-D2} 100,0 12,2 151,6 52,8 (47,0) [ CO N F ] . Variação - (87,8%) 1.140,2% (65,2%) (189,1%) (147,0%) Fonte: RFB e Indústria Doméstica 228. O CPV unitário oscilou ao longo do período de análise: houve aumento de 6,9% entre P1 e P2 e de 47,9% de P3 para P4, já de P2 para P3 houve diminuição de 15,0% e de 12,9% de P4 para P5. Ao longo do período de análise de indícios de dano, verificou-se variação positiva de 17,1% de P1 para P5. 229. Já no que tange ao resultado bruto unitário das vendas de poliol, verificou-se retração em todos os períodos, à exceção de P2 a P3, tendo o indicador apresentado retração de 133,5 % entre P1 e P5. 230. No tocante ao resultado operacional unitário, foram registradas reduções em todos os períodos, com exceção de P2 para P3 que apontou variação de 7.201,4%. Essa variação positiva não foi capaz de reverter a redução ao se considerar os extremos da série, sendo que o resultado operacional unitário apresentou retração de 157,2% de P1 a P5. 231. O resultado operacional unitário exclusive o resultado financeiro e o resultado operacional unitário exclusive o resultado financeiro e outras despesas/receitas operacionais apresentaram comportamento semelhante, com variações negativas em todos os períodos, com exceção de P2 para P3. Considerando o período de análise de indícios de dano, o resultado operacional unitário exclusive o resultado financeiro apresentou redução de 161,0%, enquanto o resultado operacional unitário exclusive o resultado financeiro e outras despesas/receitas operacionais, 147,0%. 6.1.2.3. Do fluxo de caixa, do retorno sobre investimentos e da capacidade de captar recursos 232. Com relação aos próximos indicadores a serem analisados, cumpre salientar que se referem às atividades totais da indústria doméstica e não somente às operações relacionadas a poliol. . Do Fluxo de Caixa, Retorno sobre Investimentos e Capacidade de Captar Recursos [ CO N F I D E N C I A L ] . P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 . Fluxo de Caixa . A. Fluxo de Caixa (100,0) (53,1) 21,3 98,1 (84,0) [ CO N F. ] . Variação - 46,9% 140,2% 360,0% (185,6%) +16,0% . Retorno sobre Investimento . B. Lucro Líquido 100,0 263,1 26,5 568,8 164,9 [ CO N F. ] . Variação - 147,2% (91,6%) 1.567,6% (72,8%) (6,3%) . C. Ativo Total 100,0 98,9 108,2 184,0 206,1 [ CO N F. ] . Variação - (7,1%) (9,1%) 31,9% 5,2% +17,1% . D. Retorno sobre Investimento Total (ROI) 100,0 266,0 24,5 309,2 80,0 [ CO N F. ] . Variação [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] [ CO N F. ] Fonte: Indústria Doméstica Obs.: ROI = Lucro Líquido / Ativo Total) 233. Verificou-se aumento no fluxo de caixa referente às atividades totais da indústria doméstica de 16,0% ao longo do período de análise de indícios de dano, que foi marcado por tendência de aumento em todos os períodos com exceção de P4 para P5 com redução de 185,6%. 234. Quanto ao retorno sobre investimento, verificou-se retração ao considerar-se os extremos da série, de P1 a P5, de [CONFIDENCIAL] p.p., com a maior queda tendo ocorrido de P2 para P3 ([CONFIDENCIAL] p.p.) e verificando-se apenas variação positiva entre os períodos de P1 para P2 e entre P3 e P4 de [CONFIDENCIAL] p.p. e [CONFIDENCIAL] p.p, respectivamente. 6.1.2.4. Do crescimento da indústria doméstica 235. As vendas internas da indústria doméstica decresceram 38,4% de P1 a P5, em consequência das retrações observadas nos seguintes períodos: de P1 a P2 (1,7%), de P2 a P3 (23,4%) e de P4 para P5 (19,4%). O único período que registrou aumento foi entre P3 e P4 (1,7%). 236. O mercado brasileiro cresceu apenas no primeiro intervalo da série, P1 a P2 (8,1%). No demais períodos, observaram-se retrações consecutivas. Considerando os extremos da série, o mercado brasileiro apresentou redução de 6,2%. 237. A participação da indústria doméstica no mercado brasileiro diminuiu sucessivamente até P3. No período subsequente (P3 a P4), houve aumento dessa participação de [RESTRITO] p.p, seguido de nova queda de P4 para P5, desta feita de [RESTRITO] p.p. Dessa forma, a participação da indústria doméstica no mercado brasileiro decresceu [RESTRITO] p.p. em P5 comparativamente a P1. 238. Diante da evolução dos indicadores acima apresentados, conclui-se que a indústria doméstica teve retração ao longo do período de análise de dano, seja em termos absolutos, seja em relação ao mercado brasileiro. 6.1.3. Dos fatores que afetam os preços domésticos 6.1.3.1. Dos custos e da relação custo/preço 239. A tabela a seguir apresenta o custo de produção, o custo unitário e a relação entre custo e preço associados à fabricação do produto similar pela indústria doméstica, ao longo do período de análise.