DOEAM 29/04/2026 - Diario Oficial do Estado do Amazonas - Tipo 1
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PODER EXECUTIVO - SEÇÃO II| DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DO AMAZONAS
88 Manaus, quarta-feira, 29 de abril de 2026
4.3 Técnicas e tarefas de mineração de dados. 4.4 Classificação. 4.5 Regras de associação. 4.6 Análise de agrupamentos (clusterização). 4.7 Detecção de anomalias. 4.8 Modelagem preditiva. 4.9 Aprendizado de máquina. 4.10 Mineração de texto. 5 Big data . 5.1 Conceito, premissas e aplicação. 6 Visualização e análise exploratória de dados (Power BI e Tableau). 7 Ferramentas de apoio à análise de dados. 7.1 Planilhas eletrônicas, incluindo automação com VBA. 7.2 Linguagem SQL aplicada à análise de dados: Python, R. 8 Geotecnologias aplicadas a sistemas ambientais. 8.1 Sistemas de Informação Geográfica (SIG/GIS) e aplicações orientadas a serviços. 8.2 Integração de dados geoespaciais em bancos de dados espaciais (PostGIS, Spatialite). 8.3 Sensoriamento remoto aplicado ao monitoramento ambiental. 8.4 Processamento digital de imagens (PDI), índices espectrais (NDVI, EVI, NBR) e análise automatizada por inteligência artificial. 8.5 Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE) e padrões OGC (WMS, WFS, WCS). 8.6 Interoperabilidade entre sistemas ambientais e plataformas geoespaciais (INPE, ANA, IBAMA). 8.7 Arquitetura de sistemas ambientais para licenciamento, fiscalização e monitoramento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J.; CARVALHO, A. C. Inteligência artificial: uma abordagem de aprendizado de máquina. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2025. CAMARGO, E.; SANTOS, M. Python e R para o cientista de dados moderno. São Paulo: Novatec, 2023. SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry; SUDARSHAN, S. Sistema de banco de dados. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021. MALASPINA, C. Power BI: do BI até os dashboards. São Paulo: Senac São Paulo, 2024. MOLLICA, S. Aprendendo Tableau Desktop - edição 2023: aprenda a usar a mais poderosa ferramenta para análise visual de dados. [S.l.]: SphaeraData, 2024. CHAMON, José Eduardo. Excel com VBA na prática. São Paulo: Érica, 2019. CÂMARA, Gilberto; DAVIS, Clodoveu; MONTEIRO, Antonio Miguel Vieira. Introdução à Ciência da Geoinformação. São José dos Campos: INPE, 2001. Disponível em: http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/. Acesso em: dez. 2025. JENSEN, J. R. Sensoriamento Remoto do Ambiente: uma perspectiva em recursos terrestres. 2. ed. São Paulo: Parêntese, 2009. LONGLEY, Paul A. et al. Sistemas e Ciência da Informação Geográfica. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. MENESES, Paulo Roberto; ALMEIDA, Tati de (Org.). Introdução ao processamento de imagens de sensoriamento remoto. Brasília: UnB/CNPq, 2012. SILVA, J. X.; ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento e Análise Ambiental: aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. BRASIL. Lei n.º 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1981. BRASIL. Lei n.º 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1998. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Manual de Normas e Procedimentos para Licenciamento Ambiental no Setor de Extração Mineral. Brasília: MMA/IBAMA, 2001. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. 22. ed. São Paulo: Saraiva, 2022. MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. 28. ed. São Paulo: Malheiros, 2020. MILARÉ, É. Direito do Ambiente: a gestão ambiental em foco. 10. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. TRENNEPOHL, Terence. Infrações contra o meio ambiente: multas e outras sanções administrativas. 5. ed. São Paulo: Fórum, 2019.
