Dia Oficial

Diário Oficial do Estado do Amazonas · 23/12/2025 · pág. 52

DOEAM 23/12/2025 - Diario Oficial do Estado do Amazonas - Tipo 1

Baixar página em PDF · Criar alerta deste tema

O visualizador interativo precisa de JavaScript — baixe a página original em PDF.

TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

PODER EXECUTIVO - SEÇÃO II| DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DO AMAZONAS

32 Manaus, terça-feira, 23 de dezembro de 2025

da Informação e Comunicação - TIC pelos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP do Poder Executivo Federal. Diário Oficial da União , Brasília, DF, 23 dez. 2022.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO/IEC 27001:2022 - Segurança da informação , segurança cibernética e proteção da privacidade - Sistemas de gestão de segurança da informação - Requisitos . Rio de Janeiro: ABNT, 2022.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO/IEC 27002:2022 - Segurança da informação , segurança cibernética e proteção da privacidade - Controles de segurança da informação . Rio de Janeiro: ABNT, 2022.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 22301:2020 - Segurança e resiliência - Sistemas de gestão de continuidade de negócios - Requisitos . Rio de Janeiro: ABNT, 2020.

SILVA, Jonata. Iniciando na cibersegurança: conceitos básicos sobre cibersegurança . [S.l.]: Amazon Serviços de Varejo do Brasil, 2023. BRASIL. Secretaria de Governo Digital. Guia de Elaboração de PDTI . Brasília: SGD/ME, 2020.

BRASIL. Ministério da Economia. Secretaria de Gestão. Guia Prático de Gestão de Processos . Brasília, DF: Ministério da Economia, 2024. FERNANDES, Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz de. Implantando a Governança de TI: da estratégia à gestão de processos e serviços . 4. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2014.

KAPLAN, Robert; NORTON, David. Mapas Estratégicos: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis . Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.

AUDITORIA EM SISTEMAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: 1 Auditoria de sistemas de informação. 2 Controle gerais e controles de aplicação em TI. 3 Normas e boas prática de auditoria de TI: ISACA, ITAF, ISSAI 5300. 4 Análise de dados aplicada à auditoria. 5 TI corporativa. 5.1 Infraestrutura, desenvolvimento e suporte. 5.2 Arquitetura de computadores e sistemas operacionais. 5.3 Redes de computadores e protocolos: TCP/ IP, DNS, VPN. 5.4 Administração de sistemas (Windows, Linux, Active Directory). 5.5 Desenvolvimento de software (.NET, frameworks e bibliotecas). 5.6 Segurança da informação (aspectos técnicos: firewall , criptografia, autenticação). 5.7 DevOps e práticas de integração e entrega contínua (CI/ CD), incluindo containers (Docker, Kubernetes). 5.8 Cloud computing (AWS, Azure, GCP, noções de IaaS/PaaS/SaaS). 5.9 Versionamento de código (Git, GitHub/GitLab). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

IMONIANA, Joshua Onome. Auditoria de Sistemas de Informação . 3. ed. São Paulo: Atlas, 2016.

OLIVEIRA, Derlane Maia; CASTELO, Samuel Leite. Auditoria de Sistema de Informação . Fortaleza: EdUECE, 2024. Disponível em: https://educapes. capes.gov.br/bitstream/capes/1130784/2/Auditoria%20de%20Sistema%20 de%20Informa%C3%A7%C3%A3o.pdf.

CARGO 3: ANALISTA AMBIENTAL - ESPECIALIDADE: ANTROPOLOGIA ANTROPOLOGIA E PATRIMÔNIO CULTURAL: 1 Referência cultural, diversidade sociocultural e processos identitários. 2 Mudança cultural, dinâmica social e transformações em grupos tradicionais. 3 Memória social, patrimônio cultural material e imaterial e mecanismos de salvaguarda. 4 Mito, história e narrativas tradicionais. 5 Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais (2005). 6 Decreto nº 3.551/2000 e Portaria nº 200/2016: registro, inventário e políticas de salvaguarda do patrimônio imaterial. 7 Povos e comunidades tradicionais: Convenção OIT nº 169, Decreto nº 6.040/2007, Lei nº 13.123/2015 e Decreto nº 8.772/2016. 8 Decreto nº 7.387/2010. 9 Políticas de preservação do patrimônio cultural e políticas sociais: diretrizes, instrumentos, planejamento e avaliação. 10 Consulta prévia, livre e informada (Convenção 169) e protocolos comunitários. 11 Antropologia aplicada ao licenciamento ambiental: análise de impactos socioculturais, processos participativos, conflitos e mediação. 12 Práticas de campo, registro etnográfico e elaboração de laudos antropológicos em contextos socioambientais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ABREU, Regina. Quando o campo é o patrimônio: notas sobre a participação de antropólogos nas questões do patrimônio . Sociedade & Cultura, 8(2), p.37-52. 2005.

ALKMIN, F. M. Plantando palavras, colhendo autonomias: os protocolos de consulta na defesa dos territórios indígenas amazônicos . Goiás: Élisée-Revista de Geografia da UEG, v. 12, n. 1, 2023.

APURINÃ, F. Do licenciamento ambiental à licença dos espíritos oslimitesda Rodovia Federal BR 317 e os povos indígenas . Rio Branco: Nepan Editora. 2022.

BARRETO, Paulo. A destinação dos crimes ambientais apreendidos na Amazônia . Belém: Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, 2008. FONSECA, M. C. L. O patrimônio em processo: trajetória da política federal

de preservação no Brasil . Rio de Janeiro: Editora UFRJ; MinC; IPHAN, 2017. FUNARI, P. P.; PELEGRINI, S. de C. A. Patrimônio histórico e cultural . Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

GONDAR, J.; DODEBEI, V. (Orgs.). O que é memória social ? Rio de Janeiro: Contra Capa, 2005.

