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Diário Oficial da União · 28/07/2025 · pág. 47

DOU 28/07/2025 - Diário Oficial da União - Brasil

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Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de volume das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou expansão de 139,8%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1). 671. Avaliando a variação das importações brasileiras totais no período analisado, entre P1 e P2, verificou-se aumento de 42,7%. Apurou-se ainda elevação de 33,1%, entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 32,3%, e, entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 48,2%. Analisando-se todo o período, o volume total das importações brasileiras apresentou expansão da ordem de 91,2%, considerado P5 em relação a P1. 5.1.1.2 Do valor e do preço das importações 672. Visando a tornar a análise do valor das importações mais uniforme, considerando que o frete e o seguro internacionais, dependendo da origem considerada, têm impacto relevante sobre o preço de concorrência entre os produtos ingressados no mercado brasileiro, a análise foi realizada em base CIF. 673. As tabelas a seguir apresentam a evolução do valor total e do preço CIF das importações de tubos de aço inoxidável austenítico no período de análise de dano à indústria doméstica. Valor das Importações Totais (em número-índice de CIF USD x 1.000) [ R ES T R I T O ] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Índia 100,0 82,0 119,2 103,6 104,2 [ R ES T . ] Taipé Chinês 100,0 620,6 897,3 650,4 1.141,4 [ R ES T . ] Total (sob análise) [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - 43,8% 45,0% (20,2%) 34,2% + 123,2% China 100,0 103,8 329,8 615,1 707,1 [ R ES T . ] Itália 100,0 101,1 169,2 160,3 213,5 [ R ES T . ] México 100,0 56,9 90,8 191,2 153,8 [ R ES T . ] Vietnã 100,0 9,2 - - 7,5 [ R ES T . ] Estados Unidos 100,0 105,9 125,3 203,8 91,0 [ R ES T . ] Uruguai 100,0 48,9 23,6 6,8 8,8 [ R ES T . ] Indonésia 100,0 124,2 53,2 54,7 - [ R ES T . ] Hong Kong 100,0 71,8 9,8 31,1 - [ R ES T . ] Outras() 100,0 62,2 69,4 202,1 264,1 [ R ES T . ] Total (exceto sob análise) [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - (26,3%) 80,8% 70,8% 8,5% + 146,8% Total Geral [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - 20,5% 52,3% 1,7% 23,8% + 131,0% Elaboração: DECOM Fonte: RFB () Demais Países: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Bélgica, Coréia do Sul, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Eslovênia, Espanha, Finlândia, França, Hungria, Japão, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido, Singapura, Suécia, Suíça, Tailândia, Tchéquia (República Tcheca), Turquia. 674. Observou-se que o valor CIF (mil USD) das importações brasileiras das origens investigadas cresceu 43,8%, de P1 para P2, e aumentou 45,0%, de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 20,2%, entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 34,2%. Ao se considerar todo o período de análise, o valor CIF (mil USD) das importações brasileiras das origens investigadas revelou variação positiva de 123,2% em P5, comparativamente a P1. 675. Com relação à variação do valor CIF (mil USD) das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de 26,3%, entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 detectou-se ampliação de 80,8%. De P3 para P4, houve crescimento de 70,8%, e, entre P4 e P5, o indicador elevou-se 8,5%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de valor CIF (mil USD) das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou expansão de 146,8%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1). 