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Diário Oficial dos Municípios do Ceará · 06/08/2026 · pág. 113

DOMCE 06/08/2026 - Diario Oficial dos Municipios do Ceara

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Ceará , 06 de Agosto de 2026 • Diário Oficial dos Municípios do Estado do Ceará • ANO XVII | Nº 4025

O letramento científico nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, ainda que pouco explorado, está presente em trabalhos desenvolvidos nacionalmente pela área de ensino e pesquisa em ensino de ciências, o qual envolve a produção e utilização da Ciência na vida do homem, provocando mudanças revolucionárias na Ciência com dimensões na democracia, no progresso social e nas necessidades de adaptação do ser humano, os quais devem estar presentes na formação inicial dos estudantes, com esta previstos na LDB e BNCC .

EMPREENDEDORISMO

Um dos objetivos do empreendedorismo na escola é desenvolver atitude e mentalidade empreendedora, que favorece o raciocínio lógico e a busca por habilidades que contribuem para a resolução de problemas – individuais e coletivos. Empreender saberes são formas de estudo ligadas a pesquisa e a prática que podem ocorrer em todos os espaços e devem servir para: investigar, entender e internalizar a ação empreendedora. Concentrando nos seguintes processos: auto-conhecimento, perfil do empreendedor, criatividade, desenvolvimento da visão e identificação de oportunidades, validação de uma idéia, construção de um plano de negócios e negociação. O mercado de trabalho é uma opção ligada diretamente a construção do conhecimento. A história do empreendedorismo versa sob um futuro empreendedor com um perfil de motivação. A empresa do futuro pode estar na criatividade da criança de hoje. E a estrutura desse projeto de negócios pelo estudo organizado na escola visa melhorar a interação entre alunos, pais e professores.

CIRCULOS DE LEITURA

O processo de ensino e aprendizagem da leitura não se trata de uma tarefa fácil, requer paciência e dedicação, já que, segundo Antunes (2011), gostar de ler trata-se de um hábito adquirido e nada tem a ver com fatores genéticos, como muitas vezes, ouvimos de terceiros. Pensamentos dessa natureza podem frustrar os trabalhos a serem desenvolvidos na tentativa de formar leitores no sentido mais literal da palavra. O mesmo autor afirma que a influência do meio na formação leitora é primordial; para ele, “crianças que crescem em famílias que lêem e que sabem despertá-las para essa paixão tornam-se invariavelmente leitores pela vida inteira” (ANTUNES, 2011, p. 10).

Como se sabe, isso não é tão corriqueiro assim, e a tarefa de formar cidadãos leitores está cada vez mais atribuída às nossas escolas. É importante que os envolvidos (família e escola), estejam atentos às questões que mediam o contato com a leitura, principalmente, ao fato de que para que haja tal ato, precisa existir interação entre leitor e texto, e essa interação só será possível a partir de objetivos bem traçados por parte dos envolvidos no processo.

O projeto Círculos de Leitura tem como proposta central a efetivação de um dos maiores desafios atribuídos a escola na contemporaneidade: a formação de leitores, que, por sua vez, sejam capazes de deleita-se com a prática leitora e a utilizarem de maneira a fomentar seus posicionamentos críticos frente ao que é lido, nesse sentido a escola é a principal responsável pela formação de indivíduos que apreciem a leitura em seu sentido mais amplo, fazendo necessário a busca por estratégias que dêem acesso a uma leitura que vá além da informação, uma leitura que seja capaz de mostrar o encanto presente na literatura.

JOGOS MATEMÁTICOS

O uso do jogo no ensino de matemática, possibilita a produção de uma experiência significativa para as crianças e adolescentes tanto em termos de conteúdos matemáticos como no desenvolvimento de competências e habilidades. O indivíduo é motivado a trabalhar e pensar ao jogar. Desta forma, ele descobre, formula questões, resolve problemas e não somente recebe informações. Na perspectiva de Resolução de Problemas, o jogo deve ser aplicado como um gerador de situações-problema que realmente desafiem o aluno a buscar soluções, ou ainda, como um desencadeador de uma nova aprendizagem ou na fixação/aplicação de um conceito já desenvolvido (GRANDO, 1995). Os movimentos em um jogo possibilitam um aprofundamento do saber dizer, saber fazer, tomar decisões, correr riscos, enfim aprender de uma forma mais significativa e autônoma.

EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Desde muito cedo lidamos com o dinheiro, por essa razão saber fazer bom uso dos recursos financeiros é essencial para nossa qualidade de vida. Desta forma, o aprendizado relacionado à educação financeira contribui para o melhor planejamento e gestão das finanças pessoais, auxiliando na compreensão e prática do consumo. A educação financeira não se resume a um conjunto de saberes puramente matemáticos ou de instrumentos de cálculo. Está amparada em áreas complexas como a Psicologia Econômica e a Economia Comportamental. E por isso que estudar a educação financeira é provocar mudanças de comportamento, por meio da leitura de realidade, do planejamento de vida, da prevenção e da realização individual e coletiva. Estabelece uma relação racional e consciente com os recursos pessoais e coletivos. Visa explorar a utilização de estratégias e procedimentos matemáticos em relações que envolvem o uso do dinheiro nas situações do cotidiano como: conhecer e aplicar os conceitos de receita e despesas no orçamento individual e familiar; compreender as causas e conseqüências do endividamento excessivo e quais as possibilidades para superar esta condição; analisar e compreender os hábitos de consumo, avaliando o que é “necessidade x desejo” e que as escolhas afetam a qualidade de vida no presente e no futuro.

ESPORTE E RECREAÇÃO

O esporte é uma atividade abrangente que engloba diversas áreas importantes para a humanidade, é também uma forma de sociabilização e de transmissão de valores.Percebe-se ainda que a sociedade moderna enfrenta uma crise sociocultural, pois não soube lidar com as consequências das profundas mudanças no seu ritmo de vida, gerando as doenças modernas (ansiedade, depressão, síndrome do pânico), o individualismo, o estresse, a agressividade e as dependências. Neste panorama surge a necessidade de novas ferramentas pedagógicas na educação das novas gerações, a fim de melhor adaptar-se à realidade atual.

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