NASCIMENTO, E.; GOMES, N. (Orgs.). Educação patrimonial: Caiari revendo o passado , cultivando o futuro . Porto Velho: Temática Editora, 2022. PONTES, Jorge. Guerreiros da Natureza: A história do combate aos crimes ambientais na Policia Federal . Rio de Janeiro: Mapa Lab, 2022.

PUGLIESE JUNIOR, F.; VALLE, R. A gestão do patrimônio arqueológico em territórios indígenas: a resistência Munduruku e a preservação do patrimônio cultural frente ao licenciamento ambiental de empreendimentos em territórios tradicionalmente ocupados . Revista de Antropologia , São Paulo, v. 28, n. 1, p. 30-51, 2015.

SAHLINS, M. Metáforas históricas e realidades míticas: estrutura nos primórdios da história do reino das ilhas Sandwich . São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

SOUZA, M. S. C. de. A cultura invisível: conhecimento indígena e patrimônio imaterial . Anuário Antropológico , v. 35, n. 1, p. 149-174, 2010.

SOUZA FILHO, Carlos Frederico Marés de et al (orgs.). Jusdiversidade e protocolos comunitários . Curitiba, PR: CEPEDIS, 2021.

ANTROPOLOGIA NO BRASIL: 1 Etnologia indígena e diversidade étnica no Brasil. 2 Etnicidade, indigenismo e políticas indigenistas contemporâneas. 3 Populações tradicionais no Amazonas: ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais, comunidades de várzea e povos indígenas em contexto de pressão territorial. 4 Estudos quilombolas: identidade, territorialidade e direitos. 5 Antropologia urbana e rural em contextos socioambientais. 6 Migrações, mobilidades e transformações socioterritoriais. 7 Religiosidades e sistemas simbólicos em contextos locais. 8 Identidades, diferenças e desigualdades sociais. 9 Raça/etnia, gênero e classe em perspectivas antropológicas. 10 Natureza e cultura: relações socioambientais, cosmologias e modos de vida. 11 Conflitos socioambientais, poder e dominação. 12 Movimentos sociais e participação política. 13 Direitos humanos, cidadania e proteção de grupos vulneráveis. 14 Hierarquia e estratificação social em contextos tradicionais. 15 Antropologia, populações tradicionais e direitos territoriais. 16 Laudos antropológicos: fundamentos, métodos e aplicações em políticas públicas e licenciamento. 17 Cultura, território e meio ambiente. 18 Antropologia do desenvolvimento e impactos de empreendimentos sobre populações tradicionais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ALEMEIDA, A. W. B; MARIN, RE.; Pescadores, ribeirinhos e indígenas: mobilizações étnicas na região do rio Xingu: resolução não negociada de conflitos na Usina Hidroelétrica de Belo Monte. Belo Monte e a Questão Indígena . Brasília, DF: ABA. p.143-169, 2014.

ARRUTI, J. M. Mocambo: antropologia e história do processo de formação quilombola . Bauru: EDUSC, 2006.

CUNHA, M. C. da. Antropologia do Brasil: mito , história , etnicidade . São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1986.

DANTAS, B. G. Vovó Nagô e Papai Branco . Rio de Janeiro: Graal, 1988. DESCOLA, P. Outras naturezas , outras culturas . São Paulo: Editora 34, 2016

DUMONT, L. Homo hierarchicus: o sistema de castas e suas implicações . São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997. MACHADO, Igor José de Reno (org.). Etnografias do Refúgio no Brasil. São Carlos: EdUFSCar, 2020.

MAGALHÃES, A. C. Sociedades indígenas e transformações ambientais . Belém: Universidade Federal do Pará, Núcleo de Meio Ambiente, 1993.

OLIVEIRA, J. P. de (Org.). Indigenismo e territorialização: poderes , rotinas e saberes coloniais no Brasil contemporâneo . Rio de Janeiro: Contra Capa, 1998.

SAHLINS, M. Opessimismo sentimentale a experiência etnográfica: por que a cultura não é umobjetoem via de extinção (Partes I e II) . Mana , Rio de Janeiro, v. 3, n. 1 e n. 2, p. 41-73, 1997.

SCHOR, Tatiana (org.). Dinâmica urbana na Amazônia brasileira: geografias e cidades na tríplice fronteira Brasil - Peru - Colômbia . Volume 3. Manaus: EDUA, 2016.

SEGATO, R. L. “Antropologia e direitos humanos: alteridade e ética no movimento dos direitos universais”. Mana , v. 12, n. 1, p. 207-236, 2006. SILVA, Sidney Antonio da. Migrações na Pan - Amazônia. fluxos , fronteiras e processos socioculturais . São Paulo: Hucitec Editora, 2012.

TONI, F. Novos rumos e possibilidades para os estudos dos movimentos sociais . BIB - Boletim de Informação Bibliográfica da ANPOCS , São Paulo, n. 52, p. 79-104, 2001.

TORRES, Mauricio (org.). Amazônia revelada: os descaminhos ao longo da BR - 163. Brasília: CNPq, 2005.

TURNER, Victor. Liminal ao Liminoide: em brincadeira, fluxo e ritual. Um ensaio de simbologia comparativa. Mediações, vol. 17, n. 2, pp. 214-257, 2012.

VÁLIDO SOMENTE COM AUTENTICAÇÃO