DOE 26/11/2025 - Diario Oficial do Estado do Ceara - Caderno 2
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO | SÉRIE 3 | ANO XVII Nº223 | FORTALEZA, 26 DE NOVEMBRO DE 2025 75
2.Alinhamento prévio com órgãos de trânsito e autoridades parceiras, para assegurar coerência na comunicação institucional;
3.Monitoramento de notícias, mídias sociais e feedbacks públicos, permitindo reação rápida a eventuais ruídos ou interpretações incorretas. Plano de Contingência:
1.Emissão imediata de notas de esclarecimento ou correções públicas de conteúdo em caso de informações incorretas ou polêmicas infundadas;
2.Atuação direta da Assessoria de Comunicação e da Presidência do IPEM-CE, com suporte técnico da área responsável pela CPSI, para reposicionar narrativas e reforçar a legitimidade do projeto;
3.Ações de engajamento com a imprensa especializada e entidades do setor, fortalecendo a compreensão pública do valor e da finalidade do experimento. Responsável Principal:
Gestor e Fiscal do Contrato, com apoio da Assessoria de Comunicação, Presidência e Diretoria Técnica do IPEM-CE.
- TABELA RESUMO DO MAPA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS:
TABELA RESUMO - MAPA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
| ID | RISCO | CATEGORIA PROBABILIDADE(1-5) |
IMPACTO(1-5) | NÍVEL(PXI) | CLASSIFICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| R1 | Risco tecnológico | Tecnológico 3 |
5 | 15 | Alto |
| R2 | Caso fortuito | Operacional 2 |
3 | 6 | Médio |
| R3 | Força maior | Externo 1 |
4 | 4 | Baixo |
| R4 | Fato do príncipe | Legal/Regulatório 2 |
4 | 8 | Médio |
| R5 | Álea econômica extraordinária | Financeiro 1 |
3 | 3 | Baixo |
| R6 | Falhas de coordenação interna | Organizacional 2 |
3 | 6 | Médio |
| R7 | Riscos legais e de conformidade | Legal/Regulatório 2 |
3 | 6 | Médio |
| R8 | Resistência externa e ausência de colaboração | Institucional 1 |
4 | 4 | Baixo |
| R9 | Adoção tecnológica interna | Organizacional 1 |
4 | 4 | Baixo |
| R10 | Imagem e Comunicação Pública | Imagem 3 |
4 | 12 | Médio |
Dimensão 1 |
ESCALA PARA AFERIÇÃO DE RISCO - REFE 2 3 |
RÊNCIA TCU | 4 |
5 | |
| P | robabilidade Raro |
Pouco provável Provável |
Muito provável | Praticamente certo | |
| Impacto Muito baixo |
Baixo Médio |
Alto | Muito alto |
- INTERPRETAÇÃO DO GRÁFICO DE NÍVEL DE RISCO 5 x 5 (PROBABILIDADE X IMPACTO)
A matriz de riscos 5×5 sintetiza visualmente a distribuição dos riscos identificados na presente Contratação Pública para Solução Inovadora (CPSI), conforme a probabilidade de ocorrência e a magnitude de seus impactos, em linha com boas práticas de gestão de riscos adotadas no setor público. Para fins deste mapa, adotam-se as seguintes escalas:
Probabilidade (P):
1 – Raro; 2 – Pouco provável; 3 – Provável; 4 – Muito provável; 5 – Praticamente certo
Impacto (I):
1 – Muito baixo; 2 – Baixo; 3 – Médio; 4 – Alto; 5 – Muito alto
O Nível de Risco resulta do produto P × I, sendo classificado como:
I. Baixo: 1 a 5
II. Médio: 6 a 12
III. Alto: 15 a 25
A análise consolidada demonstra que a maior parte dos riscos se encontra na faixa de risco médio, cenário compatível com a natureza experimental, tecnológica e inovadora da CPSI.
O risco R1 – Risco Tecnológico é classificado como alto. Este risco é associado ao desempenho, estabilidade e interoperabilidade da solução durante o piloto, o que exige monitoramento próximo, registros sistemáticos e atuação técnica coordenada entre o IPEM-CE e a proponente, e que justifica fortemente a adoção da experimentação pode meio de uma CPSI como estratégia de teste e validação da solução, sem ônus para os cofres públicos, antes de uma eventual contratação em escala.
Entre os riscos médios, destacam-se:
-
R4 (Fato do Príncipe) e R9 (Adoção Tecnológica Interna), que envolvem fatores jurídicos, institucionais e organizacionais relevantes;
-
R10 (Imagem e Comunicação Pública), cujo potencial impacto reputacional demanda atenção especial à transparência e ao plano de comunicação;
-
R6 (Falhas de Coordenação Interna) e R7 (Legais e de Conformidade), que requerem alinhamento constante entre as áreas técnicas, jurídicas e de gestão.
Os riscos R2, R3, R5 e R8 posicionam-se na faixa de baixo risco, refletindo tanto sua menor probabilidade de ocorrência quanto a eficácia das medidas preventivas previstas, como redundância tecnológica, planejamento contratual e articulação institucional.
Em síntese, o mapa de calor resultante evidencia um perfil de risco gerenciável, porém mais acentuado no que diz respeito ao risco tecnológico, portanto compatível com o caráter inovador da CPSI, indicando que os riscos mapeados são conhecidos, mitigáveis e adequadamente distribuídos, conferindo robustez ao planejamento conduzido pelo IPEM-CE.
ANEXO III – MODELO DE PROPOSTA DE SOLUÇÃO INOVADORA
O licitante deverá apresentar sua Proposta de Solução Inovadora (PSI) de forma clara, concisa e aderente aos requisitos funcionais e de desempenho definidos no Anexo I – Termo de Referência. A proposta deve ser entregue em arquivo PDF, seguindo a estrutura de tópicos numerados abaixo.
- IDENTIFICAÇÃO E INFORMAÇÕES GERAIS
- 1.1. Nome/Razão Social da Licitante. 1.2. CNPJ 1.3. Endereço completo, telefone e endereço eletrônico (e-mail) para contato e notificações (que será usado para fins de comunicação, nos termos do edital). 1.4. Nome e qualificação do Representante Legal. 1.5.
- DESCRIÇÃO DA SOLUÇÃO INOVADORA
Esta seção aborda o Potencial de Resolução do Problema (Critério A)
-
2.1. Descrição da Solução: Explicação detalhada de como a Solução Inovadora irá resolver o desafio de garantir a integridade, autenticidade e inviolabilidade das imagens digitais geradas por equipamentos de fiscalização eletrônica de trânsito em toda a cadeia de custódia.
-
2.2. Inovação: Caracterização objetiva de por que a Solução é considerada inovadora, nos termos da Lei Complementar nº 182/2021.