BANCOS DE DADOS: 1 Fundamentos de banco de dados. 1.1 Conceitos básicos. 1.2 Arquitetura e estrutura de dados. 1.3 Propriedades de banco de dados. 1.4 Abordagem relacional. 1.5 Integridade referencial. 1.6 SGBD: conceitos, funções e tipos. 2 Modelagem de dados. 2.1 Modelagem conceitual, lógica e física. 2.2 Normalização de dados. 2.3 Modelagem dimensional. 2.4 Avaliação de modelos de dados. 3 Linguagens de banco de dados. 3.1 Linguagem SQL (ANSI). 3.2 Linguagem de definição de dados (DDL). 3.3 Linguagem de manipulação de dados (DML). 4 Administração e tecnologias de banco de dados. 4.1 Noções de administração de dados e de banco de dados. 4.2 Arquitetura e políticas de armazenamento de dados. 4.3 Noções para otimização de performance em larga escala. 5 Plataformas de SGBD. 5.1 Oracle 21C. 5.2 MySQL. 5.3 MS-SQL Server 2019. 6 Tecnologias e tendências em banco de dados. 6.1 Banco de dados NoSQL. 6.2 Banco de dados em memória. 6.3 Data lakes e soluções para big data . 6.4 Técnicas de integração e ingestão de dados (ETL/ELT, transferência de arquivos, integração via base de dados). 7 Metadados. 8 Gestão e Tratamento de Dados Ambientais. 8.1 Modelagem e armazenamento de dados ambientais estruturados e não estruturados. 8.2 Data lakes e big data aplicados a séries temporais ambientais. 8.3 Técnicas de ETL/ELT para consolidação de bases ambientais.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: TETILA, Everton Castelão. Banco de dados relacional: arquitetura , modelo entidade - relacionamento (ER) , linguagem SQL e normalização de dados. Curitiba: Appris, 2022. ZHAO, Alice. SQL guia prático: um guia para o uso de SQL. São Paulo: Novatec, 2023. DATE, C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. MORELLI, Eduardo T. Oracle DBA essencial - Volume 1: SQL. São Paulo: Brasport, 2009. ANÔNIMO. MongoDB: o banco de dados
NoSQL mais utilizado da atualidade. [S.l.]: Clube de Autores, 2023. KUHN, Darl. Expert Oracle database architecture. 4. ed. Rio de Janeiro: Casa do Código, 2021. ISBN 978-85-5519-177-0. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 19115:2019 -- Informação geográfica -- Metadados. Rio de Janeiro: ABNT, 2019. KLEPPMANN, M. Designing Data-Intensive Applications: The Big Ideas Behind Reliable, Scalable, and Maintainable Systems. 1. ed. São Paulo: Casa do Código, 2017. MACHADO, F. N. R. Data Lake: repositório de dados para inovação digital. São Paulo: Novatec, 2023.
GOVERNANÇA DE TI: 1 Governança corporativa de TI (COBIT 2019, ISO/ IEC 38500). 2 Gestão de riscos de TI (ISO 31000, COSO). 3 Gestão de serviços de TI (ITIL v4). 4 Planejamento estratégico de TI (PETI, PDTI). 5 Contratações de TI no setor público. 6 Gestão de processos (BPMN, melhoria contínua). 7 Compliance e conformidade normativa. 8 Indicadores de desempenho (KPIs, BSC). 9 Cibersegurança e continuidade de negócios (ISO 27001/22301, 27002, NIST).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: RIBEIRO, Jean. Cobit 2019 - Foundation: seu guia essencial para o exame de certificação: descomplicando a governança de I & T para sua aprovação . Publicação independente, 2025. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO/ IEC 38500:2018 - Tecnologia da informação - Governança de TI para a organização . Rio de Janeiro: ABNT, 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 31000:2018 - Gestão de riscos - Diretrizes . Rio de Janeiro: ABNT, 2018. AXELOS. ITIL Foundation: ITIL 4 Edition . Tradução para o português. London: TSO, 2019. BRASIL. Instrução Normativa SGD / ME n.