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Diário Oficial da Cidade de São Paulo · 19/08/2026 · pág. 160

DOCSP 19/08/2026 - Diario Oficial da Cidade de Sao Paulo - Edicao 207

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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

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160 – São Paulo, 71 (207)

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começa aqui pelo meio físico, né? Então, a gente, depois dos estudos, mensuramos os impactos e chegamos à conclusão que os impactos que serão possivelmente deflagrados é o desencadeamento e intensificação de processos de dinâmica superficial, então assoremento erosão, redução de áreas de sol permeáveis pode acontecer também embora já esteja muito impermeabilizado. Posição do Sol e das águas superficiais e subterrâneas, porque pode haver um derramamento de produto químico. Na área a qualidade do ar pode ser impactada por conta da circulação de caminhões veículos pesados na área.

vegetação, a gente também tem o controle de dispersão e proliferação da fauna sinotrópica que garante ações de prevenção e de correção visando impedir a atração, o acesso de pragas urbanas e vetores. A gente tem o programa de manejo da vegetação. É uma coordenação de atividades de pressa. Pressão desmonte, remoção, transporte material, lenhoso. A previsão de corte é de oitocentos e trinta e nove indivíduos arbóreos isolados, sendo 217 nativas duas ameaçadas de extinção, quinhentos e quinze árvores exóticas, setenta e seis invasoras e cento e sete árvores mortas. A gente tem também o programa de implantação do paisagismo e recomposição das áreas Verdes, que promove a recomposição das áreas destinadas ao paisagismo.

grave no Center Norte, a questão de sete, oito anos atrás, por alterações de empresa por conta do antigo lixão da Vila Guilherme, que tem conexões. Nós estamos justamente numa área de fundo de Vale, e certamente é uma grande preocupação que nós temos com relação a isso. Foi a pergunta que também deixamos no contato. Me assustou muito a proximidade do empreendimento com o parque do trote. Ele é um parque tombado que foi citado. Ele é um parque tombado. E também tem a fauna de silvestre de transição que faz a conexão como a serra da cantareira, passando pelo parque e acessando o corredor ecológico do rio tietê tanto para o lado norte, o litoral norte da cidade, como também o litoral sul do estado de São Paulo.

Fernanda Nery: A geração de resíduos sólidos e efluentes durante a obra e alteração dos níveis de ruído e vibração. Apesar de já muito impactados aqui, a gente entra nos impactos do meio biótico, então são os impactos na vegetação, que é a perda da cobertura vegetal pela supressão de indivíduos isolados, atração e proliferação de fauna, sinotrópica que são aqueles bichinhos que a gente não gosta? Ah, rato, barata, escorpião, etc. E redução de habitar Braga e fauna por conta da expressão da vegetação. Aqui a gente tem os impactos do meio socioeconômico. Aqui nós temos impactos negativos e positivos. Dentre os positivos, a geração temporária de postos de trabalho, o aumento temporário na arrecadação municipal e a alteração no padrão do uso e ocupação do solo da área aqui do ladinho, dar uma olhada. Meio sócio econômica, laranja, né?

José Ramos de Carvalho: Drenagem Urbana. Essa é a grande. Uma das grandes preocupações que nós temos na região. Nessa sub bacias sofre com histórico de inundações. Quanto, metros quadrados de cobertura dos telhados, que é imenso e parte de uma nova serão impermeabilizados. Que a grande dificuldade nossa, juntando esse empreendimento, mais esse Sanca que já está instalado na esquina da vila Guilherme lá em cima, que, na verdade um do outro não tem distância de, no máximo, quinhentos metros. Então eu tenho 16 galpões lá na Vila Guilherme e mais 36 agora. Vai fazer cinquenta e cinco galpões com telhado, produzindo aquecimento e abaixando umidade relativa do ar no nosso entorno. Então isso é extremamente grave e aí, dentro desse contexto, como vai ser montado esse reservatório de contenção das águas, substituindo hoje o que nós não temos, na verdade, bom, agora, nessa questão da que eu tenho dois minutos aqui, pelo menos. E eu vou entrar agora na emergência climática. A grande discussão de hoje, que são as mudanças climáticas, a ilha de calor e microclima local pergunta diante do somatório desse polo logístico com as dezenas de mega galpões existentes no eixo vila Guilherme, qual o estudo microclimático que avalia o impacto cumulativo da radiação térmica emitida por centenas de milhares de metros quadrados de telhados metálicos e pátios.

Fernanda Nery: Então, aqui a gente chega na qualidade ambiental futura da área, então a gente tem dois cenários, duas alternativas: a alternativa zero, que é a permanência da área como está, então permanecem as condições existentes: árvores isoladas, galpões sem uso, acúmulo de resíduos e diversos tipos de serviços. Sem uma organização, é o cenário dois, que é a alternativa nossa, que é a situação ambiental. Com a implantação do programa. Então a gente tem projetos com características técnicas que subsiste a avaliação dos impactos ambientais. Então o projeto é todo pensado para minimizar impactos ambientais, aproveitamento da localização estratégica do empreendimento por conta do viário existente, da facilidade de acessar grandes sistemas viários, integração operacional com outros polos logísticos industriais, centros de distribuição e a adoção dos planos e programas previstos, entre eles o programa de controle ambiental e de comunicação social, que permite o controle diário dos incômodos à população no entorno das obras.