676. Avaliando a variação do valor CIF (mil USD) total das importações brasileiras no período analisado, entre P1 e P2, verificou-se aumento de 20,5%. Apurou- se ainda elevação de 52,3%, entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 1,7%, e, entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 23,8%. Analisando-se todo o período, o valor CIF (mil USD) total das importações brasileiras apresentou expansão da ordem de 131,0%, considerado P5 em relação a P1. Preço das Importações Totais (em número-índice de CIF USD / t) [ R ES T R I T O ] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Índia 100,0 87,2 102,2 151,1 129,4 [ R ES T . ] Taipé Chinês 100,0 87,8 99,8 162,1 128,0 [ R ES T . ] Total (sob análise) [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - (12,6%) 15,4% 54,4% (17,6%) + 28,4% China 100,0 91,1 105,3 135,8 116,9 [ R ES T . ] Itália 100,0 85,6 96,1 130,9 131,1 [ R ES T . ] México 100,0 104,6 108,7 155,1 228,4 [ R ES T . ] Vietnã 100,0 107,1 - - 103,2 [ R ES T . ] Estados Unidos 100,0 109,9 101,9 173,6 212,1 [ R ES T . ] Uruguai 100,0 100,9 123,2 107,5 198,9 [ R ES T . ] Indonésia 100,0 93,1 99,3 125,2 - [ R ES T . ] Hong Kong 100,0 94,9 57,7 134,6 - [ R ES T . ] Outras() 100,0 60,3 220,7 149,1 147,9 [ R ES T . ] Total (exceto sob análise) [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - (9,6%) 3,3% 27,5% (13,5%) + 2,9% Total Geral [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - (15,6%) 14,4% 49,8% (16,5%) + 20,8% Elaboração: DECOM Fonte: RFB () Demais Países: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Bélgica, Coréia do Sul, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Eslovênia, Espanha, Finlândia, França, Hungria, Japão, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido, Singapura, Suécia, Suíça, Tailândia, Tchéquia (República Tcheca), Turquia. 677. Observou-se que o preço médio (CIF USD/t) das importações brasileiras das origens investigadas diminuiu 12,6%, de P1 para P2, e aumentou 15,4%, de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 54,4%, entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve diminuição de 17,6%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de preço médio (CIF USD/t) das importações brasileiras das origens investigadas revelou variação positiva de 28,4% em P5, comparativamente a P1. 678. Com relação à variação do preço médio (CIF USD/t) das importações brasileiras das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de 9,6%, entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 detectou-se ampliação de 3,3%. De P3 para P4, houve crescimento de 27,5%, e, entre P4 e P5, o indicador diminuiu 13,5%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de preço médio (CIF USD/t) das importações brasileiras das demais origens apresentou elevação de 2,9%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1). 679. Avaliando a variação do preço médio das importações brasileiras totais de origem no período analisado, entre P1 e P2, verificou-se diminuição de 15,6%. Apurou- se ainda elevação de 14,4%, entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 49,8%, e, entre P4 e P5, o indicador retraiu-se 16,5%. Analisando-se todo o período, o preço médio das importações brasileiras totais apresentou expansão da ordem de 20,8%, considerado P5 em relação a P1. 5.2 Do mercado brasileiro, do consumo nacional aparente (CNA) e da evolução das importações 680. Para dimensionar o mercado brasileiro e o consumo nacional aparente de tubos de aço inoxidável austenítico, foram consideradas as quantidades, líquidas de devoluções, vendidas pela indústria doméstica no mercado interno, de fabricação própria, reportadas pela peticionária, bem como as quantidades importadas apuradas com base nos dados de importação fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior. Do Mercado Brasileiro, do Consumo Nacional Aparente e da Evolução das Importações (em t) [ R ES T R I T O ] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 Mercado Brasileiro Mercado Brasileiro {A+B+C} [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - 16,8% 5,7% (21,3%) 18,0% +14,5% A. Vendas Internas - Indústria Doméstica [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - (5,7%) (7,1%) (4,0%) (16,0%) (29,3%) B. Vendas Internas - Outras Empresas [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - 9,9% (19,1%) (13,1%) (0,8%) (23,3%) C. Importações Totais [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] C1. Importações - Origens sob Análise [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - 64,5% 25,6% (48,3%) 62,8% +73,8% C2. Importações -Outras Origens [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - (18,5%) 75,0% 34,0% 25,5% +139,8% Participação no Mercado Brasileiro (em número-índice de %) Participação das Vendas Internas da Indústria Doméstica {A/(A+B+C)} 100,0 80,6 71,1 86,6 61,6 [ R ES T . ] Participação das Vendas Internas de Outras Empresas {B/(A+B+C)} 100,0 94,1 72,0 79,5 66,8 [ R ES T . ] Participação das Importações Totais {C/(A+B+C)} 100,0 122,3 153,9 133,0 167,2 [ R ES T . ] Participação das Importações - Origens sob Análise {C1/(A+B+C)} 100,0 140,8 167,1 109,8 151,4 [ R ES T . ] Participação das Importações - Outras Origens {C2/(A+B+C)} 100,0 69,2 115,4 196,7 208,8 [ R ES T . ] Elaboração: DECOM Fonte: RFB e Indústria Doméstica 681. Observou-se que o mercado brasileiro de tubos de aço inoxidável austenítico cresceu 16,8%, de P1 para P2, e 5,7%, de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 21,3%, entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve crescimento de 18%. Ao se considerar todo o período de análise, o mercado brasileiro de tubos de aço inoxidável austenítico revelou variação positiva de 14,5% em P5, comparativamente a P1. 682. Observou-se que a participação do volume das importações das origens investigadas no mercado brasileiro cresceu [RESTRITO] , de P1 para P2, [RESTRITO] , de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de [RESTRITO] , entre P3 e P4, e crescimento de [RESTRITO] , entre P4 e P5. Ao se considerar todo o período de análise, a participação do volume importado das origens investigadas no mercado brasileiro revelou variação positiva de [RESTRITO] em P5, comparativamente a P1. 683. Com relação à variação da participação das importações das demais origens no mercado brasileiro ao longo do período em análise, houve redução de [RESTRITO], entre P1 e P2. De P2 para P3, detectou-se ampliação de [RESTRITO] , e, de P3 para P4, de [RESTRITO]. De P4 para P5, houve elevação de [RESTRITO] . Ao se considerar toda a série analisada, a participação do volume das importações das demais origens no mercado brasileiro apresentou expansão de [RESTRITO] , considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1). 684. Por sua vez, para dimensionar o consumo nacional aparente (CNA) de tubos de aço inoxidável austenítico, foram adicionados ao volume do mercado brasileiro, as quantidades referentes à industrialização para terceiros (tolling) realizada pela indústria doméstica no período de análise de dano. Por outro lado, frisa-se que não foi reportado volume referente a consumo cativo. Consumo Nacional Aparente (CNA) [ R ES T R I T O ] P1 P2 P3 P4 P5 P1 - P5 CNA {A+B+C+D+E} [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - 16,8% 5,7% (21,1%) 18,0% +14,9% E. Industrialização p/ Terceiros (tolling) - - - [ R ES T . ] [ R ES T . ] [ R ES T . ] Variação - - - - 39,0% - Participação no Consumo Nacional Aparente (CNA) - em número-índice de % Participação das Vendas Internas ID {A/(A+B+C+D+E)} 100,0 80,6 71,1 86,3 61,6 [ R ES T . ] Participação das Importações Totais {C/(A+B+C+D+E)} 100,0 122,3 153,9 132,8 166,7 [ R ES T . ] Participação das Importações - Outras Origens {C1/(A+B+C+D+E)} 100,0 140,8 167,1 109,4 151,0 [ R ES T . ] Participação das Importações - Outras Origens {C2/(A+B+C+D+E)} 100,0 69,2 115,4 195,6 208,8 [ R ES T . ] Participação do Tolling {E/(A+B+C+D+E)} - - - 100,0 100,0 [ R ES T . ] Elaboração: DECOM Fonte: RFB e Indústria Doméstica 685. Observou-se que o consumo nacional aparente brasileiro apresentou trajetória similar à do mercado brasileiro, com único decréscimo ocorrendo de P3 para P4, de 21,1%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de consumo nacional aparente de tubos de aço inoxidável austenítico revelou variação positiva de 14,9%, em P5 comparativamente a P1. 686. No que tange à industrialização para terceiros realizada pela indústria doméstica (tolling), observou-se sua [RESTRITO] . Em P4 e em P5, tais operações [RESTRITO] , sendo que houve aumento de 39% entre P4 e P5. Neste ponto, frisa-se que a participação do volume reportado de industrialização para terceiros não ultrapassou [RESTRITO] do consumo nacional aparente no período de análise de dano.