º 94 , de 23 de dezembro de 2022 . Dispõe sobre o processo de contratação de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC pelos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP do Poder Executivo Federal. Diário Oficial da União , Brasília, DF, 23 dez. 2022. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO/IEC 27001:2022 - Segurança da informação , segurança cibernética e proteção da privacidade - Sistemas de gestão de segurança da informação - Requisitos . Rio de Janeiro: ABNT, 2022. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO/IEC 27002:2022 - Segurança da informação , segurança cibernética e proteção da privacidade - Controles de segurança da informação . Rio de Janeiro: ABNT, 2022. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 22301:2020 - Segurança e resiliência - Sistemas de gestão de continuidade de negócios - Requisitos . Rio de Janeiro: ABNT, 2020. SILVA, Jonata. Iniciando na cibersegurança: conceitos básicos sobre cibersegurança . [S.l.]: Amazon Serviços de Varejo do Brasil, 2023. BRASIL. Secretaria de Governo Digital. Guia de Elaboração de PDTI . Brasília: SGD/ME, 2020. BRASIL. Ministério da Economia. Secretaria de Gestão. Guia Prático de Gestão de Processos . Brasília, DF: Ministério da Economia, 2024. FERNANDES, Aguinaldo Aragon; ABREU, Vladimir Ferraz de. Implantando a Governança de TI: da estratégia à gestão de processos e serviços . 4. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2014. KAPLAN, Robert; NORTON, David. Mapas Estratégicos: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis . Rio de Janeiro: Elsevier, 2018.
AUDITORIA EM SISTEMAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: 1 Auditoria de sistemas de informação. 2 Controle gerais e controles de aplicação em TI. 3 Normas e boas prática de auditoria de TI: ISACA, ITAF, ISSAI 5300. 4 Análise de dados aplicada à auditoria. 5 TI corporativa. 5.1 Infraestrutura, desenvolvimento e suporte. 5.2 Arquitetura de computadores e sistemas operacionais. 5.3 Redes de computadores e protocolos: TCP/ IP, DNS, VPN. 5.4 Administração de sistemas (Windows, Linux, Active Directory). 5.5 Desenvolvimento de software (.NET, frameworks e bibliotecas). 5.6 Segurança da informação (aspectos técnicos: firewall , criptografia, autenticação). 5.7 DevOps e práticas de integração e entrega contínua (CI/ CD), incluindo containers (Docker, Kubernetes). 5.8 Cloud computing (AWS, Azure, GCP, noções de IaaS/PaaS/SaaS). 5.9 Versionamento de código (Git, GitHub/GitLab).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: IMONIANA, Joshua Onome. Auditoria de Sistemas de Informação . 2. ed. São Paulo: Atlas, 2016. OLIVEIRA, Derlane Maia; CASTELO, Samuel Leite. Auditoria de Sistema de Informação . Fortaleza: EdUECE, 2024. Disponível em: https://educapes.capes.gov. br/bitstream/capes/1130784/2/Auditoria%20de%20Sistema%20de%20 Informa%C3%A7%C3%A3o.pdf. Acesso em: 26 nov. 2025.
CARGO 3: ANALISTA AMBIENTAL - ESPECIALIDADE: ANTROPOLOGIA ANTROPOLOGIA E PATRIMÔNIO CULTURAL: 1 Referência cultural, diversidade sociocultural e processos identitários. 2 Mudança cultural, dinâmica social e transformações em grupos tradicionais. 3 Memória social, patrimônio cultural material e imaterial e mecanismos de salvaguarda. 4 Mito, história e narrativas tradicionais. 5 Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais (2005). 6 Decreto nº 3.551/2000 e Portaria nº 200/2016: registro, inventário e políticas de salvaguarda do patrimônio imaterial. 7 Povos e comunidades tradicionais: Convenção OIT nº 169, Decreto nº 6.040/2007, Lei nº 13.123/2015 e Decreto nº 8.772/2016.
VÁLIDO SOMENTE COM AUTENTICAÇÃO