Fernanda Nery: Bom, depois de identificados os impactos, a gente então entra nos programas ambientais, programa de compensação dos impactos não mitigáveis. De acordo com o grau atribuído ao empreendimento sujeito a e a Rima, deve ser estimada uma compensação ali, no valor de zero, cinco, alcança o valor de mais ou menos um milhão e trezentos e cinquenta mil reais. Os planos e programas previstos, programa de controle ambiental das obras. Esse programa organiza a qualidade socioambiental das áreas de apoio, medida de gerenciamento de resíduos, gerenciamento de tráfico, controle de erosão. A gente tem um programa de gestão de resíduos sólidos. Esse programa, ele garante uma gestão adequada dos tipos de resíduos gerados ali na fase de implantação e implanta a coleta marginal e destinação final adequada, programa de educação ambiental e treinamento ambiental dos trabalhadores, então haverá treinamento para todos os trabalhadores ali para ficarem cientes e controlarem as consequências provocadas pelo desenvolvimento das obras. A gente também tem o programa de monitoramento da qualidade bienal da operação.

Fernanda Nery: E depois de todos esses estudos, do levantamento dos levantamentos, das conclusões em relação aos impactos ambientais. A gente, depois de toda essa análise dos meios físicos, bióticos, socioeconômico, concluímos então, que empreendimento é social, econômica e ambientalmente viável? As obras previstas ficaram restritas. A área do terreno localizado, as pontes, os impactos, os impactos identificados são conhecidos, são mensuráveis. São passíveis de controle de mitigação por meio das medidas das medidas compensatórias, dos programas ambientais propostos e considerando os estudos realizados, as características da área de implantação, com as medidas concluísse então que o projeto do complexo logístico Chico pontes apresenta as condições adequadas para a implantação sob o ponto de vista técnico e ambiental. Muito obrigada pela atenção.

José Ramos de Carvalho: Bom, no Inverno, como empreendedor pretende mitigar a ampliação da ilha de calor, queda drástica de umidade relativa do ar no entorno do parque natural e residências, bairros vizinhos em períodos de inversão térmica e dias secos e em especial, saúde da população, exatamente mudanças climáticas. Para evitar o superaquecimento do sol e do ar, por conta que nós temos agora frequentemente as chuvas convectivas que quase destruiu a zona Norte nesse verão. Último dia vinte e cinco. Então, pergunta: mudanças climáticas têm intensificado, chuvas convectivas fortes e intensas e continuação na região metropolitana, como o sistema de micro macrodrenagem do implemento foi mencionado para suportar eventos climáticos extremos, em tempo de retorno e calculado para os cenários atuais do Ipcc, plano de clima de São Paulo, não apenas por médias históricas. O efeito cumulativo é sinergia com empreendimentos vizinhos. A análise do impacto do projeto considerou o efeito cumulativo e sinergético da hipermerização do solo provocada pela soma de todos os galpões logísticos implantados na bacia centenas de bairros do entorno e nessa nossa bacia extremamente frágil e vulnerável. Então seria essa a nossa pergunta. E a gente está deixando aqui já a relação para obter as respostas posteriormente. Obrigado.

Fernanda Nery: Esse programa garante o desenvolvimento do empreendimento em acordo com as boas práticas ambientais, obedecendo a legislação de mais dispositivos normativos. A gente tem o programa de comunicação social, que é um programa muito importante. Esse programa garante que a população do entorno e os funcionários ali da obra se conversem. É um programa bastante importante nesse ponto de vista, é onde a população e do entorno pode ser ouvida, o programete de controle de processos erosivos e assoreamento, que garante o manejo adequado do solo, dimensionamento do sistema de drenagem, que é muito importante, principalmente porque a área é uma área suscetível à inundação. A gente tem o programa de monitoramento e manejo da fauna silvestre. Então é um programa também bastante importante, com vistas à manutenção da biodiversidade, que evita que os animais sejam feridos, mortos em virtude da supressão de

Liliane Arruda: Obrigado, obrigada, Fernanda. Obrigada, Henrique. E obrigada a Michele. Obrigada pelas apresentações. Tá, então, passamos para o terceiro item da nossa audiência pública. Então vamos para o Debate. E nós temos aqui um escrito seu José Ramos, que é o nosso conselheiro aqui da vila Maria vila Guilherme, e também está representando a Associação Paulista dos Gestores. Isso mesmo, senhor José Ramos, o senhor vai querer se manifestar, por favor. Associação e ongs. Cinco minutinhos. Tá, por favor. Neusa, por favor.

José Ramos de Carvalho: Como José Ramos de Carvalho, Conselheiro Ambiental, São Paulo, e também coordenador adjunto do Cades vila Maria Vila Guilherme. Bom, na verdade, a gente produziu um documento e vou dar um resumo rápido, com relação ao passivo ambiental nessa região. Quem mora aqui sabe, nós tivemos um incidente muito

Liliane Arruda: Obrigada, senhor José Ramos. O senhor viu aqui no relatório que eles fizeram todo o estudo aqui das mudanças climáticas aqui no relatório deles, aqui já a sua preocupação, mas eles

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